Jornalista lança obra sobre projeção da realidade espiritual

A autora Juliana Moura é jornalista, terapeuta voluntária, pós-graduada em Psicologia Transpessoal, formada em Relações Públicas, ama dançar e lança a obra “Você não existe”. No livro, Juliana traz relatos profundos sobre seus momentos de mergulho no autoconhecimento para um novo despertar, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Juliana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Desde pequena tenho um profundo interesse pelos mistérios ocultos que guiam a inteligência divina. Entender o universo sempre foi meu grande objetivo. A pobreza e a dor alheia sempre me incomodaram e eu não conseguia entender a razão de tanta desigualdade e injustiça neste mundo que é tão rico e abundante”.

“Acredito que sempre tive uma alma filosófica. Sou formada em Jornalismo e Relações Públicas, atuei na área por alguns anos. Porém, alguns anos depois, surgiu uma inquietação interior que acabou me levando a praticar trabalho voluntário. Desde 2013 sou terapeuta voluntária na ONG Terapeutas Sem Fronteiras”, relata.

“Desde então passei a estudar sobre a alma e essência humana. Fiz pós-graduação em Psicologia Transpessoal (aborda além da mente e corpo, a alma), fiz vários cursos no exterior, estudei radiestesia, reiki, florais etc. E tive experiências espirituais que possibilitaram compreender a dinâmica que existe entre o mundo oculto e a matéria, ou seja, um novo paradigma sobre a nossa existência. Inclusive é sobre isto que o livro fala”, completa a autora. 

“A obra Você não existe visa libertar o ser humano das mentiras que o aprisionam por séculos. Além disso, busca instigar a reflexão e o autoconhecimento e assim promover uma revolução de consciência. Este livro busca fazer com que o leitor comece a olhar para dentro, e através desse processo interior, consiga encontrar as verdadeiras respostas sobre a vida e tudo mais que tange à existência. O que é real? Os cinco sentidos são confiáveis? Quem somos? Qual o sentido da vida? São apenas algumas das perguntas que sustentam o esqueleto do livro”, afirma a autora. 

A inspiração para Juliana escrever o livro veio de uma intuição espiritual, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Esta obra nasceu de um acordo que havia feito com o universo em 2010. Se recebesse de presente um caderno (não poderia ser bloco de anotação e nem agenda, mas sim um típico caderno com espiral) eu deveria escrever um livro, o que aconteceu em 2019.

“Neste ano eu comecei a escrever o livro. O processo de escrita do livro demorou 9 meses, igual o período de uma gestação. O livro fez eu encarar os próprios medos e crenças limitantes. Foi uma experiência pessoal  transformadora”, conta. 

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O processo de escrita durou 9 meses. Foi um período intenso de produção. Passava madrugadas escrevendo. Escrevi o livro totalmente sozinha com a inspiração divina “soprando“ muitas vezes as palavras e assuntos. Acordava no meio da noite para anotar os insights que surgiam tempestivamente. Foi um momento que fiquei praticamente reclusa”. 

Para Juliana, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação de escrever este livro é de missão cumprida. Espero que este livro seja um agente transformador elevando a consciência dos leitores e inspirando-os melhor a fim de construirmos um mundo muito mais justo e harmônico”. 

“O recado principal para o leitor está contida no próprio título da obra: Você não existe. Frase dita por Jesus Cristo para mim numa das minha experiências espirituais, ou seja, a realidade como conhecemos hoje é na verdade apenas um simulador de experiências e vivências a fim de promover a consciência (processo de aprendizagem)”, conta.

“Somos seres espirituais (consciência em evolução), num veículo (corpo físico) que, através dos dramas e das tramas desenvolvidas pelas experiências humanas, capta pelos cinco sentidos, sensações e percepções ( energia) que são validadas pela mente como real, mas na verdade, é uma ilusão, apenas uma simulação para que possamos sentir, aprender e viver o que significa alegria, tristeza, dor, harmonia etc.”, afirma.

“A matéria é reflexo do mundo espiritual, assim como uma imagem refletida no espelho; ou seja, o criador da existência é o mundo espiritual. A matéria é apenas reflexo, por isso, hoje o mundo tem tanta pobreza, dor, sofrimento, violência etc.; pois, assim é, ou melhor, está a consciência humana”, relata.

