Escala de Mokken & Amostras Complexas: do Brasil para o Mundo

Primeiro e-book escrito em inglês no contexto da Psicometria, a obra Mokken Scale & Complex Sampling Designs: Insights, apresenta alguns insights sobre a construção de Escalas de Mokken (Mokken, 1971) com amostras probabilísticas complexas (Andrade, 2012) e será lançado em breve no Google Play. Print

Recomendado para os pesquisadores interessados no assunto, o leitor conhecerá também, neste livro, aspectos relevantes pouco difundidos em artigos nacionais e internacionais em Amostragem Complexa e Teoria de Resposta ao Item não Paramétrica.A maioria das pesquisas por amostragem probabilística (e.g., Saeb, Pisa, Pnad, PeNSE) coleta informações populacionais através de amostras complexas. De modo geral, estas amostras apresentam certas particularidades, tais como: um ou mais estágios de seleção de conglomerados, estratificação e probabilidades distintas de seleção.

Neste e-book, o estudo acadêmico foi motivado pela Tese de Doutorado “Uma Nova Abordagem para a Estimação dos Coeficientes de Escalonabilidade associados à Teoria de Resposta ao Item não Paramétrica”. A tese foi realizada pela autora da obra e do Blog “Os Amigos de Mokken”, Marcia Andrade, na PUC-Rio em 2012, no contexto da Amostragem Complexa de Populações Finitas. Repleto de conceitos úteis, o livro é escrito de forma original e é uma contribuição relevante para o avanço da Psicometria com dados amostrais complexos.

Não deixe de acompanhar, aqui no Blog Autografia, o lançamento do livro para o Google Play! Fique de olho, em breve estaremos disponibilizando o link para download 😉

Paulo Henrique Brazão lança contos sobre sexo em “Perversão” e sobre outros temas em “Desilusões, Devaneios e Outras Sentimentalidades”

O sexo, ainda tabu para muitos mesmo nos tempos modernos, é o personagem principal da obra Perversão, de Paulo Henrique Brazão. Reunindo histórias em 12 diferentes contos, o autor escreve sobre o assunto de forma inovadora e sem pudor, mostrando que todo o ser humano possui um lado perverso e pervertido dentro de si mesmo. 

Contando histórias que vão desde as mais provocantes e sedutoras, passando por temas delicados e sensíveis, Paulo Henrique trata o sexo como algo natural na literatura, provocando o leitor numa temática ainda vista pela sociedade como imoral, vergonhosa ou indecente. O autor quebra preconceitos com uma obra pungente, que consegue entreter e ser excitante, mas que também é capaz de causar reflexões a cada conto lido.  

Paulo Henrique Brazão brinca com os padrões com sua obra e com sua forma de analisar as relações sexuais entre os seres humanos. Muito além de um livro erótico, a obra, de linguagem direta e envolvente, leva o leitor a uma atmosfera de desejo ou repulsa, prazer ou negação; mas, principalmente, nos faz mergulhar nos instintos que residem dentro de todos nós.

O autor nasceu em Niterói, em 11 de junho de 1984. Começou a escrever poesias desde pequeno e, aos 16 anos, contos e romances. Em 2012, publicou seu primeiro livro solo, “Desilusões, Devaneios e Outras Sentimentalidades”, agora reeditado pela editora Autografia.

Paulo Henrique, nesse relançamento, reúne seus contos escritos dos 18 aos 20 anos, abordando diversos temas ainda atuais e situações da vida cotidiana. Escrevendo a partir de diferentes gêneros, como romance, comédia e erotismo, o autor trata sobre decepções humanas e seus pensamentos mais profundos, que viviam na mente de um jovem escritor.

O livro, que tem claros traços de influência de Nelson Rodrigues, abrange estilos de escrita variados, o que o torna mais emocionante e dinâmico, sendo dividido em três partes: “Desilusões” trata mais das decepções humanas e é onde a escrita rodrigueana está mais presente; “Devaneios” aborda as situações mais inusitadas e irônicas relatadas pelo autor; e “Outras Sentimentalidades”, como sugere o título, conta com outras histórias repletas de emoções.

