4 filmes sobre escritores que vão inspirar sua obra literária!

Para Diego Schutt, especialista em storytelling, “o cotidiano está repleto de boas histórias esperando por um escritor com a competência para contá-las”. O escritor com talento natural e conhecimentos técnicos possui a habilidade de coordenar o uso das palavras e, assim, o mais cotidiano dos acontecimentos torna-se uma verdadeira jornada ao universo lúdico.

Para um escritor, tanto os momentos bons quanto os ruins podem servir de inspiração para ótimas histórias. Entretanto, os verdadeiros vilões são os seus próprios demônios internos que, muitas vezes, ofuscam a criatividade.

É por isso que, no post de hoje, separamos uma lista com ótimos filmes sobre escritores para você assistir e desenvolver sua inspiração e determinação. Afinal, o processo de criação de uma obra literária pode ser desafiador até para as mentes mais brilhantes. Vamos lá?

Meia-Noite em Paris

Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald e Gertrude Stein são alguns dos escritores que Gil (Owen Wilson) mais admira e nos quais se inspira. Assim como eles, Gil quer viver da escrita de obras literárias. Na realidade, porém, os caminhos da vida o levaram a ser um roteirista de Hollywood. Apesar da ótima remuneração, este é um trabalho muito diferente do que ele sempre sonhou para si.

Escrito e dirigido por Woody Allen, o filme de 2011 acompanha Gil em um momento particularmente sem esperança e perspectivas. Constantemente criticado por seu futuro sogro e por sua noiva, ele resolve andar pelas ruas de Paris durante uma viagem e, exatamente à meia-noite, encontra-se literalmente transportado para a década de 20 da cidade, período que serviu de lar e inspiração para alguns dos maiores autores da história.

Barton Fink: Delírios de Hollywood

Barton Fink (John Turturro), renomado escritor de Nova York nos anos 40, é o protagonista deste filme de 1991, escrito e dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen.

O notável talento de Fink o leva a ser chamado para produzir um filme hollywoodiano sobre luta livre. Para se integrar ao universo de sua nova empreitada artística, Fink decide se hospedar em um hotel de segunda categoria em Los Angeles, isolando-se de tudo e de todos para que possa se dedicar inteiramente ao seu roteiro.

Eis que o grande mal dos escritores toma conta de Fink: um bloqueio criativo que o impede de escrever um parágrafo sequer. Para tornar o enredo ainda mais envolvente, Fink se vê no meio de uma série de estranhos acontecimentos, incluindo um assassinato que o deixa completamente perdido.

A Janela Secreta

Neste filme dirigido por David Koep e lançado em 2004, acompanhamos Mort (Johnny Depp), um homem que, após dez anos de casamento, descobre que sua esposa o está traindo. A situação fica ainda mais complicada quando um homem misterioso surge e passa a acusar o protagonista, que é escritor, de plágio.

Isso tudo é apenas o início de uma jornada bizarra que, ultimamente, leva Mort a questionar sua própria realidade. Baseado em uma obra de Stephen King, o mestre do terror, A Janela Secreta te levará aos mais obscuros e perturbadores recantos da mente humana.

Sociedade dos Poetas Mortos

Lançado em 1989, o clássico de Peter Weird acompanha John Keating (Robin Williams). Em 1959, ele se torna o mais novo professor de inglês no aristocrático e rígido internato Welton Academy, onde estudou.

Visando inspirar e libertar o lado criativo e literário de seus alunos, os inovadores métodos de ensino de Keating chamam a atenção da diretoria do colégio e dos pais, fazendo com que o professor se envolva com toda a tensão e repreensão do internato. Mas seus esforços começam a gerar frutos quando os alunos decidem dar nova vida à extinta Sociedade dos Poetas Mortos, fundada por Keating em seu tempo de estudante em Welton.

Repleta de poesia, amizade e conflitos psicológicos, esta trama inspiradora conta com um final surpreendente e, sem dúvidas, é um daqueles filmes obrigatórios para todo escritor ou aspirante a escritor.

E então, o que achou das nossas dicas imperdíveis de filmes sobre escritores? Para mais conteúdo para te inspirar e motivar, curta nossa página do Facebook e acompanhe todas as postagens!

Foto: Cena de Meia Noite em Paris (www.adorocinema.com/1611.ref/)

Escritores iniciantes: 5 dicas para não errar em sua primeira obra

Qualquer leitor assíduo com certeza já sonhou com a possibilidade de escrever seu próprio livro. Mas, para que esse sonho se torne realidade, é necessário fazer as coisas acontecerem. Além disso, não existe uma fórmula mágica: é preciso muita dedicação, vontade de aprender e paciência para que as coisas deem certo.

