Jovem médico quer mudar o mundo em livro “Um Grão de Areia”

O autor Pedro Braghin lança a obra “Um Grão de Areia”, que conta a história do recém formado em medicina Almir, ou “Al”, para os mais íntimos. O jovem, inconformado por nada ser feito às pessoas que mais necessitam de ajuda e menos têm chances da vida, se vê consumido de raiva pela situação. Por isso, ele entra numa jornada emocionante para mostrar como cada um pode fazer a diferença e mudar o mundo de alguma forma. 

Pedro nasceu em São Paulo e trabalha na área de impressões gráficas. Já participou da produção de diversos livros de outros autores, mas agora está lançando o seu próprio. Em entrevista ao Blog Autografia, ele conta mais sobre sua obra: “é uma história de força. Nosso simpático Almir é um médico que não se conforma em nada ser feito fora do âmbito ‘dinheiro’. Apesar de ser rico e ter um sobrenome honrável, ele acredita que o pouco que cada um faz pode realmente mudar o mundo”.

A inspiração para Pedro escrever “Um Grão de Areia” surgiu ao pensar na força que podemos ter quando somos desafiados: “usei um tema atual, real e conhecido, mas com elementos bem particulares. Daí eu desenvolvi um personagem com algumas características inversas ao conceito. Como alguém arrogante e raivoso pode querer ajudar quem precisa e ainda idealizar a paz?”, explica.

O autor conta também que produziu a obra sozinho, algumas linhas escritas em casa e outras por onde andava: “a maioria das vezes à noite, ouvindo a trilha de algum filme famoso, ou mesmo acompanhado apenas de uma garrafa de chá. Assim que terminava alguns capítulos, eu enviava para colegas da faculdade, amigos e professores. Sempre fui muito incentivado a continuar”.

Pedro relata também que tem outros planos na literatura, e compartilha a sensação de publicar seu primeiro livro: “ainda não acredito que meu livro está aí, disponível. É uma sensação incrível! Eu espero continuar, escrever outras boas histórias e agradar, emocionar e inspirar mais pessoas”, finaliza. Adquira “Um Grão de Areia” na loja online da Editora Autografia, clicando aqui.

Autografia na FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty

A Autografia vai ter uma casa exclusiva para seus autores na Flip (Festa Literária de Paraty) deste ano. A Casa Autografia terá diversas atividades para a divulgação de nossos autores: workshops, debates, festas, música e gastronomia. Tudo isso no Centro Histórico de Paraty, onde ocorrem as principais atividades da festa. 

Além dos eventos de lançamento de livros no interior da casa, o Espaço Multicultural, teremos o Quintal Literário, no exterior da casa, com uma série de atrações convidadas ao longo do evento. A casa fica localizada na Rua Comendador Jose Luiz, 398, no Centro Histórico de Paraty. Confira a programação completa:

QUINTA-FEIRA – 26/07

ESPAÇO MULTICULTURAL
12h – Lançamento da Coletânea Palavreiras
13h – Lançamento do livro “Sobre(tudo)”, de Cristina Margalho
14h – Participação da autora Giselle Melo com o livro “Esconjuro”
15h – Lançamento do livro “Fitorremediação de Efluentes Urbanos Microalgas e Wetlands Construídos: Saneamento Ambiental Como Tecnologia Mais Limpa”, de Elizandro Silveira e Ênio Machado
16h – Lançamento do livro “A CASA DOS DEUSES: Portais da Liberdade”, de José Leonídio (autor do livro A Raposa do Cerrado)
17h – Lançamento do livro “Corvo (Vol.2): 14 dias com o vampiro da Lapa. Pedra da Gávea – o segredo da esfinge carioca”, de Paulo Purãna
18h – Lançamento do selo Bem Te Li com o livro “Um pra Dentro Todo Exterior”, de Paulo Sabino

