Quando a consciência desperta: Datiary Santos compartilha sua história em livro

Com mais de dez anos de atuação na área comercial, passando por bancos, cooperativas e empresas de tecnologia, Datiary Santos construiu uma trajetória sólida em liderança de equipes, prospecção e fidelização de clientes e vendas de produtos e serviços financeiros. Essa vivência, aliada a um profundo processo de cura física e espiritual, deu origem ao livro Uma nova consciência, obra em que a autora compartilha sua jornada de transformação, fé e autoconhecimento. Na entrevista a seguir, a autora fala sobre sua trajetória pessoal e profissional, o processo de escrita do livro e o propósito que a move a levar consciência e cura a outras pessoas.

Esse chamado ganhou força há cerca de quatro anos, quando iniciou um intenso processo de cura física e emocional. A aproximação com as terapias holísticas aconteceu de forma natural, em meio a questionamentos profundos sobre a vida e o próprio caminho. Em 2022, a descoberta de um tumor maligno mudou completamente sua rota. “Foi um momento de ruptura. Precisei pausar projetos, abandonar a psicologia naquele momento e voltar toda a minha atenção para o tratamento médico e espiritual”, relembra.

A experiência com a doença se tornou um divisor de águas. Ao longo do tratamento, aprofundou seus estudos em terapias holísticas, concluiu formações e passou a atuar com Reiki e outras técnicas energéticas. A partir da própria vivência, criou um protocolo de 21 dias voltado à transformação pessoal e à expansão da consciência. “Esse processo ajuda as pessoas a reconhecerem e liberarem crenças e padrões que impedem a cura, o crescimento e a prosperidade”, explica.

Hoje, atua como terapeuta e mentora espiritual, conduz atendimentos individuais, vivências em grupo, cerimônias com o cacau medicinal e parcerias com empresas que desejam cuidar da saúde mental de seus colaboradores. Seu trabalho é voltado a quem sente que chegou a hora de viver com mais presença, consciência e autenticidade. “Meu papel é oferecer ferramentas e suporte para que cada pessoa se reconecte com quem realmente é”, afirma.

É dessa jornada que nasce o livro. A obra reúne cura emocional e física, espiritualidade e reprogramação mental, com o uso de decretos e afirmações positivas como ferramentas de transformação. A ayahuasca aparece como parte do processo de expansão da consciência vivido pela autora, descrita a partir de experiências pessoais profundas. “Não falo da medicina como algo externo, mas como um espelho que me ajudou a acessar verdades internas”, pontua.

Ao longo dos capítulos, a autora compartilha reflexões sobre crenças limitantes, fé, autoconhecimento e conexão com o sagrado, sempre a partir de uma espiritualidade livre de dogmas. “Eu falo de um Deus que habita em mim e em todos nós, uma presença que não aprisiona, mas liberta”, diz. Exercícios práticos e perguntas reflexivas convidam o leitor a participar ativamente do processo de transformação proposto.

A inspiração para escrever veio de vivências marcantes, como a perda de uma tia para o câncer e o próprio enfrentamento da doença. Após receber a confirmação médica da cura física, uma experiência espiritual intensa trouxe a clareza de que era hora de compartilhar tudo o que havia aprendido. “Eu senti que precisava deixar um legado, transformar a minha história em algo que pudesse servir outras pessoas”, relembra.

Escrito em um curto período de profunda entrega, o livro nasce como um testemunho de fé, cura e consciência. Mais do que contar uma história pessoal, a obra se propõe a acompanhar o leitor em seu próprio processo de despertar, oferecendo reflexões, práticas e uma nova forma de olhar para a vida.

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Autor reúne experiência em gestão de crises para analisar ameaças contemporâneas

Com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Segurança, Inteligência e Gestão de Crises, o especialista Dr. Ricardo Giovenardi reúne experiência prática e pesquisa jurídica em uma obra voltada à compreensão e ao enfrentamento de ameaças complexas como o terrorismo, o crime organizado e os crimes financeiros.

Ao longo de 24 anos de carreira, o autor atuou em cenários corporativos de alta complexidade, investigando incidentes, estruturando protocolos de emergência e apoiando organizações em momentos críticos. Essa trajetória profissional, aliada à formação jurídica e ao contato com especialistas nacionais e internacionais, fundamenta a análise apresentada no livro. Segundo Giovenardi, o aprendizado obtido com profissionais de diferentes países foi determinante para a construção da obra, que busca contribuir de forma técnica e colaborativa para o debate sobre segurança global.