Desilusões, Devaneios e Outras Sentimentalidades é uma obra simples e original, mas cativante e, ao mesmo tempo, profunda, capaz de despertar inúmeras sensações em quem a lê. O livro consegue levar o leitor até a (então) mente jovem de Paulo Henrique, para viver com ele suas histórias e pensamentos compartilhados.

Clique no nome das obras Desilusões, Devaneios e Outras Sentimentalidades e Perversão e adquira um exemplar através da nossa loja online! 

Carlinhos Sete lança livro com crônicas de um sedutor nato

Crônicas do Incorrigível Jesse, escrito por Carlinhos Sete, conta a vida de um conquistador, machista e de gosto frívolo. Narrado em primeira pessoa com a linguagem informal de um sedutor por natureza, o livro beira ao erotismo. O personagem vive intensamente seus relacionamentos e relata suas experiências ao leitor através de uma série de crônicas que são reunidas na obra.

O autor, natural de São Paulo e formado em Comércio Exterior, conta que a inspiração para produzir a obra veio através de conversas com amigos e situações que ouvia: “Comecei a anotar o que lembrava sobre algumas dessas histórias e juntei num livro, como se fosse algo de uma única pessoa”.

Além disso, Carlinhos confessa que, na vida real, conhece muitos “Jesses” e que até algumas de suas próprias histórias se tornaram as do personagem: “Acredito que todo escritor coloca um pouco de suas experiências no papel. Agora quais, melhor deixar no ar. Jesse é uma fusão de mim mesmo, de alguns amigos e até mesmo amigas”.

Na obra, Jesse não esconde sua fixação por mulheres, especificamente as loiras. Aficionado por curvas volumosas, ele conta seus truques de sedução e suas mais intensas conquistas, transbordando seus desejos, fantasias e sentimentos mais profundos. Sem papas na língua, o personagem relata suas histórias de forma descontraída e bem humorada. Mesmo com tom erótico, o livro gera risadas: “Antes de juntar todas as crônicas em uma única obra, fui mandando partes para que algumas pessoas me dessem suas opiniões. A maioria ria muito. Achavam aquilo divertido”, revela o autor.

Carlinhos Sete já escreveu dois livros antes das Crônicas do Incorrigível Jesse, de gêneros totalmente diferentes, e conta que sempre foi visto como uma pessoa criativa: “Mesmo tendo minha formação e atuação na área de exatas, como programador, por exemplo, sempre era convidado por alguém para escrever”. Nesta obra, tudo é revelado com um olhar irônico e sarcástico, especialmente do personagem principal sobre si mesmo, que, de modo surpreendente, faz o leitor mergulhar na vida do personagem.

Com uma linguagem envolvente e excitante, a obra causa curiosidade a cada página virada e novas descobertas vão acontecendo. Será que Jesse é mesmo um homem superficial ou na verdade é um seduzido pelas mulheres? Carlinhos convida você a conhecer a vida desse personagem ímpar: “Crônicas do Incorrigível Jesse foi um livro divertido de escrever. Tenho certeza que você irá se divertir também”.

 

Para conhecer mais sobre o autor e suas obras, acesse:  http://www.mundodeconceitos.com.br

Brunno Vieira de Carvalho lança livro de contos inusitados e divertidos

O Menino Radioativo, de Brunno Vieira de Carvalho, reúne diversos contos sobre aventuras e desventuras vividas pelo autor, desde sua infância peralta até a vida adulta. Com linguagem leve, proporcionando uma leitura dinâmica, as temáticas são “surreais” e possuem muitas referências geeks. Repletos de humor, os causos reais – mesmo que inacreditáveis -, contados de forma desbocada, vão desde extraterrestres, lobisomens, OVNI’s e criaturas folclóricas, até super-heróis e fantasmas.

Para o autor, formado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e natural do Rio de Janeiro, escrever o livro foi um processo muito rico, que proporcionou bons momentos, além de um crescimento na sua vida profissional: “Reencontrei velhos amigos, fiz novas amizades e revi toda a minha história revirando velhos baús de memórias. Posso afirmar também que cresci como redator, apurando o meu estilo, estudando a língua e meu timing cômico”, conta ele. Brunno explica que a energia que ele precisa para viver vem da diversão, que é um vício para ele: “No filme de animação Monstros S.A. (Pixar/Disney), os monstros precisam assustar as crianças para que seus gritos gerem energia para a cidade de Monstrópolis. Então… O riso me gera esta energia!”.

Brunno compartilha que vem alcançando esse objetivo principal de transmitir alegria e gerar risadas, agradando muito o público com uma obra descontraída e, realmente, capaz de gerar boas energias em quem a lê: “Apesar do lançamento recente, tenho recebido feedbacks muito especiais. O melhor comentário que recebi foi do amigo Sílvio Eberardo, que recomendou em seu blog: ‘Em vez de gastar dinheiro com remédios para dar uma relaxada, compra o livro do Brunno!’. Uma frase singela, mas que me emocionou profundamente, pois ali vi minha missão plenamente realizada”.

Na obra, o autor mostra que o inacreditável e fantástico podem invadir as nossas vidas, mas isso depende do olhar sobre nossas experiências. Ele conta o inusitado como algo do dia a dia: descobrir um tesouro perdido da Segunda Guerra Mundial ou se encontrar com um Lobisomem nunca foi tão corriqueiro quanto nas peripécias vividas por Brunno.

A obra prende a atenção de qualquer público e não só dos jovens. Apesar do título se referir a um “menino”, o autor explica que o nome é mais uma inspiração nas suas histórias: “Foi por um fatídico dia em que peguei fogo durante uma cirurgia, então a dermatologista me batizou como ‘O Menino Radioativo’”. Para os amantes das leituras coloquiais, fantasiosas, descontraídas e animadas, o livro é uma ótima pedida. Pode ser lido sem compromisso, sendo um momento de entretenimento e fantasia para relaxar.

Confira a página do livro no facebook e adquira já o seu: https://www.facebook.com/omeninoradioativo/?fref=ts

Aurélio Arnholdt lança livro de ficção sobre política, jornalismo e mistério

Em uma Brasília caótica, a Promotora de Justiça envolvida com a Operação Catracas, que investiga uma empresa de ônibus acusada de pagar propina ao governador do Distrito Federal, leva três tiros ao parar no posto de gasolina para abastecer antes do trabalho. Seria este um assalto que deu errado ou uma tentativa de assassinato? Seria o governador tão culpado a ponto de mandar matar Aline?

A Mentira em Seus Olhos conta a mesma história através das perspectivas de diferentes personagens, como o jornalista em busca de sua manchete, o senador que deseja a presidência da República, um ambicioso promotor que quer o mundo aos seus pés e o delegado que quer fazer justiça. Isso torna a leitura dinâmica e atrai todo o tipo de público, principalmente os que adoram um mistério.

Aurélio Arnholdt, nascido em 1977, é colunista do site “Premiere Line” e mostra riqueza de detalhes em cada uma de suas narrativas. O autor deixa no leitor a impressão de já ter vivido aquelas situações. A divisão dos capítulos em diferentes pontos de vista faz com que o leitor perceba a fragilidade das relações retratadas e que, no meio político, é impossível de fato conhecer alguém.

Com um enredo bastante atual, a leitura flui e o livro acaba antes mesmo que o leitor se dê conta de que chegou ao fim. Aurélio, também coordenador de projetos, se inspira em situações cotidianas para criar suas histórias e é amante da escrita desde jovem. Apesar de começar escrevendo poesias juvenis, o autor criou uma obra de arte com a prosa A Mentira em Seus Olhos.

A obra está disponível em nossa loja online pelo link http://www.autografia.com.br/loja/a-mentira-em-seus-olhos/detalhes.