QUINTAL LITERÁRIO

18h – SARAU LITERÁRIO

SEXTA-FEIRA – 27/07

ESPAÇO MULTICULTURAL
10h – Lançamento do livro “A grande fogueira de almas”, de Sérgio Lucena e Elisa M. Lucena
11h – Lançamento do livro “Gratidão”, de Cosme Santana
12h – Lançamento do livro “Só o Chico Buarque é Feliz no Brasil”, de Ivo di Camargo Jr.
13h – Lançamento do livro “Mariposa não morrem – Poemas para se ler a qualquer hora”, de Marli Oliveira
14h – Lançamento do livro “Saiba mais sobre reumatismo: 105 perguntas e respostas”, de Luiz Octávio D’Almeida
15h – Lançamento do livro “Ayahuasca: A professora divina”, de Edson Scobin
16h – Lançamento do livro “Essa coisa chamada amor”, de Erly Prado
17h – Lançamento do livro “Liberdade da alma”, de Monica Regina Cardoso
18h – Selo Bem Te Li com o livro ” Os cães do coração”, de Claos Mozi

QUINTAL LITERÁRIO
16h – Participação do autor Luciano Porto com o livro “Inovação Social – no fluxo do progresso”
18h – SARAU LITERÁRIO

SÁBADO – 28/07

ESPAÇO MULTICULTURAL
10h – Lançamento do livro “Você…o ponto de mudança”, de José Maria Zuchelli
11h – Lançamento do livro “Ilha da Madeira”, de José Martinho Tavares
12h – Lançamento do livro “Preconceito Preto/Rosa”, de Rosa Virgínia
13h – Lançamento do livro “Cria.tivas – criar aquilo que te cativas”, de Julia Costa
14h – Lançamento do livro “Baía da traição”, de Ari Guedes 
15h – Lançamento do livro “Céu de Sombras”, de Elza Milioni
16h – Lançamento do livro “Percursos de iniciação científica”, de Ana Valéria de Figueiredo e Edith Magalhães
17h – Lançamento do livro “Onde o deserto encontra o mar”, de Denise Medeiros
18h – Lançamento da coletânea Palavreiras

QUINTAL LITERÁRIO
11h – Lançamento do livro “Pita Pitanga e a Abóbora Moranga”, de Rosamares da Maia
13h – Lançamento do livro “Mulher: Sentimentos e Sentidos”, de Liliane Barboza
15h – Lançamento do livro “A arte de ver a beleza na tristeza sem o infortúnio da dor”, de Eric Cuder
16h – Participação da autora Lorena Brittes com o livro “Acervo de palavras”
17h – Lançamento do livro “Reflexões sobre o tempo de espera: preparando a família para adoção”, de Jadete Calisto
18h – Selo Bem Te Li com o livro ”Sangue nos olhos”, de Eber Inácio e SARAU LITERÁRIO

Publicitária lança livro de crônicas sobre o cinema

Formada em Publicidade e Propaganda pela FACHA, Faculdade de Comunicação Hélio Alonso, e produtora do programa Cinemúsica da Rádio Globo FM, Mariza Gualano lança novo livro sobre a sétima arte, “Short Cuts – Cenas da Vida de Cinema”. A autora, que já publicou outras seis obras sobre o cinema, reúne agora 34 pequenos textos analisando vários filmes.

Em entrevista ao Blog Autografia, Mariza fala mais sobre o conteúdo de seus escritos: “os textos falam sobre diversas produções cinematográficas e suas conexões, espontâneas ou não, com outros filmes e literatura, artes plásticas, cultura pop, incluindo seriados televisivos. Através das breves crônicas, o leitor entra em contato com inúmeras realizações do universo fílmico e recebe informações curiosas e inusitadas que ao longo do livro são expostas”.

Mariza compartilha que a inspiração para escrever o livro veio da sua curiosidade em entender melhor as referências explícitas ou não ao longo das produções, e de associações que fazia com outras artes: “daí surgiu a ideia de transformar tais investigações e esse olhar peculiar em composições escritas. Por exemplo, um dos textos, relaciona a animação ‘Dumbo’ da Disney ao desenho ‘O Pesadelo do Elefante Branco’ de Matisse, contido no livro ‘Jazz’”, conta a autora.

