Quando a consciência desperta: Datiary Santos compartilha sua história em livro

Com mais de dez anos de atuação na área comercial, passando por bancos, cooperativas e empresas de tecnologia, Datiary Santos construiu uma trajetória sólida em liderança de equipes, prospecção e fidelização de clientes e vendas de produtos e serviços financeiros. Essa vivência, aliada a um profundo processo de cura física e espiritual, deu origem ao livro Uma nova consciência, obra em que a autora compartilha sua jornada de transformação, fé e autoconhecimento. Na entrevista a seguir, a autora fala sobre sua trajetória pessoal e profissional, o processo de escrita do livro e o propósito que a move a levar consciência e cura a outras pessoas.

Esse chamado ganhou força há cerca de quatro anos, quando iniciou um intenso processo de cura física e emocional. A aproximação com as terapias holísticas aconteceu de forma natural, em meio a questionamentos profundos sobre a vida e o próprio caminho. Em 2022, a descoberta de um tumor maligno mudou completamente sua rota. “Foi um momento de ruptura. Precisei pausar projetos, abandonar a psicologia naquele momento e voltar toda a minha atenção para o tratamento médico e espiritual”, relembra.

A experiência com a doença se tornou um divisor de águas. Ao longo do tratamento, aprofundou seus estudos em terapias holísticas, concluiu formações e passou a atuar com Reiki e outras técnicas energéticas. A partir da própria vivência, criou um protocolo de 21 dias voltado à transformação pessoal e à expansão da consciência. “Esse processo ajuda as pessoas a reconhecerem e liberarem crenças e padrões que impedem a cura, o crescimento e a prosperidade”, explica.

Hoje, atua como terapeuta e mentora espiritual, conduz atendimentos individuais, vivências em grupo, cerimônias com o cacau medicinal e parcerias com empresas que desejam cuidar da saúde mental de seus colaboradores. Seu trabalho é voltado a quem sente que chegou a hora de viver com mais presença, consciência e autenticidade. “Meu papel é oferecer ferramentas e suporte para que cada pessoa se reconecte com quem realmente é”, afirma.

É dessa jornada que nasce o livro. A obra reúne cura emocional e física, espiritualidade e reprogramação mental, com o uso de decretos e afirmações positivas como ferramentas de transformação. A ayahuasca aparece como parte do processo de expansão da consciência vivido pela autora, descrita a partir de experiências pessoais profundas. “Não falo da medicina como algo externo, mas como um espelho que me ajudou a acessar verdades internas”, pontua.

Ao longo dos capítulos, a autora compartilha reflexões sobre crenças limitantes, fé, autoconhecimento e conexão com o sagrado, sempre a partir de uma espiritualidade livre de dogmas. “Eu falo de um Deus que habita em mim e em todos nós, uma presença que não aprisiona, mas liberta”, diz. Exercícios práticos e perguntas reflexivas convidam o leitor a participar ativamente do processo de transformação proposto.

A inspiração para escrever veio de vivências marcantes, como a perda de uma tia para o câncer e o próprio enfrentamento da doença. Após receber a confirmação médica da cura física, uma experiência espiritual intensa trouxe a clareza de que era hora de compartilhar tudo o que havia aprendido. “Eu senti que precisava deixar um legado, transformar a minha história em algo que pudesse servir outras pessoas”, relembra.

Escrito em um curto período de profunda entrega, o livro nasce como um testemunho de fé, cura e consciência. Mais do que contar uma história pessoal, a obra se propõe a acompanhar o leitor em seu próprio processo de despertar, oferecendo reflexões, práticas e uma nova forma de olhar para a vida.

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Autor reúne experiência em gestão de crises para analisar ameaças contemporâneas

Com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Segurança, Inteligência e Gestão de Crises, o especialista Dr. Ricardo Giovenardi reúne experiência prática e pesquisa jurídica em uma obra voltada à compreensão e ao enfrentamento de ameaças complexas como o terrorismo, o crime organizado e os crimes financeiros.

Ao longo de 24 anos de carreira, o autor atuou em cenários corporativos de alta complexidade, investigando incidentes, estruturando protocolos de emergência e apoiando organizações em momentos críticos. Essa trajetória profissional, aliada à formação jurídica e ao contato com especialistas nacionais e internacionais, fundamenta a análise apresentada no livro. Segundo Giovenardi, o aprendizado obtido com profissionais de diferentes países foi determinante para a construção da obra, que busca contribuir de forma técnica e colaborativa para o debate sobre segurança global.

O livro propõe uma abordagem didática e aplicada, estruturada em quatro pilares: contexto histórico, fundamentos legais, mecanismos de prevenção e repressão, além de estudos de caso. A proposta é demonstrar como a Inteligência atua de maneira estratégica no combate a redes ilícitas e na prevenção de crises, conectando teoria, prática e análise geopolítica.

Um dos pontos centrais discutidos na obra é a relação entre desigualdade social, corrupção e criminalidade. O autor analisa como a corrupção enfraquece estruturas estatais, amplia a pobreza e cria condições favoráveis para o aliciamento por organizações criminosas e terroristas. Para Giovenardi, compreender esses fatores é essencial para fortalecer o investimento em segurança pública e proteger tanto a população quanto os profissionais que atuam na linha de frente.

