Autor reúne experiência em gestão de crises para analisar ameaças contemporâneas

Com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Segurança, Inteligência e Gestão de Crises, o especialista Dr. Ricardo Giovenardi reúne experiência prática e pesquisa jurídica em uma obra voltada à compreensão e ao enfrentamento de ameaças complexas como o terrorismo, o crime organizado e os crimes financeiros.

Ao longo de 24 anos de carreira, o autor atuou em cenários corporativos de alta complexidade, investigando incidentes, estruturando protocolos de emergência e apoiando organizações em momentos críticos. Essa trajetória profissional, aliada à formação jurídica e ao contato com especialistas nacionais e internacionais, fundamenta a análise apresentada no livro. Segundo Giovenardi, o aprendizado obtido com profissionais de diferentes países foi determinante para a construção da obra, que busca contribuir de forma técnica e colaborativa para o debate sobre segurança global.

O livro propõe uma abordagem didática e aplicada, estruturada em quatro pilares: contexto histórico, fundamentos legais, mecanismos de prevenção e repressão, além de estudos de caso. A proposta é demonstrar como a Inteligência atua de maneira estratégica no combate a redes ilícitas e na prevenção de crises, conectando teoria, prática e análise geopolítica.

Um dos pontos centrais discutidos na obra é a relação entre desigualdade social, corrupção e criminalidade. O autor analisa como a corrupção enfraquece estruturas estatais, amplia a pobreza e cria condições favoráveis para o aliciamento por organizações criminosas e terroristas. Para Giovenardi, compreender esses fatores é essencial para fortalecer o investimento em segurança pública e proteger tanto a população quanto os profissionais que atuam na linha de frente.

“Cada recurso desviado pela corrupção aumenta a vulnerabilidade de quem trabalha para proteger a sociedade e compromete a segurança coletiva”, afirma o autor.

A motivação para escrever o livro surgiu da percepção de lacunas significativas, tanto em organizações públicas quanto privadas, no entendimento sobre crimes financeiros e redes ilícitas. O autor destaca que a ausência de uma cultura sólida de Inteligência, prevenção e compliance amplia os riscos institucionais e sociais, tornando o enfrentamento dessas ameaças ainda mais desafiador.

O processo de escrita envolveu pesquisa aprofundada, entrevistas com operadores e especialistas de campo, diálogo com autoridades e acompanhamento do cenário geopolítico internacional. Parte do conteúdo é baseada em situações reais vivenciadas pelo autor em contextos de crise, complementadas por pesquisa acadêmica e revisão técnica especializada, garantindo rigor conceitual e jurídico.

Ao final, o autor deixa uma mensagem direcionada a escritores e pesquisadores que desejam abordar temas sensíveis e de alta complexidade. Para Giovenardi, a escrita técnica exige responsabilidade, compromisso com a verdade e respeito ao impacto social do conteúdo produzido. Segundo ele, produzir conhecimento é também um ato de proteção coletiva, pois contribui para a formação de profissionais mais conscientes, críticos e preparados diante das ameaças contemporâneas.

“Escrever sobre segurança, Inteligência e criminalidade é assumir o dever de informar com seriedade, ética e profundidade. A palavra bem fundamentada pode prevenir riscos, formar consciências e fortalecer instituições”, conclui.

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Novo volume de Guardiões dos Casulos é lançado; autora detalha escrita e inspirações

A autora Patrícia Oliveira acaba de lançar Os Guardiões dos Casulos II, sequência de sua obra de fantasia infantojuvenil, e conversou conosco sobre sua trajetória, o processo de escrita e o que os leitores podem esperar desta nova aventura.

Patrícia descreve sua jornada pessoal e profissional como “cheia de altos e baixos, mas mais baixos do que altos”. Apesar disso, foi nesse caminho, muitas vezes turbulento, que encontrou inspiração e motivação para seguir escrevendo e construindo seus universos literários.

Segundo Patrícia, Os Guardiões dos Casulos II é uma história “divertida e emocionante”. O livro é estruturado em duas partes principais: antes e depois do rapto da princesa Dara. Além da aventura central, a narrativa aborda temas que dialogam diretamente com o público jovem, como a transição da infância para a adolescência, a escolha de um caminho profissional e o surgimento dos primeiros amores, elementos que ampliam a profundidade da trama e aproximam os leitores dos personagens.