Entretanto, algumas estratégias podem ajudar a dar o pontapé inicial nesse processo e fazer com que você veja essa possibilidade com outros olhos.

Por isso, separamos algumas dicas para escritores iniciantes que darão uma nova visão sobre o assunto. Fique com a gente e confira!

1. Leia muito e de tudo

Não tem como alguém escrever um conteúdo inovador e de qualidade sem repertório e bagagem cultural. E para obter essa carga de conhecimento é preciso ler – e muito!

Escritores iniciantes devem ler de tudo: romances, biografias, ficções, revistas, blogs e até bula de remédio se for preciso!

É interessante que a leitura seja rica e diversificada para que você tenha contato com os mais diferentes gêneros e amplie seu vocabulário. Dessa forma, você não só terá convívio com bons escritores, mas também com os maus. E acredite: você aprenderá muito com os dois.

A leitura também melhora a escrita na medida em que você assimila estilos diferentes, aprende novas formas de relatar um assunto e expande sua gramática e vocabulário.

2. Escreva muito

Além de ler, é imprescindível que você também escreva um pouco todos os dias, pelo menos. Afinal, o exercício de escrita é fundamental para quem está pensando em escrever um livro!

Ao contrário do que muitos pensam, não existe essa história de dom ou inspiração.

A boa escrita é fruto de técnica, muito exercício e dedicação. Ou seja, para que você tenha uma escrita de qualidade, é preciso que treine e escreva da melhor forma que puder, sendo honesto com você mesmo e buscando sempre se aperfeiçoar.

3. Comece aos poucos

Um dos principais erros dos escritores iniciantes é dar passos maiores que as pernas. Não queira escrever uma trilogia logo de cara: dê um passo de cada vez e comece por histórias curtas. Nesse sentido, os contos são uma ótima opção para quem está começando.

Com eles você terá espaço para se conhecer melhor e entender seus erros e dificuldades. Treinando bastante e aos poucos, você pode desenvolver histórias mais complexas e mais longas — até a hora em que conseguir escrever um romance completo.

4. Pense sobre o que será sua obra

Procure sempre escrever sobre aquilo que você gosta e que seja coerente com o seu mundo. Independentemente de qualquer moda, busque estar alinhado ao que você é e ao que você realmente pensa e acredita.

Dessa forma, antes de sair escrevendo sobre tudo o que vem à cabeça, pense no que sua obra será, qual seu significado e o sentido que ela terá. Somente depois disso faça um esqueleto, tendo bastante claro qual serão o começo, o meio e o fim da sua história.

É claro que você não precisa ser muito rígido, mas uma história bem contada precisa ser estruturada de forma coerente e completa.

5. Escreva com segurança e confiança

Escreva sempre de forma convicta e determinada, não tendo medo de errar. Afinal, o erro é inevitável e não tem problema nenhum cometê-lo.

Os erros são fundamentais para a construção de uma carreira sólida na escrita. Eles apontarão (nem sempre da melhor forma possível) em que você precisa melhorar e farão com que você evolua, mude de opinião e aprenda com suas falhas.

É evidente que não é fácil escrever um livro. Os escritores iniciantes vão encontrar muitas dificuldades que precisam ser superadas, além de muita paciência até perceber que as coisas estão de fato dando certo. Porém, com o planejamento e a orientação adequados, a escrita ficará mais segura, fluida e interessante.

Gostou das nossas dicas? Decidiu começar a escrever? Confira também como estruturar o livro, parte essencial do processo de escrita.

3 escritores famosos e seus rituais de sucesso

“Continuo batendo com dois dedos e errando muito.” A frase foi dita por Jorge Amado, em 1988, quando questionado por que não trocava por uma eletrônica a sua máquina de escrever – a mesma velha máquina com a qual o escritor baiano, na base da lenta digitação a “dois dedos”, criou preciosidades como Gabriela e Tieta, traduzidas em cerca de 30 idiomas e adaptadas até hoje para cinema e teatro. O método arcaico de um dos maiores escritores da literatura contemporânea é apenas um exemplo das excentricidades que permeiam o processo de criação de muitas obras-primas por aí.