O livro propõe uma abordagem didática e aplicada, estruturada em quatro pilares: contexto histórico, fundamentos legais, mecanismos de prevenção e repressão, além de estudos de caso. A proposta é demonstrar como a Inteligência atua de maneira estratégica no combate a redes ilícitas e na prevenção de crises, conectando teoria, prática e análise geopolítica.

Um dos pontos centrais discutidos na obra é a relação entre desigualdade social, corrupção e criminalidade. O autor analisa como a corrupção enfraquece estruturas estatais, amplia a pobreza e cria condições favoráveis para o aliciamento por organizações criminosas e terroristas. Para Giovenardi, compreender esses fatores é essencial para fortalecer o investimento em segurança pública e proteger tanto a população quanto os profissionais que atuam na linha de frente.

“Cada recurso desviado pela corrupção aumenta a vulnerabilidade de quem trabalha para proteger a sociedade e compromete a segurança coletiva”, afirma o autor.

A motivação para escrever o livro surgiu da percepção de lacunas significativas, tanto em organizações públicas quanto privadas, no entendimento sobre crimes financeiros e redes ilícitas. O autor destaca que a ausência de uma cultura sólida de Inteligência, prevenção e compliance amplia os riscos institucionais e sociais, tornando o enfrentamento dessas ameaças ainda mais desafiador.

O processo de escrita envolveu pesquisa aprofundada, entrevistas com operadores e especialistas de campo, diálogo com autoridades e acompanhamento do cenário geopolítico internacional. Parte do conteúdo é baseada em situações reais vivenciadas pelo autor em contextos de crise, complementadas por pesquisa acadêmica e revisão técnica especializada, garantindo rigor conceitual e jurídico.

Ao final, o autor deixa uma mensagem direcionada a escritores e pesquisadores que desejam abordar temas sensíveis e de alta complexidade. Para Giovenardi, a escrita técnica exige responsabilidade, compromisso com a verdade e respeito ao impacto social do conteúdo produzido. Segundo ele, produzir conhecimento é também um ato de proteção coletiva, pois contribui para a formação de profissionais mais conscientes, críticos e preparados diante das ameaças contemporâneas.

“Escrever sobre segurança, Inteligência e criminalidade é assumir o dever de informar com seriedade, ética e profundidade. A palavra bem fundamentada pode prevenir riscos, formar consciências e fortalecer instituições”, conclui.

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Novo volume de Guardiões dos Casulos é lançado; autora detalha escrita e inspirações

A autora Patrícia Oliveira acaba de lançar Os Guardiões dos Casulos II, sequência de sua obra de fantasia infantojuvenil, e conversou conosco sobre sua trajetória, o processo de escrita e o que os leitores podem esperar desta nova aventura.

Patrícia descreve sua jornada pessoal e profissional como “cheia de altos e baixos, mas mais baixos do que altos”. Apesar disso, foi nesse caminho, muitas vezes turbulento, que encontrou inspiração e motivação para seguir escrevendo e construindo seus universos literários.

Segundo Patrícia, Os Guardiões dos Casulos II é uma história “divertida e emocionante”. O livro é estruturado em duas partes principais: antes e depois do rapto da princesa Dara. Além da aventura central, a narrativa aborda temas que dialogam diretamente com o público jovem, como a transição da infância para a adolescência, a escolha de um caminho profissional e o surgimento dos primeiros amores, elementos que ampliam a profundidade da trama e aproximam os leitores dos personagens.

A motivação para escrever a sequência nasceu do desejo de dar continuidade ao primeiro volume da série. A autora revela que a vontade de expandir esse mundo e acompanhar o crescimento dos personagens foi determinante para que Os Guardiões dos Casulos II ganhasse vida.

Patrícia explica que todo o processo de produção, incluindo capa, diagramação e ilustrações, ficou sob responsabilidade da editora Autografia. A escrita, porém, foi inteiramente dela. A autora conduziu a construção da narrativa sozinha, do primeiro rascunho às versões finais, colocando no papel sua visão particular sobre o destino dos pequenos guardiões.

O lançamento trouxe à autora uma sensação “muito boa”. Patrícia destaca que espera “sinceramente que o livro tenha o reconhecimento que merece”, sentimento que não pôde vivenciar plenamente com a primeira obra da série. Para ela, esta nova etapa representa uma oportunidade de alcançar mais leitores e consolidar seu trabalho no universo da literatura infantojuvenil.

Patrícia deixa um recado direto para o público:
Que os leitores tenham curiosidade de conhecer seus livros, adquiri-los e mergulhar na leitura. “Eles são muito bons! Garanto que não vão se arrepender!”, afirma.