A motivação para escrever a sequência nasceu do desejo de dar continuidade ao primeiro volume da série. A autora revela que a vontade de expandir esse mundo e acompanhar o crescimento dos personagens foi determinante para que Os Guardiões dos Casulos II ganhasse vida.

Patrícia explica que todo o processo de produção, incluindo capa, diagramação e ilustrações, ficou sob responsabilidade da editora Autografia. A escrita, porém, foi inteiramente dela. A autora conduziu a construção da narrativa sozinha, do primeiro rascunho às versões finais, colocando no papel sua visão particular sobre o destino dos pequenos guardiões.

O lançamento trouxe à autora uma sensação “muito boa”. Patrícia destaca que espera “sinceramente que o livro tenha o reconhecimento que merece”, sentimento que não pôde vivenciar plenamente com a primeira obra da série. Para ela, esta nova etapa representa uma oportunidade de alcançar mais leitores e consolidar seu trabalho no universo da literatura infantojuvenil.

Patrícia deixa um recado direto para o público:
Que os leitores tenham curiosidade de conhecer seus livros, adquiri-los e mergulhar na leitura. “Eles são muito bons! Garanto que não vão se arrepender!”, afirma.

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Literatura como acolhimento: Rosângela Galdino e Limeira lança seu primeiro livro infantojuvenil

A autora Rosângela Galdino e Limeira abre seu coração em sua primeira obra publicada, Dalila, a garotinha da roça que virou rainha, e nos convida a mergulhar em uma narrativa sensível, inspiradora e, acima de tudo, necessária. Em entrevista exclusiva para o blog da editora Autografia, ela compartilha sua trajetória de vida, os bastidores da criação do livro e as expectativas para o futuro da obra.

Das ruas de Cajati para o universo da literatura

Rosângela nasceu e cresceu em Cajati, uma pequena cidade do interior de São Paulo. Foi lá que viveu uma infância simples, mas cheia de significados — da liberdade de brincar nas ruas e subir em árvores, até os desafios financeiros enfrentados com coragem. Ela recorda com carinho da menina estudiosa, obediente e sonhadora que foi, e enxerga com orgulho a trajetória que construiu.

Hoje, atua no Atendimento Psicopedagógico com estudantes que enfrentam dificuldades de aprendizagem. E é justamente nesse espaço de escuta e acolhimento que ela segue aprendendo, dia após dia, sobre as nuances da vida.

Uma história que toca, cura e transforma

Dalila, a garotinha da roça que virou rainha não é apenas um livro infantojuvenil — é um convite ao diálogo, à empatia e à superação. A autora revela que a obra aborda um tema delicado, que muitas vezes é silenciado, mas que precisa urgentemente ser debatido. Sua intenção é clara: ajudar crianças, jovens e adultos que, por alguma razão, perderam o brilho da vida, a reencontrarem a luz da esperança.

A narrativa é inspirada em uma história real, marcada por dor, saudade e resiliência. Foi durante uma madrugada de insônia, tomada pela instabilidade emocional, que Rosângela encontrou na escrita uma forma de expressão e alívio. O processo foi solitário — até mesmo as pessoas mais próximas só tomaram conhecimento da obra depois de sua finalização.

Entre o alívio e a missão

Com a publicação do livro, Rosângela sente que cumpriu uma etapa importante de sua vida: “Acredito que em tudo Deus tem um propósito”, afirma. Agora, seu desejo é que a obra atinja o maior número possível de leitores, para que ela possa contribuir com a ressignificação de dores e a construção de novas possibilidades de vida.

Um recado que ecoa como poesia

A mensagem da autora aos leitores é direta e cheia de poesia:

“A leitura liberta! Não deixe que nenhuma DOR comprometa a sua felicidade. Viva intensamente. Viver é sublime.”

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Entre o real e o fantástico: conheça Páginas de Mistério, obra de estreia de Henrique Sene

Mistérios que rondam o imaginário popular brasileiro, lendas que ganham novas roupagens e um toque sombrio que instiga o leitor do começo ao fim. Assim é Páginas de Mistério, livro de estreia de Henrique Sene, publicado pela editora Autografia. Conversamos com o autor, que compartilhou um pouco da sua trajetória, suas inspirações e o processo de dar vida a essa coletânea inquietante e profundamente brasileira.

