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Gilvan Fernandes lança obra sobre a institucionalização do biscate

O autor Gilvan Fernandes é advogado e agora lança a obra “A institucionalização do biscate”. No livro, Gilvan aborda o ponto central do tema, mas antes de adentrar na conceituação técnica, traz um conteúdo histórico preliminar, necessário à uma compreensão geral e fácil, mesmo para os leitores que não são da área jurídica. Na obra, o autor reforça que há uma nova modalidade de contrato, o Contrato Intermitente, oriundo da Lei n.13.467/2017 (Reforma Trabalhista), numa ótica conexa com a realidade atual.

Em entrevista ao Blog Autografia, Gilvan conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “A minha trajetória pessoal e profissional até aqui foi construída com força de vontade e muito trabalho. O exercício da advocacia é um sacerdócio, exige dedicação e estudo contínuo”.

“Do ponto de vista para os leitores o livro é dividido em considerações iniciais que abordam o ponto central do tema, mas antes de adentrar na conceituação técnica, traz um conteúdo histórico preliminar, necessário à uma compreensão geral e fácil, mesmo para os leitores que não são da área jurídica”, diz.

“O livro aborda uma nova modalidade de contrato, qual seja, o Contrato Intermitente, oriundo da Lei n.13.467/2017 (Reforma Trabalhista), numa ótica conexa com a realidade atual”, completa o autor.

A inspiração para Gilvan escrever o livro veio de outros autores de renome que costuma ter em sua biblioteca, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “O processo de inspiração para escrever a obra adveio de outros autores de renome, a exemplo da Dra. Vólia Bonfim Cassar; Maurício Godinho Delgado, dentre outros que costumo ter em minha biblioteca”.

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O processo de escrita foi sozinho, pesquisando sobre o tema, seus pontos positivos e negativos dentro da seara jurídica trabalhista.”

Para Gilvan, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “ A sensação de estar publicando essa obra é muito boa. Minhas expectativas são as melhores possíveis, considerando que o assunto em voga é recente e é preciso um estudo mais dedicado sobre a matéria, tanto por estudantes como por operadores do Direito.”

“O recado que deixo aos queridos leitores é que precisamos praticar sempre o hábito da leitura, estudando continuadamente, objetivando construir um país melhor através da educação e do conhecimento.”, finaliza.

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Flávia Martins e Gláucia Vilhena lançam obra sobre desenvolvimento sensorial

As autoras Flávia Martins e Gláucia Vilhena lançam a obra “O sucesso é sensorial”. No livro, Flávia e Gláucia oferecem para os leitores a oportunidade de desenvolverem a sensibilidade e entenderem nossas conexões com o Universo e com todos a nossa volta, além da ideia de abordar o nosso desenvolvimento sensorial.

Na obra, as autoras reforçam sobre o gerenciamento dos pensamentos e sentimentos para alcançar o equilíbrio das emoções e energias até chegarmos às realizações pessoais e a importância do legado.

Em entrevista ao Blog Autografia, Flávia e Gláucia contam mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “A trajetória pessoal e profissional foi bastante árdua. Depois de atuar em área jurídica e empresarial veio a descoberta de um desejo enorme de escrever baseado em conhecimento, vivências e muita intuição”.

“ A obra se chama ‘O sucesso é sensorial’, o objetivo é oferecer para os leitores a oportunidade de desenvolverem a sensibilidade e entenderem nossas conexões com o Universo e com todos a nossa volta”, afirmam.

“O livro é dividido em 12 capítulos que abordam o nosso desenvolvimento sensorial  passando pelo Método GPS-E que ensina o gerenciamento dos pensamentos e sentimentos para alcançar o equilíbrio das emoções e energias até chegarmos às realizações pessoais e a importância do legado”, completam as autoras.

A inspiração para Flávia e Gláucia escreverem o livro veio de experiências vividas e muita intuição, muito pautada na vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Está obra é resultado puro de experiências vividas e muita intuição. A maior inspiração é poder oferecer às pessoas condições de se autoconhecerem e transformarem positivamente suas vidas”.

Para Flávia e Gláucia, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação de estar publicando esta obra é de grande realização pessoal e acima de tudo gratidão. As expectativas são as melhores já que o intuito é de ajudar e beneficiar a vida das pessoas para que elas sejam muito mais felizes”.