“Cada recurso desviado pela corrupção aumenta a vulnerabilidade de quem trabalha para proteger a sociedade e compromete a segurança coletiva”, afirma o autor.

A motivação para escrever o livro surgiu da percepção de lacunas significativas, tanto em organizações públicas quanto privadas, no entendimento sobre crimes financeiros e redes ilícitas. O autor destaca que a ausência de uma cultura sólida de Inteligência, prevenção e compliance amplia os riscos institucionais e sociais, tornando o enfrentamento dessas ameaças ainda mais desafiador.

O processo de escrita envolveu pesquisa aprofundada, entrevistas com operadores e especialistas de campo, diálogo com autoridades e acompanhamento do cenário geopolítico internacional. Parte do conteúdo é baseada em situações reais vivenciadas pelo autor em contextos de crise, complementadas por pesquisa acadêmica e revisão técnica especializada, garantindo rigor conceitual e jurídico.

Ao final, o autor deixa uma mensagem direcionada a escritores e pesquisadores que desejam abordar temas sensíveis e de alta complexidade. Para Giovenardi, a escrita técnica exige responsabilidade, compromisso com a verdade e respeito ao impacto social do conteúdo produzido. Segundo ele, produzir conhecimento é também um ato de proteção coletiva, pois contribui para a formação de profissionais mais conscientes, críticos e preparados diante das ameaças contemporâneas.

“Escrever sobre segurança, Inteligência e criminalidade é assumir o dever de informar com seriedade, ética e profundidade. A palavra bem fundamentada pode prevenir riscos, formar consciências e fortalecer instituições”, conclui.

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“Memórias de um Passado”: um retrato sensível sobre dor, coragem e renascimento

A escrita sempre acompanhou Nanda Raupp, mesmo antes de ela perceber isso com clareza. Em conversa sobre sua trajetória, a autora conta que, desde muito jovem, encontrou nas palavras uma forma de interpretar o mundo e organizar sentimentos. Ela explica que, apesar de ter passado por áreas profissionais distintas, a escrita sempre a chamava de volta. “Foi como se eu precisasse me reencontrar comigo mesma”, diz. É desse retorno às próprias raízes que nasce Memórias de um Passado, seu primeiro livro.

Para Nanda, a obra é mais do que um romance: é um mergulho em cicatrizes, força e renascimento. Ela descreve Memórias de um Passado como uma narrativa que aborda o abuso, mas que coloca em primeiro plano a resistência e a reconstrução. O livro é dividido em etapas que acompanham o processo emocional da protagonista, passando pela negação, pelo silêncio e chegando à libertação. A autora comenta que cada capítulo “carrega uma emoção, uma lembrança e um avanço na jornada de cura”.

A inspiração surgiu da necessidade de dar voz a histórias frequentemente silenciadas. Nanda afirma que muitas pessoas vivem dores semelhantes e que desejava oferecer acolhimento por meio da escrita. “Eu queria que o leitor entendesse que, por trás da dor, existe sempre a possibilidade de recomeço”, destaca. Ela reforça que escrever também foi uma forma de dizer: você não está sozinha.

O processo de produção do livro foi intenso e, segundo ela, profundamente terapêutico. Revisitar emoções exigiu coragem, mas também trouxe clareza. Nanda fez questão de acompanhar cada etapa, da escrita à revisão, garantindo que tudo refletisse sua verdade. Embora tenha contado com suporte técnico de uma equipe editorial, ela ressalta que o conteúdo é totalmente autoral: “Escrevi com a alma e com o coração”, afirma.

Publicar Memórias de um Passado trouxe uma mistura de sentimentos. Nanda descreve a sensação como colocar “o coração nas mãos do mundo”. Entre o medo, o orgulho e o alívio, a expectativa da autora é que seu livro alcance pessoas que precisem dessa história, seja para se reconhecerem, se fortalecerem ou simplesmente se emocionarem. Para ela, o mais importante é que a obra seja sentida, não apenas lida.

Em sua mensagem aos leitores, Nanda deixa um recado de esperança. Ela afirma que nenhuma dor define quem alguém é e que sempre existe um caminho, mesmo quando tudo parece escuro. Se sua história conseguir acender uma pequena luz na vida de alguém, acredita que todo o processo já terá valido a pena.

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Novo volume de Guardiões dos Casulos é lançado; autora detalha escrita e inspirações

A autora Patrícia Oliveira acaba de lançar Os Guardiões dos Casulos II, sequência de sua obra de fantasia infantojuvenil, e conversou conosco sobre sua trajetória, o processo de escrita e o que os leitores podem esperar desta nova aventura.

Patrícia descreve sua jornada pessoal e profissional como “cheia de altos e baixos, mas mais baixos do que altos”. Apesar disso, foi nesse caminho, muitas vezes turbulento, que encontrou inspiração e motivação para seguir escrevendo e construindo seus universos literários.

Segundo Patrícia, Os Guardiões dos Casulos II é uma história “divertida e emocionante”. O livro é estruturado em duas partes principais: antes e depois do rapto da princesa Dara. Além da aventura central, a narrativa aborda temas que dialogam diretamente com o público jovem, como a transição da infância para a adolescência, a escolha de um caminho profissional e o surgimento dos primeiros amores, elementos que ampliam a profundidade da trama e aproximam os leitores dos personagens.