“Precisamos mudar nossa consciência se quisermos ver e viver num mundo melhor. A mudança só acontece se mudarmos a informação (plano espiritual – consciência  – informação transmitida por energia). A matéria é produto da condensação desta energia. Vivemos num sistema energético regido por leis cósmicas e por uma inteligência que está além da lógica da nossa razão”, completa.

“O mundo espiritual deve ser sentido e vivido para ser compreendido, o que só é possível à medida que cultivamos a presença íntima, o olhar para dentro, a meditação. A liberdade está dentro de nós. Que cada um conquiste sua carta de alforria e se liberte das mentiras contadas ao longo dos séculos pela história religiosa, política, econômica, social e etc.”, finaliza.

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Antonina Buriti lança obra sobre jornada em busca do autoconhecimento

A autora Antonina Buriti é consteladora sistêmica, reikiana, leitora de aura e lança a obra “Jornada do despertar”. No livro, Antonina traz relatos profundos sobre seus momentos de mergulho no autoconhecimento para um novo despertar, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Antonina conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou Engenheira de Telecomunicações, com 2 MBA’s em Planejamento Estratégico e Gestão de Negócios. Me formei em 2020 em Direito, fui executiva com quase 30 anos em empresas familiares e multinacionais, empresária, consteladora sistêmica, reikiana, leitora de aura, mãe de um casal de filhos e agora escritora.”

A inspiração para Antonina escrever o livro veio de uma intuição espiritual, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “A inspiração iniciou após um retiro espiritual para aprender a ler aura. Eu engenheira capricorniana, mesmo sendo kardecista o ceticismo prevalecia.”

Para Antonina, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “São várias! A de dever cumprido! A de fechamento de um ciclo e o início de um novo. Na véspera do lançamento na Bienal do Rio tive muito medo da exposição e da vulnerabilidade.”

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Ernani Amaral lança obra sobre assuntos atuais

O autor Ernani Amaral é apaixonado por literatura e lança a obra “Máscara do Esquecimento”. No livro, Ernani traz relatos profundos sobre momentos atuais, além de outros momentos dificultosos da vida. Na obra, o autor reforça sobre temas como bullying, invasão de privacidade, crimes na Internet, fraudes, drogas, ética, política e campanhas eleitorais.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ernani conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou mineiro morando atualmente em Brasília. Minha carreira profissional foi praticamente toda na área de Tecnologia da Informação, mas sempre me interessei por literatura. Já participei de vários cursos e seminários de um instituto do Rio de Janeiro dedicado à literatura.”

“O livro narra as tentativas de um candidato a deputado de manter em segredo erros e desvios cometidos no passado (a tal “máscara do esquecimento”) a fim de não prejudicar sua campanha. É dividido em quatro partes correspondentes às diferentes fases da vida do protagonista. O livro aborda assuntos atuais como bullying, invasão de privacidade, crimes na Internet, fraudes, drogas, ética, política e campanhas eleitorais”, completa o autor.

A inspiração para Ernani escrever o livro veio de um curso de marketing político que fez, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Em um curso de Marketing Político que fiz há alguns anos, o instrutor (que é marqueteiro político) mostrou como os candidatos são capazes de tudo para esconder erros do passado. Quis escrever um livro (de ficção) retratando essa situação no Brasil”, relata o autor.

O autor ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Escrevi o livro sozinho. Quando terminei enviei uma versão compacta para amigos e familiares para avaliação. Com base nas críticas e sugestões recebidas fiz diversos ajustes. O processo todo levou dois anos.”

Para Anthony, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Não é fácil escrever um livro. Exige esforço, dedicação e criatividade. Vê-lo publicado é gratificante. Espero que o livro ajude as pessoas a entender melhor o comportamento dos políticos e a não se deixar enganar por suas máscaras. O livro trata de assuntos sérios, porém tentei não ser chato. Espero que os leitores curtam bastante…”, finaliza.

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Adriana Pires lança poesias voltadas a pessoas que tem pressa

A autora Adriana Pires é médica especializada em oncologia, professora doutora, esposa e acima de tudo mãe de duas filhas e lança a obra “Poesia para mães cansadas”. No livro, Adriana traz relatos profundos sobre um livro de poesias voltado a pessoas que tem pressa, além de outros momentos dificultosos da vida. Na obra, a autora reforça que há pessoas que não tem tempo, que sempre estão cansadas e que podem não perceber que mesmo nesse cansaço, há muita poesia a viver e ser.