“Short Cuts” começou como uma coluna no site de filosofia do Centro de Estudos Claudio Ulpiano, e, com o fim do site, Mariza resolveu dar continuidade ao projeto, que resultou em um livro publicado: “foi um trabalho que desenvolvi sozinha, envolveu muita pesquisa e horas nas telas de cinema”, compartilha Mariza.

A autora conta também sobre suas expectativas com o livro daqui pra frente, e a sensação de tornar o livro público: “sinto uma imensa alegria por estar publicando mais uma obra. Espero que desperte o interesse de cinéfilos e do público em geral”, explica Mariza.

Ela deixa ainda um recado aos leitores: “o momento é de muita informação, uso contínuo da tecnologia e o mundo virtual, cada vez mais, se apresenta cheio de apelos. Porém, o que gostaria de dizer aos nossos leitores é: nunca desistam dos livros!”, finaliza a autora. A obra será lançada ainda este ano pela Autografia. Fique ligado em nossas redes sociais para mais informações. 

Professora lança obra sobre a necessidade de inclusão de alunos deficientes

A autora Ana Paula Quintanilha, graduada em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade de Santo Amaro e pós-graduada em Educação Especial pela Universidade da Grande Fortaleza, lança a obra “Inclusão sem medo: uma coletânea de artigos”, para alertar das dificuldades e necessidades de incluir os alunos deficientes no ensino, do fundamental ao superior.

Ana Paula foi professora do Ensino Especial no Município de Embu das Artes, em São Paulo, e já teve outros livros publicados. Sua pesquisa de conclusão do mestrado trouxe a ela o troféu literário Mulheres Notáveis Cecília Meireles em 2017, na cidade de Itabira, e uma de suas pesquisas a proporcionou a comenda Castro Alves.

Em entrevista ao Blog Autografia, a autora conta mais sobre a obra, fruto de sua experiência: “o livro é uma coletânea de artigos voltados para pesquisas científicas, tendo como tema central as deficiências e síndromes, onde pesquisei para trazer um pouco de conhecimento a quem necessitar. Meu livro está dividido em capítulos e cada um traz uma deficiência específica”. A obra aborda temas como autismo, síndrome de down e surdez em alunos.   

“Como professora, me deparei com muitos alunos matriculados na rede e foi aí que vi a necessidade de fazer pesquisas”, conta Ana Paula. “Fui coletando material, pesquisando para poder agir na escola com coerência em cada deficiência. A produção se deu juntando esses artigos e veio a ideia de publicar para outras pessoas terem acesso”, completa.

Ana Paula vai lançar o livro “Inclusão sem medo: uma coletânea de artigos” na Bienal do Livro de São Paulo e um dos artigos da obra estará no Palavreiras, Antologia 2018 da Editora Autografia. A obra já está a venda em nossa loja online, adquira seu exemplar através do link: http://www.autografia.com.br/loja/inclusao-sem-medo:-uma-coletanea-de-artigos/detalhes.

Livro sobre manifestações de 2013 joga luz sobre História recente do país

Passados exatos cinco anos das manifestações de rua que chacoalharam o Brasil em 2013, um dos movimentos mais originais, complexos e incompreendidos de nossa História ganha novo olhar e interpretações com o lançamento do livro ‘Jornadas de Junho – 5 anos depois’. Didática, densa e recheada de episódios curiosos, a pesquisa da jornalista Tiana Maciel Ellwanger traz uma série de reflexões originais sobre o que foram os protestos, suas representações, memórias, e sobre como eles mudariam para sempre os rumos do País. capa-jornadasdejunho-230518

Em 2013, as manifestações tiveram como faísca o aumento de 20 centavos na tarifa do transporte, mas logo incorporaram pautas mais amplas, como a violência policial, os altos investimentos em eventos esportivos, a precariedade dos serviços públicos e a corrupção. Depois de mais de 20 anos sem ir maciçamente às ruas, multidões de brasileiros ocuparam o espaço público de centenas de cidades, sem convocação de partidos, lideranças políticas ou veículos de imprensa. Queriam ser ouvidos e mais bem representados. Foi uma surpresa para todos, sem exceção: governos surfavam em altos índices de aprovação, serviços eram relativamente bem avaliados e a economia estava longe de uma crise.

