4 razões para você evitar a autopublicação de livros

Ser escritor realmente não é para os fracos! Depois de criar e desenvolver a melhor versão da sua história, chega o momento de torná-la pública. Nessa hora, muitos autores iniciantes acabam optando pela autopublicação de livros — isto é, quando a obra é lançada pelo próprio autor.

De fato, é possível fazer o lançamento sozinho, usando plataformas online, ou, até mesmo, de modo mais tradicional, imprimindo exemplares em uma gráfica. Porém, mesmo que à primeira vista possa parecer uma ideia simples e sedutora, é preciso tomar cuidado quando se escolhe publicar sozinho.

Afinal, publicar um livro é uma longa jornada que requer muito trabalho, conhecimentos específicos (como diagramação, design, estratégias de marketing etc.), e bastante tempo disponível para se dedicar a todas essas atividades.

Neste post, para ajudá-lo a escolher o melhor caminho na sua carreira como autor, apresentamos 4 razões para você evitar a autopublicação de livros. Confira!

1. Falta de apoio técnico

Além de demandar muito do seu tempo, ao optar por publicar sozinho, você corre o risco de expor publicamente seus erros — até mesmo os de escrita, já que seu livro não passará por um revisor. Isso pode acabar prejudicando a sua reputação.

Por isso, contar com a ajuda de uma editora garante dicas valiosas do que pode ou não ser feito, abre caminhos na distribuição e divulga sua obra de uma forma mais profissional, focada em resultados, pois há toda uma equipe especializada trabalhando pelo seu sucesso.

2. Perigo de plágio

Ser um autor independente não é apenas fazer o upload do seu livro na internet e aguardar de braços cruzados os leitores aparecerem. Ao disponibilizar sua obra online, em formato de e-book, por exemplo, você sempre estará sujeito a um grande risco de plágio. Fique esperto, pois casos assim não são raros e, além de prejuízo financeiro, podem trazer muita dor de cabeça.

3. Registro da obra

Optar pela autopublicação de livros não significa abrir mão das responsabilidades e burocracias que exigem o registro de uma obra. Essa é a única maneira oficial de comprovar que o trabalho é realmente seu, caso ele seja plagiado.

Já imaginou perder seu livro para alguém mal intencionado que o encontrou na internet e o registrou como se fosse de autoria dele? Parece história de pesadelo, mas se você não tomar os cuidados necessários, pode virar realidade.

4. Baixo lucro

Você pode ter feito uma pesquisa na internet e encontrado algumas notícias sobre como a autopublicação de livros tem aumentado nos últimos anos, mas não se engane!

A demanda pode ter aumentado sim, mas é fato também que o lucro dos autores não caminha na mesma proporção. Ao optar por ser escritor independente, o baixo retorno está diretamente relacionado à pouca visibilidade que a modalidade traz.

Isso ocorre porque, entre outros aspectos, é muito difícil que você encontre leitores de forma voluntária. Já quando se tem o apoio de uma editora, a visibilidade é muito maior; consequentemente, as chances de conquistar mais leitores também.

Viu como apostar na autopublicação de livros pode não ser a melhor opção? Aproveite que está por aqui e confira também diferentes maneiras de publicar sua obra. Com certeza uma delas será perfeita para você!

Entenda a importância do dia do escritor

O dia 12 de outubro é o Dia Nacional da Leitura. O Dia Mundial do Livro é 23 de abril. Em 18 de abril, é a vez de comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil. Esses, sem dúvida, são momentos importantes para a literatura nacional, com foco em reflexões e investimentos para a valorização dessa atividade tão importante para o crescimento de um país.

No entanto, o dia mais importante, nesse âmbito, talvez seja o 25 de julho. No Brasil, comemora-se nessa data o Dia do Escritor! A relevância com que esse sujeito social impacta a cultura precisa ser marcada, para que não sejam esquecidas suas contribuições.

Você sabe como surgiu a comemoração dessa data e por que ela é tão importante para a literatura brasileira? Continue lendo nosso post para entender um pouco mais sobre o assunto e, ainda, conhecer alguns dos grandes escritores do nosso país e se inspirar para escrever. Acompanhe!

Como surgiu o Dia Nacional do Escritor?

Jorge Amado, grande mestre da literatura baiana, foi um dos idealizadores dessa comemoração, junto a João Peregrino Júnior. Em 1960, ambos integravam a presidência da União Brasileira de escritores e criaram o Festival do Escritor Brasileiro.

A data foi oficializada pelo Ministro da Educação à época, Pedro Paulo Penido, por meio de uma portaria publicada dois dias antes. A partir de então, o dia 25 de julho é destinado a enaltecer aqueles que dedicam seu tempo, parcial ou integralmente, às Letras.