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Entre o real e o fantástico: conheça Páginas de Mistério, obra de estreia de Henrique Sene

Mistérios que rondam o imaginário popular brasileiro, lendas que ganham novas roupagens e um toque sombrio que instiga o leitor do começo ao fim. Assim é Páginas de Mistério, livro de estreia de Henrique Sene, publicado pela editora Autografia. Conversamos com o autor, que compartilhou um pouco da sua trajetória, suas inspirações e o processo de dar vida a essa coletânea inquietante e profundamente brasileira.

Apesar de atuar profissionalmente em uma área técnica — é formado em Processos Gerenciais e trabalha como Gerente de Projetos em uma agência digital —, Henrique sempre teve um fascínio especial pelo que escapa à lógica. “Na minha adolescência, fui atraído por histórias de terror e ficção científica — o que é irônico, já que, na infância, eu era daqueles que apagava a luz e saía correndo”, brinca. Com o tempo, o medo virou curiosidade. E a curiosidade, virou narrativa.

Páginas de Mistério reúne contos que transitam entre o terror, o realismo fantástico e o folclore nacional. Cada história se passa em uma época diferente e em regiões distintas do Brasil, reinterpretando lendas urbanas e mitos com uma nova abordagem. “O leitor vai encontrar desde figuras emblemáticas como a Cuca e a Pisadeira até criaturas mais veladas, que se escondem nas entrelinhas e exigem um olhar mais atento para serem desvendadas”, explica Henrique.

A motivação para criar o livro veio de uma lacuna percebida pelo autor como leitor. “Sentia falta de obras que explorassem o terror e a ficção científica sob uma ótica genuinamente brasileira”, conta. A obra mistura influências diversas, como a densidade psicológica de Edgar Allan Poe, o realismo mágico de Gabriel García Márquez e as narrativas orais escutadas ao longo da vida. O resultado é um livro que, ao mesmo tempo em que mergulha no estranho, traz ao leitor um sentimento de familiaridade.

O processo de escrita foi espontâneo e, por vezes, demorado. Henrique começou com um conto isolado, sem imaginar que ali estava nascendo uma coletânea. “Conforme as ideias surgiam e os temas se conectavam, percebi que havia um fio condutor”, relembra. Apesar de ter escrito tudo sozinho, ele destaca a importância dos amigos que leram os textos, ofereceram críticas sinceras e o incentivaram nos momentos de dúvida.

A publicação de Páginas de Mistério veio quase como um acaso — mas um acaso feliz. “Enviei o projeto para a Autografia sem grandes expectativas, e fui surpreendido com a aprovação. Ver o livro materializado é uma sensação quase surreal”, diz o autor. Agora, ele se dedica à divulgação, planejando ações de mídia e vídeos curtos para apresentar a obra a novos leitores.

Com um convite que mistura provocação e poesia, Henrique deixa um recado aos leitores:
“Espero que Páginas de Mistério assombre — e encante — seus sonhos. Que cada conto reverbere por um tempo, como um sussurro persistente no fundo da mente. Boa leitura… e cuidado ao apagar as luzes.”

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“Nascido em Tibiriçá”: memórias, história e poesia na estreia literária de Paulo Ednilson

O escritor Paulo Ednilson estreia em solo literário com a obra Nascido em Tibiriçá, um livro que transita entre a memória e a história, entre a prosa e a poesia, e que mergulha o leitor numa narrativa intensamente pessoal, porém carregada de elementos universais. A autobiografia romanceada revela o olhar de um autor que, durante anos, dividiu-se entre as palavras e outras profissões, como a carreira militar e o Serviço Social.

Escrevo desde que percebi que o que guardo comigo é muito e a vida é pouca”, confessa Ednilson, ao falar sobre sua trajetória como escritor. Embora só agora publique seu primeiro livro solo, ele já participou de diversas antologias, entre elas Poesia do Brasil, volumes 5, 7, 9 e 11. “Sim… me lanço em prosa, mas sou poeta”, diz, reafirmando a veia lírica que permeia seu estilo.

Nascido em Tibiriçá propõe-se a mais do que relatar a vida do autor. É uma narrativa centrada na instituição da família, mas entrelaçada aos acontecimentos históricos que moldaram a trajetória do próprio autor e de seus antepassados. “Tem a intenção de contar uma história que tem a instituição família no centro da narrativa mas, também, tem a pretensão de levar o leitor para dentro dos fatos históricos que afetaram, particularmente, a vida da família do autor/narrador ao longo de sua vida”, explica.