“Junho de 2013 sacudiu e incendiou o país de forma inédita, espontânea e surpreendente. É um movimento extremamente complexo, multifacetado, silenciado e mal compreendido até hoje. Em plena Copa das Confederações, o país do futebol se interessou mais pelo que acontecia nas ruas do que pelos jogos. Acredito que mergulhar em profundidade nas muitas camadas desse movimento, relacioná-lo com o que veio antes e depois, e pensar no contexto em que as insurgências eclodem nos permite compreender melhor a história recente do país e a própria contemporaneidade”, avalia a autora, que também é mestre em Comunicação e Cultura e especialista em História do Brasil.    

O lançamento da obra “Jornadas de Junho – 5 anos depois”, de Tiana Maciel Ellwanger, acontece hoje, 20 de junho, a partir das 18h, no Espaço Oito e Meio, no Rio de Janeiro. Clique aqui e confira mais informações. Adquira seu exemplar através da nossa loja online, clicando aqui

Fotos: Rafael Wallace 

Publicitário lança livro de crônicas sobre o que é melhor que sexo

Luiz Cláudio Siqueira, formado em Publicidade pela UFF, Universidade Federal Fluminense, e redator publicitário, lança a obra “Melhor que Sexo!”, uma coletânea de 69 crônicas, acompanhadas de uma ilustração cada. Os textos chegam para mostrar que existem muitos aspectos importantes na vida além do sexo, como o amor, a fé, a família, a paz e as amizades.

Em entrevista ao Blog Autografia, Luiz Cláudio conta mais sobre a obra e o que deseja passar com ela: “a ideia de ‘Melhor Que Sexo!’ é mostrar que existe uma cobrança muito grande para que você tenha uma vida sexual sempre ativa. Sexo é ótimo, mas não é tudo! Vamos valorizar também as emoções positivas e a espiritualidade. São mensagens bem otimistas, para ajudar o leitor a viver de forma mais feliz e gratificante”.  

As crônicas foram originalmente postadas semanalmente na página do autor no facebook, a “Altos Textos”, e um público fiel interagia nos comentários, inspirando Luiz a publicar uma obra: “eu respondo todos os comentários dos leitores. Muitos deles já haviam pedido a publicação de um livro. Daí, surgiu este lançamento. Contei com a colaboração preciosa de pessoas como Marcos Godoy, que fez o prefácio, e Xande Pimenta, que fez as ilustrações”, relata. 

Luiz Cláudio pensa em lançar outros livros com a Autografia, e um deles já está saindo da gaveta: “os meus planos são de finalizar o meu segundo livro, também pela Editora Autografia. Também será um livro de crônicas, mas falando apenas sobre espiritualidade. As ilustrações serão coloridas e terá pensamentos de pessoas iluminadas como o Papa Francisco e Santa Teresa de Calcutá”, compartilha.

A mensagem que Luiz tenta passar com seus livros é que a fé e o amor são o caminho para a felicidade: “gostaria de que os leitores tivessem cada vez mais interesse em desenvolver o seu lado espiritual, seja qual for a religião que sigam”, conta.  

O autor explica ainda como está sendo a recepção do público: “é muito gostoso perceber que as pessoas estão curtindo bastante o ‘Melhor que Sexo!’. Muita gente compra um exemplar, e depois leva outro para dar de presente”. “Melhor que Sexo!” está à venda nas principais livrarias de todo o Brasil e no site da Editora Autografia. Adquira seu exemplar: http://www.autografia.com.br/loja/melhor-que-sexo!/detalhes.

Advogado Marcelo Sabino lança obra sobre crimes de feminicídio

No Brasil atualmente, mais mulheres são assassinadas do que soldados em alguns cenários de guerras pelo resto do mundo. Muitas vezes, os criminosos são justamente as pessoas nas quais elas mais deveriam confiar: seus maridos, namorados e homens com quem se relacionam. Tocado por essa situação, o advogado Marcelo Sabino traz o livro “Feminicídio: uma tragédia brasileira”.