A motivação para escrever a sequência nasceu do desejo de dar continuidade ao primeiro volume da série. A autora revela que a vontade de expandir esse mundo e acompanhar o crescimento dos personagens foi determinante para que Os Guardiões dos Casulos II ganhasse vida.

Patrícia explica que todo o processo de produção, incluindo capa, diagramação e ilustrações, ficou sob responsabilidade da editora Autografia. A escrita, porém, foi inteiramente dela. A autora conduziu a construção da narrativa sozinha, do primeiro rascunho às versões finais, colocando no papel sua visão particular sobre o destino dos pequenos guardiões.

O lançamento trouxe à autora uma sensação “muito boa”. Patrícia destaca que espera “sinceramente que o livro tenha o reconhecimento que merece”, sentimento que não pôde vivenciar plenamente com a primeira obra da série. Para ela, esta nova etapa representa uma oportunidade de alcançar mais leitores e consolidar seu trabalho no universo da literatura infantojuvenil.

Patrícia deixa um recado direto para o público:
Que os leitores tenham curiosidade de conhecer seus livros, adquiri-los e mergulhar na leitura. “Eles são muito bons! Garanto que não vão se arrepender!”, afirma.

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Entre o real e o fantástico: conheça Páginas de Mistério, obra de estreia de Henrique Sene

Mistérios que rondam o imaginário popular brasileiro, lendas que ganham novas roupagens e um toque sombrio que instiga o leitor do começo ao fim. Assim é Páginas de Mistério, livro de estreia de Henrique Sene, publicado pela editora Autografia. Conversamos com o autor, que compartilhou um pouco da sua trajetória, suas inspirações e o processo de dar vida a essa coletânea inquietante e profundamente brasileira.

Apesar de atuar profissionalmente em uma área técnica — é formado em Processos Gerenciais e trabalha como Gerente de Projetos em uma agência digital —, Henrique sempre teve um fascínio especial pelo que escapa à lógica. “Na minha adolescência, fui atraído por histórias de terror e ficção científica — o que é irônico, já que, na infância, eu era daqueles que apagava a luz e saía correndo”, brinca. Com o tempo, o medo virou curiosidade. E a curiosidade, virou narrativa.

Páginas de Mistério reúne contos que transitam entre o terror, o realismo fantástico e o folclore nacional. Cada história se passa em uma época diferente e em regiões distintas do Brasil, reinterpretando lendas urbanas e mitos com uma nova abordagem. “O leitor vai encontrar desde figuras emblemáticas como a Cuca e a Pisadeira até criaturas mais veladas, que se escondem nas entrelinhas e exigem um olhar mais atento para serem desvendadas”, explica Henrique.

A motivação para criar o livro veio de uma lacuna percebida pelo autor como leitor. “Sentia falta de obras que explorassem o terror e a ficção científica sob uma ótica genuinamente brasileira”, conta. A obra mistura influências diversas, como a densidade psicológica de Edgar Allan Poe, o realismo mágico de Gabriel García Márquez e as narrativas orais escutadas ao longo da vida. O resultado é um livro que, ao mesmo tempo em que mergulha no estranho, traz ao leitor um sentimento de familiaridade.

O processo de escrita foi espontâneo e, por vezes, demorado. Henrique começou com um conto isolado, sem imaginar que ali estava nascendo uma coletânea. “Conforme as ideias surgiam e os temas se conectavam, percebi que havia um fio condutor”, relembra. Apesar de ter escrito tudo sozinho, ele destaca a importância dos amigos que leram os textos, ofereceram críticas sinceras e o incentivaram nos momentos de dúvida.

A publicação de Páginas de Mistério veio quase como um acaso — mas um acaso feliz. “Enviei o projeto para a Autografia sem grandes expectativas, e fui surpreendido com a aprovação. Ver o livro materializado é uma sensação quase surreal”, diz o autor. Agora, ele se dedica à divulgação, planejando ações de mídia e vídeos curtos para apresentar a obra a novos leitores.

Com um convite que mistura provocação e poesia, Henrique deixa um recado aos leitores:
“Espero que Páginas de Mistério assombre — e encante — seus sonhos. Que cada conto reverbere por um tempo, como um sussurro persistente no fundo da mente. Boa leitura… e cuidado ao apagar as luzes.”

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“Nascido em Tibiriçá”: memórias, história e poesia na estreia literária de Paulo Ednilson

O escritor Paulo Ednilson estreia em solo literário com a obra Nascido em Tibiriçá, um livro que transita entre a memória e a história, entre a prosa e a poesia, e que mergulha o leitor numa narrativa intensamente pessoal, porém carregada de elementos universais. A autobiografia romanceada revela o olhar de um autor que, durante anos, dividiu-se entre as palavras e outras profissões, como a carreira militar e o Serviço Social.

Escrevo desde que percebi que o que guardo comigo é muito e a vida é pouca”, confessa Ednilson, ao falar sobre sua trajetória como escritor. Embora só agora publique seu primeiro livro solo, ele já participou de diversas antologias, entre elas Poesia do Brasil, volumes 5, 7, 9 e 11. “Sim… me lanço em prosa, mas sou poeta”, diz, reafirmando a veia lírica que permeia seu estilo.