A estrutura do livro acompanha a vida do protagonista desde a infância até a fase adulta, conduzindo o leitor em uma espécie de viagem no tempo: “O leitor vai encontrar o tempo do autor no enredo da narrativa e vai viajar com ele até o fim”, afirma Ednilson.

A inspiração para a obra veio, como não poderia deixar de ser, da vivência familiar e dos cenários que moldaram a formação do autor. “A inspiração vem dos rios Paraná e Paraguai, do Pantanal Sul Mato-Grossense e, ainda, da voz e do ritmo de Maria José Dupré narrando uma história de família no seu romance intitulado Éramos seis.” No entanto, é na figura dos pais que a obra encontra sua maior força poética: “É a vida deles que modula do princípio ao fim a história que narro.”

O processo de escrita se deu entre 2003 e 2006, mas o manuscrito ficou desaparecido por anos, até ser reencontrado por acaso, em 2023. “Interessante destacar que perdi o texto por um longo tempo e só o reencontrei, por acaso, com uma das minhas irmãs”, relata.

A pesquisa também foi uma parte essencial do processo criativo, alimentada por visitas à Biblioteca Nacional e leituras de periódicos de décadas passadas. “A narrativa é, às vezes, apoiada em fatos históricos mas, todavia, tem muito do que me lembro das interações que tive com os mais próximos: pai, mãe, tios, avós.”

Sobre o sentimento de publicar sua primeira obra, Ednilson é enfático: “É como eu mesmo descrevo na ‘orelha’ do livro: ‘… a escrita me permite, agora, rasgar a barriga da baleia que me conduz e, liberto, o meu primeiro encontro é com você leitor’.” A metáfora do nascimento literário se completa na imagem do voo: “Escrever e sustentar a narrativa na primeira pessoa me deu a sensação de, maduro, estar abandonando o casulo pronto para voar.”

Com expectativa de sucesso, o autor deseja que sua obra encontre leitores atentos e sensíveis. “Espero que o meu Nascido em Tibiriçá encontre ninho na cabeceira de muitos leitores.”

Encerrando a entrevista, Paulo Ednilson deixa uma mensagem aos leitores: “Deixo ao leitor um convite para ouvir, durante toda a narrativa, a voz sincera e, às vezes, explicitamente emocionada, deste autor que conta, em boa prosa poética, uma história que traz, com certeza, um pouco de todos nós.”

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Publicação de livros: 5 passos para publicar seu TCC

Após a formatura, é comum que a maioria dos trabalhos de conclusão de curso vão parar no fundo de uma gaveta, e permaneçam por lá. Mas você sabia que o seu TCC pode se tornar uma importante contribuição para a área acadêmica, além de trazer diferencial para o currículo?

Muitos profissionais estão investindo na publicação de livros, e a sua monografia pode se tornar uma obra de sucesso. Quer saber como? Confira o nosso post!

Tematize a sua obra

Nem sempre toda a sua dissertação pode vir contida em livro, por questão de formato, tamanho e número de páginas. Para evitar esse problema a principal dica é tematizar a sua obra, sintetizando os aspectos mais importantes e seguindo um determinado nicho de pesquisa.

Quando se trata de publicação de livros, é preciso ter em mente que os leitores procuram um tema em especial. Algo atrativo, que desperte a curiosidade ou tire as dúvidas sobre um determinado assunto.

Adapte a linguagem da sua pesquisa

Assim como o formato e os elementos visuais, a linguagem de uma monografia precisa ser adaptada para os livros. Esse tipo de publicação exige um tom mais leve, com o intuito de se comunicar diretamente com o público.

Dependendo da área, muitas teses vêm recheadas de jargões, termos científicos e palavras técnicas que podem tornar a leitura impossível para quem não é especialista ou acadêmico.

Não é preciso fazer grandes alterações no conteúdo da pesquisa. Apenas uma adaptação na linguagem permite que o livro seja mais fluido, para que os leitores não tenham que interromper a leitura para pesquisar termos, além de torná-lo leve e interessante.

Contrate um revisor

Trabalhos acadêmicos na área de Ciências Humanas possuem uma vantagem em relação às outras, porque esses estudantes e profissionais já possuem conhecimento mais avançado quando se trata de linguagem, regras gramaticais, ortografia e outros elementos que geralmente fazem parte da revisão.

Se esse não for o seu caso, contrate um revisor. Ele terá uma visão mais aguçada sobre os possíveis erros de ortografia, bons títulos, pontuação e o que pode ser adaptado antes da publicação.