Quais são os escritores mais influentes da literatura brasileira?

Profissionalmente ou não, quem gosta de escrever e cultiva esse dom é responsável por proporcionar experiências instigantes aos leitores e fazê-los conhecer culturas diferentes. Vejamos alguns dos mais importantes escritores brasileiros de épocas e estilos diferentes que, se você ainda não conhece, vale muito a pena ler para se inspirar!

Machado de Assis

Um dos mais importantes autores da literatura brasileira e mundial, Machado foi imortalizado com obras como Helena, Memória póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro. Pela sua escrita irônica, constantemente dialogando com o leitor, o Bruxo do Cosme Velho inspira leitores desde o século XIX e pode ser um exemplo se você quer escrever um romance denso e crítico.

Erico Verissimo

O tempo e o vento é a maior obra da literatura brasileira. A obra é composta por três volumes e inclui histórias de personagens famosos, como Ana Terra e Capitão Rodrigo. Ambientada no sul do Brasil, a narrativa percorre a nossa história da época das guerras com os castelhanos pela definição do território até o governo Getúlio Vargas, passando por grandes momentos.

Com maestria, Erico dedicou-se à literatura intensamente e escreveu, além da trilogia citada, Olhai os lírios do campo, Solo de clarineta e Clarissa.

Clarice Lispector

Clarice pode ser considerada a grande musa das nossas letras. Escreveu obras marcantes, inaugurando o romance psicológico, como Perto do coração selvagem e A paixão segundo G.H. São dela as palavras:

O escritor não é um ser passivo que se limita a recolher dados da realidade, mas deve estar no mundo como presença ativa, em comunicação com o que o cerca.

Nascida na Ucrânia, a escritora e jornalista naturalizada brasileira ambientou seus livros em Recife, principalmente. Além dos romances, é consagrada pelos seus contos: Laços de família, Felicidade clandestina e Feliz aniversário, que são referências imperdíveis.

Em homenagem ao Dia do Escritor, compartilhe este artigo em suas redes sociais para que seus amigos possam também se inspirar a ler esses grandes nomes da literatura nacional e, quem sabe, a escrever!

4 dicas para escrever um livro de fantasia para crianças

A infância é um período repleto de estímulos que convidam as crianças a se desligarem do mundo real e, como em um passe de mágica, se teletransportarem para cenários imaginários. Por isso, quem melhor que os pequenos para entrar de cabeça em um livro de fantasia?

Esse tipo específico de história permite a criação de mundos com elementos que jamais poderiam se tornar realidade. Aliás, vale a pena ressaltar que isso é exatamente o que diferencia a fantasia da ficção científica: a possibilidade de que os elementos fictícios tornem-se reais.

Para que você tenha sucesso ao escrever seu próprio livro de fantasia para crianças, separamos as quatro dicas abaixo. Continue a leitura e confira!

1. Capriche na ambientação

Ambientar uma aventura no mundo real, como o conhecemos, não parece muito atraente nem mesmo para os adultos, não é? Imagine então para o público infantil, que sempre espera algo grandioso e imaginativo. Por isso, um livro de fantasia merece um universo mágico à altura.

Se escrever já permite usar e abusar da criatividade por si só, a liberdade de criação é ainda maior quando trata-se de escrever para crianças.

Outro ponto positivo é que dependendo da faixa etária que sua obra pretende atingir, não será necessário trabalhar muitos detalhes ao descrever o cenário. Nesse caso, quanto mais jovem o público, mais permissão para ser fantasioso e menos explicações você precisará prestar.

2. Crie personagens fora do comum

Se o universo do livro pode ser mágico, quando se trata dos personagens, isso é quase que uma regra. Afinal, são eles os responsáveis por cativar os leitores e levar a história adiante. Logo, se forem pessoas comuns, não haverá nada de fantasioso na obra, concorda?

Tente se lembrar de personagens de histórias famosas. Cada um, à sua maneira e em um certo momento da história, se descobre como um ser extraordinário.

Se os adultos têm dificuldade para criar vínculos com personagens muito irreais, as crianças, ao contrário, os adoram, mesmo que suas características sejam completamente inexplicáveis no mundo real.

3. Construa um vilão marcante

Todo livro de fantasia precisa de um vilão para ser o contraponto da obra. Claro que no caso da literatura infantil, não estamos nos referindo a um personagem violento, já que isso seria inadequado ao público.