“Quando temos o prazer pela leitura e a chance de nos depararmos com uma obra especial que nos traz crescimento, evolução e nos dá condições de refletirmos e até tomarmos decisões melhores que vão nos fazer bem e vão também beneficiar a vida das pessoas, temos que agarrar está preciosa oportunidade e entender que nada é por acaso, por isto, oferecemos esta obra para transformar suas vidas de forma plena”, finalizam.

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Adriana Zwiernik lança o romance Poderia ter sido antes

A autora Adriana Zwiernik lança a obra “Poderia ter sido antes”. No livro, Adriana traz à tona um romance leve, gostoso de ler, recheado de acontecimentos, assim como é a vida, além de abordar assuntos como amizade, traumas, sofrimento, desafios, confiança e superação. Na obra, a autora reforça sobre os sentimentos que cada situação traz. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Adriana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Quero agradecer a oportunidade e o espaço para falar de mim e da minha obra. A minha trajetória pessoal é um pouco diferente das pessoas que fizeram e fazem parte da minha vida”.

“Sou filha de mãe solo, que, com poucos recursos financeiros, precisou deixar-me aos cuidados de minha avó e mais tarde dos meus tios. Com 16 anos comecei a namorar meu marido, o Alexandre. Casamos e construímos uma família linda, com 2 filhas e, no momento, 4 cachorros”, conta.

“Amo estudar! Estudaria sempre. Eu sou formada em administração de empresas, mas mesmo conseguindo o emprego dos sonhos de várias pessoas (trabalhava em uma multinacional), não era o meu emprego dos sonhos. Meu sonho era ser professora”, relata.

“E fui. Fiz magistério aos 26 anos de idade. Muitos acharam loucura. Eu tinha terminado uma faculdade e estava fazendo magistério? Mas quem precisava me apoiar me apoiou e, ainda com 26 anos, comecei a dar aula e nunca mais parei! ”, completa a autora.

A inspiração para Adriana escrever o livro veio de uma manhã, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Não sei explicar. Por se tratar da minha primeira obra – não sei se isso acontece com todos os escritores, acordei numa manhã com a história toda desenhada na cabeça, como um filme. Eu sabia desde o primeiro dia como seria o início, o meio e o fim da narrativa”.

Para Adriana, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Não sei se é por nunca ter tido o sonho de ser escritora (apesar de ser uma ávida leitora), que parece surreal o que estou vivendo. Ainda assim, estou aproveitando cada fase”.

“É um friozinho na barriga a cada nova etapa do processo de publicação. Espero que muitas pessoas possam ter acesso à minha obra. O livro é muito interessante e a história é envolvente demais. Queridos leitores, muito obrigada pela oportunidade de apresentar meus personagens para vocês”, afirma

“A história é linda, com personagens reais, daqueles que poderiam ser tu, teus parentes ou amigos. Espero que gostem da leitura e que cada página lida seja uma grata surpresa”, finaliza.

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Com 35 anos de experiência, autor lança livro sobre bastidores do mercado imobiliário

O autor Marcelo José Lomba Valença, mestre em financiamento imobiliário e desenvolvimento urbano pela Northwestern University de Chicago, IL, Estados Unidos, lança a obra “Desenvolvimento, comércio e financiamento imobiliário estruturado”.

No livro, ele aborda a história de projetos imobiliários icônicos desenvolvidos, comercializados e financiados nos últimos 30 anos, com o passo a passo de como tudo foi feito, além das lições que a Indústria Imobiliária aprendeu com a pandemia da Covid-19.

Em entrevista à Revista Autografia, Marcelo conta mais sobre sua trajetória profissional até aqui: “Voltei para o Brasil no começo da década de 2000, montei meu primeiro escritório, o ABV, que era uma boutique especializada em desenvolvimento, financiamento e comércio imobiliário.

Houve a fusão do ABV com o Aidar-SBZ, que hoje é o ASBZ, e meu último caso foi em 2020, depois saí e hoje atuo como empresário do setor imobiliário, com investimentos pontuais e me intitulo um psiquiatra imobiliário para os meus clientes que presto consultoria.”

“O livro é simples, direto e objetivo. Para os leigos na área de desenvolvimento, financiamento e comércio imobiliário, literalmente conto como se concebe o prédio onde o leitor mora, só que de trás para frente. Ou seja, de quando a pessoa é convidada para a festa de lançamento de um empreendimento imobiliário, eu conto quais foram os estágios que o incorporador do projeto passou para chegar no momento desta festa. Para os profissionais que atuam no mercado imobiliário, a narrativa do livro é no sentido de seguir o que está posto”, explica Marcelo.