Pesquise o mercado

Assim como em uma empresa, quando se trata de publicação de livros também é preciso avaliar a receptividade do mercado.

Dissertações e teses em áreas de pesquisa com um público forte, ou em segmentos que sejam carentes de contribuições acadêmicas, são mais interessantes para as editoras, e mais fáceis de serem publicadas.

Se a sua pesquisa é sobre um tema não tão inovador assim, procure os aspectos relevantes e quais contribuições adicionais ela pode trazer, e foque nesses elementos durante a promoção do seu texto perante as editoras e o público.

Promova o seu livro

Adaptações feitas, revisão concluída e livro pronto para ser publicado, chegou a hora de fazer a divulgação. Geralmente, esse trabalho fica por conta das editoras, que conhecem as estratégias certas, o público mais indicado, e promovem os eventos adequados para a divulgação.

No entanto, isso não deve ser um impedimento para que você promova o seu trabalho entre os seus amigos, colegas de trabalho, em redes sociais, e principalmente durante congressos, palestras e workshops profissionais dos quais participar. Esses eventos costumam atrair o público ideal e divulgar a publicação de livros.

E você, já pensou em publicar a sua tese de TCC? Compartilhe com a gente nos comentários!

 

5 motivos para publicar um livro

A ideia de publicar um livro não é incomum. Muita gente pensa nisso ao longo da vida. Há quem encare até como um sonho remoto ou ato de coragem. Outras pessoas  já consideram que é muita exposição, pois escrever e publicar pode significar estar sob o olhar de várias pessoas, desconhecidas na maioria.

É, ao mesmo tempo, o desejo e o terror de muita gente. Mas por que não realizar essa vontade? Que mal há em atender a um desejo próprio e se lançar em uma carreira a qual é almejada? 

Precisa de motivos? Então, a seguir iremos dar cinco deles para você topar esse desafio e buscar seu espaço na literatura. 

Você tem o que dizer

Você tem o que dizer, possui um bom enredo, consegue articulá-lo de maneira criativa. Ou seja, tem potencial. E esse pode ser considerado o motivo principal para que um livro mereça existir. 

Uma obra precisa ser baseada em uma boa história, contada de um modo interessante. É em busca disso que editores e mesmo escritores sempre estão. 

Você tem os meios para publicar

Sim, você tem. Houve um tempo em que publicar um livro era algo inacessível para a maioria das pessoas. As editoras eram lugares distantes, fora do alcance de nossas vontades e possibilidades.

Hoje, tudo mudou. As tecnologias digitais facilitaram muita coisa e é possível negociar a publicação com bastante facilidade — sem pesar demais no bolso — além de incluir ações de divulgação e lançamento. Está tudo à mão. Que tal dar esse passo?

Você há de encontrar seus leitores

É possível que você encontre seu público, desde que seu livro tenha ido ao encontro das pessoas — escrito e publicado. Enquanto estiver na gaveta, nada acontecerá. 

Será que existe mesmo escritor que não quer ser lido? Provavelmente, não. Mesmo que seja tímido ou recluso, ainda que não apareça constantemente em festas e festivais literários, a verdade é que é importante pensar que todo escritor escreve para os leitores.

Você confia no próprio trabalho

Parte do que acontece a um escritor depende de autoconfiança. Além de conseguir escrever e rever várias vezes a próprio produção, precisa abrir-se ao mundo, aos leitores e à vida.

Caso você ache que não é bom, que o trabalho ainda é ruim, ninguém se convencerá e você próprio não conseguirá se aperfeiçoar constantemente. É preciso acreditar. Como alguns poetas, por exemplo, que vendem suas imagens de modo interessante: enviam originais a editoras dizendo que “acreditam em si mesmos e em seus poemas”, o que já é meio caminho andado para que um profissional da edição decida por ler aquilo. “Por que será que este cara se acha tão importante?”

Você precisa se lançar para ver o resultado

Ninguém sabe de antemão se terá sucesso, se ficará esquecido, se sentirá orgulho ou arrependimento. Há autores que renegam suas obras; outros as fazem crescer e ganhar o planeta. Só há um modo de saber: tentando. 

Pensou bem? Depois de fazer sua parte, o resto virá com as respostas dos leitores e da sua própria vontade de continuar. Que tal dar a partida no que é preciso para publicar um livro?

Para lhe ajudar nisso e também na sua escrita de fato, aproveite e veja agora dicas de como escrever melhor.