Nesse caso, o antagonista deve apresentar problemas que as crianças possam entender e identificar facilmente como algo negativo e que não deve ser reproduzido. Porém, apesar de toda essa obscuridade, ele deve ser um personagem interessante e até mesmo cativante ao mostrar potencial para se transformar em algo do bem.

Esse personagem será essencial para ajudar a afirmar os valores da sua história — o que nos leva à próxima dica.

4. Transmita bons valores

Toda obra tem algo a nos ensinar e os livros de fantasia infantil não fogem à regra. A construção e a caracterização dos personagens ajudam a mostrar para as crianças qual a moral da história. 

É evidente que sua história não precisa ser uma das fábulas de Esopo, mas colocar valores importantes na educação do ser humano, como a generosidade, a coragem, a lealdade, entre outros, pode ser um grande diferencial para tornar seu livro um sucesso.

Há séculos, a literatura é usada como forma de educar crianças. Então, por que não aproveitar para transmitir um ensinamento e ganhar a atenção dos pais e professores também?

Gostou das nossas dicas para escrever um livro de fantasia para crianças? Se quiser saber mais sobre o universo literário, entre em contato conosco. Nós, da Autografia, somos especialistas em publicação de obras e podemos tirar todas as suas dúvidas!

5 segredos do design de capas de livros

Já dizia o velho ditado popular que não se deve julgar um livro pela capa. Essa frase pode ser aplicada em muitos momentos da vida, mas quem a inventou, com certeza não estava tentando vender suas obras. Afinal, o design de capas de livros importa, e muito, quando se trata de transformar seu hobby em um produto lucrativo.

É claro que um livro ruim não vira best seller só por ter uma capa bonita, entretanto, quando se está competindo pela atenção do leitor em uma prateleira cheia, uma aparência atrativa pode influenciar na decisão de compra.

Então, se você não estava dando tanta importância para o design da capa, repense seus conceitos com as nossas dicas, pois elas ajudarão a carreira de um escritor. Confira!

1. ​O processo de criação

O ideal é que o responsável pela criação da arte seja um profissional com experiência em design de capas de livros. Mas, antes de chegar ao trabalho prático, o processo envolve muita pesquisa e conversa para que todos os envolvidos estejam alinhados.

Uma boa forma de nivelar expectativas e definir um escopo para o projeto é fazendo um briefing com as informações do livro, do seu público-alvo e de como você imaginou, em um primeiro momento, essa capa. Porém, é importante dar liberdade ao profissional e não podar sua criatividade com exigências muito restritas.

2. Os elementos essenciais

Ser criativo é muito importante para ter uma boa capa, mas existem alguns elementos que não podem ser esquecidos de jeito nenhum. Caso contrário, por mais bonita que seja a arte, o leitor não encontrará as informações básicas que procura ao selecionar um livro na prateleira. Estamos falando do título da obra e do autor, que devem estar bem visíveis.

Além disso, a imagem utilizada deve ter boa resolução e acabamentos especiais, que podem dar um toque especial e fazer seu trabalho se destacar em meio a tantas opções.

3. O design alinhado ao conteúdo

Apesar de ficar do lado de fora, o design da capa deve ser condizente ao conteúdo, precisa dialogar com a história contada ao longo das páginas, como se fosse uma pista do que o leitor pode encontrar dentro do livro.

Por isso, o responsável pela criação precisa, antes de tudo, ler a obra e pesquisar muito sobre o seu contexto para conseguir propor elementos gráficos relacionados ao seu universo.

4. A escolha das cores

Se você nunca ouviu falar em psicologia das cores, está na hora de pesquisar! A grosso modo, essa teoria afirma que cada cor é capaz de transmitir sensações específicas — o que torna a escolha das cores da capa um fator de extrema importância.

Ao despertar sensações, estamos lidando com a emoção, o que nos leva ao próximo tópico.

5. O fator emocional

Além da escolha das cores, diversos outros fatores, como a imagem escolhida, por exemplo, são responsáveis por mexer com o emocional do leitor. Sendo assim, é fundamental saber qual sensação você quer despertar e usar todas as dicas que demos aqui pensando nisso.

Esse fator pode, inclusive, ajudá-lo a vender mais, uma vez que a maioria das compras é feita baseando-se no emocional.

Gostou do post? Agora que você conheceu os segredos do design de capas de livros, que tal assinar nossa newsletter e ficar ainda mais por dentro do universo literário?

Saiba agora como divulgar um livro e aumentar as vendas

Você finalizou sua obra e não vê a hora de começar a rentabilizar seu hobby fazendo com que ele chegue até os leitores? Então precisa arregaçar as mangas e aprender como divulgar um livro.