Logo no início de sua carreira no Direito, o autor trabalhou como Assistente de Acusação em um caso no qual uma mulher foi assassinada pelo seu ex marido. Foi a partir desse julgamento que ele se envolveu com a causa, como conta em entrevista à Autografia: “vi a dificuldade do Ministério Público em aplicar a devida pena. Aquele primeiro processo realmente me sensibilizou, e a partir daí passei a reunir dados estatísticos sobre crimes passionais”, compartilha. 

Marcelo conta que os números de homicídios de mulheres, praticados por homens com os quais tiveram envolvimento amoroso, só aumentaram ao longo do tempo e, por isso, resolveu escrever a obra: “no final do século XIX e início do século XX esses assassinatos de mulheres já ocorriam com frequência. E de lá pra cá os índices só aumentaram, apesar das inúmeras alterações legislativas que relatamos no livro, essas ainda se demonstram insuficientes para coibir crimes semelhantes”, conta ele.

A inspiração para produzir “Feminicídio: uma tragédia brasileira” veio justamente da necessidade de expor tais casos, que, muitas vezes, se iniciam em situações menores, como violações à liberdade da mulher no relacionamento: “nem todo casal com histórico de agressões pode chegar a um homicídio. Mas todo homicídio teve, antes, um período maior ou menor de agressões físicas, morais e psicológicas”, explica o autor. 

As pesquisas de Marcelo para produzir a obra foram feitas em várias mídias, como jornais, revistas, telejornais e internet, além de reunir informações dos  julgamentos de homicídios com vítimas mulheres, focados em crimes passionais. O autor conta que não foi fácil: “confesso que foi um trabalho angustiante. Várias vezes imaginei que estava concluindo o livro, quando um novo feminicídio ocorria. E reabria a pesquisa e o levantamento de dados”.

A intenção do autor com “Feminicídio: uma tragédia brasileira” é alertar as pessoas dos possíveis perigos em relações amorosas desequilibradas: “[ajudar] é o que me deixaria feliz. Era hora das pessoas enxergarem que o amor entre duas pessoas não passa pela dominação de um sobre o outro. E chamo a atenção dos leitores: a linha que separa a tragédia da felicidade é tênue e invisível. E se a cruzarmos, normalmente percorremos um caminho sem volta”, finaliza Marcelo.

A obra “Feminicídio: uma tragédia brasileira” está à venda em nossa loja online. Adquira seu exemplar pelo link: http://www.autografia.com.br/loja/feminicidio-%E2%80%93-uma-tragedia-brasileira/detalhes.

Brad Crowley lança na Bienal de São Paulo “Perseguição Frenética”, obra de romance policial

Nascido em São Paulo, formado em Biologia e Direito, Brad Crowley, apaixonado desde sempre pela literatura, lança agora a obra “Perseguição Frenética”. O livro é um romance principalmente policial, passado nos Estados Unidos, e a obra inteira do escritor, que compreende dez livros, reúne também outros gêneros, como drama, ficção científica e erótico. O pano de fundo são crimes como estelionato, homicídio, conspiração e tráfico.

Neste livro, o personagem Travis testemunha um crime e precisa ser protegido até depor no processo, em Chicago. Brad conta um pouco mais sobre a história, em entrevista a Autografia: “trata-se de uma louca escapada. Para a função de proteção é designado um policial muito competente, especializado em proteção de testemunhas, Kevin, e os dois vão se refugiar em Memphis. Lá, conhecem uma moça chamada Chelsea, que por razões pessoais também tem que se refugiar”, explica.

Os três precisam fugir pelas estradas dos Estados Unidos, e muitas cidades conhecidas são cenário da obra, como Oklahoma City, Denver, Casper e Seattle, o que divide o livro em partes, por onde passam. Travis, amante de Tarot, sempre se consulta com uma cigana chamada Aisha, outra personagem enigmática da trama. Inclusive, o autor explica na obra como ler cartas de Tarot, o que a torna ainda mais interessante, sendo esse o respiro no meio de todo o ritmo frenético da história.

O livro, de ação intensa, é o oitavo escrito de Brad e o primeiro publicado. Ele conta como foi a ideia de produzir: “a inspiração veio dos road movies, que acho tão atraentes. Tive vontade de escrever um porque sempre me inspiraram uma sensação de liberdade e aventura. Os road movies também costumam apresentar um ritmo narrativo que contém muita ação, e é isso que eu queria para este livro, por isso também me inspirei neles”, conta ele.

Brad foi escrevendo o livro aos poucos, passo a passo, e descobrindo o rumo que iria tomar enquanto produzia: “eu acabava um capítulo, ponderava se seria a ocasião de fazer mais uma leitura de Tarot, depois imaginava qual seria a próxima etapa e em qual cidade dos Estados Unidos, quais seriam os obstáculos e conflitos. Foi surgindo o livro assim, sem muito planejamento. Fiz tudo sozinho, como sempre faço quando escrevo”, compartilha.

O autor quer publicar mais livros, entre eles os que já estão escritos. Brad vai lançar “Perseguição Frenética” na Bienal do Livro deste ano, em São Paulo: “tenho uma sensação maravilhosa de publicar esta obra, em primeiro lugar porque a considero uma das minhas melhores, senão a melhor. Não tem sentido escrever tanto e não tentar dividir com ninguém”, conta ele.

“Tenho como características explorar temas bem inusitados, fazer tramas bem boladas, dinâmicas e incomuns, em lugares nem sempre tão usuais para os romances. Quem gostar de ficção, dentro dos temas policial, drama, mistério, suspense, terror, ficção científica e eventualmente erótico, convido a conhecer meus livros”, finaliza Brad.

Lançamentos da Semana

Semanalmente, a Autografia lança novos títulos, que ficam disponíveis na loja da editora, entre outros canais de venda. Alguns desses lançamentos contam com eventos com a presença dos autores. Confira aqui as novidades desta semana:

1Nossa gente na visão de uma Orquídea Negra – Cirlene Marinho 

“Nossa gente na visão de uma Orquídea Negra” é uma coletânea de quarenta e um poemas, que retratam de forma poética as situações do cotidiano, tais como a população em sua luta pela sobrevivência, a violência nas comunidades, o corre-corre do indivíduo em sua luta contra o tempo, o trabalho infantil, o trânsito em uma sociedade urbanizada, a morte, o amor e a mulher em toda a sua plenitude, no âmbito da política e da educação. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2wd2Afq

 

2O suicídio nas tragédias de Sófocles: um estudo sobre a morte procurada na Atenas do século V a.C. – Fernanda Mattos da Silva

A presente obra relativa o paradigma de morte estabelecido no mundo grego antigo, ou seja, o de que a morte bela é a morte em batalha, onde há derramamento de sangue. Questiona a concepção de que a bela morte é exclusivamente masculina, cabendo à mulher a morte honrada e reclusa, sem qualquer preocupação com a preservação de sua memória. Aborda ainda a possibilidade do suicida, elemento execrado e pária nesta sociedade ser também capaz de tornar-se um belo morto, independente da escolha e do objeto utilizado para seu martírio. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2KE1RXU

A baleia Lalá e o seu filhote do coração – Bárbara Abre3u

A baleia Lalá e seu filhote do coração é um emocionante conto infantil que retrata a vida de uma baleia que não podia ter filhotes, e tinha o sonho de ser mãe. Através do seu amigo tubarão, ocorre um lindo encontro entre Lalá e Nino, que se tornam mãe e filho. Esta obra foi escrita quando contava com apenas 08 anos de idade. Uma história criada por uma criança para outra. Com o desejo de auxiliar os pais adotivos a explicarem para seus filhos com carinho e naturalidade, o grande encontro de amor e de vidas que envolve a instituto da Adoção. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2rmpfQP

4Estado 171: Histórias do cárcere – Fernando José da Silva

A trama do livro se desenvolve no período em que o autor foi servidor temporário no cargo de analista em saúde – cirurgião dentista – 2014, exercendo o atendimento aos reeducandos do sistema penitenciário do Estado de Goiás – no antigo Cepaigo, atual Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, mais precisamente no maior presídio do estado: Penitenciária Odenir Guimarães, abordando os temas, segurança, violência, crimes, saúde, política, entre outros. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2JTqxdO