Nascido em Tibiriçá propõe-se a mais do que relatar a vida do autor. É uma narrativa centrada na instituição da família, mas entrelaçada aos acontecimentos históricos que moldaram a trajetória do próprio autor e de seus antepassados. “Tem a intenção de contar uma história que tem a instituição família no centro da narrativa mas, também, tem a pretensão de levar o leitor para dentro dos fatos históricos que afetaram, particularmente, a vida da família do autor/narrador ao longo de sua vida”, explica.

A estrutura do livro acompanha a vida do protagonista desde a infância até a fase adulta, conduzindo o leitor em uma espécie de viagem no tempo: “O leitor vai encontrar o tempo do autor no enredo da narrativa e vai viajar com ele até o fim”, afirma Ednilson.

A inspiração para a obra veio, como não poderia deixar de ser, da vivência familiar e dos cenários que moldaram a formação do autor. “A inspiração vem dos rios Paraná e Paraguai, do Pantanal Sul Mato-Grossense e, ainda, da voz e do ritmo de Maria José Dupré narrando uma história de família no seu romance intitulado Éramos seis.” No entanto, é na figura dos pais que a obra encontra sua maior força poética: “É a vida deles que modula do princípio ao fim a história que narro.”

O processo de escrita se deu entre 2003 e 2006, mas o manuscrito ficou desaparecido por anos, até ser reencontrado por acaso, em 2023. “Interessante destacar que perdi o texto por um longo tempo e só o reencontrei, por acaso, com uma das minhas irmãs”, relata.

A pesquisa também foi uma parte essencial do processo criativo, alimentada por visitas à Biblioteca Nacional e leituras de periódicos de décadas passadas. “A narrativa é, às vezes, apoiada em fatos históricos mas, todavia, tem muito do que me lembro das interações que tive com os mais próximos: pai, mãe, tios, avós.”

Sobre o sentimento de publicar sua primeira obra, Ednilson é enfático: “É como eu mesmo descrevo na ‘orelha’ do livro: ‘… a escrita me permite, agora, rasgar a barriga da baleia que me conduz e, liberto, o meu primeiro encontro é com você leitor’.” A metáfora do nascimento literário se completa na imagem do voo: “Escrever e sustentar a narrativa na primeira pessoa me deu a sensação de, maduro, estar abandonando o casulo pronto para voar.”

Com expectativa de sucesso, o autor deseja que sua obra encontre leitores atentos e sensíveis. “Espero que o meu Nascido em Tibiriçá encontre ninho na cabeceira de muitos leitores.”

Encerrando a entrevista, Paulo Ednilson deixa uma mensagem aos leitores: “Deixo ao leitor um convite para ouvir, durante toda a narrativa, a voz sincera e, às vezes, explicitamente emocionada, deste autor que conta, em boa prosa poética, uma história que traz, com certeza, um pouco de todos nós.”

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Como publicar um livro: veja diferentes maneiras

Publicar um livro já foi algo mais difícil. Com as mudanças tecnológicas das últimas décadas, tornou-se possível para mais pessoas produzir um arquivo de texto bem diagramado, pronto para ir para a gráfica, com resultados de impressão bem próximos de livros feitos por editoras famosas.

Ter um livro publicado não é mais um sonho distante, seja com finalidades artísticas ou técnicas. Se essa publicação é um desejo, um sonho ou uma necessidade, não importa. O fato é que, nos dias de hoje, pode-se realizar qualquer um deles, sem grandes transtornos.

E há alguns modos de publicar um livro, sem depender daquele mitológico aceite de uma editora multinacional, como vemos nos filmes. Descubra conosco como publicar um livro e confira algumas opções que podem atender você.

Grandes editoras

Muita gente já viu em filmes, ou soube por amigos, que alguém enviou um “manuscrito” ou “original” para um editor famoso e ficou esperando a resposta. O profissional apaixonado por bons textos dirá que sim, e então um futuro best-seller passará a existir. Mas não é bem assim que isso acontece.

O verdadeiro esforço do escritor está na pesquisa. A sua postura profissional exigirá que você conheça diferentes linhas editoriais, se entenda com as editoras que julgar mais adequadas ao gênero da sua escrita e faça uma leitura do mercado para conhecer perfis e tendências.

Também é preciso ter flexibilidade para adaptar (ou até mesmo reescrever) o seu trabalho de   acordo com a preferência do público e apelo comercial. Os resultados são recompensadores, pois a editora exercerá uma grande colaboração em divulgação e vendas que podem te trazer sucesso.

Apesar disso, esse é o modo mais difícil e tortuoso de conseguir publicar. Mesmo grandes autores optaram por outros jeitos de dar à luz suas obras, antes de chegar às mãos da editora, especialmente se ela for grande. Se quiser tentar, provavelmente precisará ter bastante paciência.

Editoras de pequenas tiragens

Alguns autores menos comerciais escrevem apenas para registrar seus pensamentos e obter uma forma de realização pessoal, sem a necessidade de fama. É o caso de muitos poetas, jovens e amadores que não querem ou não podem se dedicar a grandes trabalhos de divulgação e vendas.