Essa é uma etapa essencial para definir o sucesso do seu trabalho. Por isso, se você quer arrasar nas vendas e ter todo o seu esforço dos últimos meses (ou anos) recompensado, confira as nossas dicas de divulgação!

Procure o leitor certo

Nem todo mundo gosta de histórias de ficção, assim como nem todos gostam de romance, concorda? Então, se você deseja ter um bom retorno financeiro com seu livro, antes de mais nada precisa entendê-lo como um produto que, como toda mercadoria, tem seu público-alvo.

O primeiro passo para fazer uma divulgação realmente eficiente é saber qual o seu público e onde ele está — seja isso no mundo online ou offline. A partir desse mapeamento será possível aplicar estratégias certeiras. 

Envie releases para a imprensa

Entrar em contato com a imprensa pode parecer um pouco assustador para um escritor iniciante ou que, mesmo experiente, ainda não se veja trabalhando exclusivamente com a escrita. Mas não se assuste!

Existem diversos veículos de comunicação focados em literatura — como revistas e cadernos de jornais —, e conseguir o contato dos jornalistas pode ser mais fácil do que imagina, principalmente se você contar com o apoio de um parceiro. Assim, é só mandar os releases por e-mail com informações completas sobre o livro.

Aposte no mundo online

Não é só de revistas e jornais que vive o mundo literário! Mostre que você sabe como divulgar um livro e aproveite todas as possibilidades que a internet oferece. Principalmente se você já cumpriu o primeiro passo e descobriu como é o comportamento online do seu público-alvo.

Alimente perfis nas redes sociais, crie um blog para se aprofundar no universo da obra e faça parcerias com formadores de opinião, como donos de blog e canais do YouTube.

Faça um evento de lançamento

Geralmente lançamentos de livros acontecem em livrarias e feiras literárias dos mais diversos portes. Os dois ambientes são muito propícios, pois proporcionam uma interação direta com os seus futuros leitores — mas essa não é uma regra!

Você também pode lançar sua obra em outros lugares que sejam mais adequados à sua realidade financeira ou que remetam à história. O ideal é escolher um local onde seu público-alvo frequenta ou gostaria de frequentar.

Contrate uma empresa especializada

Todos os tópicos que citamos acima podem ser bem trabalhosos para realizar sozinho, além de exigirem bastante da sua rotina — o que pode ser muito complicado se você ainda encara a escrita como um hobby e precisa dividir seu tempo com um trabalho formal.

Por isso, a nossa dica de ouro é contar com uma empresa especializada em lançar livros, com conhecimento e experiência que farão toda a diferença.

Ao contar com um parceiro, você terá todo o apoio necessário para que sua obra seja tratada com o profissionalismo que merece, da diagramação ao lançamento.

Entre em contato conosco e descubra tudo que podemos fazer para você alcançar o sucesso quando o assunto é como divulgar um livro.

Afinal, como funciona a tiragem de livros? Nós explicamos!

Quando um escritor entra para o mundo editorial, ele se depara com alguns termos usados na área e pode ficar em dúvida sobre o que essas palavras querem dizer. Um desses termos é a famosa “tiragem de livros”. Você sabe a que as pessoas se referem quando mencionam isso?

Entender o conceito de tiragem é fundamental se você é ou pretende ser um autor. Com essa compreensão, você consegue calcular melhor quantos exemplares do seu livro devem ser produzidos, além de outros aspectos.

Continue a leitura para saber mais sobre esse tema!

O que é a tiragem de livros?

O conceito de tiragem é muito simples: quando se trata de livro impresso, é o número de exemplares produzidos. É comum que surja, também, dúvida sobre a diferença entre “tiragem”, “reimpressão” e “edição”, então saiba que as duas primeiras palavras são sinônimas, mas a última tem outro significado.

A edição diz respeito ao conteúdo final, ou seja, o texto que foi revisado, editado e que vai compor o livro — seja em formato físico ou digital. A primeira vez que um livro é lançado se chama “primeira edição”, e então se define a quantidade de exemplares que serão feitos, ou seja: a tiragem ou impressão.

Se os exemplares se esgotarem e for preciso imprimir mais, sem alterar o conteúdo, o livro terá uma nova tiragem — ou uma reimpressão  mas continuará em primeira edição.

Mas, se o autor ou a editora decidem fazer mudanças no texto, a edição já não será considerada como primeira, e sim como segunda, para a qual se define outra vez a tiragem (quantos exemplares serão impressos).

Como funciona a tiragem?

A tiragem de livros é executada por gráficas e, atualmente, os tipos mais comuns de impressão oferecidos por essas empresas são:

Offset

Impressão rápida, indicada para grandes quantidades de exemplares, quando há muitas cores e o prazo é curto. Assim, é ideal para revistas ou jornais, por exemplo.