 

Clausura – Pablo Castro5

Puxe uma cadeira, recolha-se num canto, acenda uma vela, coloque um silêncio para tocar e leia estes versos. Se achar necessário, deite sobre o chão e cantarole. Clausura é uma obra inquietante. São versos avessos na Clausura que é o tempo, que é a liberdade, o desejo, o amor, a injustiça e até a dor. Clausura é o espaço não somente geográfico, mas sim sagrado, em que a gente vive, brinca, sorri, zomba, luta, reza e até goza. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2HPkfzp

Dois dedo6s – Pedro Pennycook

O não-tão-doce-assim gosto de (des)amor ainda está fresco em nossas sinapses, todas as suas belas juras de amor, misturados com uma desilusão quase que repentina, agressiva e inesperada. Dois dedos é muito além disso, este livro é a ressaca do amor desmedido, do sonho talvez perdido, dos beijos envelhecidos. Uma elegante desesperança talha esta obra com um requinte de delírio, que tão necessário é para se fazer literatura. Por dentre essas páginas a confusão irá reinar e não há leitor preparado para sentir de forma fidedigna o sentimento intenso e lancinante que cada simbologia lhe trará. Não há dramaturgia aqui, não há tempo para máscaras, nem para planejamentos, por cada verso se sente a última gota de whisky e a última grama de um comprimido que lhe fará desacordado. Essa leitura irá roubar seu último beijo, e você ficará sedento sem saber onde procurar. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2JTHvbW

A lenda das cores –  Fernanda Vida7

Fernanda Vida é mãe de Lucas, Beatriz e Pedro, contadora de histórias, voluntária e educadora. É Hipnoterapeuta, formada no Instituto Versate, onde ressignificou o ser e ganhou ainda mais força para escrever e criar. Possui um canal no YouTube “Turma da Fê!”, onde narra lindas histórias. Autora do livro “O Primeiro Voo da Borboleta”, lançado em 2017. A maternidade a impulsionou a redescobrir a literatura, a escrita e a beleza da vida. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2rr9V5F

8Psicopoesias –  Clomlsom Gomes

Psicopoesias – Reflexões sobre as questões da alma, nasce das minhas ansiedades e inquietações a respeito dos conteúdos das ciências psicológicas, através de dez teorias escolhidas, em que alguns de seus constructos são levados ao encontro da arte, neste caso, os poemas. Nesta fusão simbiótica entre arte e ciência, tento levar aqui um outro olhar através da inspiração e transpiração de alma, minha psique.Me conduzo a uma viagem ao meu ser das profundezas, como denomina o mestre Carl Gustav Jung, e levo ao leitor a oportunidade de entrar nesta trajetória de encontro ao si mesmo. Bem-vindos ao universo das Psicopoesias. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2JSUOJy

Nativos de Pindorama –  João Crispim Victori9o

Este trabalho é o resultado da minha participação ativa na disciplina Práticas e Políticas Pedagógicas – PPP, do curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ. O principal objetivo é colaborar para a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a temática “História e Cultura Indígena”, conforme a lei. Tomamos como ponto de partida o recorte temporal acerca dos nativos que habitavam o território brasileiro na época da chegada dos conquistadores europeus ao Novo Mundo em 1500. Os temas selecionados têm por intenção ajudar nas reflexões e evidenciar a luta pela vida e futuro dos povos indígenas no Brasil, pois precisamos recuperar a verdadeira história desses povos e denunciar o descaso que sofrem do poder público, o preconceito e a discriminação suscitada por uma minoria da população que age segundo seus interesses próprios, como por exemplo, a ganância de se apropriar das terras indígenas. Com essas considerações, acreditamos que outra história é possível. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2FKCQXg

Evoluir ou Evoluir: Uma visão lógica da reencarnação – Rogerio de Mello e Souza10