Apesar de atuar profissionalmente em uma área técnica — é formado em Processos Gerenciais e trabalha como Gerente de Projetos em uma agência digital —, Henrique sempre teve um fascínio especial pelo que escapa à lógica. “Na minha adolescência, fui atraído por histórias de terror e ficção científica — o que é irônico, já que, na infância, eu era daqueles que apagava a luz e saía correndo”, brinca. Com o tempo, o medo virou curiosidade. E a curiosidade, virou narrativa.

Páginas de Mistério reúne contos que transitam entre o terror, o realismo fantástico e o folclore nacional. Cada história se passa em uma época diferente e em regiões distintas do Brasil, reinterpretando lendas urbanas e mitos com uma nova abordagem. “O leitor vai encontrar desde figuras emblemáticas como a Cuca e a Pisadeira até criaturas mais veladas, que se escondem nas entrelinhas e exigem um olhar mais atento para serem desvendadas”, explica Henrique.

A motivação para criar o livro veio de uma lacuna percebida pelo autor como leitor. “Sentia falta de obras que explorassem o terror e a ficção científica sob uma ótica genuinamente brasileira”, conta. A obra mistura influências diversas, como a densidade psicológica de Edgar Allan Poe, o realismo mágico de Gabriel García Márquez e as narrativas orais escutadas ao longo da vida. O resultado é um livro que, ao mesmo tempo em que mergulha no estranho, traz ao leitor um sentimento de familiaridade.

O processo de escrita foi espontâneo e, por vezes, demorado. Henrique começou com um conto isolado, sem imaginar que ali estava nascendo uma coletânea. “Conforme as ideias surgiam e os temas se conectavam, percebi que havia um fio condutor”, relembra. Apesar de ter escrito tudo sozinho, ele destaca a importância dos amigos que leram os textos, ofereceram críticas sinceras e o incentivaram nos momentos de dúvida.

A publicação de Páginas de Mistério veio quase como um acaso — mas um acaso feliz. “Enviei o projeto para a Autografia sem grandes expectativas, e fui surpreendido com a aprovação. Ver o livro materializado é uma sensação quase surreal”, diz o autor. Agora, ele se dedica à divulgação, planejando ações de mídia e vídeos curtos para apresentar a obra a novos leitores.

Com um convite que mistura provocação e poesia, Henrique deixa um recado aos leitores:
“Espero que Páginas de Mistério assombre — e encante — seus sonhos. Que cada conto reverbere por um tempo, como um sussurro persistente no fundo da mente. Boa leitura… e cuidado ao apagar as luzes.”

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Fé Empreendedora: um chamado para transformar sonhos em propósito

Publicar um livro é sempre um marco — ainda mais quando ele nasce de uma trajetória repleta de desafios, superações e um desejo genuíno de impactar vidas. É com essa energia que nasce Fé Empreendedora: Fé e Finanças, obra recém-lançada do autor Kleber Campos Garcia pela Editora Autografia que une espiritualidade e educação financeira de forma prática, acessível e transformadora.

Kleber, cuja história pessoal e profissional foi marcada por momentos de turbulência e superação, nos conta que sempre viveu dividido entre suas responsabilidades profissionais e o desejo de aprofundar suas pesquisas. Ainda assim, hoje se sente realizado por ver o resultado de seu esforço materializado em forma de livro.

“Essa obra visa despertar, de maneira prática e acessível, a capacidade empreendedora do leitor”, explica. “Trago aqui conhecimentos bíblicos e seculares, tratando sobre fé e desenvolvimento social.”

A inspiração veio de uma lacuna sentida tanto nas escolas quanto nas igrejas. Segundo ele, é comum vermos instituições abordarem os mais diversos temas, mas raramente se fala abertamente sobre finanças, economia e as habilidades necessárias para transformar recursos limitados em grandes realizações. Foi daí que surgiu o impulso de escrever algo que pudesse servir de guia para quem quer unir fé, ação e crescimento pessoal.

O processo de escrita foi feito de forma solitária, mas não isolada. O autor se dedicou intensamente, mas não deixou de ouvir críticas construtivas e buscar embasamento em pesquisas para moldar um conteúdo sólido e inspirador.

Sobre a publicação da obra, ele confessa um pouco de ansiedade — sentimento comum para quem coloca um pedaço de si em cada página —, mas também demonstra confiança de que os leitores receberão com carinho a proposta do livro.