Digital

Tampouco é demorada, mas é mais indicada para trabalhos que precisam de alta definição e tenham poucas cores, como livros, cardápios ou convites.

Das duas opções, a offset é mais cara, por exigir equipamentos especializados e que nem todas as gráficas que conseguem fazer. Com isso, acaba que a impressão digital é a de melhor custo-benefício quando a tiragem de livros é baixa, ficando em torno de 100 e 500 exemplares. Acima dessa quantidade, já se considera alta tiragem e compensa fazer em offset.

De que maneira definir a tiragem de um livro?

Os escritores iniciantes geralmente optam pela baixa tiragem, visto que ainda não sabem se a obra será bem recebida no mercado.

Lendo essa informação, você deve estar pensando: “mas imprimindo pouca quantidade, o preço de cada livro deve ficar mais caro“. Realmente, você tem razão. Mas, considere o fato de que é mais fácil garantir a venda de 100 exemplares, por exemplo, do que imprimir 1000 e ficar com os livros estocados.

Portanto, a melhor forma de definir a tiragem do seu livro é fazendo orçamentos distintos, tendo em mente não só a quantidade de pessoas que podem se interessar pela sua obra, mas considerando também aspectos como o tipo de papel e os acabamentos, incluindo:

  • costura;
  • tamanho;
  • cores;
  • capa dura etc.

É possível pedir mais tiragens?

Não há limite para pedir novas tiragens de um livro, mas é preciso considerar alguns aspectos. Não faz sentido solicitar a reimpressão caso a edição da obra mude, por exemplo. Do contrário, se não houver alterações no conteúdo, o autor pode pedir a tiragem de mais exemplares.

Para valer a pena o investimento em uma nova tiragem, recomenda-se que ela seja solicitada quando você perceber que há demanda pelo livro, ou seja, quando estiver seguro de que os novos exemplares de fato serão comprados pelos leitores.

Agora que o conceito de tiragem de livros já está esclarecido, que tal conhecer as alternativas disponíveis para materializar sua obra para venda? Leia nosso post sobre como publicar um livro e confira as diferentes maneiras de fazer isso!

De hobby a profissão: descubra como ser um escritor!

Você já se perguntou como ser um escritor? Muitas pessoas escrevem, mas poucas acreditam que tornar-se um autor profissional ou, até mesmo, lançar um livro seja algo possível. 

A boa notícia é que não é inviável transformar seu hobby em profissão! A atitude requer, sim, muita dedicação e foco, mas aqueles que já publicaram garantem que vale cada minuto investido!

Já imaginou pegar seu livro nas mãos ou entregar sua história finalizada para uma editora? Então, confira nossas dicas para desenvolver as suas habilidades e apostar nesse tipo de criação. Boa leitura!

Pesquise referências

Se você já sabe sobre o que quer escrever e como quer fazê-lo, a dica é pular de cabeça nesse mundo.

Leia todas as obras que puder do estilo escolhido e todos os autores que são tidos como referência. Para ter uma história convincente e interessante, você precisa mostrar que domina o assunto.

Pratique para desenvolver seu estilo

Se a nossa primeira dica ficou na teoria, nosso segundo tópico é pura prática e talvez seja o mais importante para descobrir como ser um escritor. 

Você só vai conseguir desenvolver um estilo próprio e original de escrita quando já tiver praticado muito. Por isso, segure a ansiedade e entenda que um jeito único de escrever nasce aos poucos e vem da prática constante. A ordem é praticar, praticar e praticar!

Trabalhe sua criatividade

Como ser um escritor criativo? O temido bloqueio pode acontecer com qualquer um — seja iniciante, seja experiente. Você só precisa aprender como despertar a sua criatividade!

Algumas estratégias são bem simples e podem ajudá-lo no processo criativo, como ter um hobby — que não seja escrever —, e ler outros tipos de obras, além das que está acostumado ou usando como referência para criar.

Inspire-se em escritores de sucesso

Já parou para pesquisar a trajetória dos seus autores preferidos? Pois, então, reserve um tempo para aprender com a história (real) deles. Essa pode ser uma ótima maneira de se inspirar e ganhar confiança para seguir escrevendo, mesmo quando a folha em branco parecer assustadora demais.

Você vai ver como eles também tiveram que se dedicar muito para aprender como ser um escritor profissional.

Invista em capacitação

Começar a escrever profissionalmente pode parecer um desafio intimidante à primeira vista e, até agora, vimos que a prática é realmente o melhor caminho. No entanto, é claro que você não precisa aprender tudo sozinho.