Já que todo bom trabalho escrito merece ser publicado, que seja em uma tiragem pequena. Assim, o gasto com a impressão será menor e você ainda poderá publicar um livro para chamar de seu, mostrá-lo para seus amigos e familiares ou atender nichos de mercado com baixa demanda.

Ainda que a intenção nessa hora não seja lucrar, os processos de produção dessa opção são parecidos com a publicação em grandes editoras. Talvez você não encontre tantas exigências, mas seu trabalho também terá que ser condizente com o mercado e a empresa que você procurou.

Para isso, é necessário estar disposto a enviar manuscritos, solicitar orçamentos e filtrar o conteúdo de acordo com o que seu editor considerar comercialmente atraente.

Autopublicação

Faça você mesmo. Esse é o lema de um outro modo muito conhecido para aqueles que sabem como publicar um livro ou querem ter total controle sobre todas as etapas de produção da sua obra.

Você mesmo escreve, se responsabiliza por toda a estrutura do livro, revisa, planeja o projeto gráfico, diagrama, desenha a capa, faz o acompanhamento gráfico e produz lançamentos, releases, etc. Além disso, terá de orçar e pagar tudo o que for necessário para que a obra exista.

No entanto, há uma questão a ser resolvida: e se você não souber fazer todas esses serviços? E se quiser muito publicar seu livro, seja ele literário, técnico ou outro, mas não tiver condições de assumir todas as etapas de produção?

Nessa opção, você pode aprender todas as respostas na prática, se desafiar bastante e ainda economizar ao resolver, sozinho, a maioria dos serviços que são geralmente terceirizados no processo de publicação de um livro. Caso contrário, também é válido procurar por ajuda.

Em outros tempos, autores hoje famosos se autopublicaram, com dinheiro do próprio bolso e material que eles mesmos produziram, mas talvez não seja mais necessário que você se estresse tanto para publicar. Porém, nada o impede de tentar.

Editora independente

Por que não buscar os serviços de uma editora independente que possa publicar seu livro? Esse tipo de alternativa é cada vez mais comum e muito buscado por pessoas que querem ver suas obras publicadas, sem aguardar a resposta de uma grande editora durante anos.

O texto original é de sua responsabilidade, mas a editora projeta, diagrama, revisa, manda imprimir (ou imprime) e entrega tudo pronto, por um preço que costuma ser bem justo, e em alguns casos, até de graça.

Essa é, hoje, uma opção melhor e menos trabalhosa do que a autopublicação, com bons resultados e acompanhamento profissional. Mas pesquise bastante antes de contratar um serviço assim.

Procure por livros lançados anteriormente pela mesma empresa, observe se gosta do material, tire todas as dúvidas sobre as etapas e os processos de produção, veja se será realmente atendido.

Nem toda editora independente está aberta a esse tipo de solicitação, mas esteja certo de que será mais fácil encontrar uma boa oportunidade.

Impressão sob demanda

Se você já decidiu que vai publicar, mas não sabe como serão as vendas e não tem muito dinheiro para investir, fique calmo. A solução para seu problema está na impressão sob demanda.

Como o próprio nome já diz, essa opção evita gastos desnecessários, pois providencia os serviços de impressão apenas quando solicitado, em vez de acumular várias tiragens que podem ou não ser vendidas.

Dessa forma, cada vez que alguém solicitar uma compra da sua obra, apenas um livro será feito e enviado. A desvantagem está no preço desse único exemplar, já que as impressões unitárias não costumam ter valores competitivos e também geram um gasto maior com a inclusão do frete.

Outro problema a se considerar é que, ao contrário das editoras, as agências responsáveis por esse tipo de serviço não se responsabilizam pela diagramação, arte da capa ou revisão, restringindo-se apenas às funções de uma gráfica.

Grandes tiragens totalmente independentes

Publicar de forma 100% independente exige um certo trabalho, além de muito investimento do próprio bolso. Por isso, essa opção pode ser desafiadora para os autores de primeira viagem.

Todo o trabalho e responsabilidades que seriam assumidos pela editora são, no caso, repassados ao autor. Isso exigirá muito conhecimento e habilidades por parte dele, ainda que contrate outros profissionais, para avaliar se os todas as etapas serão desempenhadas de forma satisfatória.

Caso consiga realizar tudo sozinho (diagramação, revisão, documentação, supervisão do trabalho da gráfica, distribuição e divulgação), você mesmo deverá definir a tiragem (que provavelmente não será nada barata) e o preço final.

Além disso, seu livro não possuirá ISBN, a não ser que você se cadastre no site oficial como editor e pague por isso.

Para não sair no prejuízo nesse processo tão caro, tenha em mente que as grandes tiragens são mais recomendadas para quem já possui um público preparado para comprar o livro, como palestrantes, professores, entidades religiosas e blogueiros de sucesso.

E-book

A cada dia, mais leitores se interessam pelas obras digitais, principalmente após a popularização do Kindle e outros aparelhos similares. Essa plataforma, apesar de recente, já promete ser uma boa opção para quem quer seguir a carreira literária, mas não tem muito dinheiro.

Isso porque essa alternativa reduz custos ao dispensar o papel, o que já elimina os processos de impressão e distribuição da sua lista de gastos. Além disso, com o acesso facilitado à internet e editores de textos, qualquer escritor competente é capaz de publicar sua própria obra.  

Para isso, você terá de escolher um formato com boa capacidade de adaptação, como Word ou PDF. Atente-se para que seu tamanho não ultrapasse 50MB, pois isso poderá atrapalhar a conversão do seu conteúdo quando for publicá-lo.

Depois disso, a tarefa de disponibilizá-lo em primeira mão para os leitores fica por conta da internet, que abriu um mundo de possibilidades para escritores independentes. O que nos leva ao próximo tópico.

Publicar pela internet

Se você é um escritor iniciante, não tem muita experiência ou não sabe muito bem como publicar um livro, quer cortar gastos e escolheu o e-book para registrar seu conteúdo ou história, a publicação online pode ser uma solução adequada e simples.

Para isso, existem vários recursos (incluindo programas que transformam seu texto em e-books automaticamente) que facilitam todo o seu trabalho. Os mais conhecidos são:

Kindle Direct Publishing

Desde sua chegada ao Brasil, a Amazon vem dominando o mercado das obras digitais. Além de contar com uma plataforma muito moderna e prática para publicar o seu conteúdo automaticamente, ainda é possível disponibilizá-lo para a venda em todas as lojas online do site.

O Kindle Direct Publishing, é um sistema sem custos, que adapta o seu material para ser lido nos aparelhos e aplicativos gratuitos da Kindle. Seguindo alguns passos, você disponibiliza seu material com rapidez, define seu preço e em quais países será vendido.

É importante lembrar que, nesse processo, a revisão, diagramação e a maior parte da divulgação serão por conta do autor. Embora o sistema disponibilize um editor próprio para a criação gráfica de capas, esta etapa também é protagonizada pelas preferências do criador do livro.

Por fim, o autor pode optar por receber 35% ou 70% do valor referente aos direitos autorais. Ao escolher a última opção, o  livro não poderá ser disponibilizado em nenhuma outra livraria digital durante 3 meses. Ao final desse período, o contrato deve ser (obrigatoriamente) renovado.

Publique-se

Essa iniciativa promovida pela Saraiva coloca seu livro à venda no site da loja. No geral, o funcionamento do sistema da Publique-se é similar ao da Amazon, com a diferença da solicitação de uma assinatura física do contrato.

O e-book então só é disponibilizado online (para vendas) após o envio da documentação assinada via Correios.

Além de oferecer um manual para autores (que é útil até para quem não pensa em publicar por lá), a plataforma não exige exclusividade e garante a gestão de títulos em tempo real. O autor fatura até 35% do valor das vendas, pagos até 90 dias após o mês contabilizado.

Kobo

Outra opção brasileira é uma parceria da Livraria Cultura com a Kobo, uma marca fabricante de leitores digitais. A Kobo Writing Life é mais uma plataforma que permite a publicação de seu livro sem custos, mais ou menos da mesma forma que acontece com a Amazon e Publique-se.

No entanto, há um diferencial importante para quem está começando. Como publicar um livro pela primeira vez pode ser um processo complicado, a plataforma oferece o serviço de formatação automática em ePub. Você envia seu documento e, em até 72 horas, o livro está disponível.

Ao optar por publicar pela Kobo, o escritor fica com 70% do valor total das vendas, mas nem tudo são flores: o envio do pagamento só é realizado duas vezes ao ano.

Escrytos

Criado pela editora Leya e originado em Portugal, o Escrytos é uma plataforma que não só permite a publicação, mas também a venda de livros em sites renomados, como: LeyaOnline, Apple Store, Barnes & Noble, Amazon, Fnac, Gato Sabido, Google, IBA, Livraria Cultura, Kobo e muitas outras.

Apenas uma publicação no Escrytos já torna a sua obra disponível para tantas lojas. O valor a ser recebido é uma porcentagem de 25% sobre as vendas líquidas feitas em todas essas livrarias online, e o autor pode monitorar todas as transações em tempo real.

Nessa opção, a conversão para ePub e a elaboração de capa são recursos oferecidos gratuitamente. Demais serviços como revisão, fornecimento de ISBN, press release e parecer editorial também são disponibilizados na plataforma, apesar de pagos.

Wattpad

Diferente das outras opções citadas, o Wattpad não é exatamente uma plataforma especializada no recebimento de manuscritos (embora você também possa publicar seu trabalho nela), mas sim umas das maiores e mais conhecidas redes sociais literárias do mundo.  

Se você é um escritor que adora as possibilidades da internet, quer trabalhar de forma colaborativa ou apenas deseja compartilhar o que escreve sem se preocupar exatamente com vendas e lucros, essa pode ser uma alternativa interessante de se experimentar.

O propósito desse site não inclui a autopublicação de e-books com fins comerciais, mas sim a troca de informações. Todo o conteúdo publicado é gratuito e de livre acesso para todos os logados. Assim, você pode escrever seu livro online e interagir com os leitores a cada capítulo.

Engana-se quem pensa que grandes oportunidades lucrativas não podem sair daí. Os textos de sucesso costumam chamar a atenção de muitas editoras famosas, o que pode abrir portas para um convite de publicação. Nesse caso, é só remover o seu texto do site e pronto.

Widbook

Se esperar pela sorte de ser descoberto por uma editora não parece muito atraente, uma versão brasileira do Wattpad permite que você receba doações de leitores que gostarem de seu livro. O Widbook nasceu em São Paulo, mas já ganhou projeção global, com mais de 200 mil membros.

Trata-se de mais uma rede social para escritores e leitores, na qual quem escreve libera a visualização das obras para todos os integrantes da rede enquanto elas são escritas. Você também pode receber feedbacks e criar uma plataforma colaborativa, como acontece no Wattpad.

As doações são recebidas via Paypal, e o cadastro na plataforma é bem fácil. Você só precisa fazer seu login diretamente com o Facebook ou inserir alguns dados pessoais na página inicial.

Clube de autores

O Clube de autores é uma outra referência para escritores independentes em toda a América Latina. O cadastro é gratuito, bem como todas as publicações feitas por cada autor.

Ao logar no site, o escritor tem acesso a todas as instruções para redigir seu conteúdo, criar capa, contracapa, orelhas de sua obra e disponibilizá-la para venda em várias livrarias online como Amazon, Apple, Livraria Cultura e Google Play. Tudo isso sem pagar nada.

Se preferir, o próprio sistema dessa plataforma já possui um editor que facilita o trabalho de transformar arquivos de Word ou PDF em formatos para impressão. Nesse caso, o livro será impresso sob demanda e, mesmo depois de publicado, é possível fazer alterações no conteúdo.

Existem centenas de alternativas online para publicação, tanto de livros digitais quanto físicos (se você desejar exemplares impressos), até mesmo sem depender da intervenção ou serviços de terceiros.  

Além dos websites que oferecem essa opção, os escritores mais didáticos têm uma possibilidade a mais: criar um livro digital, material em PDF ou uma estrutura para assinantes, vendendo acesso ao seu conteúdo.

Além de garantir total independência para seu trabalho, esses infoprodutos são uma boa solução para quem quer produzir livros instrucionais ou materiais de estudo sem pagar comissões. Essa nova maneira de vender informações é, ainda, uma forte tendência para os próximos anos.

Para isso, você pode criar um blog, investir na criação de um website ou contatar uma agência especializada na montagem de estruturas de vendas online.

Como você pode ver, existem várias formas de publicar seu livro. O importante é que você conheça as opções que estão próximas de suas necessidades e saiba como escolher um caminho para a publicação de sua obra. Pesquise, converse com pessoas que já publicaram e encontre seu lugar.

Por fim, entenda que a carreira de escritor tem seus obstáculos, e se você ama o seu trabalho, não deve deixar que isso te desanime. Em geral, é difícil publicar e ser lido, mas os prazeres superam (e muito) as dificuldades dessa jornada.

Agora que você já sabe como publicar um livro, não deixe de ficar por dentro do universo da escrita. Siga-nos nas redes sociais e continue descobrindo novas maneiras de redigir, estruturar seus livros, conquistar leitores e fazer muito sucesso!

Como identificar o público-alvo de meus livros antes de divulgá-los?

Identificar o público-alvo do seu livro antes de partir para o processo de divulgação é essencial para garantir sucesso no mercado editorial. O livro é pensado em termos de forma e conteúdo para um determinado grupo de leitores e chegar até essas pessoas é muito importante para o autor. Como fazer isso envolve um processo dinâmico e instigante.

É importante pensar em algumas questões básicas que ajudam a compreender melhor quem é esse público-alvo e como estabelecer com ele uma relação mais produtiva. Como esse público se comporta, quais suas principais características e anseios? Como seu livro vai interferir na vida do público? Ele será uma aquisição útil em que medida?

Essas questões estão no centro do processo de publicação de uma obra literária e norteiam as estratégias para atingir um público-alvo de forma aprofundada. Alguns tópicos especiais merecem uma atenção redobrada. Quer saber mais? Confira!

Linguagem

A literatura infanto-juvenil, por exemplo, exige algumas adaptações para um público que se inicia no hábito da leitura e tem determinado apreço por temas mais lúdicos ou fantásticos, além de um cuidado com a linguagem para cativar essa faixa etária. É preciso conhecer a fundo seu leitor e estar em sintonia com a abordagem que o atraia.

Um livro com palavras complexas ou raciocínios de difícil compreensão afasta um leitor escolar, mas pode casar bem com um leitor acadêmico versado na área. Tudo depende de qual público-alvo está na mira.

Classificação indicativa

Pensar a linguagem na obra literária é adequá-la conjuntamente à faixa etária a que o livro se destina. Um jovem leitor está mais antenado nos tempos atuais com a chamada literatura jovem adulta (do inglês “young adult literature”) do que com o texto clássico tradicional.

Essas diferenças de interesse literário variam de acordo com a faixa etária, porém, não se trata de uma receita de bolo. É preciso ter em mente o quanto as pessoas são influenciáveis por amigos e familiares e de como esses gostos mudam com certa facilidade.