Neste post, você vai conhecer manias e rituais de outros escritores famosos antes, durante e após a escrita de um livro e perceber como o estilo de vida de alguns deles acaba dando um toque todo especial ao trabalho. Confira:

1. Nelson Rodrigues — A vida como ela é

O escritor pernambucano com alma carioca tinha prazer em ouvir “causos” e, principalmente, observar. Das histórias de vizinhos, amigos, colegas de trabalho e até desconhecidos que ouvia conversando na rua ou no ônibus, extraiu boa parte dos enredos que compõem o conjunto de contos de A vida como ela é, originalmente uma coluna de jornal que foi transposta para livro. Pode-se dizer que Nelson foi um dos poucos que soube como transformar a fofoca em estilo literário.

2. Graciliano Ramos — Memórias do cárcere

O método de trabalho de Graciliano Ramos acabou contribuindo para que as controvérsias cercassem o lançamento do seu livro póstumo Memórias do cárcere, em 1953. Nele, o escritor alagoano relata o período de 12 meses em que passou atrás das grades em função da ditadura Vargas. O problema é que Graciliano só sabia escrever à mão e fez o grande desfavor de deixar quatro versões diferentes para o livro. Como se não bastasse a suspeita de a versão original ter sido entregue misteriosamente datilografada, há também indícios de que o Partido Comunista teria editado os capítulos.

3. Hunter S. Thompson — Medo e delírio em Las Vegas

Thompson foi um ícone da contracultura norte-americana e um dos expoentes do chamado “jornalismo gonzo”, no qual a imaginação dispensa o compromisso com a veracidade dos fatos. Sua grande obra foi escrita na base de muito LSD e mescalina, causando alucinações que contribuíram para transformar Medo e delírio em Las Vegas — a princípio, uma trivial cobertura de evento esportivo — numa experiência lisérgica que chegou a ser adaptada para o cinema, com Johnny Depp no papel do escritor. Thompson se suicidou com um tiro de espingarda, em 2005, deixando um bilhete em que confessava estar deprimido.

Outro escritor do quilate de Thompson que se suicidou com uma arma (e não abria mão do álcool na hora de criar) foi Ernest Hemingway, autor do clássico O velho e o mar. É dele a célebre frase “Escreva bêbado e edite sóbrio”, que contribui ainda mais para mitificar o trabalho solitário de quem lida com a escrita no dia a dia.

Todos esses nomes, sem exceção, referem-se ao ofício como algo doloroso, que exige preparo mental e espiritual diário. No entanto, não há um deles que deixe de reclamar do vazio que os acomete assim que o livro é lançado no mundo. Fato é que a literatura, por mais que se trate de ficção, é indistinta da vida dos seus autores e tão brilhante quanto os seus pensamentos.

E então, gostaria de compartilhar com a gente algum ritual curioso do autor que mais admira? Deixe o seu comentário!

Você sabe quais são as formas de publicar um livro?

Você estruturou seu livro, dedicou meses escrevendo, reescrevendo e revisando os seus capítulos e está realmente satisfeito com os resultados obtidos. Agora, tudo o que você mais quer é que o mundo finalmente conheça seu trabalho. Nada mais justo, afinal, qual escritor coloca tanta energia em um projeto para mantê-lo na gaveta? 

Mas você sabe quanto custa publicar um livro? Não? Então, este post foi escrito pra você! Aqui, vamos falar sobre as diferentes formas de publicação que existem por aí e as etapas necessárias para que o seu livro encontre os seus leitores. Continue lendo!

Quanto custa publicar um livro por uma grande editora?

Entre aquele ponto da história em que você clica no botão “salvar” do seu editor de texto e aquele outro momento em você se orgulha de ver seu livro em destaque nas livrarias, muita coisa acontece. Seu livro precisa ser revisado, diagramado, uma capa precisa ser escolhida, um lançamento é marcado, o kit de divulgação é preparado etc.

As editoras de grande porte não cobram nada de seus autores por isso e cuidam de todo o processo, da revisão até a divulgação (e, além de tudo, vão se esforçar para vender seu livro e ter o retorno financeiro do investimento feito).

Mas como nem tudo é perfeito, essas grandes editoras também são muito disputadas e recebem um grande fluxo de originais, o que faz com que o arco de tempo entre finalizar o projeto e ver seu livro finalmente publicado possa demorar uma eternidade.

Quanto custa publicar um livro de forma autônoma?

Você também pode preparar seu livro sozinho. Para isso, você vai precisar de muita pesquisa, de profissionais e fornecedores, planejamento e bastante vontade.