Apostar em cursos e workshops voltados para desenvolvimento da criatividade e da escrita é uma ótima porta de entrada para o mundo da criação literária. Além do conhecimento que você adquirirá estudando, também é possível usufruir desses encontros para trocar experiências com pessoas que estão na mesma jornada.

Se você quer mesmo transformar seu hobby em profissão, nada mais justo do que investir na sua carreira!

Gostou das nossas dicas e já está sonhando com o lançamento da sua obra? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo! Somos especialistas em tornar real o sonho de publicar um livro e queremos ir muito além de ensiná-lo como ser um escritor.

Tire 5 principais dúvidas sobre o copidesque

O universo das editoras é repleto de conceitos que podem causar confusão naqueles que estão se aventurando pela primeira vez na arte de publicar um livro. Entre tantos termos, o copidesque surge como uma das principais dúvidas dos autores.

Por isso, se você é um marinheiro de primeira viagem no mundo da literatura, este artigo pode ajudá-lo a desbravar com mais tranquilidade esse terreno desconhecido e a aprender sobre esse conceito — essencial no processo de publicação de uma obra.

Continue a leitura e descubra tudo o que você precisa saber sobre copidesque!

1. O que é copidesque?

Apesar de a sua origem ser um tanto enigmática, podemos descrever a atividade como a prima moderna da revisão de textos tradicional.

Enquanto alguns acreditam que a prática surgiu na edição dos jornais impressos para adequar as notícias às suas práticas editoriais, outros consideram que ela remete ao século XV, quando os monges que trabalhavam na reprodução de obras alteravam palavras que julgavam prejudicar a leitura. Já no mundo digital, também é usado para otimizar conteúdo criado para web.

2. Quando é realizado?

No fluxo editorial, o copy desk (versão em inglês do termo, mas que também é bastante utilizada por aqui), é realizado antes da revisão de provas, também conhecida como revisão de textos — outra etapa fundamental parte do processo de publicação.

Ou seja, após o autor entregar sua versão final do livro para a editora, ele segue para o profissional responsável pela atividade que fará os ajustes necessários.

3. Como funciona?

Já deu para entender que o copidesque vai muito além da correção ortográfica, não é mesmo?

O foco dessa etapa é ajudar o autor a transmitir sua mensagem da melhor forma possível, ou seja, fazer com que o leitor compreenda perfeitamente a história. Para isso, o profissional pode, se julgar necessário, reescrever o texto, adicionar conteúdo relevante, fazer ajustes estruturais, adequar a linguagem e verificar fontes e dados.   

4. Qual sua importância?

Em um primeiro momento, é compreensível que possa parecer um pouco estranho aceitar que alguém tenha tanta autonomia para alterar trechos da sua obra.

Porém, é preciso entender que a prática é fundamental para explorar todo o potencial do texto original, já que podem haver pontos a serem melhorados que passaram despercebidos na hora da criação.

5. Qual a diferença entre revisão e copidesque?

Enquanto a revisão do texto tem como objetivo corrigir erros gramaticais, ortográficos e adequar o conteúdo à formatação final, o copidesque se preocupa com a experiência da leitura e permite mais liberdade para mexer no texto do que o tradicional revisor.

Nada impede, porém, que as duas tarefas sejam realizadas por um único profissional.

Aqui, vale ressaltar que nem todo editor exerce os dois trabalhos, já que estamos falando de algo complexo e que tem como objetivo deixar o conteúdo mais coerente e interessante para o leitor.

Viu como você não precisa trabalhar sozinho para, literalmente, tirar seu sonho do papel? Existem diversos tipos de parceiros qualificados que podem lhe ajudar.

Quer aprender mais sobre como publicar um livro e todas as possibilidades que a literatura reserva para transformar seu hobby em profissão? Receba em seu e-mail nossas melhores dicas assinando a nossa newsletter e conheça muito além do copidesque!

Feira de livros: saiba quais são as principais para 2018

Se você gosta de escrever, mesmo que por hobby, participar de uma feira de livros é fundamental. Além de ser um ótimo passeio e da chance de estar no epicentro do mundo literário e de conhecer pessoalmente seus autores favoritos, também é possível aproveitar o espaço para divulgar seu trabalho. 

Os festivais literários são ótimos lugares para mostrar sua obra e conhecer pessoas influentes na literatura. Afinal, quer oportunidade melhor para compartilhar seu trabalho do que um ambiente onde circulam milhares de pessoas apaixonadas por esse universo?

Continue a leitura e descubra quais são as principais feiras de livros de 2018 e como aproveitá-las para dar mais um passo na carreira de escritor. 