E deixa um recado que resume bem a alma da obra:

“Promova seus sonhos a um propósito. Sonhar é como vislumbrar o horizonte, mas o propósito é uma meta estabelecida.”

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Bruna Leonne lança Estandarte da Paz um livro sobre superação, perdão e amadurecimento

Estandarte da Paz não é apenas um livro; é o resultado de uma década de sonhos, amadurecimento e perseverança de sua autora, que começou a escrever essa obra aos 12 anos e, ao longo de nove anos, foi moldando essa narrativa intensa. Em uma entrevista exclusiva, a escritora compartilhou detalhes emocionantes sobre sua trajetória pessoal e profissional, o processo de criação da obra e o impacto que espera que suas palavras tenham nos leitores.

O livro é dividido em duas partes: “O Antes” e “A Odisseia”. Na primeira parte, o leitor conhece os protagonistas e suas histórias, enquanto a segunda é dedicada à jornada de superação e autoconhecimento. A autora busca, acima de tudo, falar sobre a liberdade que o perdão proporciona, abordando temas como perdas, conflitos familiares, autojulgamento e a dolorosa, mas transformadora, quebra de expectativas. Segundo ela, a obra é uma narrativa profunda e sensível, que provoca uma reflexão sobre o amadurecimento.

Em entrevista ao Blog Autografia, Bruna conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Gosto de descrever a minha trajetória com a minha obra como uma grande montanha russa, e realmente grande, uma vez que a produção levou nove anos para ser concluída e mais dois anos de espera pelo registro no Escritório de Direitos Autorais (EDA) da Biblioteca Nacional (BN).”

“Eu literalmente cresci com a minha obra, durante todo esse período houve muito tempo em que não me senti madura o suficiente para continuar, menos ainda preparada o bastante para dar o melhor que eu sentia que essa história merecia, mas eu respeitei o meu tempo e depois de várias versões, pausas e recomeços, eu consegui enfim dar vida a esse grande sonho.”

“Sei que há muito por vir, que o meu percurso está apenas no início, mas o grande passo já foi dado e eu me orgulho demais disso. Estandarte da Paz é dividido em duas partes “O Antes”, onde há uma breve introdução dos protagonistas e “A Odisseia”, onde começa a nossa aventura.”

“O principal intuito da obra é abordar a superação e a liberdade que o perdão proporciona, trazendo temas sensíveis sobre perdas, conflitos familiares, autojulgamento e quebra de expectativas que levam a um amadurecimento forçado.”

Bruna não sabe exatamente o que a inspirou a escrever: “Comecei a escrever Estandarte da Paz em 2012, com 12 anos, durante uma aula de redação com tema livre. Na ocasião gostei tanto do que criava que não consegui parar e precisei escrever outro texto para a aula.”

“Eu não tirava a história da cabeça e não parava de imaginar como as coisas poderiam ser se eu continuasse a dar vida aos meus novos personagens e o quão longe poderia ir tecendo a trama que os envolvia. Se eu dissesse que sei exatamente o que me inspirou a escrever, eu estaria mentindo.”

“Quando notei as ideias já estavam lá e a história fazia parte de quem sou. Eu dormia imaginando o que a Luary e o Solen fariam, como se fossem reais, com a importância que um ente querido teria. Foi por refletir muito a respeito disso que criei um conto de como as histórias são criadas, presente no livro.”

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Nenhum processo de crescimento ocorre sozinho. Apesar de sempre ter escrito sozinha, tenho a muitos o que agradecer, especialmente por minha família. Sei que nessa jornada existem vários nomes que me apoiaram, que acreditaram no meu potencial e, em diferentes momentos da trajetória, acenderam a chama que precisei para iniciar, continuar e finalizar. “

“Espero muito em breve escrevê-los na dedicatória dos exemplares físicos. Nunca esquecerei os momentos em que escrevia em um caderno de capa preta e meus amigos de escola faziam questão de me incentivar, pedindo para ler e expressando opinião, bem como minhas professoras maravilhosas de português e espanhol, que me ensinaram a amar ler, escrever e me expressar, cujos nomes foram usados em alguns personagens para saberem que nunca as esquecerei.”

Para Bruna, a sensação de escrever o livro é um sentimento que não cabe no peito e se sente emocionada com cada novo processo: “Não há uma memória que eu guarde sobre quem sou que não inclua a escrita como a minha maior paixão desde que eu me entendo por gente.”