Em entrevista ao Blog Autografia, Adriana conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou esposa e mãe de duas meninas, Júlia e Isadora. Ser mãe é uma doce tarefa cheia de desafios, muitas vezes nada glamourosos. Sou também mãe da minha própria mãe que hoje é como um bebê que exige muitos cuidados.”

“Ter uma mãe com Alzheimer também me trouxe um aprendizado além de todos os livros que já li. Quando criança e adolescente eu amava escrever poesias, desde muitas primeiras escritas eu já tinha interesse em rimas e versos. Após entrar na faculdade de medicina, e durante minha trajetória médica que já tem 20 anos de formação, passei a me dedicar aos estudos e a meus pacientes.”

“Fiz oncologia, segui com doutorado, leciono em uma faculdade de medicina e passei a me dedicar também a ensinar e praticar a empatia e a compaixão. Durante a pandemia, tive que me reinventar como a maioria das pessoas e de repente fui despertada por um presente de um aluno com uma poesia.”

“Retornei à minha infância e em 2021 passei a escrever poesias, motivadas pela maternidade, meus desafios como médica, professora, minhas experiências doces e amargas de viver”.

“Trata-se de um livro de poesias voltado a pessoas que tem pressa. Pessoas que não tem tempo, que sempre estão cansadas e que podem não perceber que mesmo nesse cansaço, há muita poesia a viver e ser. São três partes divididas em parte um – toda mãe sente algum cansaço, parte dois – Olhe para dentro e parte três – liberte-se.”

“A primeira parte é sobre a correria da vida e as pequenas alegrias que muitas vezes passam sem ser percebidas. A segunda é sobre nos enxergar como seres maravilhosamente imperfeitos. E por fim, a libertação de tudo que pode podar a vida de uma mãe”, completa a autora.

A inspiração para Adriana escrever o livro veio de muitas mães cansadas como ela, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Caminhando pelo lindo campus da Universidade de Fortaleza, cercada de muita natureza e lindas obras de arte, eu estava exausta e apressada como sempre.”

“De repente parei para tomar fôlego e percebi como a poesia estava presente nesse emaranhado de sentimentos que juntavam meu cansaço, a natureza, as estátuas me observando e a quantidade de coisas que eu ainda tinha de fazer nas próximas quatro a cinco horas desse mesmo dia.”

“Pensei nas muitas mães cansadas como eu e então vieram os primeiros versos, que tive que gravar andando, em um áudio para mim mesma. Sentei no carro e escrevi poesias para mães cansadas no grupo de WhatsApp que tenho comigo mesma. Então, eu Adriana cansada e eu Adriana poeta, batemos um papo sobre juntar-nos nessa empreitada”, relata a autora.

A autora ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Os temas vieram surgindo pouco a pouco, diante de todas as coisas que eu passei. Há frases inocentes da minha caçula, a mente criativa e sensível da Júlia, as alegrias de cuidar e ser amada pela minha família, as frustrações e confusões que uma mãe passa desde que acorda até o momento de colocar as crianças para dormir. Cada poesia foi nascendo e sendo escrita, muitas delas no meu grupo: eu e eu mesma, do celular.”

Para Adriana, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Tenho uma grande felicidade e realização com essa obra. Desejo que seja lido por todas as mães cansadas como eu e que elas e eles (pais também) alegrem-se e orgulhem-se de quem são.” 

“Ser cansado não é defeito e nem incapacidade. Sei o quanto gera frustração muitas vezes não atender tantas expectativas internas e externas, contudo a poesia nasce do amor cansado e até derrotado, mas que levanta no dia seguinte e faz a vida acontecer. Viva o cansaço de viver! Seja a poesia que só o cansaço pode trazer”, finaliza.

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Autor lança narrativas intensas tratando de problemáticas universais

O autor Djalma Braga Frattini sempre esteve imerso no mundo da literatura, foi dramaturgo, ator, diretor, professor de teatro e hoje lança a obra “Bofetada e êxtase”. No livro, Djalma escreve sobre a violência urbana, sobre a solidão, sobre os defeitos de caráter de uma gama generosa de personagens arquetípicas, sempre com simplicidade e com uma cumplicidade que não admite julgamentos precipitados.

Em entrevista ao Blog Autografia, Djalma conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Minha trajetória pessoal e profissional é um tanto quanto longeva. Sou graduado pela FEBASP em Belas Artes e especializado em F.E.C.A (FUNDAMENTOS ESTRUTURAIS DA COMPOSIÇÃO ARTÍSTICA) desde 1987, faz 35 anos, bastante tempo.