Salão Carioca do Livro (Ler)

De 17 a 20 de maio, o Rio de Janeiro é palco da segunda edição do Salão Carioca do Livro, também conhecido como Ler. O encontro, que vem ganhando destaque no cenário nacional dos festivais de literatura, acontece em novo local e marca a reabertura da Biblioteca Parque Estadual, no centro da cidade.

Além do tradicional salão com a feira de livros, serão quatro dias de palestras diversas, workshops e apresentações artísticas. Ou seja, é uma ótima oportunidade para aprender e se integrar com profissionais da área!

Feira do Livro de Joinville

Em 2018, o maior festival literário do sul do país comemora 15 anos. Para celebrar em grande estilo, a feira, que acontece de 8 a 17 de junho, terá a presença de nomes como Lázaro Ramos, Pedro Bandeira, Walcyr Carrasco e outros escritores, jornalistas e artistas. 

A programação é intensa e durante o encontro acontecem entregas de prêmios, seminários, oficinas e, claro, muitos lançamentos de livros.

Festa Literária Internacional de Paraty (Flip)

A Flip dispensa apresentações. Neste ano, acontece de 25 a 29 de julho e terá a atriz Fernanda Montenegro na abertura. O festival, que se reconhece como uma manifestação cultural que discute muito além da literatura, nesta edição presta homenagem à escritora paulista Hilda Hilst.

Não se deixe intimidar pelo porte da feira e coloque-a na lista de prioridades. Um ambiente rico assim pode guardar muitas oportunidades para quem está começando.

Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Quem nunca ouvir falar da Bienal do Livro? É a maior feira de livros da América Latina e, em 2018, acontece de 3 a 12 de agosto. A expectativa de público é de 700 mil pessoas — ou seja, o que não vai faltar é gente interessada em conhecer sua obra!

A programação é tão extensa que o encontro tem até aplicativo próprio para que os participantes possam acompanhar tudo sem perder atrações do seu interesse.

Em cada um desses eventos é possível fazer muitos contatos, conhecer o público e novos autores, conversar com escritores consagrados e se inscrever para oferecer oficinas ou mediar debates. Outra opção é até mesmo lançar um livro em uma dessas feiras.

Quem sonha com as possibilidades que uma feira de livros pode proporcionar, pode vê-las se tornarem realidade se tiver o parceiro certo ao seu lado. Então, que tal assinar nossa newsletter para ficar ainda mais por dentro desse universo e descobrir como podemos ajudá-lo?

Como escolher um bom título para o seu livro

Escolher um bom título para um livro não é uma tarefa a ser menosprezada. Além de resumir a ideia principal, um bom título precisa atrair leitores, cativá-los, impressioná-los, ajudar nas vendas e até mesmo facilitar a memorização do nome da obra.

Não estamos tratando de uma simples redação, mas de um livro, que precisa circular nas mãos dos leitores. Trazemos, a seguir, algumas dicas que podem auxiliá-lo nessa tarefa delicada e definidora: escolher um título para livro. Confira!

Releia e observe se o título já está lá

É bastante comum que os escritores encontrem seus títulos depois de escrever o livro. Depois de relê-lo, e vasculhar aqui e ali com olhar aguçado em busca de boas palavras e expressões, é bastante provável encontrar o título em meio ao próprio texto.

Muitos casos são assim e rendem boas histórias. A ideia é terminar o texto, relê-lo com atenção e procurar elementos que possam ser levados diretamente para a capa.

Pense no efeito que deseja obter

O que você quer com o título? Resumir a ideia principal pode ser uma boa ideia, porque é linear. Dependendo do gênero da obra, pode ser mais interessante que se diga logo a que veio, ou seja, que tema aborda, sob quais ângulos e assim por diante.

Não hesite então em contar para o leitor, logo no título, do que se trata o livro. É uma estratégia bem comum, por exemplo, em livros técnicos ou de autoajuda, que procuram entregar ao leitor a ideia principal já na capa: como “X dicas para enriquecer” ou “Mapeamento da literatura brasileira”.

Porém, se a ideia é não revelar muito, tudo muda. Em alguns casos, o suspense funciona melhor e atrai mais do que o resumo da história. Daí parte-se para o nome de um personagem (que tal “Dom Casmurro” ou “Madame Bovary”?) ou para uma insinuação que deixe o leitor curioso (“A trégua” ou “Cem anos de solidão”, por exemplo). O importante é evitar estragar o mistério da obra logo na capa.

Consulte outros leitores

Pode ser interessante pedir que algumas pessoas de confiança leiam o livro para ajudar a batizá-lo. Se houver interessados e conhecedores do tema, melhor ainda.