É imprescindível contratar bons profissionais para que o resultado final de seu livro fique com qualidade. Do contrário, você pode perder dinheiro e não ficar satisfeito com o resultado.
Entre as tarefas exigidas para a publicação autônoma estão:

  • contratar um revisor;
  • contratar um diagramador;
  • contratar um capista;
  • encontrar um gráfica que imprima sob demanda;
  • arcar com os custos de ficha catalográfica e ISBN;
  • cuidar do lançamento, da venda e da divulgação do livro.

Os custos de publicar um livro de forma autônoma são financeiros, mas sobretudo de energia. Afinal, todas as etapas do processo serão planejadas por você.  

E se eu não tiver tempo pra cuidar de tudo isso sozinho?

Não é só você! Muita gente não tem tempo nem disposição para cuidar de todo o processo que envolve a publicação de um livro. É por isso que hoje muitos autores recorrem aos editores menores buscando o suporte necessário para começar sua carreira literária.

Uma das vantagens de publicar seu livro em uma editora de pequeno porte é fazer parte de uma comunidade. Ela é o ambiente ideal para que você entre em contato com outros autores, iniciantes como você, além de ter o custo da sua publicação reduzido por conta da experiência do profissional na área e seu conhecimento dos fornecedores e profissionais certos. 

Procurar o auxílio editorial é a garantia de que seu livro vai ser impresso e divulgado por alguém que sabe o que está fazendo. Não é mesmo? E então, quer saber quanto custa publicar um livro para chamar de seu? Entre em contato conosco, pois estamos ansiosos para ter você entre nossos autores!

Conheça 5 dicas infalíveis para escrever uma sinopse

Escrever uma sinopse é uma das tarefas que alguns autores tendem a evitar ou protelar. Embora tenham muita intimidade com a escrita, a concisão de toda uma história relatada em um livro se apresenta como uma grande trava para muitos escritores.

O fato é que na sinopse reside o maior poder de impactar e gerar interesse no leitor. Dessa forma, é imprescindível ter cuidados ao criá-la, escolhendo as palavras adequadas, considerando o público-alvo e o tamanho final do texto.

Para um melhor entendimento sobre o assunto, elaboramos este artigo no qual abordamos os principais aspectos que devem ser observados, com dicas de como elaborar uma sinopse para seduzir os leitores. Confira!

A importância de escrever uma sinopse

A sinopse é a ferramenta mais importante para estimular o interesse do leitor por um livro. É nesse texto que as informações-chave da história são apresentadas e como a ação se desenvolverá.

Outro aspecto de suma importância diz respeito ao tamanho do texto. Muitas editoras avaliam apenas a sinopse para decidir se publicam ou não um livro — nesse momento, os textos muito longos podem ser descartados.

Dessa forma, podemos entender que a sinopse é a primeira publicidade do livro, devendo ser escrita da melhor maneira possível. Para tanto, é fundamental considerar alguns critérios que podem fazer grande diferença para a aceitação da obra.

Veja a seguir dicas sobre os principais aspectos que devem ser observados para a elaboração do texto.

1. Faça uma boa abertura

Assim como o primeiro capítulo deve motivar a leitura, uma boa abertura de sinopse deve instigar o leitor para saber mais sobre os personagens, eventos e possíveis conflitos.

Nesse sentido, o primeiro parágrafo deve dar a mesma informação básica transmitida no primeiro capítulo do livro, ou seja, onde e quando a história ocorre, quem é o protagonista e quais os problemas que enfrenta.

2. Escreva a sinopse sempre na terceira pessoa

Mesmo que uma obra tenha sido escrita na primeira pessoa, é importante ter em mente que a sinopse deve ser elaborada na terceira pessoa. Ainda que o foco seja em uma única personagem, ela deverá ser tratada como uma entidade separada. As ações da personagem devem ser comentadas como alguém de fora.

3. Seja objetivo

É comum observar pessoas que passam apressadas pelas livrarias e selecionam alguns livros de forma aleatória. Quando a sinopse é objetiva e atrativa, o leitor pode se identificar e adquirir a obra, porém, quando o texto é longo, pode gerar falta de interesse.

4. Deixe claro quem são os personagens principais

Rascunhe uma lista dos personagens principais para garantir que nenhum seja esquecido. Comente sobre o protagonista, os vilões, os mocinhos, o par romântico e todos os que forem considerados importantes.

Utilize o primeiro parágrafo para citar os protagonistas e oferecer uma noção geral do enredo. O objetivo é tentar capturar a atenção do leitor, porém, sem incorrer em detalhes.