Gênero literário

Há diversos gêneros na literatura e muitos autores conseguem caminhar bem por vários deles. Porém, é comum que alguns gêneros se deem melhor nos nichos de mercado mais tradicionais e outros, mais ousados, consigam um público diferenciado. O importante é definir o gênero do seu livro com clareza para colocá-lo no mercado.

Literatura policial é um nicho muito relevante, que há décadas movimenta o mercado literário. Porém, atende um grupo de leitores com interesses em comum pelo suspense narrativo. É preciso conhecer esse público-alvo com profundidade para saber de que ele sente falta de ler nesse segmento e, assim, produzir algo novo e que chame atenção pela sua qualidade.

Utilidade do conteúdo

O conteúdo produzido, antes de chegar a uma versão final do texto, serviu a toda uma expectativa do autor em abordar um determinado tema e produzir algo relevante sobre ele. Essa utilidade do conteúdo produzido precisa estar clara, sabendo o que já foi feito no segmento e como o público-alvo recebeu essas obras publicadas.

Assim, há tempo para conceber algo que surpreenda o público e lhe garanta uma experiência de leitura prazerosa, não caindo na velha e fácil oportunidade de encher o mercado com títulos variados acerca de um mesmo aspecto da vida do leitor.

O público está sempre em constante mutação. Os leitores desenvolvem novos interesses e aptidões de acordo com as fases de suas vidas e, por isso, seus enfoques de leitura também mudam. Não se deve esquecer a necessidade de estar antenado com as novas tendências que surgem e podem ajudar a identificar o público-alvo do seu livro com mais clareza e objetividade.

Sente-se pronto para divulgar seu livro? Quer saber mais sobre o assunto? Então siga a nossa página no Facebook e fique por dentro!

Como publicar um livro: veja diferentes maneiras

Publicar um livro já foi algo mais difícil. Com as mudanças All JerseySport tecnológicas das últimas décadas, tornou-se possível para mais pessoas produzir um arquivo de texto bem diagramado, pronto para ir para a gráfica, com resultados de impressão bem próximos de livros feitos por editoras famosas. Ter um livro publicado não é mais um sonho distante, seja com finalidades artísticas ou técnicas.

Se a publicação é um desejo, um sonho ou uma necessidade, não importa. O fato é que, nos dias de hoje, pode-se realizar qualquer um deles, sem grandes transtornos. E há alguns modos de publicar um livro, sem depender daquele mitológico aceite de uma www.alljerseysports.com editora multinacional, como vemos nos filmes. Descubra conosco como publicar um livro. Vejamos algumas opções que podem atender você.

Grandes editoras

Muita gente já viu em filmes ou soube por amigos que alguém enviou um “manuscrito” ou “original” para um editor famoso e ficou esperando a resposta. O profissional apaixonado por bons textos dirá que sim, e então um futuro best-seller passará a existir. Mas não é Chelsea football shirts bem assim que isso acontece. Esse é o modo mais difícil e tortuoso de conseguir publicar. Mesmo grandes autores optaram por outros jeitos de dar à luz suas obras, antes de chegar às mãos da editora, especialmente se ela for grande. Você pode tentar, mas provavelmente precisará ter bastante paciência.

Autopublicação

Faça você mesmo. Esse é o lema de um outro modo muito conhecido de publicar um livro. Você mesmo escreve, revisa, planeja o projeto gráfico, diagrama, desenha a capa, faz o acompanhamento gráfico e produz lançamentos, releases, etc. Você mesmo orça e paga Portugal football shirts tudo o que for necessário para que o livro exista. No entanto, há uma questão a ser resolvida: e se você não souber fazer todas essas etapas? E se você quiser muito publicar seu livro, seja ele literário, técnico ou outro, mas não tiver condições de assumir todas England world cup shirts as etapas de produção? Em outros tempos, autores hoje famosos se autopublicaram, com dinheiro do próprio bolso e material que eles mesmos produziram, mas talvez não seja mais necessário que você se estresse tanto para publicar. Porém, nada o impede de tentar.

Editora independente

Por que não buscar os serviços de uma editora independente que possa publicar seu livro? Esse tipo de editora é cada vez mais comum e muito buscado por pessoas que querem ver suas obras publicadas sem aguardar anos a resposta de uma grande editora. O texto original é de sua responsabilidade, mas a editora projeta, diagrama, revisa, manda imprimir ou imprime e entrega tudo pronto, por um preço que costuma ser bem justo, e em alguns casos até de graça. É, hoje, uma opção melhor e menos trabalhosa do que a autopublicação, com bons resultados e acompanhamento profissional. Mas pesquise bastante antes de contratar um Tottenham Hotspur football shirts serviço assim. Procure por livros lançados anteriormente pela mesma empresa, observe se gosta do material, tire todas as dúvidas sobre as etapas e os processos de produção, veja se será realmente atendido. Nem toda editora independente está aberta a esse tipo de solicitação, mas esteja certo de que será fácil encontrar uma boa oportunidade.

O importante é que você conheça algumas opções que estão bem próximas de suas necessidades e saiba como proceder ao escolher um caminho para a publicação de sua obra. Todos os modos darão na produção do seu livro, com maior ou menor facilidade. E que tal nos consultar sobre suas dúvidas ou contar sobre qual é seu desejo de publicação? Comente nosso post, interaja conosco.

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