Pode ser que alguém consiga perceber algo ou ter insights que o próprio autor não tem. Essa colaboração é preciosa: muitos livros tiveram seus nomes originais alterados por pessoas que tinham um pouco mais de senso de marketing. E funcionou!

Uma boa ideia é compilar as sugestões recebidas e registrá-las no papel ou no computador. Não se preocupe se algumas delas parecerem estranhas no começo, pois pode-se fazer um brainstorm para aprimorá-las depois ou usar as opções obtidas como base para a criação de um novo título.

Pense no impacto causado pelo título

É difícil medir o impacto que o título terá, mas algumas coisas são previsíveis. Evite, por exemplo, nomes muito compridos. Eles são difíceis de memorizar e até de compreender. Escapam do esquecimento alguns títulos que se transformam em apelidos, mas nomes longos costumam desanimar.

Se a obra for acadêmica, isso pode até ser cogitado, mas na literatura e em outros campos é melhor escolher um título mais direto e conciso. É claro que há muitos exemplos e contraexemplos quando se fala em título para livro.

Há uma obra do premiado Gabriel García Márquez que faz repensar a necessidade de concisão: “A incrível e triste história da Cândida Erêndira e sua avó desalmada”. No entanto, pode perguntar por aí: o livro se transformou no simples “Cândida Erêndira” — o restante fica apenas para os leitores mais dispostos.

Enquanto não se é um Nobel de Literatura, entretanto, é bom pensar em títulos fáceis, memorizáveis e que cumprem o que prometem.

Escolha uma palavra-chave original

Para criar um título para livro que ainda não exista e se destacar da multidão, é preciso pensar nas particularidades da obra. Quais aspectos são significantes para a história? Existe alguma frase memorável? Um acontecimento decisivo que mudou o rumo da narrativa?

Pense no que difere o livro de todos os outros. Com base nas ideias que aparecerem, esforce-se para evitar títulos mais populares e escolher uma palavra-chave pessoal e exclusiva. A partir dela, é possível trabalhar a essência do título e acrescentar outras palavras que a contextualizem.

Use a poesia a seu favor

Considere usar uma frase poética para o título do livro, mas lembre-se de que não precisa ser nada florido, romântico e, definitivamente, não precisa rimar. Uma dica é pensar no título como um haikai (um poema muito curto). Como transmitir o sentimento da história em apenas algumas sílabas?

Caso a inspiração esteja em falta, vale a pena fazer referências a ditados, canções, frases já conhecidas de autores famosos e até mesmo citações religiosas, como “A mulher do próximo” ou “Honra teu pai”, ambos de Gay Talese. Quem diria que frases já existentes e populares poderiam trazer tanta originalidade para um título de livro?

Nesses casos, apenas tome cuidado com citações muito literais: afinal, é importante não violar os direitos autorais da obra que lhe serviu de inspiração.

Analise outros títulos do mesmo gênero

Nunca canse de procurar referências. Vasculhar títulos de outros livros, principalmente do mesmo gênero literário, pode ser uma ideia interessante para ajudar a descobrir o que chama a atenção neles.

Essa análise é importante porque, se o título criado não for condizente com a história e o estilo de escrita, o leitor provavelmente não vai saber o que esperar. Nesse contexto, há chances de que prefira optar por um livro mais objetivo e claro, que já sabe do que se trata.

Carregue as palavras com um gatilho emocional

Pense em uma pessoa que se dirige a você para dizer “você está muito elegante hoje!’ e em outra que diz “a cada dia, você se torna mais bem-vestido(a), mas hoje parece amanhã”. As duas afirmações têm a mesma mensagem, mas será que ambas exercem o mesmo apelo e impacto emocional?

Confira outros exemplos a seguir:

  • “enorme” em comparação com “estrondoso”, “monumental” ou “gigantesco”;
  • “marcante” em comparação com “épico”, “notável” ou “inesquecível”;
  • “derrotado” em comparação com “destruído”, “destroçado” ou “arruinado”.

Consegue notar a diferença? Algumas mudanças simples na escolha de palavras são suficientes para evocar emoções específicas no leitor e causar sentimentos de urgência, misticismo, intriga e outros. Isso produz um engajamento instantâneo com a obra. Afinal, quem não gostaria de ler algo que é capaz de impressionar já pelo título?

Escolher um título para livro é um processo essencialmente criativo e, por isso, pode ser bastante desafiador para muitos escritores (principalmente os iniciantes). No entanto, a partir destas e outras dicas, fica mais fácil formular ideias únicas e extraordinárias.

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