Poesias curtas e reflexivas sobre a sociedade viram livro

O autor Luiz Carlos Zanardo lança “Poesia acalma, atiça e grita”, uma coletânea de curtas e pequenas poesias, mas, ao mesmo tempo, grandes em reflexões e provocações ao leitor. A obra é um convite a se refletir sobre o que acontece no mundo, na sociedade, na política, no meio ambiente, na cultura e na educação, através de textos rápidos, mas repletos de propostas poéticas.

Em entrevista ao Blog Autografia, Luiz, formado técnico em contabilidade, em Administração de Empresa, com MBA em Gestão de Pessoas e MBA em Gestão de Marketing, conta mais sobre sua trajetória: “Minha vida foi sempre uma grande luta, comecei a trabalhar muito cedo na lavoura, por volta dos oito anos, ajudava meu pai na marcenaria que ele trabalhava, e comecei a trabalhar no comercio e no rádio posteriormente. Aos 18 anos, iniciei minha carreira bancária e voltei com os estudos interrompidos 25 anos depois, quando terminei a faculdade, pós e tudo mais. Dentro daquela perspectiva de humildade familiar, estou convicto de que sou um combatente, um eterno aprendiz e vencedor”.

Segundo o autor, a obra traz a concepção de mundo que ele enxerga neste momento: “Coloco temas atuais da miséria que vivemos, seja ela econômica, política, cultural, social, artística, criticando, colocando o dedo na ferida  da indignidade, do obscurantismo, da violência gratuita que todos os viventes estão inseridos, principalmente os menos favorecidos e as minorias, arriscando pelo menos um debate neste tempo polarizado”, relata.

A inspiração para Luiz produzir o livro veio a partir da pandemia do Coronavírus, quando se viu isolado: “A pandemia trouxe consequências de solidão, angústia, tristeza, ansiedade e pude constatar com maior ênfase que vivemos um verdadeiro refluxo do tempo e do espaço. Fiz uma coleta dos meus escritos, acrescentei, tirei, escrevi outros e o resultado está aí. Espero contribuir para reflexão de nossa vida contemporânea. Foi também a maneira que escolhi de enfrentar a crise exposta”, relata.

Para o autor, publicar o livro traz uma sensação de felicidade e de dever cumprido, de propósito realizado: “Nenhum um homem encerra-se nele próprio. Não somos uma ilha, viemos para este mundo porque temos uma incumbência, a minha neste momento é retratar o cotidiano e o combustível principal é a crítica social. Espero contribuir com a descrição às vezes factual, outras irônicas da realidade”. A obra “Poesia acalma, atiça e grita” está à venda em nossa loja online, adquira o seu exemplar clicando aqui.

 

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