Michel Luiz lança obra sobre conhecimentos transmitidos ao longo de gerações 

O autor Michel Luiz nasceu em junho de 1986 e cresceu em uma bucólica cidade do interior rural de Minas Gerais. Em sua infância sempre se interessou por assuntos das ciências e frequentava a biblioteca municipal para aprender mais com sua curiosidade expansiva.

Aos sete anos sua singela redação sobre uma cidade futurista e ecológica ganhou espaço no jornal local, o que o levou a experienciar seu gosto pela narrativa e pesquisa.

Apesar de seu apreço pela Física e Filosofia, se formou em 2008 em Psicologia, onde atua desde então e descreveu sobre como as ciências empregam a linguagem artística e a arte mantém a memória viva nas fontes e inovações das novas tecnologias e métodos científicos.

Seu campo de pesquisa varia entre neurociências, psicologia junguiana e história da evolução humana, da qual interage diretamente com textos de tradições místicas. Diante disso, sentiu a necessidade de compilar todos estes saberes nesta obra que lança agora e denominou como O Novo Tarot: de Urano, conectando os saberes das ciências com os mitos ancestrais em suas representações revolucionárias, das quais ele acredita que serão as fontes de preservação do legado da história humana para os herdeiros do amanhã.

Em entrevista ao Blog Autografia, Michel conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “A obra O Novo Tarot: de Urano é para mim uma amálgama de conhecimentos transmitidos ao longo das gerações através dos ritos estacionais, mitos multiculturais, entre diversos saberes populares, científicos e esotéricos”.

“Além de abordar conceitos necessários para a manutenção da saúde coletiva e planetária, tais como a preservação da vida, esta obra busca esclarecer temas complexos em suas visões filosóficas e como os saberes estão diretamente transmutados nas artes arcanas”.

“Desta forma, o livro se divide na iniciação do leitor sobre as tradições místicas que evoluíram para as ciências modernas, passando pela história da evolução humana em mutualidade com plantas e outros animais”.

“Adentra nas concepções sobre saúde mental, tão necessárias ao público esotérico nos dias de hoje, e desta concepção, adentra-se nos saberes astroteológicos zodiacais e suas correlações com as virtudes e desejos que refletem no desenvolvimento da ética humanitária”.

“Após isso, apresenta uma forma básica de como compreender os mistérios da Cabala e suas fontes de saberes ancestrais conectados ao conhecimento cosmológico atual. A partir daí, adentra-se na visão pessoal baseada em intensa pesquisa sobre como cada Arcano do tarô surge e toma uma nova forma para se apresentar às novas gerações”.

“Além disso, nos adendos e comentários busquei compilar o máximo de saberes encontrados pela psicologia, arqueologia e antropologia sobre a história da evolução simbólica, esta que revolucionou nossos cérebros em suas imensas capacidades de aprendizado e inovação, ou destruição e extinção que portamos em nossas mãos”.

A inspiração para Michel escrever o livro veio do ritmo dançante e capaz de gerar intensa transformação impressos nas lâminas dos tarôs: “Me inspirei no ritmo dançante e capaz de gerar intensa transformação impressos nas lâminas dos tarôs”.

“Ao perceber como sua sabedoria mística conversa diretamente com os conhecimentos modernos que temos da mente e cérebro, busquei aprofundar em cursos e ordens que pudessem ampliar meu conhecimento”.

“Durante meus anos digamos “mais ateístas”, a prática cética pôde me guiar com maior clareza sobre as fontes esotéricas. Assim pude separar o joio do trigo e utilizar cada ferramenta de acordo com sua forma que não fosse algo puro e simples charlatanismo capitalista”.

“Sabemos que em todas as eras sempre houveram aqueles que usam do conhecimento para dominar o público leigo e assim, exercer seu poder e controle. Diante deste desserviço malicioso, também me inspirei em trazer uma forma de conhecer as tradições mágicas abertas para todas as pessoas. Sem ficar amarrado em juramentos que possam comprometer o compromisso em disseminar a verdade para todas as pessoas”.

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Busquei produzir o livro num formato que me lembrava os livros de Física Moderna do ilustre autor e pesquisador Stephen Hawking”.

“Além de uma forma que intercalasse a narrativa de Yuval N. Harari com minha forma de descrever pesquisas e me entendimento cosmológico. Ao longo de um ano descrevi tudo, contando com ajuda das referências que chegavam até a mim e, posteriormente, com as excelentes revisões fornecidas pela Editora Autografia, das quais me auxiliaram muito no processo de escrita formal”.

Para Michel, o livro traz uma sensação de prazer mesclado com boa ansiedade: “Sinto um prazer mesclado com boa ansiedade sempre que estou para publicar algo referente a esta obra. É um sentimento empolgante que me leva a querer desenvolver cada vez mais a obra e as artes que serão publicadas posteriormente, das quais comporão o tarô registrado neste livro”.

“Sinto que esta obra precisa alcançar mais pessoas, principalmente o público esotérico e científico, para que eu possa receber a devida crítica que melhorará minha escrita e pesquisa para futuras novas edições desta obra impactante”.

“E espero que este livro seja bem recebido pelo Brasil e posteriormente pelo mundo, para que mais pessoas possam descobrir os complexos fatores mágicos que permeiam as histórias de cada um dentro desse coletivo sagrado que é a vida!”

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Deivide Sacramento lança obra que busca ajudar as pessoas a perseguirem seus sonhos

Em seu primeiro livro, o jornalista baiano Deivide Sacramento revela sua trajetória ao deixar a periferia de Salvador, para alcançar o sonho de ser repórter de televisão no sul do país.

Formado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade 2 de Julho, o autor trabalhou em emissoras afiliadas ao SBT, Record e Globo, e teve a oportunidade de aprender com grandes profissionais e lendas do telejornalismo.

Sua carreira como repórter começou ainda durante o estágio, e teve um crescimento meteórico graças a entrevistas com personalidades da música e da política. O autor já venceu os prêmios Sebrae de Jornalismo, Unesc e foi finalista do nacional ABMES de Jornalismo, que teve como júri técnico membros da Academia Brasileira de Letras (ABL). Agora, o jornalista abre seu coração e lança o seu primeiro livro “Minha voz: uma autobiografia”.

Na obra, o autor mostra a vida como ela é, mas carrega também uma pitada de humor. O jornalista quis mostrar que em todas as situações, sejam boas ou ruins, é possível encontrar algo positivo.

A autobiografia é dividida em atos. Deivide começa contando a história dos seus pais, depois o seu nascimento e crescimento na Liberdade, bairro periférico de Salvador, até chegar nas suas experiências profissionais.

A escrita é subjetiva e tem cunho autobiográfico. O autor abre o coração e conta detalhes de sua história, sem tirar e nem por.

São 170 páginas muito intensas, onde é possível arrebatar os leitores, mesmo aqueles que não acompanham diretamente a trajetória do profissional.

Em entrevista ao Blog Autografia, Deivide conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou muito feliz e grato por minha história profissional até aqui. Graças a Deus eu trabalhei em bons veículos de comunicação, e tive a chance de aprender com grandes profissionais e lendas do telejornalismo”.

“Comecei como repórter ainda durante o estágio, e no início eu tinha muito medo de me posicionar em frente a câmera. Gravar uma passagem (momento no qual o repórter aparece no vídeo) poderia ser assustador. Mas, com o tempo, a prática foi levando a “perfeição”, salienta Deivide.

“Não há nada 100%, a gente sempre vai aprender, e acho que por isso é muito importante estar aberto pra acolher as demandas, aberto pra ouvir. Tive a oportunidade de fazer grandes coberturas, entrevistar grandes personalidades, e de falar com seu João e dona Maria também. Reportar o problema deles, e ajudar a resolver”, acrescenta o autor.

“O livro Minha Voz – Uma autobiografia, é sincero e direto, e busca ajudar as pessoas a perseguirem seus sonhos. Em momento nenhum ilude ninguém, dá a real, mostra a realidade da vida. Mas, carrega também uma pitada de humor e mostra que em todas as situações, sejam elas boas ou ruins, é possível encontrar algo positivo, e isso é muito a minha filosofia de vida”.

“O livro começa contando a história dos meus pais, depois o meu nascimento, crescimento em uma comunidade de Salvador, até chegar nas minhas experiências profissionais. E aí entra um lado muito subjetivo também da escrita autobiográfica, é a minha história, é o meu lado da história, sem tirar e nem por”.

“São 170 páginas muito intensas, com um cunho pessoal em cada uma das palavras, mas que é possível arrebatar os leitores, mesmo aqueles que não acompanham a minha trajetória”.

A inspiração para Deivide escrever o livro veio de sua família. “Minha inspiração foi eu e minha família. Quando se é uma pessoa pública, há histórias pra todos os lados sobre você. As pessoas querem te julgar pelo que ficou sabendo sobre você da boca de outra pessoa”, conta o jornalista.

O vendedor do Prêmio Sebrae de Jornalismo conta que foi necessário deixar um tema importante fora da obra.  “Então, minha inspiração foi meu coração, arrancar pra fora uma trajetória, que apesar de jovem, já percorreu longos caminhos. Mas também fazer uma homenagem a minha família. E aqui preciso abrir uma história. Esse ano tive a infelicidade de perder meu irmão Daniel”.

O autor continua. “Eu o amava! Nós crescemos juntos e dividimos muitas histórias. Durante o processo de escrita do livro, fiquei sabendo que ele estava com uma doença e em fase terminal. Mas, em respeito a ele, e ao que ele desejava, preferi excluir esse detalhe do livro”, reflete.

“Quando ele faleceu, o livro já estava pronto e já tinha ido pra gráfica. Então, durante a leitura vai ser possível ler eu falar dele sempre no presente, como se ele ainda estivesse aqui, e realmente está, no meu coração”.

O escritor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “O processo de escrita do livro foi muito bonito, sereno e envolveu muito sentimento. Escrever sua própria vida não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais quando sua história também envolve a vida de outras pessoas, e lugares pelos quais você já passou ou trabalhou”.

“Mas, a produção foi muito gostosa, escrevi tudo em apenas 2 meses, e tenho orgulho em dizer que fiz tudo sozinho. Era apenas eu e o notebook na maior parte das vezes, mas confesso que tive que recorrer a minha mãe algumas vezes, principalmente quando a história envolvia a infância dela. E aí que digo que o livro ‘Minha Voz’ não é só meu, é a obra autobiográfica da minha família”.

Para Deivide, o livro traz uma sensação de felicidade e que é possível alcançar os seus sonhos, basta querer. “Estou muito feliz de lançar meu primeiro livro. Realmente espero que ele possa ser uma injeção de ânimo pra quem o lê. Que as pessoas possam se inspirar, e que a partir da leitura saibam que não importa o quão rápido você pode alcançar um sonho, o que realmente é importante é a caminhada”.

“Gostaria de pedir aos leitores do blog, e da Editora Autografia, que prestigiem o lançamento do meu livro. E quero desejar que cada palavra lida nele seja como benção na vida de cada um de vocês”.

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Thiago Carvalho lança obra sobre efervescente cena de exibição independente do Brasil nos anos 2000

O autor Thiago Carvalho ingressou em 1998 no Curso de Cinema e Vídeo da UFF. No início dos anos 2000, foi integrante da produtora Asterisko Filmes. Desde então, sua trajetória passou também pela produção e realização de curtas, edição de vídeos, filmes e séries, e pela docência em cursos de graduação, especialização e formação técnica.

Desde 2006, atua no setor público, trabalhando com políticas públicas de fomento e regulação do setor. Buscou também a atividade acadêmica realizando especialização no Instituto de Economia da UFRJ, e mestrado na Escola de Comunicação também da UFRJ e agora lança a obra: “Cinema é Celebração: a cena de exibição de cinema e audiovisual independentes do Rio de Janeiro na virada dos anos 2000“.

No livro, o autor aborda essa efervescente cena independente que despontou na região, se expandindo também para regiões periféricas, cuja característica central era sua dimensão celebratória, festiva e gregária, incorporando elementos da socialidade da cultura urbana da cidade e arredores.

Na obra, o autor reforça que entre as questões abordadas estão aspectos como: o papel das escolas e cursos de cinema na formação dos grupos; as transformações tecnológicas da época; a importância do curta-metragem na cena; o movimento cineclubista no Rio de Janeiro nos anos 2000; a expansão do audiovisual para a periferia; o resgate histórico e a relação com a institucionalidade existente na região.

Em entrevista ao Blog Autografia, Thiago conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Em função da admiração juvenil pelas imagens em movimento e do desejo de exercer atividade criativa, ingressei em 1998 no Curso de Cinema e Vídeo da UFF”.

“A partir da rica vivência do período universitário, minha inserção no campo se deu em grupos de jovens engajados no audiovisual na época, os quais, por meio de práticas compartilhadas, estabeleceram conexões geracionais”.

“No início dos anos 2000, fui integrante da produtora Asterisko Filmes, um coletivo de audiovisual da cena independente do Rio de Janeiro, onde participei do movimento cultural descrito no livro. Desde então, minha trajetória passou também pela produção e realização de curtas, edição de vídeos, filmes e séries, e pela docência em cursos de graduação, especialização e formação técnica”.

“Desde 2006, atuo no setor público, trabalhando com políticas públicas de fomento e regulação do setor. A partir da crença na importância da reflexão e da pesquisa como complemento para a experiência prática, busquei também a atividade acadêmica realizando especialização no Instituto de Economia da UFRJ, e mestrado na Escola de Comunicação também da UFRJ, de onde teve origem o presente livro”.

“No início dos anos 2000, o Rio de Janeiro foi possivelmente palco da principal cena de exibição independente do país nesse período, com dezenas de espaços alternativos de exibição, cineclubes, mostras e festivais, exibindo regularmente centenas de filmes e vídeos para milhares de pessoas”.

“O livro aborda essa efervescente cena independente que despontou na região, se expandindo também para regiões periféricas, cuja característica central era sua dimensão celebratória, festiva e gregária, incorporando elementos da socialidade da cultura urbana da cidade e arredores”.

“O movimento estava também inserido em um cenário mais amplo de transformação do cinema brasileiro, que teve início na mudança do século a partir de transformações sociais e tecnológicas no ambiente cultural, e que se transformou, a partir de 2010, na geração de renovação do cinema brasileiro do período”.

“O foco de interesse foi buscar compreender o papel desempenhado pelos cineclubes, eventos e espaços de exibição, na formação de identidade da geração local, a partir do estudo de cinco de seus principais eventos: Festival Brasileiro de Cinema Universitário, Incinerasta, Cachaça Cinema Clube, Mostra do Filme Livre, e Cineclube Mate Com Angu”.

“Entre as questões abordadas estão aspectos como: o papel das escolas e cursos de cinema na formação dos grupos; as transformações tecnológicas da época; a importância do curta-metragem na cena; o movimento cineclubista no Rio de Janeiro nos anos 2000; a expansão do audiovisual para a periferia; o resgate histórico e a relação com a institucionalidade existente na região”.

A inspiração para Thiago escrever o livro veio da intenção de apresentar um panorama sobre as características principais da cena: “Como integrante dessa geração, compartilho de suas experiências formativas e seus anseios, possuindo, dessa forma, interesse pessoal em contar uma história que entendo como socialmente relevante”.

“Mas, para além disso, penso que esse movimento possui importância histórica para a cena de cinema e audiovisual da cidade e do país. Dada sua intensidade e capacidade de mobilização, e seu caráter celebratório e libertário de experimentação de linguagens e práticas, representou impacto e força contundentes no sentido de desestabilizar as formas de fazer e assistir cinema então estabelecidas, abrindo possibilidades de renovação”.

“A intenção foi apresentar um panorama sobre as características principais da cena, assim como apresentar um registro que sirva como fonte de memória documental, com retrospecto e referências a manifestações, eventos, agentes e produções dos grupos estudados, de forma a possibilitar futuras pesquisas”.

“Entendo também que a análise de grupos e contextos que adquiriram capacidade de mobilização e efervescência cultural, representa material para o debate, sempre necessário, sobre questões e desafios, sociais e artísticos, presentes na construção da trajetória do cinema brasileiro”.

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “O livro é uma adaptação de minha dissertação de mestrado, defendida no Programa de Pós-Graduação em Mídias Criativas da Escola de Comunicação da UFRJ em novembro de 2022”.

“Trata-se de uma investigação preliminar, de importante movimento cultural ocorrido na região, efetuada por meio de abordagem qualitativa, com base em levantamento bibliográfico e documental e a partir de entrevistas semiestruturadas com alguns de seus integrantes”.

“A ideia da adaptação para o livro foi retirar, na medida do possível, o excessivo teor acadêmico, construindo uma linguagem mais simples, direta e acessível, de forma a permitir o alcance por parte de um público mais amplo. Ainda assim, trata-se de um livro de divulgação científica, organizado e estruturado segundo os aspectos formais da pesquisa”.

Para Thiago, o livro traz uma sensação de satisfação: “Mesmo com as limitações naturais de um primeiro estudo sobre tema complexo, é uma satisfação poder compartilhar uma história e uma memória que considero relevantes acerca de bastidores culturais, pouco lembrados, de nosso cinema e do nosso território”.

“Penso que se trata de um capítulo importante, tanto da trajetória recente de movimentos culturais e geracionais no campo do audiovisual no Rio de Janeiro, quanto do cineclubismo e do cinema no país, que não apenas necessitam de reconhecimento histórico, mas também servem como referências, para novas gerações, na contínua reinvenção de futuros para os desafios e complexidades contemporâneas para o audiovisual brasileiro”.

“Para mim, pessoalmente, é uma forma não só de disseminar conhecimento para além dos círculos acadêmicos restritos, permitindo que os resultados encontrados sejam compartilhados com um público mais amplo, e incitando o debate sobre o tema, mas também um gesto de reverência à memória da rede afetiva de sociabilidade e coletividade que constituiu meu ser social, e que segue atuante no tecido social da cidade”.

“É uma história instigante sobre uma geração de jovens apaixonados pela sétima arte que decidiu fazer cinema em terras fluminenses sem pedir licença. Um convite à reflexão sobre a importância da paixão e do sonho para o cotidiano da atuação social do ser humano, especialmente da juventude”.