“Estreei como dramaturgo em 1987 com a montagem profissional de “FRAY”, peça de minha autoria, levada pelo Grupo Boi de Mamão para vários países da Europa e para a Austrália.”

“Minha história no teatro é bem abrangente: sou autor de seis peças montadas profissionalmente; fui diretor e ator; trabalhei como professor de teatro e FECA em muitas universidades (até na CAL do Rio de Janeiro e na Oficina Cultural Oswald de Andrade em São Paulo); fui assistente de direção de Sérgio Britto; Antunes Filho; dividi encenações com Myriam Muniz e Luís Otávio Burnier; entre os anos 1990 e 2000 estive muito ligado ao teatro.”

“Em 2019, já aposentado de palcos e salas de aula, resolvi me dedicar inteiramente à Literatura. Minha primeira publicação fora da dramaturgia foi para a coletânea de contos sobre luto e morte “ABRAÇOS AUSENTES” (ed. Letraria, 2020). Também escrevo para algumas revistas digitais e sou resenhista. Então, faz 35 anos que lido com a palavra, uma luta hercúlea que não acabará tão cedo. É vocação…’

“ Em “BOFETADA E ÊXTASE” reuni 18 contos escritos entre 2019 e 2021. Narrativas intensas tratando de problemáticas universais. O leitor vai encontrar nos meus contos células teatrais definidas, os vestígios do dramaturgo: aquele encontro entre a tragédia e o grotesco das comédias; uma simbiose da qual não consigo fugir; além do suspense.”

“Sou um escritor preocupado com o entretenimento e com a coletividade: não gosto de chatices. Escrevo sobre a violência urbana, sobre a solidão, sobre os defeitos de caráter de uma gama generosa de personagens arquetípicas, sempre com simplicidade e com uma cumplicidade que não admite julgamentos precipitados. O mistério também está presente em “BOFETADA E ÊXTASE”, alguns contos frequentam o gênero policial de suspense psicológico, uma das minhas paixões.”

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Nunca participei de Oficinas de Escrita Criativa, não é ‘coisa’ do meu tempo. Estudei artes e estou longe do autodidatismo.”

“Emprego uma metodologia muito particular no momento de criar minhas narrativas: desenho um triângulo de escadas; na base as personagens vão subindo os degraus e enfrentando os conflitos; nas pontas estão seus interiores escondidos; o desfecho está na afiação dessa flecha; o lado mais amolado sempre é o do corte final.”

“Parece complicado, mas não é. “Bofetada e Êxtase” são 18 flechadas. Costumo pensar no tempo como um grande cozinheiro e na memória como o único ingrediente essencial de suas receitas, e, na verdade, aquilo que realmente cozinha na literatura é a solidão do escritor.”

A inspiração para Djalma escrever o livro não foi bem uma inspiração: “Inspiração para escrever? Não sei do que se trata. Escrever no meu caso sempre foi uma obrigação íntima. Observo. Estudo. Um gesto, uma atitude singular, um instante de susto pode resolver a construção da personagem e o desenvolvimento da narrativa.”

“Todos nós estamos passando por um trânsito terrível de perdas, sofrimentos e angústias inesgotáveis. A responsabilidade do artista é o grito, o espelho que reflete o contrário elevando a consciência crítica do leitor. É um trabalho duro, árduo, solitário e quase enlouquecedor. A tal obrigação íntima pode ser encarada como uma doença artística.”

Para Djalma, publicar o livro traz a sensação de missão cumprida: “Estou muito contente com a concretização da publicação de “BOFETADA E ÊXTASE”, é o meu primeiro livro de contos (solo: canto sozinho). A Editora Autografia me proporciona uma grande liberdade para encaminhar a produção gráfica com um grande artista convidado (Rogério Bessa Gonçalves) que compôs belíssimas ilustrações para os contos.”

“Pretendo publicar meu primeiro romance em breve, assim que “BOFETADA E ÊXTASE” estiver disponível para todos. Também vou publicar meu “Teatro Completo 1” reunindo cinco de minhas peças teatrais. Aos poucos vou esvaziar minhas gavetas. Preciso de espaço para o voo dos anjos esbofeteados.”

“Se tenho um recado para os leitores? É claro que tenho: não me deixe despencar pelo abismo; me leia, por favor. E divirta-se com as piadas do destino. Reflita sobre os erros e acertos desses homens e mulheres desavisados.”

“Sentimentos, sensações e emoções não são sinônimos, vamos cuidar dos valores essenciais para a paz em nossas vidas. “BOFETADA E ÊXTASE” foi escrito pensando na coletividade. É o esgoto e a nascente das nossas realidades.”

“Me dê a sua mão e vamos passear pelas emoções, pelas sensações e pelos sentimentos dos nossos semelhantes tão diferentes. E não esqueça nunca: leia; faça a diferença; escape.”

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Alessandra Silveira lança obra sobre força, fé e esperança

A autora Alessandra Silveira tem formação em tecnologia, negócios e gestão de projetos e lança a obra “Passaporte para a vida”. No livro, Alessandra traz relatos profundos sobre seus momentos de fé, força e esperança, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Alessandra conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro:” Sou natural do sul fluminense, Volta Redonda. Tenho formação em tecnologia, negócios e gestão de projetos. Saí da minha cidade com 23 anos e atualmente moro em SP, sou solteira, espírita, não tenho filhos,  mas sou cercada de sobrinhos e afilhados que adoro.

“Tenho uma sólida carreira profissional, prestando serviço para grandes empresas. Há 15 anos trabalho em telecomunicações, como gestora de projetos. Pessoalmente, sou uma viajante, mochileira, tenho paixão por conhecer lugares, no Brasil e no mundo, história, culturas, costumes diferentes, o que acho que enriqueceu muito muito minha vida.”

“Adoro realizar atividades de voluntariado e artes manuais. Em 2010, o câncer chegou a minha vida e me colocou diante de um dos meus maiores desafios que eu chamaria de uma grande viagem pelo processo e para dentro de mim mesma. Foi árduo, mas acredito ter saído mais fortalecida e mais consciente ainda das coisas em que eu acredito e de quem eu sou.”

“Gosto de pensar que é um livro sobre fé , força e esperança. Sobre a minha maneira de passar por momentos difíceis. Foi um mergulho em mim mesma com grandes reflexões internas, mas também uma reflexão acerca de todo o processo do tratamento do câncer e impactos dos anos posteriores de todos os envolvidos.”

“O ponto de vista de um paciente que de repente vê sua vida virada por tal acontecimento, que dá conselhos aos amigos, familiares, conhecidos em como abordar o tema, porque a verdade é que muitos não sabem nem o que dizer.”

“Então eu conto todo o meu processo de diagnóstico que foi difícil e doloroso, o processo cirúrgico e suas implicações, efeitos que isso teve na minha vida e no entorno, com histórias emotivas, engraçadas, às vezes chateadas, outra reflexivas, mas sempre com o olhar de quem vê a vida num conceito mais amplo e espiritualista.”

“Falo sobre o que eu aprendi sobre câncer de colorretal que não é muito divulgado e eu queria prestar esse serviço, porque se fala muito em outros tipos de câncer, mas não nesse, sendo um dos que são mais letais.”

“E então, falo sobre meu tratamento e minhas reflexões, sobre o processo e tudo o que eu passei e vi ao meu redor e o que se faz após isso, o que você faz enquanto espera cinco anos, dia após dia, esperando não ter outro câncer, romper esta barreira e ganhar a tão esperada alta e conto o meu plano criado para passar por tudo isso, o meu passaporte para a vida, com carimbos e tudo!”

“Um verdadeiro projeto com metas, tempo, entregas, reflexões necessárias, autoconhecimento porque é assim que a minha mente funciona, eu sou gestora de projetos. Falo da minha fé religiosa que foi meu esteio em tudo isso e norteou todo o meu posicionamento e concluo com uma reflexão sobre mim como ser humano e as ditas coincidências do universo que eu gosto de chamar de a mão de Deus dando uma organizadinha em alguns dos nosso processos de vida”, completa a autora.

A inspiração para Alessandra escrever o livro veio de uma intuição muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Eu escrevi essa obra pensando no tipo de texto que eu gostaria de ter encontrado e não encontrei quando eu passei pelo processo do câncer, na verdade, isso valeria para qualquer processo difícil que você possa enfrentar.”

“Algo com o qual eu me identificasse do ponto de vista de crenças de vida, religião, valores, um entorno familiar não tão funcional, questões internas a serem trabalhadas quando esse tipo de situação chega a nossa vida.”

“Eu quis falar também para aqueles que estão fora do dito padrão porque em muitos momentos da vida eu me vi fora do padrão de vida normal falando de vida familiar, vida afetiva, crenças, de quem estava à minha volta e isso nos faz solitários, às vezes, por não encontrarmos identificação.”

“Eu penso muito nas minorias sejam quais forem. E é com esse olhar, analisando não só a si, mas também o entorno, todas as ações e reações vividas nesse processo, desde o diagnóstico passando por cirurgia, tratamento e os famosos cinco anos de espera pela alta”.

“Acho que propositalmente eu parei mesmo para recolher meus escritos, organizar as ideias e escrever mesmo o texto que virou esse livro um bom tempo depois quando eu me senti preparada para fazê-lo”, relata a autora.

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Um árduo trabalho solitário e reflexivo porque envolve resgatar coisas escritas durante e depois, reviver fatos, revisitar memórias uma e outra vez, ressignificar algumas coisas, tirar conclusões e deixar ir, foi como fechar um capítulo da minha história.”

“Tive ajuda de amigos ao final para ler e me dizer o que achavam e minha afilhada, então estudante de jornalismo, hoje formada, que me ajudou com algumas correções textuais e organização de ideias.”

Primeiro virou um blog e quem leu me incentivou muito a transformá-lo em livro. Sou muito reservada, então até essa barreira, a de exposição, eu tive que trabalhar para poder contar a minha história que já tocou muita gente pelos retornos que recebo. É com esse intuito que eu decidi publicar, poder ser uma voz de fé e esperança.”

Para Alessandra, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Uma realização pessoal.  Eu sempre quis deixar alguma contribuição a sociedade, fazer o bem na vida de alguém, de alguma forma, e sinto que esse processo me permitiu ser uma voz ao falar sobre cuidado, amparo, empatia, fé, porque vivi tudo isso.”

“E sobrevivi para contar. Eu espero que a minha história sirva para acalentar corações, sirva de possibilidade, alternativa, que possa trazer uma reflexão sobre como passar por momentos difíceis.”

“Cada um tem a sua dificuldade, ninguém é mais ou menos, é só uma questão de identificação, talvez existam outras Alessandras por aí que possam se identificar e encontrar nas minhas palavras algo que fortaleça a fé, a força e a esperança na vida delas e o que espero é que a minha mensagem chegue aonde é preciso chegar. Espero que gostem e que passem adiante, talvez um familiar, um amigo seu passe por um momento difícil, faça essa mensagem chegar até ele”, finaliza.

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Autor destaque da semana: Guilherme Sanchez com a obra “O Legado: As Crônicas de Leferion”

Guilherme Sanchez é o nosso autor destaque desta semana no Blog Autografia com a obra “O Legado : As Crônicas de Leferion”. Daremos um giro em algumas das matérias em que apareceu e eventos de que participou, nos últimos tempos, como autor por aqui.

Ontem (26), o autor deu uma entrevista para a TV Líder do Vale, que além das visualizações nas mídias sociais da TV, teve 7000 pessoas assistindo ao vivo a transmissão pelo canal (fora reprises da programação). Assista aqui!

Além disso, como o autor havia distribuído alguns livros para Youtubers e influenciadores, também ganhou algum espaço nessas redes, como essa matéria fantástica na Odisséia. Clique aqui para ler! E também essa maravilhosa resenha da Juliana, do Canal Revelando Livros. Veja aqui!
 
Em seu próprio canal também há uma série de vídeos. Acompanhe aqui!
Seu evento na cidade de Esteio foi noticiado pelo Jornal VS (Jornal Vale dos Sinos) um dos maiores na região. Leia aqui! E também no Jornal Líder do Vale. Veja a matéria!
 
Além de outras resenhas como a Modo Literário. Clique aqui!, Resenha da Machiatto Blog Veja aqui! e entrevista ao vivo para a influenciadora do Resenhas Caóticas. Assista aqui! Além disso, também realizou participação na abertura da Semana Literária da Cidade de Esteio. Acompanhe aqui! Matéria também presente aqui.
 
Também houve um evento no estilo noite de autógrafos na Casa de Cultura Mario Quintana, na cidade de Porto Alegre. Assista aqui o vídeo! Isso tudo fora a revista da editora Autografia, durante a Bienal, e a própria matéria que a editora disparou para blogs em sua assessoria que saiu em diversas páginas, até no Estadão e no R4, (Veja aqui!) e o seu plano de mídia. Acompanhe aqui uma das matérias!
 
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Eduardo Allodi lança obra sobre dificuldade do filho dividir espaço e brinquedos com outras crianças

O autor Eduardo Allodi é anestesista e apaixonado por seu filho de quatro anos e lança a obra “O sol que se sentia só”. No livro, Eduardo traz relatos, de uma maneira lúdica, sobre uma questão pela qual muitos pais passam, que é a dificuldade do filho dividir seu espaço e brinquedos com outras crianças. Na obra, o autor reforça um cenário lindo, mas que muitos brasileiros não conhecem.

Em entrevista ao Blog Autografia, Eduardo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Eu sempre quis ter filhos e, por enquanto, sou pai de um menino de 4 anos. Sou formado em medicina e atuo como anestesista. Acredito que o livro aborda, de uma maneira lúdica, uma questão pela qual muitos pais passam, que é a dificuldade do filho dividir seu espaço e brinquedos com outras crianças. O livro mostra isso em um cenário lindo, mas que muitos brasileiros não conhecem. Então, de certa forma, também é uma propaganda de um local de nosso país”, completa o autor.

A inspiração para Eduardo escrever o livro veio de uma viagem com a família para os Lençóis Maranhenses e por ler muitos livros para o filho, a ideia surgiu espontaneamente enquanto estava lá: “Viajei com a família para os Lençóis Maranhenses e por ler muitos livros pro meu filho, a ideia surgiu espontaneamente enquanto eu estava lá. Então, meu filho e o cenário me inspiraram”, relata o autor.

O autor conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Escrevi e imaginei todas as cenas sozinho em uma tarde após um passeio.”

Para Eduardo publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “É uma sensação diferente, pois nunca fiz isso e nem faz parte do meu dia a dia. Mas, acredito que poderei responder melhor quando tiver o livro em minhas mãos. Gostaria que meu filho gostasse da história e se lembrasse de nossa viagem. Espero que gostem da história e que tenham vontade de conhecer o cenário espetacular que nosso país oferece”, finaliza.

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Maria Luísa lança versos delicados para fazer pensar a alma

A autora Maria Luísa sempre esteve envolvida no mundo da leitura e da escrita e lança a obra: “Jardins, bonecas e coisas mais – versos delicados para fazer pensar a alma”.

Em entrevista ao Blog Autografia, Maria Luísa conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Escrever é parte da minha vida desde que me entendo por gente. Comecei ouvindo meu avô lendo para mim e para meu irmão, desenvolvi o hábito de esboçar alguns quadrinhos e histórias e posteriormente me descobri no universo musical e poético, minha atual maior paixão.”

“Acima de tudo, uma conversa. O livro em si é uma mistura bem aleatória de poemas que tentam de diversas formas alcançar o leitor. Sempre gostei dessa espécie de “diálogo” presente no trabalho de alguns autores, então tento trazer isso a todo momento em minhas criações,” conta.

A inspiração para Maria Luísa escrever o livro veio do tédio: “Embora eu queira muito dar alguma resposta muito inteligente, admito que foi de certa forma o tédio a minha maior inspiração. Comecei a rascunhar mais um dos inúmeros poemas que escrevo semanalmente e pensei ao terminá-lo: “Por que diabos eu não escrevo um livro de uma vez?”. E assim, a partir de “Jardins coloridos”, comecei a escrever o livro.”

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “A partir do momento em que decidi tomar vergonha na cara e escrevê-lo de uma vez, comecei a separar meus poemas em arquivos, “Poemas publicáveis”, era a pasta do Word em que guardava os poemas que foram adiante no projeto.”

“Fiz tudo a sós com minha mente, meu celular e Deus. Temia que se contasse a alguém, a minha motivação fosse embora, então permaneci de bico fechado até terminar o último poema. Só então, com tudo pronto, comecei a caçar avidamente por editoras que aceitassem poesias. Enviei e-mails a várias, dentre elas a Autografia, que escolhi sem arrependimentos para fazer parte do processo”, relata.

Para Maria Luísa, publicar o livro traz a sensação de expectativa: “A sensação de finalmente realizar um sonho de infância é esquisita, como se estivesse experimentando um sabor de sorvete novo após anos escolhendo o mesmo. Me olho no espelho agora e posso dizer “sim, eu sou poeta”, e já não parece mentira.”

“As pessoas costumam querer saber meus planos, pretensões e expectativas sobre o início da minha carreira incerta, mas nunca gostei de criar expectativas com nada, pois muitas vezes esse é o maior combustível da decepção. Prefiro deixar a vida me pegar de surpresa”, afirma.

“Afinal, se nada nunca sai exatamente como esperado/planejado, por que correr o risco de me aborrecer? Prefiro apenas continuar apreciando meu livro e lê-lo, feliz da vida, a me importar com algo além do que já consegui. Essa última pergunta foi como um “Justifique sua resposta” no meio de uma prova importante”, diz Maria.

“O que eu poderia dizer? Apenas estou absurdamente feliz e espero, sinceramente, que aqueles que desejam, assim como eu, começar do zero a escrever, não desistam; ninguém fará isso por você, então corra atrás! Às vezes, passar por cima da insegurança, do medo e da incerteza é a única forma de superar todas essas coisas e transformá-las em algo positivo, com que possamos aprender e crescer”, finaliza a autora.

 

Luiz Henrique Freitas lança obra sobre o futebol mineiro

O autor Luiz Henrique Freitas é jornalista e autor do livro “Meus pais e eu, muitas histórias” e lança a obra “O Futebol Mineiro – 2019/2020”. No livro, Luiz Henrique traz um documento histórico sobre o futebol mineiro, além de outros momentos. Na obra, o autor aborda as partidas com o olhar do torcedor, do bastidor de um jogo de futebol.

Em entrevista ao Blog Autografia, Luiz Henrique conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou natural de Belo Horizonte. Sou jornalista e especialista em Gestão Empresarial pela Puc-Minas. Comecei a trabalhar em tv aos 18 anos na engenharia da TV Globo Minas.”

“Depois segui atuando em vários cargos e gestão de equipes em diversas emissoras. Fui repórter, editor-chefe e chefe de redação na Rede Minas de Televisão; editor, chefe de reportagem e editor-chefe na Rede TV! e na extinta TV Manchete; editor-chefe na TV Alterosa/SBT e coordenador executivo na TV UFMG.”

“De volta à TV Globo assumi o cargo de editor-executivo. Nos sete anos recentes fui gerente de redação na Rede Minas e apresentador do programa Rede Mídia. Na Rádio Inconfidência fui comentarista do programa Ponto de Vista.”

“Lecionei disciplinas de jornalismo nas faculdades Puc- Minas e Funcec, em João Monlevade. Em 2017, recebi o prêmio “ Profissionais do Ano – Destaque Nacional “ da Braslíder – Associação Brasileira de Liderança – São Paulo, SP. Sou autor do livro “ Meus pais e eu, muitas histórias “ e ” O Futebol Mineiro – 2019/2020 ” lançados em 2021.”

“O livro é um documento histórico sobre o futebol mineiro e aborda as partidas com o olhar do torcedor, do bastidor de um jogo de futebol. São 4 partes: competições de 2019/ a pandemia suspende o futebol em todo o mundo/ a bola volta a rolar sem público/ competições em 2020”, completa o autor.

A inspiração para Luiz Henrique escrever o livro veio do futebol ser emocionante e despertar a paixão dos torcedores, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “O futebol é emocionante e desperta a paixão dos torcedores. Falar de um jogo de uma forma diferente, sem aqueles clichês táticos e, às vezes, chatos que a maioria das pessoas não entende, foi uma das minhas propostas. Eu escrevo para todos que admiram o esporte mas não entendem bem o que acontece dentro e fora do campo”, relata o autor.

O autor ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Eu escrevo sobre dois jogos por semana e faço relações com fatos da atualidade. Quando a pandemia assustou o mundo todo e parou o futebol, eu relatei o temor que estava no ar e como os jogadores e clubes enfrentaram aquela situação. Para isso, acompanhava jornais do mundo inteiro. Sim, sempre escrevo sozinho.”

Para Luiz Henrique, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “É muito bom realizar esse projeto e sinto que é uma contribuição importante, talvez única, para a crônica esportiva nacional. Continuei escrevendo sobre futebol e vamos ver se sai o segundo volume, com os registros de 2021. Relembrem os jogos de seus clubes nesses dois anos emblemáticos do futebol e divirtam-se com a leitura!”, finaliza.

O livro “O Futebol Mineiro – 2019/2020” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui!