Antonio Orlando lança obra sobre cotidiano de eventos diversos

O autor Antonio Orlando lança a obra “O livro e outros poemas escolhidos”. No livro, Antonio traz relatos profundos sobre seus momentos que são parte de um cotidiano de eventos diversos, além de outros momentos dificultosos da vida. Na obra, o autor reforça que quando contados em poemas, que quando cantados em poesias, mostram-se, todos, suportáveis.

Em entrevista ao Blog Autografia, Antonio conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sempre que possível, de escolhas. A poesia não faz plano para mim. Eu faço plano para a poesia, é simples e caro de se ter: escrevo o poema para que a poesia, na palavra, me faça melhor, sempre. Esse refazer permanente é minha vida e aí, o pessoal e o profissional se confundem.”

“Gostaria de saber mais sobre isso, mas não sei. Penso que meus poemas, os escrevo para pessoas como eu. Poesia é arte, é invenção; a construção desse invento cultural é, na estrutura do poema, a realidade ficta, inventada. ‘O Livro e Outros Poemas Escolhidos’ é um todo em cada parte de um cotidiano de eventos diversos, alegres, tristes, claros, confusos, permitidos, proibidos… Que quando contados em poemas, que quando cantados em poesias, mostram-se, todos, suportáveis”, completa o autor.

A inspiração para Antonio escrever o livro veio de um instante, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “O instante. Só que o instante não basta; daí, tem que haver a criação, que se cerca de criaturas e coisas transformadas e transformadoras, fictas e reais, possíveis no mundo dos inventos culturais.”

O autor ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Muito custosa; inventar não te deixa impune. A realidade não criativa sempre insurge. O caminho da criação é longo e difícil, não se percorre sozinho.”

Para Antonio, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Esse é um livro de poemas, que sucedeu um romance, ‘Bougainvillea’, e que antecederá um novo romance que lançaremos em breve. Como já disse, não sei o que a poesia planeja para mim. Mas, os meus sonhos são enormes, as expectativas são enormes e tudo requer muito trabalho; a gente se cerca de profissionais e amigos, consideramos os caminhos indicados para o alcance dos objetivos e, no caso concreto, a Autografia Editora tem sido de imprescindível presença e atuação; trabalhamos muito e retirados os andaimes superados, a beleza se faz por conta da arte. Embora pareça bordão de autoajuda, eu deixaria a mensagem: leiam!! Leiam e amem; ler e amar é uma coisa só”, finaliza.

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Autora aborda em seu livro discursos bem orquestrados de uma falsa moral

A autora Rosilda Pereira sempre esteve envolvida no mundo da leitura e da escrita e lança a obra: “A Semente”.

Em entrevista ao Blog Autografia, Rosilda conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “A minha trajetória pessoal foi marcada por muitos desafios, sobretudo para estudar, este foi um dos fatores que inviabilizou a construção de uma carreira profissional sólida. Só consegui entrar numa universidade quando estava com quase 30 anos e já tinha uma família constituída.”

“Com poucos recursos financeiros, com duas filhas pequenas, casada com um militar, cuja carreira obriga a família toda a se adequar às constantes mudanças de cidades e às vezes até de país, não me sobrou outra alternativa e não ser estar à disposição para estas necessidades, deixando para segundo plano o sonho de ter uma profissão reconhecida. Digo ‘sonho’ porque sempre sonhei ser reconhecida profissionalmente.”

“No entanto, não ter uma carreira profissional não quer dizer que eu não tenha desempenhado outras atividades além das domésticas. Até porque sempre precisei complementar a renda familiar. Fui costureira, artesã, organizadora de festas. Embora tenha feito tudo isso com muito esmero, estas atividades não me levaram a uma projeção ou realização profissional.”

“Até que veio a pandemia da Covid-19 que no Brasil só foi considerada preocupante no início de 2020 e fez muita gente repensar a própria vida, comigo não foi diferente. Nessa época eu já estava um pouco descontente com o rumo que as coisas tinham tomado.”

“Na minha vida privada a rotina voltada quase exclusivamente aos cuidados da família, havia me cansado e parecia não fazer mais sentido. Ainda tinham os acontecimentos a nível de Brasil: as questões políticas, econômicas, entre outras que vinham há tempo me incomodando e durante a pandemia se mesclaram com as minhas inquietações pessoais e familiares.”

“Foi aí que senti que precisava mudar urgentemente um pouco o rumo da minha trajetória e ir para além daquele momento em que estava vivendo. Então, deixei tudo para segundo plano e decidi que colocaria em prática um projeto antigo que eu tinha, o de escrever um livro.”

“Estipulei um prazo para fazer isso e torná-lo público, quando eu completasse 50 anos, no ano seguinte, em 2021, e este livro seria sobre a minha vida. Minha obra é uma autobiografia contextualizada, ou seja, situa a minha trajetória de vida aos acontecimentos mais importantes do país nos últimos anos, sobretudo aqueles que são relevantes para a história retratada.”

“O livro, a meu ver, é bem completo quanto a estrutura física, possui prefácio, prólogo, introdução e posfácio. A história em si, está dividida em cinco partes, sendo que cada uma das partes é marcada por um acontecimento ou mudança significativa na minha trajetória.”

“O relato é linear, pois tudo começa com as primeiras lembranças da vida e conforme vai transcorrendo vem o amadurecimento e a percepção do que acontecia comigo e com as coisas à minha volta. Talvez, por isso, a obra além de biográfica é também um romance de formação, já que não deixa de ser o retrato da formação da minha identidade.”

A inspiração para Rosilda escrever o livro veio da sua vida, do seu cotidiano: “Algumas coisas me trazem inspiração, sobretudo os elementos da natureza: as flores, os rios, a terra; não é por acaso que o meu livro se chama ‘A Semente’. Para escrevê-lo, porém, acho que fui movida mais por indignação do que por inspiração.”

“De repente comecei a perceber que algumas coisas que eu acreditava que tinham sido abolidas da nossa sociedade estavam voltando à tona, e invadindo todos os espaços (físicos e virtuais) e interferindo profundamente nas relações, inclusive dentro do lugar que eu mais prezo: a minha casa.”

“Falo do preconceito, da misoginia, da intolerância, do negacionismo, falta de empatia, entre outros, tudo envolto em discursos bem orquestrados de uma falsa moral. Estas questões há tempos vinham me incomodando, mas devido o espaço que ganharam, sobretudo nas redes sociais, durante a pandemia, começaram a me preocupar e eu tinha elementos suficientes na minha história de vida para isso. Não tive dúvidas que deveria fazer algo, não somente para sair daquele desconforto, mas sobretudo, alertar sobre o perigo que estávamos vivendo.”

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “O processo de produção do livro foi bastante desafiador. Eu não tinha muita coisa a meu favor além das minhas ideias. Para começar, eu nem sequer tinha um bom computador e muito menos um domínio desta máquina; tive que ir aprendendo ao longo do processo.”

“Além disso, estava desatualizada, intelectualmente falando. Há tempos não lia um livro até o fim e para escrever um é preciso ter uma boa bagagem de leitura, de preferência atualizada. Então selecionei diversos títulos, uns 50. Pelo menos 30 deles li na íntegra durante o processo de escrita, já outros utilizei como material de consulta. Não se engane quem pensa que escrever a própria história é fácil: é mais difícil do que parece.”

“Claro que tive contribuições valiosas nesta transição de uma dona de casa para uma escritora, sobretudo na parte mais técnica. Néstor, meu genro, foi o intermediador entre o notebook e eu. Técnico em informática, mesmo morando em outro país, me deu o maior suporte neste sentido.”

“Já a minha filha, Aline, também morando fora do país, se incumbiu das correções e melhoramento dos textos, e foi sem dúvida uma grande parceira e uma colaboradora importante em todo o processo de produção do livro. Além dos já mencionados desafios, havia também a questão do mercado editorial, um que eu não conhecia. Não restou outra alternativa a não ser pesquisar muito e contar com um pouco de sorte.”

Para Rosilda, publicar o livro traz a sensação de expectativa: “A sensação que tenho agora, depois do livro publicado, é de dever cumprido, mas também de muita responsabilidade, já que a obra aborda muitos assuntos e eu sou responsável por tudo o que escrevi.”

“Minhas expectativas com relação ao livro são: vendê-lo para recuperar o investimento que fiz e paralelamente a isso, promover discussões sobre os temas abordados na obra, os quais considero importantes serem repensados. Primeiramente, penso que devo agradecer a todas as pessoas que se dispõem a ler um livro de um escritor ou escritora iniciante como eu.”

“Sabemos que no nosso país não há incentivo à leitura. Em segundo lugar, quero pedir que quando lerem livros destes aventureiros e corajosos escritores ‘sem nomes reconhecidos’, assim como eu, se a leitura fizer algum sentido, ajudem-nos divulgando, indicando ou até presenteando alguém com o livro”, finaliza.

 

Valdo Barcelos lança obra em que aborda a pandemia do novo coronavírus

O autor Valdo Barcelos sempre esteve imerso no mundo da escrita e da leitura e hoje lança a obra “Pandemia e tempos sombrios: retalhos da alma”. No livro, Valdo, conta sobre a experiência sombria da quarentena em meio a pandemia do novo coronavírus.

Em entrevista ao Blog Autografia, Valdo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou natural da cidade de Santa Maria – RS. Nascido em 01/04/1955. Tive muitas dificuldades de adaptação à escola quando nela ingressei aos 7 anos de idade. Fui expulso por três ocasiões.”

“Na terceira recebi o diagnóstico de ‘Pessoa incapacitada para o ambiente de aprendizagem’, com a sugestão de buscar “Tratamento psicológico para evitar possíveis transtornos mentais e comportamentais”. Voltei a estudar aos 19 anos. Concluí o Curso Ginasial e o Ensino Médio (Científico) em um ano.”

“No ano seguinte prestei vestibular e ingressei na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) onde cursei Medicina Veterinária. Trabalhei em assentamentos de trabalhadores rurais por vários anos. Voltei a Universidade para prestar Concurso Público para servidor técnico onde fui aprovado e atuei por 5 anos.”

“Prestei, então, Concurso Público para Professor na UFSM onde fui aprovado e nomeado em 1991. Permaneço na UFSM desde então onde sou Professor TITULAR no Centro de Educação desta universidade. Sou Membro Efetivo da Academia Internacional de Letras, Artes e Ciências-ALPAS-21. Ocupando a Cadeira número 102-Patrono, Paulo Freire.”

“ E membro da Academia Santa-Mariense de Letras (ASL). Ocupando a Cadeira de n. 21 – onde o Patrono é o Escritor Cyro Martins. Também membro da Casa do Poeta de Santa Maria. E membro da Anistia Internacional, Seção Brasil, desde 1972. E escritor nos gêneros crônica, poesia e conto.”

 “Fui participante de Antologias poéticas; Recebi o prêmio em poesia no Concurso Literário Felipe de Oliveira (2008). Fui colaborador de Jornais diários. Fui professor TITULAR da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM-CE. E orientador de Mestrado e Doutorado. Também Pesquisador Produtividade – 1 – CNPq – e Professor Visitante Universidade de COIMBRA-Portugal.”

“Fui indicado para o Prêmio Pesquisador Destaque em Educação/FAPERGS-2021, pela dedicação as Artes, Ciências e aos Direitos Humanos, recebi a Comenda Personalidade Literária 2017. Também prêmio Destaque Literário em Poesia, no 32º e no Concurso Literário de Poesias, Contos e Crônicas (2020), pela Academia Internacional de Artes, Letras, e Ciências – ALPAS 21.”

 “Fui professor Conferencista Convidado Visitante no Instituto PIAGET-Portugal, professor Pesquisador Visitante no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-Manaus (INPA), indicado ao Prêmio Destaque em Pesquisa na Educação pela FAPERGS, ano 2021. E consultor da UNESCO-MEC-INEP-MCT-CYTED-CAPES-CNPQ”.

“ Tenho mais de quarenta livros publicados (entre livros acadêmicos e literários) e uma centena de capítulos de livros e de artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. Também fui colunista do Jornal Diário de Santa Maria. Participando de vários programas de rádio e televisão”.

“Trata-se de uma obra composta por textos do tipo crônicas, escritas durante a quarentena em função da pandemia do novo coronavírus. Nos artigos faço uma reflexão sobre as diferentes consequências da pandemia no campo político, econômico, social e educacional. O livro é composto por uma apresentação e vinte e quatro artigos.”

A inspiração para Valdo escrever o livro não foi bem uma inspiração: “Fui desafiado na medida em que fiquei em quarentena por um longo período junto com minha filha Maria que muito me ajudou nas atividades fora de casa em função de meu isolamento.”

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Meu processo de escrita é diário e sobre temas os mais diversos. O livro resulta de uma seleção de crônicas versando sobre diferentes aspectos da pandemia COVID-19, publicadas no Jornal Diário de Santa Maria, no qual assino uma coluna semanal. A escrita sim, pois ela – a escrita – é um processo solitário.”

Para Valdo, publicar o livro traz a sensação de missão cumprida: “Estou bastante satisfeito com a publicação, bem como com o trabalho editorial realizado. Espero dar minha contribuição com reflexões que possam ajudar-nos a entender essa verdadeira catástrofe sanitária, bem como os comportamentos de governantes do país e mesmo da população frente à pandemia.”

“O momento pelo qual estamos passando pode ser mais uma oportunidade para refletirmos sobre o nosso modo de viver/conviver. Uma oportunidade para refletirmos, sincera e generosamente, sobre o que queremos manter e o que queremos mudar em nosso modo de viver/conviver.”

“Quero convidar leitores(as) para refletirem sobre qual é o seu propósito enquanto lidamos com essa pandemia que já levou à morte mais de meio milhão de pessoas só no Brasil e que a próxima pandemia já pode estar a se engendrar. A pandemia da COVID-19 acabou por mostrar, de forma certeira e cruel, a fragilidade de nossas relações com nós mesmos e com o outro.”

“ Muito se tem falado em isolamento ou distanciamento social. Cabe ressaltar que usar máscara, lavar com frequência as mãos, evitar aglomerações, são atitudes fundamentais e talvez o melhor a fazer na pandemia. No entanto, há que pensarmos em dar outro passo fundamental: promover a colaboração, a cooperação, o respeito, enfim, o amor. Isolamento físico não pode significar isolamento social.”

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Ricardo Giovenardi lança obra sobre gerenciamento de crises corporativas

O autor Ricardo Giovenardi sempre esteve imerso no mundo corporativo e hoje lança a obra “Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume 2”.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ricardo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou instrutor de armamento e tiro, formado em Processamento de Dados, MBA em Gestão de Tecnologia da Informação e Internet pela Universidade Nove de Julho de São Paulo e pós-graduado em Gerenciamento de Crise – Emergência e Desastre, pós-graduando em Inteligência Estratégica e Cyber Threat Intelligence.”

“Sou certificado pelo BCI – Business Continuity Institute, formado como especialista em Inteligência Competitiva, Estratégica & Antiterrorismo – no IMI Academy for Advanced Security & Antiterror Training em Israel, Gerenciamento de Crises para Grandes Eventos – no The Advanced Law Enforcement Rapid Response Training (ALERRT).”

“Atuei em projetos de segurança e gerenciamento de crises em empresas do segmento financeiro, logístico, manufatura, mineração, bens de consumo, alimentos e varejo no Brasil, Colômbia e Moçambique. Construí as estratégias de contingência e gerenciamento de crises para um grande patrocinador da COPA DO MUNDO FIFA BRASIL 2014.”

“Realizei simulados de evacuação de comunidades na ZAS (Zona de Auto Salvamento), em Minas Gerais. Coordenei evacuação de comunidades em Zonas de Auto Salvamento em Minas Gerais. Realizei simulados de emergência em shopping center e indústrias em São Paulo.”

“Realizei simulação de treinamento de ataque terrorista – atirador ativo, no treinamento especializado – PATAMO. Fui professor em universidades para as disciplinas de Segurança Corporativa, Gerenciamento de Crises e Planejamento Estratégicos.”

“ Fui instrutor de armamento e tiro, CQB e outros cursos táticos. Tive vários treinamentos realizados no Brasil, E.U.A e Israel. Fui militar da reserva do quadro de infantaria do Exército Brasileiro. E autor do livro Gerenciamento de Crises Corporativas.”

“Realizei avaliações de riscos, ameaças e impacto nos negócios. Análises de vulnerabilidades. Elaborei estratégias de segurança e coordenação de equipe de gerenciamento de crises. Tenho medalha de Defesa Civil Laurita Pedroso de Oliveira do Município de Barra Velha – Santa Catarina, Decreto 1349 de 25 de outubro de 2019.”

“Tenho título honorifico de Palestrante Master Intelligence. – ADESG CAMPINAS. E fui palestrante no Exercício da Força de Apoio à Defesa Civil – organizado pelo Exército Brasileiro e Defesa Civil de Minas Gerais. Ao longo de minha carreira, apoiei grandes empresas, na elaboração e execução dos seus testes e simulados.

“Ensino como organizar o seu teste ou simulado – desde a reunião de planejamento ao e-mail informando o resultado da atividade. Pontos que muitas vezes são esquecidos e fazem com que a organização demonstre transparência e maturidade ao enfrentar momentos de adversidades.”

O autor ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “O livro Gerenciamento de Crises Corporativas é um projeto com vários volumes – esse é o volume 2. Nesta obra explico como um teste ou simulado do seu plano de contingência, crise ou emergência em sua organização precisa ser minimamente construído, de acordo com as melhores práticas internacionais, pensando dentro e fora da organização.”

“Minha experiência profissional em crises e em grandes simulados, também contribuíram na construção desta obra. Um projeto solo, que ao final contei com o apoio da brilhante equipe da Editora Autografia!”

A inspiração para Ricardo escrever o livro não foi bem uma inspiração: “A necessidade de organizar um teste ou simulado e principalmente, validar se o plano é factível, se a sua equipe está pronta a responder em uma situação real de crise foram algumas das motivações.”

“A atmosfera de um Centro de Comando, por mais que seja um simulado, é uma experiência marcante na vida de todo profissional ligado a segurança. Criar uma obra que pratica, com fundamentação teórica, mas com a bagagem de campo, a experiência do resultado do que agregou valor não somente para as empresas, mas para os colegas de trabalhos e comunidades. Desde os testes realizados na época do BUG do Milênio aos Simulados de Evacuação de Shopping ou Zonas de Auto Salvamento.”

Para Ricardo, publicar o livro traz a sensação de missão cumprida: “Cada etapa é uma felicidade e um novo aprendizado! Quando chego ao final, já estou pensando no próximo!! E aguardem, o Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume 3 já está no forno!”

“Não espere nesse volume – assim como em todos do projeto Gerenciamento de Crises Corporativas – a resposta para todas as suas perguntas. Nessa obra, alguns “puxões de orelhas” foram necessários…, mas tudo faz parte de um contexto maior. Nesse volume, a conversa está um pouco dura (riso).”

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Myrna Silveira lança obra onde aborda sobre os diversos aspectos da vida

A autora Myrna Silveira, sempre esteve envolvida no mundo da leitura e da escrita, e lança a obra “As Cinzas de Maria”. Em entrevista ao Blog Autografia, Myrna conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Atuando como jornalista e crítica de cinema, escritora e pesquisadora (Presido uma entidade preservação fílmica – Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro – www.cpcb.org.br).”

É um livro de auto ficção – abrange o período da vida da personagem do nascimento aos 17 anos.  Termina quando ela perde o pai, deixa Salvador  e vem definitivamente morar no Rio de Janeiro com a mãe e os dois irmãos.  É inspirado na vida da autora e aborda os acontecimentos que aconteceram no entorno.”, afirma.

A inspiração para Myrna escrever o livro veio da sua vontade: “Não houve uma inspiração propriamente dita.  Tinha vontade de escrever essa história.”, conta. A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Sim, o livro foi escrito apenas por mim.  Mas ele foi revisto pelo meu marido, que infelizmente não está mais entre nós. Ainda estou muito abalada.”

Para Myrna, publicar o livro traz a sensação de expectativa: “Já havia publicado quatro livros antes desse.  Não foi diferente das outras vezes. Espero que gostem do livro e incorporem na leitura sua história de vida. Como digo nos meus livros sobre cinema “cada espectador (a) vê um filme”, de acordo com sua história de vida, padrões, condicionamentos, conceitos, etc. Isto também se aplica aos livros.  Cada leitor (a) lê um livro.”

Professor lança obra sobre educação ambiental no Brasil

O autor Aluísio Gomes, locutor, repórter e professor, lança a obra “Educação ambiental e sustentabilidade no Brasil”. No livro, Aluísio aborda um tema discutido em todo o mundo, educação ambiental e sustentabilidade, que foi sua tese de doutorado.

Em entrevista ao Blog Autografia, Aluísio conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Na universidade de Pernambuco – UPE, me licenciei em Letras Inglês, antes, porém mergulhei profissionalmente na comunicação como locutor, repórter, redator e disk jockey até chegar à alta administração. Aos 29 anos de idade montei minha empresa de publicidade, em 2003 fiz concurso e me tornei professor da Facape – Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina, em 2010 iniciei o meu Doutorado em Educação Na Uncuyo – Universidad Nacional de Cuyio, Mendoza, Argentina e concluí coma defesa da Tese em Educação Ambiental e Sustentabilidade.”

“A obra deriva da minha Tese de Doutorado e o tema é atual, em discussão em todo o mundo, sobre Educação Ambiental e Sustentabilidade. Está dividido em 8 capítulos e tem na sua conclusão o resultado da pesquisa científica como o ápice. Essa conclusão é resultado das respostas de estudantes, professores, dirigentes de instituições de ensino superior e políticos ligados às questões ambientais. Antes, porém, abordamos as Bases e fundamentos da Educação Ambiental, Responsabilidade Social Universitária, implementação da Educação Ambiental nas Instituições do Ensino Superior etc”

A inspiração para Aluísio escrever a obra veio de sua experiência como professor: “Observando a falta de conteúdo abordando o assunto Educação Ambiental e Sustentabilidade no Ensino Superior, me senti na obrigação de levantar a bandeira em defesa da reintrodução do tema nas discussões acadêmicas, com o intuito de colaborar para instigar a universidade repensar seu papel como indutora do conhecimento na área.”

O autor conta ainda sobre o processo de produção do livro:” Produzir um livro de caráter acadêmico não é tarefa fácil. Levei muito tempo entre a pesquisa e a decisão de publicá-lo. Não é um trabalho solitário, tive que buscar apoio em muitas pessoas, desde os pesquisados até as minhas orientadoras argentinas, professoras doutoras Miriam e Roxana, a quem sou eternamente grato. O Livro é também um trabalho bibliográfico que o torna denso e por isso a bibliografia é extensa.

Para Aluísio, publicar o livro traz a sensação de gratidão ao conhecimento dos que o antecederam: “Ao tempo em que dou um novo passo na minha atividade como professor; tenho a expectativa de ministrar palestras, participar de debates, encontros, painéis e continuar escrevendo. Desejo contribuir na formação do conhecimento para uma Educação Ambiental universalizada e para um Desenvolvimento Sustentável inclusivo.”

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Autora lança obra em que aborda os desafios da educação no Brasil

A autora Patrícia Teixeira, tem uma longa carreira na educação, com especialização em Educação Infantil, lecionou Biologia por 23 anos, fez Pedagogia e se tornou Diretora de Ensino, lança a obra “Liderança pelo coração”. No livro, Patrícia aborda os principais desafios enfrentados durante esse período.

Em entrevista ao Blog Autografia, Patrícia conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Estou na área da Educação há 33 anos. Cursei o antigo Magistério, com especialização em Educação Infantil, pois sempre me imaginei na sala de aula. Lecionei a disciplina de Biologia por 23 anos, trabalhando com curso pré-vestibular, especialmente preparatórios para o curso de Medicina. Posteriormente fiz Pedagogia e me tornei Diretora de Ensino, profissão que exerço há pouco mais de 7 anos.”

“O livro aborda os principais desafios enfrentados ao longo do meu período de gestão escolar, os problemas para aprender a se relacionar com pessoas, dar feedbacks, demitir e contratar funcionários, ultrapassar um ano e meio de pandemia, além de algumas dicas de como tornar esse percurso mais fácil, através de experiências vividas. Traz técnicas utilizadas que melhoraram significativamente o relacionamento com meus liderados, criando um ambiente de harmonia e respeito mútuo.”

A inspiração para Patrícia escrever o livro veio de toda a sua vivência na educação: “A diversidade de pessoas, hábitos, crenças, particularidades, presentes em minha Equipe de Professores e funcionários; minha inquietação por tentar entender cada um, respeitando suas diferenças e, ao mesmo tempo, trazendo um esquema de Gestão compartilhada e mais humanizada, como meta de Liderança.”

A autora ainda conta mais sobre o processo de produção do livro: “Momentos de reclusão, proveniente principalmente do período de pandemia, onde me vi em situações que precisava apoiar, incentivar minha Equipe, sem saber ao certo como agir. Comecei a escrever semanalmente para os professores, afim de motivá-los a seguir em frente e, de repente, me vi escrevendo o livro.”

Para Patrícia, publicar o livro traz a sensação de realização: “Sensação de dever cumprido, pois não acredito em nada que seja feito sem amor e envolvimento, características fundamentais de minha gestão e evidenciadas nesse livro. Que ele seja utilizado como uma contribuição para aqueles que estão à frente de um grupo de liderados, independente da profissão escolhida e que, assim como eu, gostam de pessoas e acreditam no trabalho humanizado e em grupo.”

A autora revela ainda suas expectativas para a obra: “Antes de liderar, é preciso gostar de pessoas, se envolver, confiar, respeitar. Somente assim, conseguimos atingir nossos objetivos. Que esse livro seja uma pequena troca, entre apaixonados por pessoas e por Educação.”

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O lançamento do livro “Liderança pelo coração” será no dia 05/02 às 17h no Bom Bowls, endereço: Rua Siqueira Campos, 880 – Centro – Santo André.

Professor lança obra onde critica a sociedade atual

O autor Gonzalo Bolliger, professor, lança a obra “Um Gato no País dos Evangélicos”. No livro, Gonzalo, faz uma crítica brutal à sociedade atual com deboche e exagero, muitas vezes de forma proposital, onde critica a aborda a hipocrisia, a ganância, o preconceito e a burrice de muitas parcelas conservadoras da nossa sociedade.

Em entrevista ao Blog Autografia, Gonzalo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “ Nasci no Peru mas moro desde os 4 anos no Brasil; passei a maior parte em Campinas, mas nos meus 20 morei muitos anos em São Paulo; estudei Letras na USP, onde por inércia demorei vários anos para me formar e esse, para bem e para mal, foi o tempo em que vivi mais intensamente; além de escritor, trabalho como professor de espanhol e com traduções; ao contrário de muitos artistas contemporâneos, não tenho interesse por seguir carreira acadêmica; quase nunca participo de concursos literários; sou apaixonado por literatura e música,  principalmente rock; gosto de saber sobre diversos assuntos como psicologia, biologia, história,  antropologia etc; não sigo em meus escritos o politicamente correto.”

“Imagino que seja um livro forte para muitos leitores. E imagino que muitas pessoas evangélicas ou com familiares ou amigos evangélicos possam se sentir ofendidos. Não sou chegado a histórias de superação ou a personagens muito bonzinhos; então isso imagino que choque um pouco também; principalmente porque muitos autores hoje em dia veem a arte com certa função educativa e os personagens como modelos a serem seguidos. E aqui foi tudo o contrário. A intenção foi ser uma crítica brutal à sociedade atual.”

A inspiração para Gonzalo escrever o livro veio de uma história que escutou: “A ideia do livro surgiu quando um amigo escritor falou de uma história que tinha pensado sobre um gato que vive numa mansão de um pastor evangélico e vê como a mulher deste vai se sentindo abandonada pelo marido e se apaixonando por uma estátua da casa. Perguntei: pode plagiar? E ele falou não. Então peguei a ideia base e fiz uma história bem diferente. Essa história, por sua vez, surgiu quando escrevi a primeira página em um processo quase de associação livre e coloquei a imagem das múmias. E aí veio a questão: como conectar tudo? E daí foi surgindo toda a narrativa.”

Gonzalo relata ainda como foi seu processo de escrita: “Foi árduo no começo, porque eu tinha o ambiente da história (a mansão do pastor), os personagens, a crítica social, os acontecimentos principais que marcavam a história. Mas eu tinha um elemento estranho (as múmias) que eu tinha colocado por inspiração e que eu tinha que relacionar com o resto da história. E, por outro lado, eu tinha que dar uma causa plausível aos acontecimentos. Esses dois fatores fizeram que eu gastasse um bom tempo para conseguir formar um todo. Tive que fazer várias manobras narrativas para deixar a história coesa.”

Para Gonzalo, publicar o livro traz um misto de ansiedade e esperança:” Escrevo desde muito cedo, tenho obras terminadas faz tempo, inclusive esta (que comecei em 2015 e terminei em 2018), e por isso é uma inquietude acumulada por anos. Desejo que o livro tenha uma recepção ampla e imediata, porque trata de assuntos pertinentes ao tempo que vivemos. Então seria mais interessante que fosse lida agora. Porém sei que essa possibilidade é remota. É um livro cruel, cínico e que destoa da maioria dos tipos de livros mais lidos nos últimos anos.”

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Administrador lança obra onde reflete sobre o consumo descontrolado

O autor Octávio Pires, administrador no agronegócio, especialista em café, lança a obra “A Teoria do Alívio”. No livro, Octávio reflete sobre o que estamos fazendo com o tempo que nos é dado. Na obra, o autor traz uma ficção que trabalha com a mais dura realidade.

Em entrevista ao Blog Autografia, Octávio conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Me tornei administrador de empresas no Agronegócio, tendo trabalhado principalmente com café entre outros produtos.”

“Como quase tudo que escrevo, ao longo da estória aparecem diversas oportunidades para reflexão. É um romance que explora algumas fraquezas humanas e a trama se desenvolve em torno de um personagem que quer melhorar o mundo criando consciência sobre o consumo desenfreado.”

A inspiração para Octávio escrever o livro veio de suas observações da vida: “Penso que toda obra é produto do inconsciente coletivo filtrado e exposto pelo autor. São pequenas histórias, observações, enfim retratos da vida. O autor é o fotógrafo e a literatura é o retoque. Tenho muito pouco tempo livre então escrever é para mim um ato que sofre muitas interrupções. Mas é um ato solitário. Escrevi o livro e ninguém o leu antes de chegar ao fim. Nem mesmo eu havia lido.”

Para Octávio, publicar o livro de realização e dever cumprido: “A sensação é muito boa. De realização. Minhas expectativas são de um novato. Cheio de sonhos, escrever mais títulos, escrever uma continuação, escrever uma obra sobre café, enfim, escrever.”

Octávio ainda deixa um recado para os leitores: “Minha mãe me dizia quando criança que não precisamos experimentar todas as sensações do mundo em nossas próprias vidas. Algumas são nocivas. Então use o espelho, a imagem invertida. INVERTA o que você vê na vida de quem está experimentando algo que você achar nocivo: Leiam muito! É a melhor e mais segura forma de observar e vivenciar o bem e o mau. Use o seu espelho sempre que achar apropriado.”

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Jornalista lança obra que estimula diálogo entre adultos e crianças

A autora Gabriela Nasser, jornalista, com experiência em assessoria, lança a obra “Pompa e as circunstâncias”. No livro, Gabriela aborda questões importantes como prevenção do uso de drogas e a violência na infância e juventude, além da diversidade de religiões, o respeito às autoridades do Brasil com uma linguagem voltada para crianças de 8 a 12 anos.

Em entrevista ao Blog Autografia, Gabriela conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Trabalhei em assessorias de imprensa governamentais e fui colunista social do Jornal O Fluminense. Atualmente tenho o site Gabriela Nasser Comunica, voltado para a sociedade do leste fluminense e Rio.”

“O livro é um paradidático, com discurso muitas vezes versado em rimas, é divido em 10 capítulos com assuntos variados, como prevenção ao uso de drogas, violência, cuidado com o meio ambiente, respeito a todas as religiões, etc.”

A inspiração para Gabriela foi ensinar o essencial para que as crianças cresçam sadias e saudáveis. A obra incentiva diálogos preventivos contra as drogas e a violência, com linguagem divertida, versada em rimas, para crianças, adolescentes, pais e professores.

Gabriela também falou sobre a produção da obra: “Escrevi sozinha, com cuidado de passar o melhor para que haja um diálogo entre pais, professores, crianças e adolescentes. “

Para Gabriela, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação: “A sensação é maravilhosa, no melhor sentido da vida em seu infinito fluxo positivo. Quanto às expectativas, estas giram em torno da adoção deste livro nos colégios.”

Gabriela ainda deixa um recado para os seus leitores: “As crianças merecem ser ouvidas, compreendidas, respeitadas e protegidas no melhor sentido da palavra. Merecem uma infância e adolescência feliz.”

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