5. Trate sobre o desdobramento da trama

A trama é uma sequência de eventos que avança em fases. É importante conhecer bem as demarcações antes de escrever a sinopse, como:

  • um evento inicial que movimenta a história;
  • incidentes no meio da trama;
  • clímax;
  • consequência ou resolução do clímax.

Como foi possível verificar neste artigo, escrever uma sinopse é uma etapa muito importante para que um livro seja bem recebido pelo editor e leitores. Para tanto, ela deve ser elaborada com base em critérios, de maneira clara, objetiva, concisa e instigante.

Gostou das dicas para escrever uma sinopse? Então, compartilhe nas redes para que mais pessoas saibam como elaborar um texto atrativo a fim de despertar o interesse do leitor!

Esclarecemos 4 questões sobre press release para seu livro!

O sonho de todo escritor, além de publicar, é que sua obra seja lida por muitas pessoas (que a partir dela podem ter múltiplas interpretações e se desenvolver intelectualmente).

Para isso, no entanto, é preciso que a comunidade leitora tenha conhecimento dos títulos em lançamento. O desenvolvimento de um press release para seu livro é uma das melhores maneiras para auxiliar na divulgação.

Neste post, vamos esclarecer as principais dúvidas que os escritores geralmente têm sobre o press release para livros. Portanto, se deseja ficar bem informado sobre o assunto, siga conosco!

1. O que é um press release?

O press release é uma ferramenta utilizada por assessores de imprensa para emplacar notícias sobre as empresas ou profissionais que eles divulgam, nos meios de comunicação. No caso de um release de um livro, pode ser feito um resumo sobre do que a obra se trata, informações sobre o autor, apresentar a data e o local do evento de lançamento etc.

2. Qual é o objetivo do press release?

O objetivo de fazer um press release para seu livro é divulgá-lo para a maior quantidade de pessoas possíveis, por meio dos veículos de comunicação, como jornais, portais de notícias, emissoras de rádio e televisão.

Assim, você poderá enviar as informações acerca do lançamento da sua obra como sugestão de pauta para os jornalistas. Eles poderão desenvolver matérias e fazer uma cobertura do lançamento do livro, alcançando muitas pessoas.

3. Como escrever um bom press release?

Um press release deve chamar a atenção dos jornalistas e é por isso que deve-se deixar claro do que o texto se trata logo no título. Pense que os produtores de conteúdo dos grandes canais recebem muitos releases por dia e o seu deve ser chamativo para não se tornar apenas mais um. 

 Além disso, deve ser escrito em forma de notícia e trazer todas as informações que se espera do chamado lead jornalístico. Trata-se de um conjunto de perguntas que devem ser respondidas em qualquer texto do tipo. São elas:

  • quem?
  • o quê?
  • onde?
  • quando?
  • como? 
  • por quê?

4. Como garantir que um press release seja divulgado na imprensa?

Não existe uma garantia de que um press release emplacará na imprensa, porém algumas boas práticas podem fazer com que ele tenha mais chances de ser divulgado.

Uma delas, conforme explicamos, é ter um título persuasivo e que chame a atenção dos produtores dos veículos de comunicação. Além disso, contar com uma assessoria de imprensa de qualidade é essencial.

Isso se justifica porque, geralmente, os assessores já tem uma relação profissional e até mesmo de amizade com os jornalistas, conseguindo uma certa prioridade em relação a desconhecidos que enviam material.

Como você pode perceber, para desenvolver um press release para seu livro é preciso ter entendimento sobre a prática jornalística. Além disso, o bom relacionamento com os veículos midiáticos é fundamental para emplacá-lo.

É por isso que contar com uma assessoria é tão importante e isso já é oferecido pelas próprias editoras. Nós da Autografia oferecemos esse serviço aos nossos autores parceiros. Entre em contato conosco e saiba mais!

Livro digital ou livro físico: qual escolher para começar?

Você é do tipo que não dispensa o cheiro de livro novo ou é vidrado em tecnologia e prefere ter uma leitura agradável por um livro digital? Mudando a perspectiva para a escrita, qual dos dois será melhor?

Existem várias situações relevantes na produção de um livro, tais como a escolha de um bom título, a diagramação das páginas e o formato em si. O livro físico é o lado tradicional, já o digital costuma ter uma roupagem mais jovem e atual.

Por isso, para que você tenha uma noção melhor de quem vence essa disputa, trouxemos algumas informações básicas a respeito dos dois. Confira!

Escrita do conteúdo

Antes mesmo de despertar as ideias para escrever um livro, você precisa levar em consideração alguns fatores preponderantes, tais como o tempo, a dedicação e o volume de pesquisa necessários. É evidente que produzir um livro escrito dá um orgulho incrível, principalmente ao ver o seu nome em uma livraria.

No entanto, se houver quaisquer erros de escrita que você ou a pessoa que revisou esqueceu, fica mais difícil voltar atrás depois de publicado. O que não ocorre com o livro digital, pois é mais prático de desenvolver o conteúdo e dá margem para alterações quantas vezes precisar ao longo do processo.

Processo de publicação

Ao publicar um livro, atente aos vários aspectos que podem influenciar o sucesso ou não da sua obra, seja ela física, seja digital. No caso do livro físico, a busca por uma editora acaba tirando o sono de muitos escritores. Afinal, é preciso vender a ideia de que seu livro é bom para várias pessoas antes de publicá-lo de fato.

Além disso, o envio das informações para a Biblioteca Nacional costuma levar meses até que receba a resposta de registro do conteúdo. Agora, pensando na versão digital, a publicação do livro se torna mais simples e ainda pode gerar um enorme potencial de vendas na internet.

Divulgação do livro

A versão digital pode aproveitar as redes sociais, sites, blogs e demais oportunidades no mundo virtual. Possivelmente você já deve ter visto diversas histórias de empreendedores que fizeram fama vendendo suas obras pela internet, mas nem sempre quer dizer que seja a melhor solução.

O livro físico, em contrapartida, dá a possibilidade de participar de feiras, eventos e a emblemática noite de autógrafos, que faz brilhar os olhos de qualquer escritor. Embora o investimento inicial seja um pouco puxado, se for um livro acadêmico, por exemplo, você ainda pode cadastrá-lo em seu currículo Lattes.

Venda do material

A menos que você queira publicar algo apenas por hobby, provavelmente surgirá o interesse de saber quanto pode render a escrita de um livro, não é verdade? A princípio, antes de escrever qualquer capítulo, lembre-se de identificar o público-alvo, pois isso faz uma enorme diferença na hora da venda.

Se o livro físico não tiver uma história interessante, o risco de acumular inúmeras caixas em sua sala é grande. Já o livro digital, por ter um custo relativamente mais baixo, não dá margem para prejuízos astronômicos e pode servir de chamariz para algum outro produto que tenha a pretensão de vender, tal como um curso.

Durabilidade do livro

Por fim, mas não menos importante que os demais pontos abordados, a durabilidade do livro físico ou do livro digital conta muito na escolha do público. Independentemente do gênero literário que pretende aplicar em sua obra, lembre-se de que ambos os lados têm suas vantagens e desvantagens nesse tópico.

Se o conteúdo tiver muitas páginas, na versão impressa, elas podem deteriorar com o tempo, o que não ocorre na versão digital. Entretanto, os aparelhos de leitura digital precisam ser carregados ao decorrer do dia e o livro físico não necessita de tomadas, o que facilita em uma viagem longa, por exemplo.

Portanto, pense bem antes de fazer uma publicação e avalie os cenários possíveis, visto que isso pode colaborar com a propagação do seu nome no meio literário e tornar o seu conteúdo conhecido entre as pessoas.

Se você gostou deste artigo a respeito de livro físico e livro digital, não deixe de compartilhar o post nas redes sociais para que os seus amigos fiquem por dentro do assunto também!

5 dicas infalíveis para escrever um e-book de sucesso

Você já pensou em escrever um e-book? Seja para vender um material rico ou então disponibilizá-lo de forma gratuita na internet em troca do endereço de e-mail do leitor, por exemplo, essa é uma estratégia que vem sendo cada vez mais utilizada por diversos autores iniciantes.

Saber como escrever um e-book não demanda necessariamente o acompanhamento de uma editora, tampouco um grande investimento. Essa prática pode ser a ideal para você, que deseja ser um escritor de sucesso, dar os primeiros passos.

Mas afinal, como escrever um livro digital de sucesso? A resposta a essa pergunta está nos tópicos a seguir. Vamos dar uma série de dicas para que você saiba como desenvolver um e-book. Acompanhe!

1. Tenha um planejamento

O conteúdo do seu e-book precisa ser bem planejado antes de você começar a escrever. A ideia é que você coloque no papel todas as ideias que pretende desenvolver. Isso fará com que você tenha mais foco e consiga explorar os tópicos que deseja trabalhar na sua obra.

Ainda falando sobre planejamento, também é importante que você estabeleça todas as etapas de produção do material, como escrita, desenvolvimento do layout, as formas de divulgação etc.