“No decorrer dos anos pude notar a minha evolução e a fome voraz por escrever sobre qualquer coisa que me fizesse sentir algo, mesmo que não fosse sobre mim, ou mesmo que não fosse real. Às vezes é difícil me dar os créditos e acreditar que isso está acontecendo de verdade e confesso que minha ficha só está começando a cair.”

“Não consigo me expressar de forma genuína como me sinto com a publicação, é um sentimento que não me cabe no peito e me sinto emocionada com cada novo processo que me aproxima do lançamento. Espero que a minha obra alcance todas as almas que necessitam dessas palavras e as inspirem a encontrar a cura.”

“Antes de tudo preciso agradecer a quem está aqui me acompanhando e está interessado em ler a obra da minha vida. O caminho até aqui foi longo e eu não teria paz se corresse o risco de deixar essa história cair no esquecimento da minha consciência e morrer junto comigo, não seria justo comigo ou com os meus amados personagens, mas cada vez mais entendo que para tudo há um tempo e enfim esse momento chegou.”

“Mas esse não é o fim, espero muito em breve estar de volta com a continuação. Que essa história traga um pouco da alegria, emoção e inspiração que preenche o meu coração. Desejo a todos uma boa jornada nessa narrativa profunda que mudou a minha vida!”

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Eliege Signorelli lança obra que conta como ela superou alguns desafios desde a infância

A autora Eliege Signorelli sempre fez os cursos que quis, trabalhou em empresas que escolheu e teve muitas oportunidades de empreender, que aproveitou ao máximo, e agora lança a obra “Um ser além de mim”.

No livro, a autora aborda humanidade, altruísmo, fé, perdão, trabalho, busca por conhecimento, amizades, família, filhos, lutos e todos os desafios de ser mulher, profissional, esposa, mãe…

Na obra, a autora reforça que trata-se de algo que sempre quis realizar. Colocar no papel os conhecimentos que ela passou parte da sua vida compartilhando, sempre foi um objetivo seu, ela só não sabia bem como. O livro conta um pouco de como ela superou alguns desafios desde a infância. Aquela história: Na alegria e na tristeza… Temperado com muito afeto e busca incansável pelo destino certo – segundo o seu ponto de vista.

Em entrevista ao Blog Autografia, Eliege conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Foi muito feliz. O universo me ajudou bastante. Sempre tive a liberdade de escolher meus próprios caminhos, e penso ter feito escolhas certas já que elas nunca feriram ninguém”.

“Fiz os cursos que quis, trabalhei em empresas que escolhi e tive muitas oportunidades de empreender que aproveitei ao máximo. Mas nada foi sorte, tudo foi fruto de trabalho árduo, muito suor e dedicação 100%, respeitando meus valores e princípios, auxiliando muitos pelo caminho”.

“Pessoalmente, não foi diferente. Sempre fui uma pessoa muito positiva e penso que isso ajudou muito. Aceitar que a vida deve carregar um propósito e que deve se estar sempre aberto a aprender e recomeçar é meio sonho realizado. Meus motivos sempre foram maiores para colecionar sorrisos do que lágrimas”.

“Deus é bom comigo, tanto que me trouxe até aqui e me deu a oportunidade de publicar a minha história. Trata-se de algo que eu sempre quis realizar. Colocar no papel os conhecimentos que passei parte da minha vida compartilhando sempre foi um objetivo meu, eu só não sabia bem como”.

“O livro conta um pouco de como eu superei alguns desafios desde a infância. Aquela história: na alegria e na tristeza… Temperado com muito afeto e busca incansável pelo destino certo – segundo o meu ponto de vista. Passei grande parte da minha vida me reinventando, acho que as pessoas também passam assim, só não conseguem reconhecer seus próprios esforços com verdade e ternura”.

“O livro aborda isso: humanidade, altruísmo, fé, perdão, trabalho, busca por conhecimento, amizades, família, filhos, lutos e todos os desafios de ser mulher, profissional, esposa, mãe… Além de entender que sempre existe “UM SER ALÉM DE MIM” para viver múltiplas histórias”.

As inspirações para Eliege escrever o livro foram muitas: “Foram tantas… Lidar com gente uma vida inteira me transformou em uma boa ouvinte e observadora das mazelas humanas. Junte isso a um dos poucos talentos que tenho que é escrever, a obra é só uma consequência, uma forma despretensiosamente simples de registrar para tentar fazer com que outros me lendo se inspirem”. 

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Foi longo. Passei muitos anos compilando o que eu considerava digno de ser publicado em livro, e confesso que na última hora ainda tinha dúvidas de como selecionar e formatar tantos escritos de uma maneira simples e prazerosa, e que levasse o leitor a um rápido passeio pela minha vida”.

“Na verdade, pela vida de todos nós. Sim, porque os desafios só mudam de endereço. Foi um processo solitário, mas que me fez muito bem, porque me levou a lembrar de muitas coisas que eu já havia me esquecido… A verdade é que seria bom ter alguém que nos dissesse por onde ir, o que nunca acontece de fato. Contudo, o livro talvez possa funcionar como uma dica: Reinventar-se, recriar e deixar ir… Coisas que só mesmo ‘UM SER ALÉM DE MIM’ poderia entender”.

Eliege dia que ainda não processou completamente a sensações: “Olha, eu ainda não processei completamente as sensações, farei isso quando a obra chegar às mãos dos leitores e começarem as críticas…(rs)”.

“Mas sei qual foi a minha primeira ideia há dez anos, quando pensei em escrever um livro. Eu queria simplificar a vida das pessoas. Com toda a humildade, eu queria que elas se enxergassem como seres humanos que estão nesse mundo para errar, acertar e o principal, consertar”.

“Queria que elas vissem num trabalho bem feito a realização promovida por elas mesmas; e que se orgulhassem disso. Por outro lado, eu queria também despertá-las para a importância de uma palavra amiga, um gesto de amor e solidariedade, um puxão de orelha, e que compartilhassem seu conhecimento e deixassem um bom legado”.

“Meu livro é uma tentativa de levar algo bom para as pessoas, e de fazê-las compreender que a vida é simples, muitas vezes irônica e engraçada, somos nós que a complicamos. Sim. Seja simples, divirta-se! E não tenha medo de se REINVENTAR… Minha expectativa? Que ele seja traduzido em vários países, que vire um roteiro de filme, um seriado… Enfim, que chegue a quem precisar”. 

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Julia Gabrielly lança a obra ‘Olhos de serpente’

A autora Julia Gabrielly nasceu em Poços de Caldas, mas passou toda a sua infância e adolescência em São João Batista da Glória, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais e, mais tarde, aos 18 anos se mudou para Ribeirão Preto, para realizar um curso de comissária de voo. Quando tinha seus 14 anos, escreveu um pequeno livro como trabalho de escola, que acabou nunca entregando, foi uma criança muito tímida, então sempre ficou em um canto com papel e caneta na mão, sendo para escrever ou desenhando e agora lança a obra “Olhos de serpente”.

No livro, a autora aborda problemas emocionais, o que vem acontecendo muito nos tempos atuais, mas mesmo com esses problemas, a protagonista continua sua jornada, lutando, muitas vezes, contra sua própria mente, para conseguir continuar seguindo em frente e alcançar seu objetivo, muitas vezes, usando de suas habilidades de assassina pra isso. Na obra, a autora reforça que esse é apenas o primeiro de uma saga que inicialmente será de cinco livros.

Em entrevista ao Blog Autografia, Julia conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Nasci em Poços de Caldas, mas passei toda a minha infância e adolescência em São João Batista da Glória, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais e, mais tarde, aos 18 anos, me mudei para Ribeirão Preto para realizar um curso de comissária de voo.

“Quando eu tinha meus 14 anos, escrevi um pequeno livro, como trabalho de escola, que acabei nunca entregando, eu fui uma criança muito tímida, então sempre fiquei em um canto com papel e caneta na mão, sendo para escrever ou desenhando”.

“‘Olhos de Serpente’ aborda bastante problemas emocionais, uma coisa que vem acontecendo muito nos tempos atuais, mas mesmo com esses problemas, a protagonista continua sua jornada, lutando, muitas vezes, contra sua própria mente, para conseguir continuar seguindo em frente e alcançar seu objetivo, muitas vezes, usando de suas habilidades de assassina pra isso. Esse é apenas o primeiro de uma saga que inicialmente será de cinco livros.”

A inspiração para Julia escrever o livro surgiu de um vídeo de uma personagem que possuía veneno de cobra: “Eu vi um vídeo de uma personagem que possuía veneno de cobra, essa ideia começou a vagar pela minha mente, me inspirando a criar Ruby Krait, uma jovem e poderosa mulher, com olhos e veneno de cobra, a ideia para esse livro veio para ser uma mulher diferente de todos e, por causa disso, ela sempre foi subestimada pelas pessoas ao seu redor, mas que desconhecia sua verdadeira origem, assim revelando algo que ninguém imaginava”.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “A produção foi bem difícil, muitas vezes mudei de ideias sobre várias cenas, o desânimo e o bloqueio criativo me afetaram bastante, mas lutei contra tudo isso e sozinha consegui finalizar”.

Para Julia, o livro traz uma sensação de sonho realizado: “É gratificante olhar um livro e ver seu nome na capa chega a ser um sonho realizado e ‘Olhos de serpente’ é apenas o primeiro, além dessa saga que estou escrevendo já tenho ideias futuras para outros livros”.

“Nunca deixe de sonhar, os sonhos são o que nos mantém motivados e o que nos faz ter esperança de um futuro, então, silencie todos ao seu redor e continue sua caminhada, muitos tentarão te derrubar, mas sempre persista naquilo que você ama, naquilo que faz você se sentir bem, que faz seu coração bater mais rápido, nunca desista de conquistar os céus”.

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Beatris Ramos lança obra que aborda a história de um jovem enquanto luta para alcançar sua independência pessoal e profissional

A autora Beatris Ramos é nascida em Curitiba, estudou em escola pública e se formou na Universidade Federal de Santa Catarina, é licenciada em Letras – Português/Francês. Foi funcionária pública federal por 33 anos, num cargo administrativo. Mais tarde, já aos 46 anos, percebeu que estava esquecendo as coisas e escreveu um livro sobre suas memórias. O terceiro livro foi sobre seus queridos sobrinhos, o quarto a biografia da sua mãe, teve participação na escrita da biografia do seu cunhado, o quinto livro foi um romance sobre adoção baseado na história do seu irmão caçula. E agora, pela primeira vez editado, “Ela me acordou”.

No livro a autora aborda a história de um jovem que sofre de ansiedade, mergulha em fatos e memórias da infância e juventude enquanto luta para alcançar sua independência pessoal e profissional e, ao mesmo tempo, seu amadurecimento. Na obra a autora reforça que, o protagonista vive traumas, medos e inseguranças, como qualquer outro jovem, mas se esforça para se libertar das amarras e dificuldades que encontra, inclusive com problema de autoestima. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Beatris conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Eu nasci em Curitiba, mas meus pais eram de Florianópolis, vim morar nesta cidade com três anos de idade. Vivi numa família com sete irmãos, minha mãe era lavadeira e meu pai alfaiate, estudei em escola pública e me formei na Universidade Federal de Santa Catarina, sou licenciada em Letras – Português/Francês”.

“Fui funcionária Pública Federal por 33 anos, num cargo administrativo. Desde pequena tive o gosto pela escrita, talvez pela minha timidez tenha desenvolvido este gosto, era uma forma que encontrava de me expressar”.

“Posso afirmar que tudo começou quando fui levada para a escola aos seis anos pela minha mãe, com lápis e caderno na mão, e recebi a notícia por parte da Diretora da escola que precisava esperar mais um ano para ingressar na primeira série. Foi minha primeira decepção”.

“Depois ganhei um concurso de redação na escola cujo tema era a campanha do silêncio – tudo a ver comigo – na fase da adolescência comecei a escrever poemas, fiz meu próprio livro de capa dura, manuscrito. Mais tarde, já aos 46 anos, percebi que estava esquecendo as coisas e escrevi um livro sobre minhas memórias”.

“O terceiro livro foi sobre meus queridos sobrinhos, o quarto a biografia da minha mãe, tive participação na escrita da biografia do meu cunhado, o quinto livro foi um romance sobre adoção baseado na história do meu irmão caçula. E agora, pela primeira vez editado, “Ela me acordou””.        

“Eu gostaria de despertar no leitor a consciência de que podemos lutar pela nossa independência, ter em mente nossos princípios e valores recebidos com a educação dos pais, procurar quando necessário ajuda para tratar nossos traumas, medos ou quaisquer emoções e sentimentos que dificultem viver em paz, tranquilidade e harmonia”.

“O livro é dividido em capítulos e aborda a história de um jovem que sofre de ansiedade, mergulha em fatos e memórias da infância e juventude enquanto luta para alcançar sua independência pessoal e profissional e, ao mesmo tempo, seu amadurecimento”.

“O protagonista vive traumas, medos e inseguranças, como qualquer outro jovem, mas se esforça para se libertar das amarras e dificuldades que encontra, inclusive com problema de autoestima”.   

A inspiração para Beatris escrever o livro surgiu como um flash, de uma hora para outra: “Fui registrando no meu caderninho, visualizava cada cena e ia cada vez mais me envolvendo na história como se estivesse dentro dela”.   

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Em abril de 2022, minha mãe faleceu, eu estava desde 2021 sem inspiração. Exatamente no dia 15/05/2023 veio a inspiração, a primeira frase que surgiu foi encontro inusitado. Então pegava a caneta e registrava o que vinha na mente”.

“Fiz tudo sozinha, o manuscrito, a digitação, a distribuição dos capítulos, o título, a correção ortográfica, assim como em todos os meus livros anteriores. A única diferença é que desta vez resolvi enviar para uma editora fazer a avaliação literária”.

Para Beatris, o livro traz uma sensação de alegria e satisfação: “A sensação de publicar esta obra é de alegria e satisfação. Aos poucos fui percebendo que podia compartilhar com mais pessoas o que escrevia”.

“Especialmente nesta obra dou destaque para a experiência de um jovem diante do amadurecimento longe do aconchego dos pais destacando as possíveis dificuldades, mas também o crescimento pessoal que isto lhe proporcionava. A minha expectativa é que a leitura seja agradável, além de provocar a reflexão dos meus leitores sobre vários aspectos que o livro aborda”. 

“Percebi que o jovem Frederico, protagonista, consegue realmente “acordar para a vida”. No sentido de acordar depois de um sono, de um sonho ou mesmo para a realidade diante de seus olhos. O meu recado é principalmente para os jovens leitores não deixarem de lutar pela sua independência pessoal e profissional, e, inclusive, afirmar que nunca é tarde para ter um olhar responsável, pedir ajuda ou tratar de suas ansiedades, traumas, medos ou inseguranças”.

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Welton Reis lança obra baseada em fatos reais e em narrativas escravaturas ocorridas na região nordestina do Brasil

O autor Welton Reis é nascido e criado até os dez anos na cidade de Oeiras e, posteriormente, em sua adolescência viveu no sertão nordestino por quase três anos, fase muito difícil em sua vida, passada esta fase, veio morar em São Paulo, com sua mãe e quatro irmãos, onde terminou os estudos e se formou em alguns cursos, profissionalmente Welton Reis foi professor de Kung Fu Wing Chun e estudante Jeet Kune Do, atualmente se dedicando a carreira de escritor e agora lançando a obra “Projeto Ana de Ferro”

No livro, o autor aborda uma ficção espiritual onde temos a atenção de uma lenda regional “assombração do Vaqueiro”, espíritos guias e um celestial anjo. O autor reforça que a obra foi escrita com base em fatos reais e em narrativas escravaturas ocorridas na região nordestina do Brasil.

Em entrevista ao Blog Autografia, Welton conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Fui nascido e criado até os dez anos na cidade de Oeiras e, posteriormente, em minha adolescência vivi no sertão nordestino por quase três anos, fase muito difícil em minha vida, passada esta fase vim morar em São Paulo, com minha mãe e quatro irmãos, onde terminei os estudos e me formei em alguns cursos, profissionalmente fui professor de Kung Fu Wing Chun e estudante Jeet Kune Do, atualmente estou me dedicando a carreira de escritor”.

“A obra foi escrita com base em fatos reais e em narrativas escravaturas ocorridas na região nordestina do Brasil, entretanto, a magia do enredo está em uma ficção espiritual onde temos a atenção de uma lenda regional “assombração do Vaqueiro”, espíritos guias e um celestial anjo”.

A inspiração para Welton escrever o livro veio de sua mãe e suas inscrições em seriados japoneses, animes e novelas brasileiras e mexicanas. O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Sim, tudo é de minha autoria”.

Para Welton, o livro traz uma sensação de persistência e não desistir de seus sonhos: “Tenho certeza que os leitores vão aguçar e ampliar suas imaginações ao ler o “Projeto Ana de Ferro”. E também, quero que os leitores nunca desistam de seus sonhos, seja qualquer projeto, independente de frustrações, eu tenho experiência o suficiente para garantir que a persistência faz acontecer”.

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