O autor explica ainda que Desenvolvimento, comércio e financiamento imobiliário estruturado é dividido em quatro capítulos introdutórios, em forma de narrativas sobre o que é desenvolvimento, ou seja, o que é a construção; o que é financiamento; o que é comercialização; e como tudo isso pode ser feito de maneira estruturada: “Uma vez ancorados esses temas, eu ilustro a dinâmica de como funciona isso tudo junto a casos concretos em que atuei.

Acho que é a primeira obra consolidando os efeitos da pandemia de Covid-19 nos contratos imobiliários. Tudo isso ilustrado com fotos dos empreendimentos e notas explicativas sobre assuntos que gravitam o tema de cada capítulo”, compartilha o autor.


A inspiração para Marcelo produzir o livro veio da falta de informação sobre o histórico dos empreendimentos imobiliários sob uma ótica não exclusivamente arquitetônica: “E também é uma homenagem a todos os incorporadores imobiliários, que são os maestros de todos os processos ora mencionados”, completa.


Para finalizar, o autor relata como se sente trazendo seu livro ao público: “A sensação de publicar é a mesma do estado de espírito de quem escuta a canção ‘Non, je ne regrette rien’, interpretada por Edith Piaf. Os planos agora são de divulgar o livro e inseri-lo no universo de formação dos profissionais que atuam na área.

Detalhe: é um livro que também considera aspectos legais dos empreendimentos, mas é principalmente um manual para quem quer comprar ou alugar um imóvel, e é um livro para que os jovens profissionais da área se inspirem no sentido de ‘andar pela rua’ e ver casinhas, construções abandonadas, problemas mal resolvidos, necessidades não sanadas e oportunidades inexploradas pelo senso comum para incorporá-los, resolvê-los, atendê-los e usufruí-los.”

Jornalista lança obra sobre projeção da realidade espiritual

A autora Juliana Moura é jornalista, terapeuta voluntária, pós-graduada em Psicologia Transpessoal, formada em Relações Públicas, ama dançar e lança a obra “Você não existe”. No livro, Juliana traz relatos profundos sobre seus momentos de mergulho no autoconhecimento para um novo despertar, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Juliana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Desde pequena tenho um profundo interesse pelos mistérios ocultos que guiam a inteligência divina. Entender o universo sempre foi meu grande objetivo. A pobreza e a dor alheia sempre me incomodaram e eu não conseguia entender a razão de tanta desigualdade e injustiça neste mundo que é tão rico e abundante”.

“Acredito que sempre tive uma alma filosófica. Sou formada em Jornalismo e Relações Públicas, atuei na área por alguns anos. Porém, alguns anos depois, surgiu uma inquietação interior que acabou me levando a praticar trabalho voluntário. Desde 2013 sou terapeuta voluntária na ONG Terapeutas Sem Fronteiras”, relata.

“Desde então passei a estudar sobre a alma e essência humana. Fiz pós-graduação em Psicologia Transpessoal (aborda além da mente e corpo, a alma), fiz vários cursos no exterior, estudei radiestesia, reiki, florais etc. E tive experiências espirituais que possibilitaram compreender a dinâmica que existe entre o mundo oculto e a matéria, ou seja, um novo paradigma sobre a nossa existência. Inclusive é sobre isto que o livro fala”, completa a autora. 

“A obra Você não existe visa libertar o ser humano das mentiras que o aprisionam por séculos. Além disso, busca instigar a reflexão e o autoconhecimento e assim promover uma revolução de consciência. Este livro busca fazer com que o leitor comece a olhar para dentro, e através desse processo interior, consiga encontrar as verdadeiras respostas sobre a vida e tudo mais que tange à existência. O que é real? Os cinco sentidos são confiáveis? Quem somos? Qual o sentido da vida? São apenas algumas das perguntas que sustentam o esqueleto do livro”, afirma a autora. 

A inspiração para Juliana escrever o livro veio de uma intuição espiritual, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Esta obra nasceu de um acordo que havia feito com o universo em 2010. Se recebesse de presente um caderno (não poderia ser bloco de anotação e nem agenda, mas sim um típico caderno com espiral) eu deveria escrever um livro, o que aconteceu em 2019.

“Neste ano eu comecei a escrever o livro. O processo de escrita do livro demorou 9 meses, igual o período de uma gestação. O livro fez eu encarar os próprios medos e crenças limitantes. Foi uma experiência pessoal  transformadora”, conta. 

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O processo de escrita durou 9 meses. Foi um período intenso de produção. Passava madrugadas escrevendo. Escrevi o livro totalmente sozinha com a inspiração divina “soprando“ muitas vezes as palavras e assuntos. Acordava no meio da noite para anotar os insights que surgiam tempestivamente. Foi um momento que fiquei praticamente reclusa”. 

Para Juliana, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação de escrever este livro é de missão cumprida. Espero que este livro seja um agente transformador elevando a consciência dos leitores e inspirando-os melhor a fim de construirmos um mundo muito mais justo e harmônico”. 

“O recado principal para o leitor está contida no próprio título da obra: Você não existe. Frase dita por Jesus Cristo para mim numa das minha experiências espirituais, ou seja, a realidade como conhecemos hoje é na verdade apenas um simulador de experiências e vivências a fim de promover a consciência (processo de aprendizagem)”, conta.

“Somos seres espirituais (consciência em evolução), num veículo (corpo físico) que, através dos dramas e das tramas desenvolvidas pelas experiências humanas, capta pelos cinco sentidos, sensações e percepções ( energia) que são validadas pela mente como real, mas na verdade, é uma ilusão, apenas uma simulação para que possamos sentir, aprender e viver o que significa alegria, tristeza, dor, harmonia etc.”, afirma.

“A matéria é reflexo do mundo espiritual, assim como uma imagem refletida no espelho; ou seja, o criador da existência é o mundo espiritual. A matéria é apenas reflexo, por isso, hoje o mundo tem tanta pobreza, dor, sofrimento, violência etc.; pois, assim é, ou melhor, está a consciência humana”, relata.

“Precisamos mudar nossa consciência se quisermos ver e viver num mundo melhor. A mudança só acontece se mudarmos a informação (plano espiritual – consciência  – informação transmitida por energia). A matéria é produto da condensação desta energia. Vivemos num sistema energético regido por leis cósmicas e por uma inteligência que está além da lógica da nossa razão”, completa.

“O mundo espiritual deve ser sentido e vivido para ser compreendido, o que só é possível à medida que cultivamos a presença íntima, o olhar para dentro, a meditação. A liberdade está dentro de nós. Que cada um conquiste sua carta de alforria e se liberte das mentiras contadas ao longo dos séculos pela história religiosa, política, econômica, social e etc.”, finaliza.

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Antonina Buriti lança obra sobre jornada em busca do autoconhecimento

A autora Antonina Buriti é consteladora sistêmica, reikiana, leitora de aura e lança a obra “Jornada do despertar”. No livro, Antonina traz relatos profundos sobre seus momentos de mergulho no autoconhecimento para um novo despertar, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Antonina conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou Engenheira de Telecomunicações, com 2 MBA’s em Planejamento Estratégico e Gestão de Negócios. Me formei em 2020 em Direito, fui executiva com quase 30 anos em empresas familiares e multinacionais, empresária, consteladora sistêmica, reikiana, leitora de aura, mãe de um casal de filhos e agora escritora.”

A inspiração para Antonina escrever o livro veio de uma intuição espiritual, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “A inspiração iniciou após um retiro espiritual para aprender a ler aura. Eu engenheira capricorniana, mesmo sendo kardecista o ceticismo prevalecia.”

Para Antonina, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “São várias! A de dever cumprido! A de fechamento de um ciclo e o início de um novo. Na véspera do lançamento na Bienal do Rio tive muito medo da exposição e da vulnerabilidade.”

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Ernani Amaral lança obra sobre assuntos atuais

O autor Ernani Amaral é apaixonado por literatura e lança a obra “Máscara do Esquecimento”. No livro, Ernani traz relatos profundos sobre momentos atuais, além de outros momentos dificultosos da vida. Na obra, o autor reforça sobre temas como bullying, invasão de privacidade, crimes na Internet, fraudes, drogas, ética, política e campanhas eleitorais.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ernani conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou mineiro morando atualmente em Brasília. Minha carreira profissional foi praticamente toda na área de Tecnologia da Informação, mas sempre me interessei por literatura. Já participei de vários cursos e seminários de um instituto do Rio de Janeiro dedicado à literatura.”

“O livro narra as tentativas de um candidato a deputado de manter em segredo erros e desvios cometidos no passado (a tal “máscara do esquecimento”) a fim de não prejudicar sua campanha. É dividido em quatro partes correspondentes às diferentes fases da vida do protagonista. O livro aborda assuntos atuais como bullying, invasão de privacidade, crimes na Internet, fraudes, drogas, ética, política e campanhas eleitorais”, completa o autor.

A inspiração para Ernani escrever o livro veio de um curso de marketing político que fez, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Em um curso de Marketing Político que fiz há alguns anos, o instrutor (que é marqueteiro político) mostrou como os candidatos são capazes de tudo para esconder erros do passado. Quis escrever um livro (de ficção) retratando essa situação no Brasil”, relata o autor.

O autor ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Escrevi o livro sozinho. Quando terminei enviei uma versão compacta para amigos e familiares para avaliação. Com base nas críticas e sugestões recebidas fiz diversos ajustes. O processo todo levou dois anos.”

Para Anthony, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Não é fácil escrever um livro. Exige esforço, dedicação e criatividade. Vê-lo publicado é gratificante. Espero que o livro ajude as pessoas a entender melhor o comportamento dos políticos e a não se deixar enganar por suas máscaras. O livro trata de assuntos sérios, porém tentei não ser chato. Espero que os leitores curtam bastante…”, finaliza.

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Adriana Pires lança poesias voltadas a pessoas que tem pressa

A autora Adriana Pires é médica especializada em oncologia, professora doutora, esposa e acima de tudo mãe de duas filhas e lança a obra “Poesia para mães cansadas”. No livro, Adriana traz relatos profundos sobre um livro de poesias voltado a pessoas que tem pressa, além de outros momentos dificultosos da vida. Na obra, a autora reforça que há pessoas que não tem tempo, que sempre estão cansadas e que podem não perceber que mesmo nesse cansaço, há muita poesia a viver e ser.

Em entrevista ao Blog Autografia, Adriana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou esposa e mãe de duas meninas, Júlia e Isadora. Ser mãe é uma doce tarefa cheia de desafios, muitas vezes nada glamourosos. Sou também mãe da minha própria mãe que hoje é como um bebê que exige muitos cuidados.”

“Ter uma mãe com Alzheimer também me trouxe um aprendizado além de todos os livros que já li. Quando criança e adolescente eu amava escrever poesias, desde muitas primeiras escritas eu já tinha interesse em rimas e versos. Após entrar na faculdade de medicina, e durante minha trajetória médica que já tem 20 anos de formação, passei a me dedicar aos estudos e a meus pacientes.”

“Fiz oncologia, segui com doutorado, leciono em uma faculdade de medicina e passei a me dedicar também a ensinar e praticar a empatia e a compaixão. Durante a pandemia, tive que me reinventar como a maioria das pessoas e de repente fui despertada por um presente de um aluno com uma poesia.”

“Retornei à minha infância e em 2021 passei a escrever poesias, motivadas pela maternidade, meus desafios como médica, professora, minhas experiências doces e amargas de viver”.

“Trata-se de um livro de poesias voltado a pessoas que tem pressa. Pessoas que não tem tempo, que sempre estão cansadas e que podem não perceber que mesmo nesse cansaço, há muita poesia a viver e ser. São três partes divididas em parte um – toda mãe sente algum cansaço, parte dois – Olhe para dentro e parte três – liberte-se.”

“A primeira parte é sobre a correria da vida e as pequenas alegrias que muitas vezes passam sem ser percebidas. A segunda é sobre nos enxergar como seres maravilhosamente imperfeitos. E por fim, a libertação de tudo que pode podar a vida de uma mãe”, completa a autora.

A inspiração para Adriana escrever o livro veio de muitas mães cansadas como ela, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Caminhando pelo lindo campus da Universidade de Fortaleza, cercada de muita natureza e lindas obras de arte, eu estava exausta e apressada como sempre.”

“De repente parei para tomar fôlego e percebi como a poesia estava presente nesse emaranhado de sentimentos que juntavam meu cansaço, a natureza, as estátuas me observando e a quantidade de coisas que eu ainda tinha de fazer nas próximas quatro a cinco horas desse mesmo dia.”

“Pensei nas muitas mães cansadas como eu e então vieram os primeiros versos, que tive que gravar andando, em um áudio para mim mesma. Sentei no carro e escrevi poesias para mães cansadas no grupo de WhatsApp que tenho comigo mesma. Então, eu Adriana cansada e eu Adriana poeta, batemos um papo sobre juntar-nos nessa empreitada”, relata a autora.

A autora ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Os temas vieram surgindo pouco a pouco, diante de todas as coisas que eu passei. Há frases inocentes da minha caçula, a mente criativa e sensível da Júlia, as alegrias de cuidar e ser amada pela minha família, as frustrações e confusões que uma mãe passa desde que acorda até o momento de colocar as crianças para dormir. Cada poesia foi nascendo e sendo escrita, muitas delas no meu grupo: eu e eu mesma, do celular.”

Para Adriana, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Tenho uma grande felicidade e realização com essa obra. Desejo que seja lido por todas as mães cansadas como eu e que elas e eles (pais também) alegrem-se e orgulhem-se de quem são.” 

“Ser cansado não é defeito e nem incapacidade. Sei o quanto gera frustração muitas vezes não atender tantas expectativas internas e externas, contudo a poesia nasce do amor cansado e até derrotado, mas que levanta no dia seguinte e faz a vida acontecer. Viva o cansaço de viver! Seja a poesia que só o cansaço pode trazer”, finaliza.

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Autor lança narrativas intensas tratando de problemáticas universais

O autor Djalma Braga Frattini sempre esteve imerso no mundo da literatura, foi dramaturgo, ator, diretor, professor de teatro e hoje lança a obra “Bofetada e êxtase”. No livro, Djalma escreve sobre a violência urbana, sobre a solidão, sobre os defeitos de caráter de uma gama generosa de personagens arquetípicas, sempre com simplicidade e com uma cumplicidade que não admite julgamentos precipitados.

Em entrevista ao Blog Autografia, Djalma conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Minha trajetória pessoal e profissional é um tanto quanto longeva. Sou graduado pela FEBASP em Belas Artes e especializado em F.E.C.A (FUNDAMENTOS ESTRUTURAIS DA COMPOSIÇÃO ARTÍSTICA) desde 1987, faz 35 anos, bastante tempo.

“Estreei como dramaturgo em 1987 com a montagem profissional de “FRAY”, peça de minha autoria, levada pelo Grupo Boi de Mamão para vários países da Europa e para a Austrália.”

“Minha história no teatro é bem abrangente: sou autor de seis peças montadas profissionalmente; fui diretor e ator; trabalhei como professor de teatro e FECA em muitas universidades (até na CAL do Rio de Janeiro e na Oficina Cultural Oswald de Andrade em São Paulo); fui assistente de direção de Sérgio Britto; Antunes Filho; dividi encenações com Myriam Muniz e Luís Otávio Burnier; entre os anos 1990 e 2000 estive muito ligado ao teatro.”

“Em 2019, já aposentado de palcos e salas de aula, resolvi me dedicar inteiramente à Literatura. Minha primeira publicação fora da dramaturgia foi para a coletânea de contos sobre luto e morte “ABRAÇOS AUSENTES” (ed. Letraria, 2020). Também escrevo para algumas revistas digitais e sou resenhista. Então, faz 35 anos que lido com a palavra, uma luta hercúlea que não acabará tão cedo. É vocação…’

“ Em “BOFETADA E ÊXTASE” reuni 18 contos escritos entre 2019 e 2021. Narrativas intensas tratando de problemáticas universais. O leitor vai encontrar nos meus contos células teatrais definidas, os vestígios do dramaturgo: aquele encontro entre a tragédia e o grotesco das comédias; uma simbiose da qual não consigo fugir; além do suspense.”

“Sou um escritor preocupado com o entretenimento e com a coletividade: não gosto de chatices. Escrevo sobre a violência urbana, sobre a solidão, sobre os defeitos de caráter de uma gama generosa de personagens arquetípicas, sempre com simplicidade e com uma cumplicidade que não admite julgamentos precipitados. O mistério também está presente em “BOFETADA E ÊXTASE”, alguns contos frequentam o gênero policial de suspense psicológico, uma das minhas paixões.”

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Nunca participei de Oficinas de Escrita Criativa, não é ‘coisa’ do meu tempo. Estudei artes e estou longe do autodidatismo.”

“Emprego uma metodologia muito particular no momento de criar minhas narrativas: desenho um triângulo de escadas; na base as personagens vão subindo os degraus e enfrentando os conflitos; nas pontas estão seus interiores escondidos; o desfecho está na afiação dessa flecha; o lado mais amolado sempre é o do corte final.”

“Parece complicado, mas não é. “Bofetada e Êxtase” são 18 flechadas. Costumo pensar no tempo como um grande cozinheiro e na memória como o único ingrediente essencial de suas receitas, e, na verdade, aquilo que realmente cozinha na literatura é a solidão do escritor.”

A inspiração para Djalma escrever o livro não foi bem uma inspiração: “Inspiração para escrever? Não sei do que se trata. Escrever no meu caso sempre foi uma obrigação íntima. Observo. Estudo. Um gesto, uma atitude singular, um instante de susto pode resolver a construção da personagem e o desenvolvimento da narrativa.”

“Todos nós estamos passando por um trânsito terrível de perdas, sofrimentos e angústias inesgotáveis. A responsabilidade do artista é o grito, o espelho que reflete o contrário elevando a consciência crítica do leitor. É um trabalho duro, árduo, solitário e quase enlouquecedor. A tal obrigação íntima pode ser encarada como uma doença artística.”

Para Djalma, publicar o livro traz a sensação de missão cumprida: “Estou muito contente com a concretização da publicação de “BOFETADA E ÊXTASE”, é o meu primeiro livro de contos (solo: canto sozinho). A Editora Autografia me proporciona uma grande liberdade para encaminhar a produção gráfica com um grande artista convidado (Rogério Bessa Gonçalves) que compôs belíssimas ilustrações para os contos.”

“Pretendo publicar meu primeiro romance em breve, assim que “BOFETADA E ÊXTASE” estiver disponível para todos. Também vou publicar meu “Teatro Completo 1” reunindo cinco de minhas peças teatrais. Aos poucos vou esvaziar minhas gavetas. Preciso de espaço para o voo dos anjos esbofeteados.”

“Se tenho um recado para os leitores? É claro que tenho: não me deixe despencar pelo abismo; me leia, por favor. E divirta-se com as piadas do destino. Reflita sobre os erros e acertos desses homens e mulheres desavisados.”

“Sentimentos, sensações e emoções não são sinônimos, vamos cuidar dos valores essenciais para a paz em nossas vidas. “BOFETADA E ÊXTASE” foi escrito pensando na coletividade. É o esgoto e a nascente das nossas realidades.”

“Me dê a sua mão e vamos passear pelas emoções, pelas sensações e pelos sentimentos dos nossos semelhantes tão diferentes. E não esqueça nunca: leia; faça a diferença; escape.”

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Alessandra Silveira lança obra sobre força, fé e esperança

A autora Alessandra Silveira tem formação em tecnologia, negócios e gestão de projetos e lança a obra “Passaporte para a vida”. No livro, Alessandra traz relatos profundos sobre seus momentos de fé, força e esperança, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Alessandra conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro:” Sou natural do sul fluminense, Volta Redonda. Tenho formação em tecnologia, negócios e gestão de projetos. Saí da minha cidade com 23 anos e atualmente moro em SP, sou solteira, espírita, não tenho filhos,  mas sou cercada de sobrinhos e afilhados que adoro.

“Tenho uma sólida carreira profissional, prestando serviço para grandes empresas. Há 15 anos trabalho em telecomunicações, como gestora de projetos. Pessoalmente, sou uma viajante, mochileira, tenho paixão por conhecer lugares, no Brasil e no mundo, história, culturas, costumes diferentes, o que acho que enriqueceu muito muito minha vida.”

“Adoro realizar atividades de voluntariado e artes manuais. Em 2010, o câncer chegou a minha vida e me colocou diante de um dos meus maiores desafios que eu chamaria de uma grande viagem pelo processo e para dentro de mim mesma. Foi árduo, mas acredito ter saído mais fortalecida e mais consciente ainda das coisas em que eu acredito e de quem eu sou.”

“Gosto de pensar que é um livro sobre fé , força e esperança. Sobre a minha maneira de passar por momentos difíceis. Foi um mergulho em mim mesma com grandes reflexões internas, mas também uma reflexão acerca de todo o processo do tratamento do câncer e impactos dos anos posteriores de todos os envolvidos.”

“O ponto de vista de um paciente que de repente vê sua vida virada por tal acontecimento, que dá conselhos aos amigos, familiares, conhecidos em como abordar o tema, porque a verdade é que muitos não sabem nem o que dizer.”

“Então eu conto todo o meu processo de diagnóstico que foi difícil e doloroso, o processo cirúrgico e suas implicações, efeitos que isso teve na minha vida e no entorno, com histórias emotivas, engraçadas, às vezes chateadas, outra reflexivas, mas sempre com o olhar de quem vê a vida num conceito mais amplo e espiritualista.”

“Falo sobre o que eu aprendi sobre câncer de colorretal que não é muito divulgado e eu queria prestar esse serviço, porque se fala muito em outros tipos de câncer, mas não nesse, sendo um dos que são mais letais.”

“E então, falo sobre meu tratamento e minhas reflexões, sobre o processo e tudo o que eu passei e vi ao meu redor e o que se faz após isso, o que você faz enquanto espera cinco anos, dia após dia, esperando não ter outro câncer, romper esta barreira e ganhar a tão esperada alta e conto o meu plano criado para passar por tudo isso, o meu passaporte para a vida, com carimbos e tudo!”

“Um verdadeiro projeto com metas, tempo, entregas, reflexões necessárias, autoconhecimento porque é assim que a minha mente funciona, eu sou gestora de projetos. Falo da minha fé religiosa que foi meu esteio em tudo isso e norteou todo o meu posicionamento e concluo com uma reflexão sobre mim como ser humano e as ditas coincidências do universo que eu gosto de chamar de a mão de Deus dando uma organizadinha em alguns dos nosso processos de vida”, completa a autora.

A inspiração para Alessandra escrever o livro veio de uma intuição muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Eu escrevi essa obra pensando no tipo de texto que eu gostaria de ter encontrado e não encontrei quando eu passei pelo processo do câncer, na verdade, isso valeria para qualquer processo difícil que você possa enfrentar.”

“Algo com o qual eu me identificasse do ponto de vista de crenças de vida, religião, valores, um entorno familiar não tão funcional, questões internas a serem trabalhadas quando esse tipo de situação chega a nossa vida.”

“Eu quis falar também para aqueles que estão fora do dito padrão porque em muitos momentos da vida eu me vi fora do padrão de vida normal falando de vida familiar, vida afetiva, crenças, de quem estava à minha volta e isso nos faz solitários, às vezes, por não encontrarmos identificação.”

“Eu penso muito nas minorias sejam quais forem. E é com esse olhar, analisando não só a si, mas também o entorno, todas as ações e reações vividas nesse processo, desde o diagnóstico passando por cirurgia, tratamento e os famosos cinco anos de espera pela alta”.

“Acho que propositalmente eu parei mesmo para recolher meus escritos, organizar as ideias e escrever mesmo o texto que virou esse livro um bom tempo depois quando eu me senti preparada para fazê-lo”, relata a autora.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Um árduo trabalho solitário e reflexivo porque envolve resgatar coisas escritas durante e depois, reviver fatos, revisitar memórias uma e outra vez, ressignificar algumas coisas, tirar conclusões e deixar ir, foi como fechar um capítulo da minha história.”

“Tive ajuda de amigos ao final para ler e me dizer o que achavam e minha afilhada, então estudante de jornalismo, hoje formada, que me ajudou com algumas correções textuais e organização de ideias.”

Primeiro virou um blog e quem leu me incentivou muito a transformá-lo em livro. Sou muito reservada, então até essa barreira, a de exposição, eu tive que trabalhar para poder contar a minha história que já tocou muita gente pelos retornos que recebo. É com esse intuito que eu decidi publicar, poder ser uma voz de fé e esperança.”

Para Alessandra, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Uma realização pessoal.  Eu sempre quis deixar alguma contribuição a sociedade, fazer o bem na vida de alguém, de alguma forma, e sinto que esse processo me permitiu ser uma voz ao falar sobre cuidado, amparo, empatia, fé, porque vivi tudo isso.”

“E sobrevivi para contar. Eu espero que a minha história sirva para acalentar corações, sirva de possibilidade, alternativa, que possa trazer uma reflexão sobre como passar por momentos difíceis.”

“Cada um tem a sua dificuldade, ninguém é mais ou menos, é só uma questão de identificação, talvez existam outras Alessandras por aí que possam se identificar e encontrar nas minhas palavras algo que fortaleça a fé, a força e a esperança na vida delas e o que espero é que a minha mensagem chegue aonde é preciso chegar. Espero que gostem e que passem adiante, talvez um familiar, um amigo seu passe por um momento difícil, faça essa mensagem chegar até ele”, finaliza.

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