2. Pense na estrutura do e-book

O seu e-book precisa ter uma estrutura lógica e as ideias bem amarradas para que um capítulo realmente dê sequência ao outro. A premissa é a mesma que acontece em um livro impresso.

Desse modo, as narrativas desenvolvidas precisam ter introdução, desenvolvimento e conclusão coerentes, de modo que o texto faça sentido para o leitor.

3. Compreenda as diferenças entre um e-book e um livro comum

Apesar de o e-book conter todos os elementos que um livro comum tem, existem alguns detalhes que o diferenciam. É preciso compreender o perfil do leitor de internet e, assim, fazer algumas modificações.

O estilo do texto pode até ser o mesmo, mas algumas questões de layout, como a tipografia e a disposição dos elementos precisam ser otimizados para que possam ser bem visualizados na internet.

4. Pense na ilustração e diagramação do material

É importante que o e-book seja acompanhado de imagens interessantes, pois assim ele fica visualmente mais atrativo para uma leitura em meios digitais. De acordo com a pesquisadora Kenia Pozenato, no livro “Mídia, cultura e contemporaneidade: análises e angulações”, a leitura em computadores e outros dispositivos é gerada por luz e não tinta, como no papel.

Desse modo, os olhos cansam mais e é preciso que se faça mais intervalos na leitura. Por isso, prensar na ilustração e diagramação adequada é essencial para o bem estar do leitor.

5. Saiba como promover a sua produção

Depois de o e-book estar escrito e formatado, deve-se promovê-lo para que as pessoas saibam como adquiri-lo e fazer o download. Para isso, podem ser utilizadas as redes sociais, um trabalho de assessoria de imprensa etc.

Se você seguir as nossas dicas, temos certeza de que conseguirá escrever um e-book de sucesso. Por isso, não deixe de levar tudo em consideração.

Que tal compartilhar essas informações em suas redes sociais? Assim, mais pessoas terão acesso a essas dicas úteis.

Livros de terror: 5 dicas que não podem faltar na hora de escrever

Escrever um bom livro de terror pode parecer uma tarefa simples à primeira vista, mas criar um enredo com personagens que realmente assombram os leitores é uma tarefa muito difícil.

Para ter sucesso nessa missão desafiadora, é preciso tomar certos cuidados especiais com esse estilo. Ser fã do gênero e já ter lido muitas obras do tipo é um ótimo primeiro passo para ganhar bagagem e conhecimento para começar a escrever sua própria história assustadora.

Pensando em facilitar o trabalho dos escritores que querem se aventurar no gênero, selecionamos 5 dicas para escrever livros de terror. Confira!

1. Conhecer os tipos de livros de terror

Genericamente falando, existem três tipos de terror. O primeiro é aquele mais visceral e sangrento, conhecido pelos críticos literários como gore. O segundo é o horror, que apresenta criaturas sobrenaturais, como zumbis e vampiros. O terceiro é aquele que vai além da imagem descrita e apavora o leitor com elementos psicológicos.

Obviamente, você não precisa escolher apenas um desses, mas é interessante que saiba qual estilo sua história vai destacar.

2. Estruturar bem a narrativa

Um bom exemplo de estrutura narrativa é o esquema incidente incitante/ponto de virada e clímax. Nesse formato, o livro já começa cativando a atenção do leitor e oferecendo “combustível” para avançar.

O ponto de virada pode ser tanto para o bem ou para o mal, mas é válido mudar para percorrer um caminho interessante até o clímax, o ponto alto da história.

Seja qual for a estrutura do seu livro de terror, ele não precisa, necessariamente, ser muito extenso. Aliás, histórias curtas funcionam muito bem para o gênero.

3. Criar momentos de suspense

Os livros de terror não se sustentam apenas com cenas de horror explícito. Usar doses de suspense ao longo da narrativa é uma ótima forma de garantir o interesse na história sem abusar demais dos elementos óbvios. 

Ele dá um tom de incerteza e a sensação de que, a qualquer momento, algo muito ruim pode acontecer ou algum personagem pode ser revelar diferente do que estava se mostrando.

O suspense depende do quanto o leitor sabe e do quanto você antecipa sobre o mal que ronda seus personagens, por isso, não entregue o ouro de bandeja e seja cauteloso. 

4. Conversar com o mundo real

Não é porque estamos falando de livros de terror que o ambiente onde a história se passa não precisa ser levado em consideração. Quanto mais próximo da realidade ele for, mais medo fará o leitor sentir, já que ele poderá identificar as situações enfrentadas pelos personagens com a sua vida real.

O ambiente da sua obra deve ter o equilíbrio perfeito entre o imaginário e o real, para tornar crível o impossível. 

5. Transmitir medo 

O medo funciona como uma espécie de paradoxo: ao mesmo tempo em que as pessoas instintivamente o evitam, também se sentem atraídas por ele.  Esse é um dos motivos para o gênero ter tantos fãs e ser um mercado promissor tanto na literatura quanto no cinema. 

Pode-se dizer que a missão de um livro de terror é transformar o medo em entretenimento.

Diferente de um filme, nos livros o imaginário do leitor trabalha mais, já que não tem uma imagem formada, e, por isso, há mais espaço para despertar o medo de formas diferentes. 

Essas cinco dicas são o pontapé inicial para escrever livros de terror e agora é hora de colocá-las em prática nas suas novas histórias.

Conte com a ajuda da Autografia e receba dicas como essas diretamente no seu e-mail. Basta assinar nossa newsletter!

Como escrever um livro de poesia em 4 passos

Nada mais gratificante do que escrever lindos versos e as pessoas ao nosso redor admirarem e elogiarem, não é verdade? Já pensou em escrever um livro de poesia um dia para que mais gente possa apreciar o seu talento?

A publicação de um livro é uma das realizações pessoais mais fantásticas que existem, mas não depende apenas de uma boa escrita, e, sim, de dedicação, de pesquisa e de organização da obra, desde a capa até a última folha.

Tendo isso em vista, preparamos um roteiro com 4 passos essenciais que você precisa seguir se quiser ter um livro de sucesso. Acompanhe a leitura e confira!

1. Escolha o tema do livro

Antes mesmo de pensar em rechear as páginas do livro com os mais sinceros versos, você precisa ter uma noção do que escreverá especificamente. Ter esse objetivo traçado vai muito além de pensar em um mero assunto, mas, sim, na mensagem que deseja transmitir aos leitores.

Por mais que tenha facilidade de versejar sobre diversas coisas, será muito mais interessante, do ponto de vista literário, focar os seus esforços em uma linha de raciocínio singular. Com isso, as chances de atingir o público-alvo são maiores e você ainda terá tranquilidade para escolher um bom título também.

2. Selecione os poemas

A partir do momento em que você já tiver na cabeça o tema central do livro, foque na seleção de poemas que vão compor a obra. Para tanto, por mais que você disponha de uma inspiração quase mediúnica para escrever, não deixe de prestar atenção aos tipos de poemas e pesquisar algumas dicas de português para a leitura ficar mais fluida.

O número de versos, de sílabas, de estrofes e a presença ou não de rimas fazem muita diferença na hora de escrever um livro de poesia, por isso, estude bastante em relação às métricas e saiba posicionar suas ideias conforme o estilo escolhido. Entenda que, quanto mais organizado estiver o poema, consequentemente, melhor será a impressão dos leitores em relação ao assunto.

3. Organize os capítulos

A organização e o planejamento dos capítulos são fundamentais para alinhar as suas expectativas com as dos compradores. Geralmente, as obras de poesia costumam ser curtas, mas isso não quer dizer que seja uma regra, afinal, se você tem domínio do que faz e conhece o público que tem, seus livros podem ser lidos sem problema algum.

Use e abuse da imaginação e coloque os capítulos de uma forma que representem o seu jeito, a sua maneira de escrever, o que pensa e sente. A quantidade de páginas será um simples detalhe se você tiver consciência do potencial que tem em mãos, sendo que, quanto mais pensar fora da caixa, maior a oportunidade de engajar o público.

4. Faça uma revisão minuciosa

Por fim, jamais se esqueça de revisar todos os poemas, estrofe por estrofe, e qualquer outro detalhe que tenha passado despercebido na hora de preencher as páginas. A revisão é primordial para certificar-se de que o seu livro tem totais condições de atingir diversos públicos e ser aprovado por uma editora.

Sendo assim, leia em voz alta cada verso e perceba se o que escreveu está de acordo com as normas gramaticais. Se possível, deixe que outras pessoas leiam, pois um olhar neutro ajuda a identificar as falhas que estavam evidentes e, por conta da empolgação, deixamos de lado.

Para concluirmos, jamais desista dos seus sonhos, então, se a sua maior vontade é escrever um livro de poesia, agarre a oportunidade e vá atrás disso. Maior do que qualquer resultado financeiro é a satisfação de fazer o que gosta.

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