Este livro é voltado para aqueles que não acreditam em reencarnação, a qual leva as pessoas a viverem de maneira mais útil e produtiva. Com muitas evidências científicas, a leitura é um convite para os incrédulos modificarem sua visão. Os muitos exemplos ajudarão a mostrar como e porque se processa a reencarnação. Os que aceitam esta ideia, ganharão argumentos e casos para convencerem os incrédulos. Na verdade, todos poderão ser beneficiados com a sua leitura. Esta é atraente como um romance, com a diferença de que os fatos são reais. Adquira o seu aqui: https://bit.ly/2jvEOC0

José Leonídio lança 1ª obra da pentalogia “A Casa dos Deuses”, sobre a memória dos Tupinambás

O professor e médico José Leonídio lança, com a Autografia, a obra “Portais da Liberdade”, primeiro volume da pentalogia “A Casa dos Deuses”. O autor, que sempre esteve ligado à literatura, já criou e desenvolveu diversos temas de enredo para escolas de samba e blocos do Rio de Janeiro. Seu primeiro romance foi publicado em 2001, “A Raposa do Cerrado”. Por está obra recebeu Menção Especial da União Brasileira de Escritores – Prêmios 2001, Prêmio Érico Veríssimo 2001.

A série de livros que José Leonídio vem preparando é fruto de 17 anos de pesquisa sobre a história do Rio de Janeiro, do século XVI ao XX. A pentalogia aborda, em forma de romance, a memória dos nativos Tupinambás, que tinham a Guanabara como um lugar sagrado onde Iara e Tupã, seus Deuses, moravam. Em entrevista a Autografia, o autor conta mais sobre a história da obra: “os personagens são na sua maioria representativos das épocas a que se refere cada volume, que no estilo literário “realismo mágico” mistura realidade e ficção. ‘Portais da Liberdade’ corresponde ao século XVIII”, explica ele.

A inspiração para escrever a obra surgiu de repente para José Leonídio. Em uma passagem pela estrada Grajaú-Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, o autor se perguntou: “Quem manteve os nomes originais em Tupi de diversos bairros da cidade, dos acidentes geográficos, das plantas e tudo mais? Tendo como ponto de partida esta interrogação, comecei a pesquisar as literaturas escritas na ótica dos descobridores, principalmente narradas pelos Jesuítas e também dos historiadores portugueses dos séculos XVII e XVIII. Integrei os relatos de sobreviventes entre os nativos e também informações dos diários de bordo dos navegadores Franceses e outros documentos consultados”, compartilha o autor.

José Leonídio conta ainda que toda a extensa pesquisa para montar a pentalogia foi feita por ele próprio. Inclusive, já está finalizando a obra “O Guardiães”, referente ao século XIX, fruto de estudos até mesmo internacionais: “a escrita destes volumes se iniciou depois de alguns anos de pesquisa, inclusive com viagens a França (Paris e Rouen) e a Portugal. Foi necessário também conhecer os valores sócio culturais das diversas etnias que compunham os ditos ‘infames’, ou seja, africanos escravizados, ciganos, judeus, mouros e suas interações com a cultura nativa dos Tupinambás, que permanece até hoje entre nós através da transmissão oral. A tudo isso agreguei a influência francesa desde a descoberta à inglesa no século XIX”.

O autor produziu um romance de época original, que relata histórias vividas pelo ponto de vista dos dominados e não dos dominadores. José Leonídio tem mais planos na literatura e compartilha: “mostrar heróis esquecidos pelos historiadores e o dia a dia da cidade, isto é, dar-lhes vida histórica. Meu próximo passo é publicar o volume do século XIX ‘Os Guardiães’ que está sendo concluído.  A seguir , dar continuidade aos outros volumes da pentalogia referentes aos demais séculos”.

José Leonídio conta também suas expectativas com a pentalogia: “Espero estar colaborando para entendermos nossas origens e a importância de mantermos os valores étnicos, ecológicos e também da diversidade que compõe os moradores da Guanabara, os ‘cariocas’, os filhos do Rio Carioca, os filhos de Iara”, finaliza.

“Portais da Liberdade”, primeiro livro da pentalogia “A Casa dos Deuses”, será lançado este ano pela Autografia. Fique atento às nossas redes sociais para mais novidades. Visite também o site do autor: www.joseleonidio.com.