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Marianna Muzzi lança livro de ficção voltado para o público infantil

A autora Marianna Muzzi é tradutora e revisora de livros de ficção contemporânea, o que serviu de inspiração para colocar no papel as histórias que moravam no seu imaginário e agora lança seu primeiro livro de ficção voltado para o público infantil “Pela estrada afora” que certamente será diversão garantida para toda a família.

No livro, a autora aborda uma história divertida sobre um lobo comilão que, na sua missão de conseguir comer as guloseimas que uma habilidosa velhinha cozinha no interior da floresta, se depara com acontecimentos imprevistos ao longo do caminho.

Em entrevista ao Blog Autografia, Marianna conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “As histórias sempre fizeram parte da minha vida. Durante muitos anos, como professora regente da educação infantil e do ensino fundamental lia e compartilhava com meus alunos as minhas histórias preferidas”.

“Depois, quando meu filho nasceu, comecei a ler para ele e com ele essas e outras histórias que foram aparecendo ao longo do caminho. E recentemente, há quatro anos, me mudei com meu filho e meu marido para a Espanha e aqui, distante da sala de aula, comecei a buscar novos caminhos para a minha vida profissional”.

“Hoje, sou tradutora e revisora de livros de ficção contemporânea, o que me serviu de inspiração para colocar no papel as histórias que moravam no meu imaginário. Um dia comecei a escrever e aqui estou. Esse é meu primeiro livro de ficção voltado para o público infantil, mas que certamente será diversão garantida para toda a família”.

“Esse livro é uma história divertida sobre um lobo comilão que, na sua missão de conseguir comer as guloseimas que uma habilidosa velhinha cozinha no interior da floresta, se depara com acontecimentos imprevistos ao longo do caminho”.

A inspiração para Marianna escrever o livro veio da vontade de aproximar uma história tradicional de memórias afetivas da sua infância e da vontade de desconstruir a dicotomia ‘bom vs. mau’ tão presente ainda na educação: 

“Essa história nasce da vontade de aproximar uma história tradicional de memórias afetivas da minha infância, as iguarias da culinária mineira que minha avó preparava com tanto carinho e habilidade para toda a família, especialmente para os netos: empadinhas crocantes e bolos perfumados”.

“Além disso, nasce também da vontade de desconstruir a dicotomia “bom vs. mau” tão presente ainda na educação que vejo como um fator limitante para formação do sujeito”.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Histórias nascem quando a gente menos espera, por exemplo, durante a prática habitual da escrita. Assim nasceu essa história. Nasceu, meio que despretensiosamente, numa manhã quando me sentei para escrever”.

“Entretanto, em livros pensados para o público infantil, o texto clama por imagens para ficar completo. Quando lemos histórias para crianças, sempre ouvimos: ‘Mostra os desenhos’. Assim, de uma parceria muito feliz com um grande amigo, professor de artes e educador, Tiago Giora, nascem as ilustrações que completam esse projeto”. 

Para Marianna, o livro traz uma sensação de um marco muito especial, o realizar de um sonho, a concretização de um projeto, uma alegria inexplicável: “A publicação do primeiro livro é um marco muito especial. É o realizar de um sonho. É a concretização de um projeto. Ter o livro nas mãos é uma uma alegria inexplicável”.

“Estamos – Tiago e eu – muito animados com esse lançamento. Certamente, será o primeiro de outros que virão na sequência. Essa nossa parceria deu tão certo, que já estamos trabalhando no próximo. Espero que vocês se divirtam muito com a história desse lobo comilão! Mas, atenção, aposto que essas guloseimas irão abrir o seu apetite!”

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Autora de ‘Crônicas Míopes’ é aprovada no concurso do ‘Prêmio Oceanos’

A autora Ana De Nigris nunca pensou em se tornar escritora. No rol das artes, sua “praia” sempre foi a música e depois a pintura. Deixou a música de lado para se dedicar exclusivamente à pintura, nos últimos 33 anos, como retratista hiper-realista. No meio disso tudo, claro que vieram casamento, filhos, a Biologia, o magistério e a Odontologia. Não exerce mais a Odontologia, o fez por longos 30 anos. Porém, acredita que será ‘fessora’ até o último suspiro. Deve ser carma, quem sabe? Trabalha na rede pública municipal e estadual, lecionando Ciências e Biologia. Ainda pinta profissionalmente, desenvolve um projeto de arte na escola para alunos da rede pública e agora lança a obra “Crônicas Míopes” que foi aprovada no concurso do ‘Prêmio Oceanos’.

No livro, a autora aborda crônicas do seu cotidiano. Na obra, a autora reforça o livro é dividido em 3 partes: infância, juventude e vida adulta.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Eu nunca pensei em me tornar escritora. No rol das artes, minha “praia” sempre foi a música e depois a pintura. Deixei a música de lado para me dedicar exclusivamente à pintura, nos últimos 33 anos, como retratista hiper-realista”.

“No meio disso tudo, claro que vieram casamento, filhos, a Biologia, o magistério e a Odontologia. Não exerço mais a Odontologia, o fiz por longos 30 anos. Porém, acredito que serei ‘fessora até o último suspiro. Deve ser carma, quem sabe? Trabalho na rede pública municipal e estadual, lecionando Ciências e Biologia. Ainda pinto profissionalmente e desenvolvo um projeto de arte na escola para alunos da rede pública”.

“Eu amo crônicas. Tenho uma dose de sarcasmo e um bom humor meio que incompatível com o fato de ser professora, ainda mais no Brasil atual. Comecei a escrever crônicas do meu cotidiano e colocar semanalmente nas redes sociais. Fez tanto sucesso, eram tantas pessoas elogiando minha escrita bem humorada e leve, que acabei por aceitar o fato de, quem sabe, um dia, publicá-las. O livro é dividido em 3 partes: Infância, Juventude e Vida Adulta. Não é sem motivo que o subtítulo do livro é ‘Fragmentos de uma autobiografia'”.