9 formas de começar a escrever um livro

Muitas vezes, alguém tem uma excelente ideia na cabeça mas não sabe exatamente como começar a escrever um livro, pois tem dificuldade em materializar os pensamentos para transformá-los em um bom conteúdo. Assim, a primeira linha ou o primeiro parágrafo de uma obra podem demorar anos para serem escritos.

Começar uma narrativa com o famoso “Era uma vez…” até pode funcionar, mas, dependendo do gênero, não vai ser suficiente. Então, que atitudes o escritor pode tomar para iniciar seu escrito?

No post de hoje, apresentamos algumas formas de começar a organizar suas ideias no papel. Continue a leitura para saber mais!

1. Não comece pelo começo

Este conselho pode parecer estranho, mas não é. O desenvolvimento da versão oficial do livro dificilmente se dá na primeira tentativa. Isso porque as reescritas costumam ser tantas que podem surgir várias mudanças até que a obra seja finalizada.

E, dependendo do gênero literário, não adianta mesmo querer começar pelo começo! Um livro de poemas, por exemplo, pode ser reestruturado várias vezes até que se decida qual poesia é ideal para iniciar a obra.

Já as primeiras páginas de um romance dependem de muitos fatores: pode ser que você decida contar a história cronologicamente; depois, percebe que é possível criar um mistério inicial que será explicado mais para frente; ou quem sabe decide começar revelando um acontecimento impactante!

O ideal é montar um esqueleto dos acontecimentos do livro para poder testar alternativas de início, assim você consegue definir melhor como construir a introdução da história.

2. Comece pelo protagonista

Muitos escritores profissionais iniciam a escrita de suas narrativas pela construção do protagonista. Isso é válido porque, dependendo do perfil da personagem principal, você define qual caminho seguir. Com o protagonista constituído, você consegue pensar qual fase da vida dele o livro vai abordar, por exemplo, e isso te ajuda a montar o eixo da história.

Se seu livro tiver um protagonista adulto, ele poderia começar com uma fala enigmática ou em uma cena de crime — mas é claro que isso vai depender muito de o que você quer contar a respeito dessa personagem e, principalmente, do gênero literário que você está criando.

3. Defina o gênero e tema da obra

Ter um gênero literário em mente ao começar a escrever é fundamental, pois isso faz com que você decida diversos aspectos da obra, como:

  • tamanho (quantidade de páginas) do livro;

  • se contará uma história única ou se será uma coletânea;

  • quais temas serão abordados e como abordá-los.

Para saber qual gênero combina com seu conteúdo, é fundamental conhecer os tipos de textos existentes: romances de aventura, policial, ou de fantasia; poemas; crônicas; contos; estudos acadêmicos; manuais técnicos; materiais didáticos… São muitos os gêneros existentes!

Para compreendê-los, nada melhor do que ler obras de cada tipo e perceber suas características. Uma dica válida é desenvolver seu texto de acordo com o gênero que você mais gosta. Assim, pode ser que sua escrita flua melhor, já que você conhece bem como esse gênero funciona.

A mesma dica é válida na hora de definir o tema: quanto mais afinidade você tenha com o assunto a ser abordado no livro, melhor. Escrever sobre o que você gosta, ou sobre algo que domina, é prazeroso para você mesmo e aumenta as chances de os leitores gostarem do texto, pois eles vão se dar conta de que o livro foi feito com expertise e qualidade.

4. Pense no público-alvo

Por falar em seus leitores, a escolha dos temas e do gênero também está intrinsecamente ligada a eles. Por isso, imagine o perfil de uma pessoa que represente o seu leitor ideal: pense na idade, sexo, crenças e gostos pessoais. A partir disso, sempre que escrever algo, avalie se essa pessoa se interessaria pelo gênero literário, pelos temas abordados e se a linguagem está adequada a ela.

Analise, também, pesquisas sobre os perfis dos leitores. Se você acha um dado que diz que 80% dos jovens de 12 a 16 anos não gostam de poesia, e seu público-alvo é justamente esse, você já sabe em qual gênero não vale a pena investir. Mas, se você for ousado e, assim mesmo, quiser escrever poesia para jovens, pode desafiar-se a construir os textos tentando conquistar esse público.

5. Atente-se a frases inquietantes

Não é difícil ouvir escritores relatarem que começaram um romance com uma frase que escutaram em um ônibus ou metrô. Eles ouvem algo quando passam por uma rua e pronto: aquela frase fica na memória. O autor pode até anotá-la — ou simplesmente decorá-la — e trabalha a partir dela.

Por falar em anotar, é válido ter um bloquinho com você, no qual possa escrever o que vai ouvindo na sua rotina, ou para registrar uma ideia que surja de repente — especialmente se você tem memória fraca.

O que é dito por outras pessoas pode despertar um argumento, um parágrafo ou, até mesmo, um livro inteiro. Por isso, fique atento: as conversas e frases ao seu redor podem ser uma fonte infinita de inspiração!

6. Inspire-se também no que você observa

Escritores costumam estar atentos a acontecimentos sociais, políticos, histórico ou banais, e isso faz deles bons observadores. Assim como as frases ouvidas por aí, uma situação vivida ou observada — ou mesmo inventada, mas inspirada na realidade — pode ser o começo da construção de uma boa história.

Um tempo depois, essa observação transforma-se em um roteiro ou um esboço dentro da sua cabeça e, quando você se dá conta, já está com o poema, romance ou conto completamente articulado.

7. Esteja em contato com outros textos

É quase impossível ser totalmente original. Muitas histórias de sucesso são inspiradas não só em fatos cotidianos, mas em leituras de outras narrativas, matérias de jornais ou revistas, roteiros de TV ou cinema etc. E não há problema em buscar inspirações em modelos como esses!

O que interessa é formar um bom repertório de fatos, tanto verossímeis quanto absurdos, a partir dos quais você terá referências para enriquecer sua obra. Mas lembre-se: inspirar-se não significa plagiar (copiar totalmente as ideias). Na verdade, a leitura serve de fonte de aprendizado para um escritor. Foi inspirando-se em outros textos que muitos tiveram ideias que viraram obras interessantíssimas.

Um bom exercício nesse sentido (para inspirar-se em outras obras) é observar como esses textos começam, quais são suas frases iniciais e como elas prendem o leitor assim que ele inicia a leitura.

8. Leia também sobre técnicas de escrita

Conhecer a teoria por trás da escrita também é importante para um escritor que deseja ter um livro publicado. É por isso que vale a pena não somente ler textos para familiarizar-se com os gêneros literários, mas também entender a estrutura de cada gênero e estudar técnicas de escrita.

Com isso, busque por literatura especializada e até mesmo por atividades práticas. Você pode se valer de:

  • manuais de redação;

  • dicas sobre gramática e ortografia;

  • exercícios de criação literária;

  • estruturas de cada gênero;

  • cursos de redação literária/científica/jornalística etc.

9. Não abra mão da revisão e edição

No processo de escrita, extrair as ideias da cabeça para o papel é a questão principal. Com isso, é normal que a correção gramatical e a coerência sejam negligenciadas. Apesar disso, você não pode se esquecer por completo desses aspectos. É preciso, sim, submeter seu texto a uma edição e revisão.

Após escrever as primeiras páginas, deixe o texto de lado e retome-o após alguns dias para fazer uma leitura focada em identificar erros de gramática e ortografia, e para verificar se não há contradições ou trechos incompreensíveis.

Idealmente, alguém mais deve fazer essa leitura crítica do seu texto, preferencialmente um editor e um revisor profissionais. Se um especialista puder ajudar, desde o princípio, com a melhoria do seu texto, isso aumentará consideravelmente a chance de você finalizá-lo com qualidade antes de publicá-lo.

É com a prática que cada pessoa descobre como começar a escrever um livro, mas esperamos que as dicas deste texto facilitem seu processo de criação. Se o seu problema não diz respeito a como começar a obra, mas sim a como não se perder na hora de redigir o texto, sugerimos que você conheça nossas 4 dicas de redação para escrever um livro!