A inspiração para Ana escrever o livro veio de sua vida: “Foi a ‘minha nada mole vida’! (risos… ou não). Tive uma infância e juventude muito difíceis, mas sempre achei que seria extremamente enfadonho para o leitor caso eu escrevesse um romance. Daí as crônicas. Permitem-me fragmentar a vida, trazer leveza e retirar as partes chatas. São Crônicas Míopes, de quem era, literalmente, míope “como uma porta” e via o cotidiano amargo tão desfocado quanto um míope vê a vida”.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Foi uma terapia. O processo da escrita me obrigou a revisitar o passado. Em se tratando de minha vida, minha história, é fácil concluir que foi um processo solitário. Mas foi bom, valeu a pena”.

“Produzir o livro foi muito simples, uma vez que muitas crônicas estavam prontas. Como também sou artista plástica, quis eu mesma fazer a capa, usando um retrato da minha infância. Aliás, o livro é totalmente ilustrado, todas as crônicas têm fotos ilustrativas”.

Para Ana, o livro traz uma sensação de nuances contraditórias, do medo à ansiedade: “Não tenho expectativas. Na minha idade, quem tem um pingo de experiência descarta o viver sobre expectativas. As vendas em minha cidade foram surpreendentes, sobraram poucos exemplares”.

“Estou participando do Prêmio Oceanos e só isso me enche de alegria. Os livros sempre ocuparam um protagonismo em minha vida, sou uma leitora voraz. Todos os escritores que conheço falam que lançar um livro é como parir um filho”.

“Eu concordo plenamente. Saber que cada leitor compartilha fragmentos de minha história é uma sensação repleta de nuances contraditórias, que vão do medo à ansiedade. Tem muita história não contada, escondida nas entrelinhas de minhas crônicas. Os leitores mais perspicazes percebem rapidamente”.

“Deixo um recado para aqueles que, como eu, lançam seu primeiro “filho” no mundo. Não tenham medo de expor seu imaginário, ou seu passado, seus versos, suas emoções. Parafraseando Guimarães Rosa, eu “rasguei-me e remendei-me”, encarei a vida de frente e fiz das adversidades as tintas com as quais pintei as telas do meu viver. E o resultado são esses fragmentos que compartilho com o leitor”.

O livro “Crônicas Míopes: fragmentos de uma autobografia” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

 

Chico Zuana lança obra que é uma tentativa de chamado as pessoas

O autor Chico Zuana começou a trabalhar com 14 anos, e trabalha até hoje. Trabalhou por 23 anos no Banco do Estado do Paraná e quando ele foi vendido, já tinha sua empresa e foi administrá-la, posteriormente a vendeu e foi trabalhar com antigos parceiros e é empresário até hoje, na área de prestação de serviços. Agora lança sua obra “Evolução Humana: Mudança Radical ou Autoextinção”.

No livro, o autor aborda uma tentativa de chamado às pessoas, nós todos na realidade, comuns para a responsabilidade de cada um sobre a vida, sobre o planeta e sobre as responsabilidades individuais a respeito da evolução da humanidade e da manutenção das condições necessárias para que possamos continuar existindo como nos conhecemos e conhecemos a vida e o planeta como um todo.

Na obra, o autor reforça questões sobre valores que podemos considerar para que possamos mudar nossa forma de sermos usuários de tudo e materialistas, ou mesmo radicais e tendenciosos, e com isso, vemos os outros, os seres humanos, os animais, os vegetais e inclusive os minerais, não como os devemos tratar, e o que mantém a vida e o planeta funcionando e nos mantendo, e isso para as próximas gerações.

Em entrevista ao Blog Autografia, Chico conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Eu venho de uma família de imigrantes, meu pai era italiano, e descendente de imigrantes italianos, minha mãe era neta de italianos, de poucas posses, mas muito espiritualizada”.

“Tenho uma trajetória familiar no espiritualismo e no espiritismo e depois segui meus caminhos ao longo de minha vida. Me acho um espiritualista, fui em muitas religiões, seitas e doutrinas, procurei estudar um pouco cada uma das que participei e tive contatos e com isso pude apreender um pouco de cada uma e buscar aproveitar o cada uma delas tem de melhor, nunca me prendi a dogmas ou propostas rígidas sempre achei e acho que devemos ser livres e validar tudo o que nos chega, debater e questionar”.

“Estudei em colégios públicos, inclusive minha faculdade foi feita na Universidade Federal do Paraná. Sempre gostei de ler e aprender muito, caminhei por muitos ramos do conhecimento. Por vocação seria biólogo, botânico, mas a vida me levou para o lado da informática e acabei ficando na área”.

“Comecei a trabalhar com 14 anos, e trabalho até hoje. Trabalhei por 23 anos no Banco do Estado do Paraná e quando ele foi vendido eu já tinha minha empresa e fui administrá-la, posteriormente a vendi e fui trabalhar com antigos parceiros e sou empresário até hoje na área de prestação de serviços. Tenho outros dois livros um já publicado na Amazon somente em e-book e outro que está pronto, mas não revisado e nem publicado”.

“Minha obra é uma tentativa de chamado às pessoas, nós todos na realidade, comuns para a responsabilidade de cada um sobre a vida, sobre o planeta e sobre as responsabilidades individuais a respeito da evolução da humanidade e da manutenção das condições necessárias para que possamos continuar existindo como nos conhecemos e conhecemos a vida e o planeta como um todo”.

“O livro está dividido em questões sobre valores que podemos considerar para que possamos mudar nossa forma de sermos usuários de tudo e materialistas, ou mesmo radicais e tendenciosos, e com isso, vemos os outros, os seres humanos, os animais, os vegetais e inclusive os minerais, não como os devemos tratar, e o que mantém a vida e o planeta funcionando e nos mantendo, e isso para as próximas gerações”.

“Como sou um estudioso da transdisciplinaridade eu discorro sobre ela com o sentido de sensibilizar as pessoas sobre a importância que ela tem de um ponto de vista mais abrangente, includente, muito aberto e respeitoso com relação a tudo que nos envolve e envolve a Terra”.

“Teço considerações sobre as possibilidades de sermos extintos por forças fora de nosso entendimento, capacidade, alcance e de nosso controle, tratando de o quão o ser humano é ínfimo, insignificante perante o universo e a natureza”.

“Busco enumerar o que estamos fazendo com as condições de vida tentando tratar o que de mais escabroso fizemos, fazemos e se cada um de per si não se conscientizar continuaremos a fazer e destruiremos a vida, os seres humanos, a natureza e o planeta”.

“Em resumo aborda as possiblidades de extinção da vida e fim dela como a conhecemos e como ela existe em nosso “pálido ponto azul”, sendo o nosso único lar e que deverá se manter assim por muito e muito tempo. Continuo buscando aprender e trabalhar”.

A inspiração para Chico escrever o livro veio em função das atitudes da humanidade em relação a tudo: “Creio que a grande inspiração veio em função das atitudes da humanidade em relação a tudo, não só às questões de manutenção da vida no planeta, todas as atitudes que nos chocam e nos deixam, muitas vezes, arrasados, consternados e sem entender efetivamente o que e o porquê das atitudes tomadas, do que a humanidade faz com ela mesmo e com o mundo”.

“Me choca e sempre me chocou os abismos existentes entre os seres humanos, a ganância, o materialismo exacerbado, em todos os sentidos do materialismo, desde a riqueza, a beleza, a ostentação, os títulos, o poder, a honra e a glória sem qualquer tipo de equilíbrio, bom senso, necessidade efetiva das coisas, etc.” 

“Me chocam também as formas como são tratadas as coisas da natureza, os animais, as plantas, a busca sempre por dinheiro e posses, não há a menor preocupação com os outros, com a manutenção da vida e por aí adiante e isso sempre me pesou muito, estudando a transdisciplinaridade e espiritualismo fui fazendo um constructo próprio onde vejo as coisa de um prisma diferente e isso me levou a escrever este livro e o segundo que se chama Evolução Humana – O Fito da Vida, onde como que um complementando o outro, aquele diz, do meu ponto de vista, óbvio, qual seria o objetivo maior e final da vida e este diz porque temos que manter as condições de vida e evolução da humanidade neste orbe”.   

“Concluindo minha grande inspiração é a necessidade de mudanças nas ações humanas e nas possibilidades de aumentar a chance de todos os seres humanos sobreviverem, e quando digo todos me refiro a todos efetivamente e indiscriminadamente, independente de quem sejam e todas as coisas que nós humanos criamos para nos separar e fazer diferentes”.

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Eu comecei a escrever meus livros várias vezes e parei algumas vezes, sei que deveria ter escrito vários deles que sempre me vinham muito massivamente à mente, mas me deixei levar por várias questões e acabei perdendo alguns no meio da minha trajetória”.

“Especificamente esse, eu escrevi ao longo de 2022/2023, mas já vinha montando muitas ideias a respeito do que achava que deveria escrever e o que queria escrever, pelo tempo dedicado a escrita em si e a pensar o livro, eu creio que foi rápido para escrever, usei muitos conhecimentos já sedimentados em mim, e procurei acrescentar algumas coisas, mas a quase absoluta maioria do seu conteúdo eu já tinha dentro de mim e com a aceleração dos processos de destruição da Terra, isso fez um crescendo dentro de mim, e fui colocando para fora e escrevendo o que ia se estruturando de forma inteligível, para externar minhas preocupações e estímulo, aos que por ventura venham a ler, e que minhas palavras tragam algum significado, importância e impactos em suas vidas e na necessidade de mudança.

“Escrevi sozinho, uma amiga e a nora de um amigo fizeram um primeira revisão, a qual foi completada e refinada pela editora, mas todo o conteúdo do livro eu escrevi sozinho, não preciso falar que escrevi e reescrevi, li e reli dezenas, senão centenas de vezes os textos para chegar onde cheguei”.

Para Chico o livro traz uma sensação de realização: “A sensação é de realização, eu já havia publicado em duas participações, uma em um livro de coaching com vários coaches e cada um escrevendo um capítulo e outro que fizemos um trabalho em grupo para uma instituição espírita montando e publicando o currículo dela, além do que citei acima, publicado somente em e-book na Amazon, no caso específico deste é o primeiro de minha autoria e publicado impresso, além dos outros formatos, e isso tem um grande significado para quem está adentrando ao universo de escritor, com isso essa publicação se torna um marco em minha vida”.

“Como venho lutando já faz algum tempo para dar continuidade em um livro e concluí-lo, a sensação de concluir já ocorreu em dois deles, mas somente este foi impresso e com isso, como o pessoal de minha geração ainda tem o prazer de folhear, um livro a venda foi mais significativa do que em e-book somente”.  

“Tenho um amigo jurista, ele tem uns oito livros de uma área específica do direito publicados, e quando falei para ele que queria publicar meu livro ele me disse que eu estava me iludindo, achando que ia ganhar dinheiro publicando meu livro, e ainda citou que mesmo com oito livros e técnicos de direito (e ele é conhecido), os livros não trazem ganho algum para ele, o que eu achava que ia conseguir, e eu respondi para ele que se uma pessoa que ler o meu livro mudar de alguma forma sua forma de ser e agir ou que meu livro possa impactar a vida de alguém, já estarei realizado, isso é algo límpido e cristalino para mim, acho que temos que fazer as coisas com propósitos e para o bem maior, o bem comum, o bem da humanidade e do Universo e não só pensando em ganhar dinheiro ou ter fama e glória”.

“Claro que minhas expectativas, dentro de uma visão de mundo necessária, mudança para melhor de toda a humanidade e de tudo o que fazemos, do que gostaria que acontecesse, é que meu livro fosse lido por milhões de pessoas e que ele tenha impacto significativo nessas pessoas, e que, com isso, a humanidade mudasse e mudassem os rumos de nossa sobrevivência e da nossa evolução neste orbe maravilhoso e, por enquanto, único”.

“Sou humano e não poderia deixar de dizer que me realizaria se o livro impactasse em nossa história de forma contundente e decisiva, e óbvio, que eu pudesse viver com o conforto que gostaria, podendo isso ser fruto de suas vendas e ganhos”.

“Com certeza, apesar de que entendo já ter discorrido um tanto sobre o que seria esse recado nas perguntas anteriores, vamos a um recado, que sei será mais que um recado: Se cada um puder ler este livro de um ponto de vista muito aberto e livre e que possa buscar entender o que eu pretendi colocar nele, desde valores diversos e que rompem e ultrapassam barreiras religiosas, filosóficas e científicas, busquei colocar um entendimento da transdisciplinaridade que foge da academia e das cadeias que sempre acabam sendo colocadas em tudo, e expus o que eu sinto e entendo da transdisciplinaridade, buscando mostrar como tudo está interligado e intrinsecamente, interdependente, fazendo a unidade e totalidade de tudo, em suma, todos estamos ligados, e fazemos parte de tudo, por isso o respeito e a aceitação, entre outros valores que coloco, me parecem tão importantes”.

“Em suma o recado pode ser o seguinte: por favor, impacte o menos possível no mundo e faça a sua parte na manutenção da vida e deste lindo e surpreendente minúsculo, infinitesimal, grão de pó cósmico perdido na imensidão do Universo”.

“Olhe para si mesmo e olhe para o universo, olhe para a galáxia e analise quem você realmente é na dança da humanidade e na dança cósmica universal, quem são os outros, o que nos sustenta, para que a riqueza, a empáfia, a prepotência e arrogância, para onde levaremos cada uma cessas coisas materiais que angariaremos aqui e que valorizamos de forma absoluta, de que vale destruir o planeta para que eu e meus pares, os que  eu acho que merecem, vivam de forma nababesca e a continuidade do projeto Terra, dos que virão depois de nós, ou até mesmo poderemos ser alcançados pela destruição que nós mesmo fazemos”.

“Não precisa tecer considerações sobre Deus ou não e teus amores, quem vem depois de você como ficarão no bom e velho mundo pós-apocalíptico, um lugar destruído. Recado final e curto, façamos nossa parte de forma equilibrada, bela e justa e preparemos o mundo para os que virão depois de nós e não o destruamos e desgastemos de forma absoluta, para tirarmos o maior proveito possível e que nos agrade e somente a nós em todos os aspectos de nossas vidas materiais e o resto que se dane, não tenho nada a ver com isso”.

O livro “Evolução Humana: Mudança Radical ou Autoextinção” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

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Lucas Vasques e Fellipe R.Vasques lançam obra sobre o período da ditadura militar

O autor Lucas Vasques tem 60 anos e é jornalista e escritor. Atua no jornalismo há 39 anos, em inúmeros veículos de comunicação como rádio, assessoria de imprensa, jornal impresso e portal de notícias. Exerceu funções como repórter, redator, subeditor e editor e lança agora seu segundo livro, a obra “Sobrevivi ao Raul Soares: Memórias de uma época sombria”. O primeiro foi com entrevistas que realizou com personagens ao longo de sua trajetória profissional, cujo título é “Entrevistas: Visões de mundo”.

No livro, o autor aborda uma história, como encara o ofício de jornalista. Na obra, o autor reforça que o livro pode ser interpretado como uma ferramenta de divulgação de informações sobre uma época trágica da história brasileira: o período da ditadura militar (1964-1985).

Em entrevista ao Blog Autografia, Lucas conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Meu nome é Lucas Vasques, tenho 60 anos e sou jornalista e escritor. Atuo no jornalismo há 39 anos em inúmeros veículos de comunicação, como rádio, assessoria de imprensa, jornal impresso e portal de notícias”.

“Exerci funções como repórter, redator, subeditor e editor. Este é meu segundo livro. O primeiro foi com entrevistas que realizei com personagens ao longo de minha trajetória profissional, cujo título é ‘Entrevistas: Visões de mundo’”.

“O livro conta uma história, como encaro o ofício de jornalista. Pode ser interpretado como uma ferramenta de divulgação de informações sobre uma época trágica da história brasileira: o período da ditadura militar (1964-1985)”.

“Além disso, tem como objetivo contar parte relevante da trajetória da Osmar Alves de Campos Golegã, durante os meses em que ficou preso no navio-prisão Raul Soares, em Santos (SP). Ele revela um pouco do sofrimento que passou na embarcação, convivendo com constantes ameaças e torturas”.

“Não se trata de biografia, mas de uma entrevista com Osmar, aos 89 anos, e seu filho Alcino Antonio Campos Golegã, em setembro de 2022. O livro é dividido entre a descrição do momento político da época (início da década de 1960) e o relato de Osmar, com passagens bem fortes em relação ao que ele sofreu e observou no navio-prisão”.

A inspiração para Lucas escrever o livro veio do pai de um amigo: “Houve alguns elementos de inspiração, principalmente contar essa trajetória rica e ao mesmo tempo trágica. Outro fator foi que o personagem principal da obra é pai de um amigo, o que me aproxima ainda mais da história”.

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “O processo foi intenso, a partir da entrevista com Osmar. Como escrevemos a quatro mãos, eu e meu filho, dividimos o trabalho, o que foi extremamente gratificante e deixou a empreitada mais intensa ainda, principalmente sob o aspecto emocional”.

Para Lucas, o livro traz a melhor sensação possível: “A sensação é a melhor possível, por transmitir aos leitores um pedaço da história do Brasil ainda pouco conhecido. Além disso, foi um prazer e um privilégio assumir um projeto junto com meu filho. As expectativas são de atingir cada vez mais leitores e servir de ponte entre a história e as pessoas”.

“O recado que gostaria de deixar é para que os leitores procurem sempre descobrir novas facetas da história do país, porque, seguramente, há dezenas de fatos e acontecimentos que ajudaram a formar o Brasil, que, infelizmente, ainda não se ensinam nas escolas”.

O livro “Sobrevivi ao Raul Soares: Memórias de uma época sombria” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Jovelina Dantas lança obra sobre superar dificuldades observando a natureza 

A autora Jovelina Dantas começou como concurseira, galgando pequenos cargos municipais, posteriormente, servidora pública estadual, é, também, dona de casa e mãe e agora lança a obra “No quintal da minha mente”.

No livro, a autora aborda  que passou por uma situação de “fundo do poço” e encontrou no seu quintal o modo de superar essa dificuldade, observando a natureza. 

Na obra, a autora reforça que meteu a mão na terra: limpou, plantou, cultivou e colheu um livro impressionante que veio de livros, filmes e da sua própria experiência em lidar com seus erros e equívocos.

Em entrevista ao Blog Autografia, Jovelina conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Primeiramente, dona de casa e mãe, mas, logo, vieram as preocupações em como sustentar minha filha, que tem sido a manivela que tem feito minha vida se movimentar”.

“Comecei como concurseira, galgando pequenos cargos municipais, posteriormente, servidora pública estadual. Contudo, sentia uma chama em meu interior, que não sabia determinar seu sentido. Vieram algumas situações difíceis na vida, as quais me deram a ideia de escrever”.

“Acordava às 4 horas da manhã, horário em que ia treinar numa academia da cidade. Surgiram as primeiras ideias. Então, o primeiro livro nasceu: ‘Life: A vida e suas nuances’, um conto que foi publicado pela editora Autografia”.

“Vieram ideias de livros infantis, como: ‘Apolônio: Uma lição de vida’ e ‘Meu nome é Juca’, livros infantis que foram publicados apenas como livro digital, na Amazon. Em 2020, a ideia de mais um livro, agora, uma autobiografia, de experiências pelas quais passei, um livro de autoajuda”.

“Em 2022, brotou mais uma ideia. ‘O monstro que eu alimento’, livro que aborda assuntos muito comuns hoje, infelizmente: ansiedade e depressão, em andamento pela editora Autografia”. 

“Bem, sou suspeita para falar sobre, mas vamos lá. Escrevi o livro “No quintal da minha mente” em apenas 45 dias, pois as ideias vieram numa fluidez incrível. Considero meu livro um presente, um lembrete para mim, da forma como devo levar a vida; sobre plantação e colheita; acerca de como sou responsável por minhas escolhas e de que a vida deve ser leve e linda, e, não, um fardo. Apenas uma palavra para isso: abençoada”.

A inspiração para Jovelina escrever o livro veio de livros, filmes e da sua própria experiência em lidar com seus erros e equívocos: “Passei por uma situação de “fundo do poço” e encontrei no meu quintal o modo superar essa dificuldade, observando a natureza”.

“Assim, meti a mão na terra: limpei, plantei, cultivei e colhi um livro impressionante que me veio de livros, filmes e da minha própria experiência em lidar com meus erros e equívocos”.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “A ideia surgia como magia, sentei e escrevi muito rápido. Levou 45 dias, pois tive que ajustar minhas ideias e experiências aos livros e a tudo que já tinha visto até ali. O processo foi muito tranquilo e, com certeza, as ideias nasceram de um ‘Ser Maior’, pois até eu me surpreendi com o resultado”.

Para Jovelina o livro traz uma sensação indescritível de saber que é capaz de fazer uma obra assim e que é capaz de conquistar todos os seus anseios e desejos: “Meu sonho de ser escritora brotou e é uma sensação indescriptível saber que é sou capaz de fazer uma obra assim”.

Não seria uma questão de ser minha obra, mas de ver algo nascer da minha mente, a qual sempre me disse que eu não era capaz, contudo agora me faz acreditar que sou capaz de conquistar todos os meus anseios e desejos, despertando em mim um desejo muito grande de viver e de ajudar outras pessoas para que encontrem esse desejo também”.

“Sim, o recado de que somos todos poderosos e que somos tão capazes, mas que esse poder e essa capacidade seja para que tenhamos e venhamos a imaginar/criar um mundo melhor, como diz a música de Jonh Lennon, Imagine:

Deixo um trechinho dela para quem na conhece.

Imagine todas as pessoas

Imagine all the people

Vivendo a vida em paz

Living life in peace

Você pode dizer que sou um sonhador

You may say I’m a dreamer

Mas eu não sou o único

But I’m not the only one

Eu espero que algum dia você se junte a nós

I hope someday you’ll join us

E o mundo será um só

And the world will be as one”

O livro “No quintal da minha mente” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Sammaria Bahia lança “Eu sou Deus”

O autor Sammaria Bahia, dedicou 45 anos de sua vida, estudando e pesquisando, de uma forma muito especial sobre a vida, costumes e origem do povo judeu, alienígenas, todo planeta Terra e todo o universo.

Na obra, o autor aborda e reforça que temos hoje uma deficiência insana: política, científica e mais ainda religiosa, quando sabemos que a fome, a miséria, a má distribuição de renda e moradia aos refugiados, dependem só e, exclusivamente, dos pastores em todo o mundo. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Sammaria Bahia conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Dediquei 45 anos de minha vida estudando e pesquisando, de uma forma muito especial, sobre a vida, costumes e origem do povo judeu, alienígenas, todo planeta Terra e todo o universo”.

“Temos hoje uma deficiência insana: política, científica e mais ainda religiosa, quando sabemos que a fome, a miséria, a má distribuição de renda e moradia aos refugiados, dependem só e, exclusivamente, dos pastores em todo o mundo. Enfaticamente, como você está observando, este é como o livro se divide”.

As inspirações para Sammmaria Bahia escrever o livro foram as Escrituras Sagradas, mortandade, discriminações e o insano semitismo aos judeus: “Além da inspiração nas Sagradas Escrituras, me intrigava muito o fato da mortandade, das discriminações e o insano semitismo aos judeus, como se ao olhos do mundo, isso fosse um acontecimento natural e não interessasse a humanidade”.

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Pela minha experiência de 45 anos focado na experiência alienígena de vida celestial dos judeus! E, até porque, tenho poucos amigos para falar desse assunto! A estruturação dessa obra é toda minha”.

Para Sammaria Bahia o livro traz a sensação inestimável como se tivesse ganhado o prêmio máximo da loteria: “Minha sensação é inestimável, é como ter acertado o prêmio máximo da loteria, é tudo como eu pensei e o que deveria ser, que esta obra faça as pessoas entenderem: o ponto de equilíbrio delas está em ter uma mente sã, para discernirem o que estão vendo, no que estão lendo”.

“Não se desesperem, o nosso planeta Terra tem uma administração celestial que independe do egocentrismo dos que tem poderes sobre nós! Não se atemorizem, porque ainda temos 1000 anos de paz e tranquilidade com a vida que sempre sonhamos”.

O livro “Eu sou Deus” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui