Aprenda a superar um bloqueio criativo

Um bloqueio criativo ao escrever um livro surge por inúmeros motivos. Muitos escritores sofrem do problema por medo de críticas ao colocarem o seu trabalho na rua. Também pode ocorrer devido a um perfeccionismo extremo, que impede qualquer obra de ser terminada. Mas a explicação talvez seja mais simples — pode ser que você não esteja no momento certo para progredir, pois suas ideias precisam amadurecer e se desenvolver.

O que fazer, então? Para ajudar você a resolver essa situação, reunimos, no post de hoje, algumas dicas rápidas e muito eficientes na hora de resolver esse problema. Confira!

Troque de ares

Isto é algo pequeno e que pode ter um efeito determinante para você se livrar de um bloqueio criativo. Ao trabalhar sempre no mesmo lugar e se envolver com as mesmas coisas no dia a dia, fica faltando o estímulo vindo do inédito. Portanto, dê uma pausa e vá passear em um lugar aonde você nunca foi.

Elimine as distrações

Elas são inimigas da produtividade e podem impedir que você consiga desenvolver as ideias de que precisa. Então, certifique-se de colocar o celular no modo silencioso e se livrar das notificações que possam aparecer no seu computador. Sempre que possível, deixe a internet desligada enquanto trabalha. Se você perceber que trabalha em um lugar ou horário com muitas distrações, faça os ajustes necessários.

Escreva sem propósito

O simples ato de escrever é algo que ativa a criatividade, mesmo que não tenha nada a ver com o que você precisa produzir. Abra um novo documento e escreva o que lhe vier à cabeça! Faça isso todos os dias e você vai perceber que sofrerá cada vez menos com bloqueios criativos, já que a escrita irá se tornar algo bem mais natural.

Leve um caderno sempre com você

Nunca se sabe quando uma ideia incrível vai surgir! E quando isso acontece, a pior coisa é tentar confiar na memória e, quando chegar a hora de resgatar seus pensamentos, não conseguir lembrar de nada. Leve sempre um pequeno caderno com você e anote tudo o que achar importante. Isso vai diminuir substancialmente o número de ideias perdidas e, assim, diminuir a força de eventuais bloqueios criativos.

Crie listas ou mapas mentais

Você já deve ter percebido que a escrita é a solução para o bloqueio criativo, não é? Então, outra sugestão para escapar deles é criar listas de assuntos variados, ou planejar o que você precisa escrever, explorando todas as possibilidades do tema com um mapa mental que explora seus diferentes aspectos. Ele vai servir para combinar ideias e redescobrir velhos conceitos através de novos ângulos.

Não espere pela inspiração

Este é um hábito que torna o processo de escrita bem passivo e pode contribuir imensamente para que o seu bloqueio criativo permaneça. Inspiração nada mais é do que usar as referências que você já possui em favor do trabalho que você precisa produzir. Portanto, não se trata de esperar a inspiração: vá atrás dela!

Ao seguir nossas dicas, você terá condições de se livrar do bloqueio criativo e se certificar de que ele não apareça mais. Que outros métodos você conhece para escrever melhor? Tem outras dúvidas sobre o assunto? Compartilhe com a gente nos comentários!

10 dicas essenciais para escrever um livro infantil

Encantar uma criança por meio da leitura é um desafio para muitos escritores. Ao contrário do que as pessoas pensam, escrever um livro infantil não é apenas imaginar uma história com personagens fofinhos e um final feliz. Atualmente, as crianças estão cada vez mais exigentes e críticas, e não é qualquer texto que prende a atenção delas, ainda mais com os fortes “concorrentes”: tablet, videogame, smartphone, entre outros aparelhos.

Para lhe ajudar a construir uma bela história, preparamos 10 dicas sobre como fazer um livro de história infantil, e listamos ainda as opções que os escritores têm para publicar o seu material. Confira tudo isso, nos tópicos a seguir!

1. Observe o mundo infantil

O primeiro passo para saber como fazer um livro de história infantil é conhecer e entender do que as crianças gostam. Para isso, pesquise e leia tudo o que faz sucesso entre os pequenos para ter uma base importante sobre que caminho seguir.

Ler outros livros infantis e procurar referências é a melhor forma de saber o que atrai as crianças e o que realmente as interessam nessas histórias. 

2. Leve em conta a faixa etária

Outra dica essencial para você começar a escrever um livro infantil é definir o público para o qual sua obra será destinada. De acordo com a faixa etária dos leitores, você deve criar uma história para crianças já alfabetizadas ou em fase de alfabetização.

No primeiro caso, é mais indicado usar imagens e texto de forma equilibrada, com estrutura e número de personagens maiores. Se a ideia é escrever para crianças em fase de alfabetização, use frases curtas, estrutura simples e abuse das ilustrações.

3. Capriche no enredo

Depois de definir o personagem principal e os secundários, é importante pensar no ambiente em que os fatos acontecerão, e a trama, de forma que envolva a criança com a história.

Lembre-se de que crianças gostam de se identificar com o personagem principal e viajar nas aventuras descritas no livro. Para gerar um maior envolvimento, a criatividade não pode faltar! Além disso, use a sua imaginação para deixar uma mensagem positiva, mesmo que não seja em um final feliz.

4. Não negligencie o visual

Outra dica essencial sobre como fazer um livro de história infantil, é em relação à sua capa, visto que é um dos aspectos mais relevantes para conquistar as crianças. Afinal, é ela que vai atraí-las em um primeiro momento! Portanto, capriche no título e insira ilustrações bonitas e chamativas.

5. Invista na publicação

Que tal criar um e-book da sua história, isto é, a versão digital do seu livro? Essa é uma boa opção para novos escritores e/ou para aqueles que não dispõem de recursos financeiros para investir na versão impressa. Outra alternativa é enviar a sua obra para as editoras e esperar que alguma delas se interesse.

Você também pode buscar por agentes literários, que fazem a ponte entre as editoras e os escritores, ou procurar por empresas que trabalhem com pequenas tiragens, dando oportunidade aos escritores de primeira viagem.

6. Não subestime a inteligência da criança

É preciso que você veja as crianças como leitores inteligentes e pensantes! Por isso, não deixe de criar histórias envolventes e que façam com que os pequenos possam desenvolver o seu intelecto.

Evite enredos “bobinhos” e que possam negligenciar o desenvolvimento dos leitores, principalmente para crianças maiores, com a literatura infanto-juvenil.

7. Crie personagens com os quais as crianças se identifiquem

Desde as obras literárias infantis mais clássicas, como Peter Pan e O Pequeno Príncipe, passando pelos livros de Monteiro Lobato, que mostram o cotidiano de Pedrinho, Narizinho e Emília, até outros mais recentes, como a série Harry Potter, todos eles têm algo em comum: as crianças são as protagonistas das histórias!

E isso pode ser a peça-chave para o sucesso de um livro infantil! Afinal, os pequenos poderão se identificar com esses personagens com a idade similar a deles, gerando mais proximidade e interesse pela obra literária.

8. Utilize uma linguagem adequada para o público infantil

É preciso tomar muito cuidado com a linguagem adotada ao escrever um livro infantil. Evite palavras complexas para o universo das crianças, ou expressões que possam ter duplo sentido e causar interpretações indesejadas.

Também é importante fuja do uso frequente de gírias ou expressões do momento. Apesar de isso gerar certa proximidade para os leitores atuais, podem distanciar os futuros. Ou seja, a sua obra será datada e poderá não chamar a atenção de uma criança daqui há 10 ou 15 anos.

9. Aplique a técnica da jornada do herói

A jornada do herói é uma técnica desenvolvida por Joseph Campbell, com uma narrativa na qual o personagem principal percorre por 12 etapas. Nessa sequência, o protagonista passa de alguém comum para um herói, percorrendo um longo caminho.

Essa técnica é aplicada em diversas obras, inclusive em animações de sucesso dos estúdios Disney. As 12 etapas da jornada do herói são as seguintes:

  • apresentação do cotidiano do personagem principal;
  • chamado para uma aventura;
  • recusa à oportunidade de se aventurar fora do cotidiano;
  • travessia do primeiro limiar;
  • execução de testes e convivência com aliados e inimigos;
  • preparativos para provação central;
  • provação central, que geralmente é um confronto com o vilão;
  • encontro com a deusa, no caso dos arquétipos masculinos;
  • recompensa pela passagem da provação central;
  • caminho de volta para casa;
  • ressurreição no local de partida;
  • retorno com elixir, como o tesouro concreto ou abstrato trazido pelo herói.

10. Dê valor aos personagens secundários

Em qualquer narrativa infantil o uso de personagens secundários se faz necessário, pois eles servem de escalada para as aventuras do personagem principal.

Na própria metodologia da jornada do herói, Campbell aponta a importância dos personagens secundários, sobretudo os aliados e inimigos, que convivem com o protagonista ao longo do desenvolvimento da trama. Portanto, não esqueça de também valorizá-los na história!

Escrever um livro para crianças é um desafio muito grande, principalmente pela ascensão da tecnologia, com equipamentos que disputam a atenção com a leitura. Desse modo, é fundamental conhecer profundamente o universo e gostos da criança, além de utilizar técnicas de linguagem e escrita para atraí-las. 

Você tem alguma outra sugestão sobre como fazer um livro de história infantil? Deixe seu comentário no espaço abaixo! Quem sabe a sua experiência não ajuda na formação de novos escritores?

10 técnicas para criar um personagem cativante

Sem a presença de personagens interessantes em livros, séries de TV, filmes e em toda a grande variedade do entretenimento existente no mundo, as narrativas seriam chatas e sem vida. Os protagonistas e os coadjuvantes são os pilares de qualquer história, seja ela uma ficção científica que se passa em outra galáxia, seja um drama familiar localizado em uma cidade do interior do Brasil.

A importância de criar personagens cativantes é tão grande que separamos 10 técnicas infalíveis para você construir os melhores e mais memoráveis seres fictícios. Ficou curioso? Então, acompanhe com a gente!

1. Descreva a origem do personagem

Definir o ambiente ou a cena inicial da sua história faz com que o seu personagem tenha um lugar para existir. Que lugar é este? Uma metrópole, uma cidade pequena, um apartamento de luxo, uma casinha no alto da montanha, as possibilidades são infinitas. O lugar de origem do personagem vai dizer muito sobre sua personalidade.

2. Dê a ele uma personalidade forte

Um erro bastante comum de muitos escritores é o medo de criar personagens que tenham personalidade e opiniões fortes. Isso porque, no mundo real, essas características são relacionadas com mau gênio e até mesmo arrogância. O que esses autores se esquecem, no entanto, é de que essas falhas podem ser ótimas tanto para o enredo quanto para a construção de um personagem do qual os leitores possam se identificar.

Afinal, ninguém gosta de personagens insossos, que ficam em cima do muro e não conseguem se posicionar em determinadas situações e assuntos. 

3. Escolha o nome ideal

Pode até não parecer, mas a escolha do nome do personagem é muito importante para toda a narrativa do livro e pode ser um fator determinando para o seu sucesso ou fracasso. Um nome bem escolhido pode despertar certos sentimentos nos leitores antes mesmo de o personagem mostrar todas as características de sua personalidade.

Isso acontece porque cada nome carrega consigo um peso diferente e pode relevar informações sobre o passado do personagem, sua religião, etnia, cultura e diversos outros elementos. É importante, também, escolher nomes adequados para o gênero de livro que está sendo escrito.

Por exemplo, um livro de fantasia ou ficção científica pode comportar personagens com nomes mais exóticos, já um gênero de romance contemporâneo demanda nomes mais comuns do nosso dia a dia — o que também vai depender, é claro, da região onde se passa a história.

4. Adicione características incomuns

O que o seu personagem tem que o diferencia dos outros? Pode ser um poder, uma cicatriz, um jeito peculiar de falar ou andar, um objeto mágico, um segredo ou qualquer outra característica. Mas, atenção: o que diferencia o seu personagem precisa adicionar conflito à história. Tudo que gira ao redor do herói ou vilão precisa fazer sentido para a narrativa. Criar personagens é misturar elementos simples que irão compor algo complexo.

5. Descreva os aspectos físicos do seu personagem

A caracterização de um personagem vai muito além de seus trejeitos e está bastante relacionada com a sua aparência. Os leitores, inclusive, têm o hábito de associar características físicas com traços de personalidade. Por exemplo, um personagem que tenha um maxilar marcado e um queixo proeminente podem indicar personalidade forte e determinação.

Já um nariz arrebitado pode sugerir arrogância ou imaturidade, ao passo que um nariz comprido pode indicar conhecimento e sabedoria. É por isso que é muito importante construir o perfil físico do seu personagem em consonância a sua personalidade.

6. Defina um propósito

O que move o seu personagem? O objetivo de vida deve ser simples e direto. Em histórias de terror a missão é sobreviver até o final. Em uma comédia romântica é conseguir o amor verdadeiro. Descubra o que o seu personagem persegue e coloque dificuldades em seu caminho. A motivação vai colocar a narrativa e a curiosidade do público em movimento.

7. Faça-o ser bom no que faz

Imagine se o Harry Potter, por exemplo, falhasse em todas as suas missões e fosse um bruxo nada habilidoso. Com certeza seu apelo pelo público seria outro, não é mesmo? Isso acontece porque as pessoas leem livros com histórias fictícias para fugirem da mundanidade de suas próprias vidas, elas querem ler sobre vencedores, não sobre perdedores.

Não há necessidade, contudo, de pintá-los como heróis estereotipados, mas é preciso que eles tenham algo de extraordinário que os façam sempre vencer no final.

8. Dê uma casa para o seu personagem

Onde ele mora? Ele tem animais de estimação? A casa pode estabelecer muito sobre o personagem, como manias, nível socioeconômico, família, traumas etc. Tudo deve ser sugestionado, e não entregue de bandeja. Um quadro dos pais ou avós pode relevar muito sobre o passado, ou um espelho quebrado pode mostrar como o personagem se vê interiormente. Use a imaginação para construir uma extensão da vida em objetos a princípio triviais.

9. Trabalhe seus medos e fraquezas

Um herói pode ser alguém imbatível, mas como podemos nos identificar com uma pessoa perfeita e sem defeitos? Todos nós temos imperfeições e pontos fracos. O seu personagem também deve ter! Defeitos e falhas deixam os personagens mais realistas e próximos do público, além de adicionar tensão à narrativa.

Além disso, para ter um melhor apelo com os leitores, uma dica é justificar esses defeitos com base em experiências e traumas do passado. Por exemplo, se um personagem masculino for descrito como um conquistador que tem dificuldade para assumir relacionamentos sérios, seria interessante que sua infância fosse marcada por um divórcio traumático de seus pais, esclarecendo assim a fonte desse comportamento errôneo.

10. Seja criativo

Nem todo personagem precisa ser uma pessoa. Em “O Senhor dos Anéis”, a Montanha Caradhras (Montanhas da Névoa) funciona como um personagem. Não coloque freios em sua criatividade, pois as opções são compatíveis com a sua imaginação. O seu personagem pode ser um animal, um brinquedo, um ser mitológico, um local, uma construção etc.

Tenha em mente que bons personagens definem se sua obra será um sucesso ou fracasso. Mas não se esqueça de que nem tudo precisa estar na história final. Você não precisa relevar o seu herói ou vilão por completo, mas, com certeza, precisa conhecê-lo melhor que qualquer um. Agora que você já sabe como criar personagens que cative o público, basta começar a escrever!

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4 filmes sobre escritores que vão inspirar sua obra literária!

Para Diego Schutt, especialista em storytelling, “o cotidiano está repleto de boas histórias esperando por um escritor com a competência para contá-las”. O escritor com talento natural e conhecimentos técnicos possui a habilidade de coordenar o uso das palavras e, assim, o mais cotidiano dos acontecimentos torna-se uma verdadeira jornada ao universo lúdico.

Para um escritor, tanto os momentos bons quanto os ruins podem servir de inspiração para ótimas histórias. Entretanto, os verdadeiros vilões são os seus próprios demônios internos que, muitas vezes, ofuscam a criatividade.

É por isso que, no post de hoje, separamos uma lista com ótimos filmes sobre escritores para você assistir e desenvolver sua inspiração e determinação. Afinal, o processo de criação de uma obra literária pode ser desafiador até para as mentes mais brilhantes. Vamos lá?

Meia-Noite em Paris

Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald e Gertrude Stein são alguns dos escritores que Gil (Owen Wilson) mais admira e nos quais se inspira. Assim como eles, Gil quer viver da escrita de obras literárias. Na realidade, porém, os caminhos da vida o levaram a ser um roteirista de Hollywood. Apesar da ótima remuneração, este é um trabalho muito diferente do que ele sempre sonhou para si.

Escrito e dirigido por Woody Allen, o filme de 2011 acompanha Gil em um momento particularmente sem esperança e perspectivas. Constantemente criticado por seu futuro sogro e por sua noiva, ele resolve andar pelas ruas de Paris durante uma viagem e, exatamente à meia-noite, encontra-se literalmente transportado para a década de 20 da cidade, período que serviu de lar e inspiração para alguns dos maiores autores da história.

Barton Fink: Delírios de Hollywood

Barton Fink (John Turturro), renomado escritor de Nova York nos anos 40, é o protagonista deste filme de 1991, escrito e dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen.

O notável talento de Fink o leva a ser chamado para produzir um filme hollywoodiano sobre luta livre. Para se integrar ao universo de sua nova empreitada artística, Fink decide se hospedar em um hotel de segunda categoria em Los Angeles, isolando-se de tudo e de todos para que possa se dedicar inteiramente ao seu roteiro.

Eis que o grande mal dos escritores toma conta de Fink: um bloqueio criativo que o impede de escrever um parágrafo sequer. Para tornar o enredo ainda mais envolvente, Fink se vê no meio de uma série de estranhos acontecimentos, incluindo um assassinato que o deixa completamente perdido.

A Janela Secreta

Neste filme dirigido por David Koep e lançado em 2004, acompanhamos Mort (Johnny Depp), um homem que, após dez anos de casamento, descobre que sua esposa o está traindo. A situação fica ainda mais complicada quando um homem misterioso surge e passa a acusar o protagonista, que é escritor, de plágio.

Isso tudo é apenas o início de uma jornada bizarra que, ultimamente, leva Mort a questionar sua própria realidade. Baseado em uma obra de Stephen King, o mestre do terror, A Janela Secreta te levará aos mais obscuros e perturbadores recantos da mente humana.

Sociedade dos Poetas Mortos

Lançado em 1989, o clássico de Peter Weird acompanha John Keating (Robin Williams). Em 1959, ele se torna o mais novo professor de inglês no aristocrático e rígido internato Welton Academy, onde estudou.

Visando inspirar e libertar o lado criativo e literário de seus alunos, os inovadores métodos de ensino de Keating chamam a atenção da diretoria do colégio e dos pais, fazendo com que o professor se envolva com toda a tensão e repreensão do internato. Mas seus esforços começam a gerar frutos quando os alunos decidem dar nova vida à extinta Sociedade dos Poetas Mortos, fundada por Keating em seu tempo de estudante em Welton.

Repleta de poesia, amizade e conflitos psicológicos, esta trama inspiradora conta com um final surpreendente e, sem dúvidas, é um daqueles filmes obrigatórios para todo escritor ou aspirante a escritor.

E então, o que achou das nossas dicas imperdíveis de filmes sobre escritores? Para mais conteúdo para te inspirar e motivar, curta nossa página do Facebook e acompanhe todas as postagens!

Foto: Cena de Meia Noite em Paris (www.adorocinema.com/1611.ref/)

Escritores iniciantes: 5 dicas para não errar em sua primeira obra

Qualquer leitor assíduo com certeza já sonhou com a possibilidade de escrever seu próprio livro. Mas, para que esse sonho se torne realidade, é necessário fazer as coisas acontecerem. Além disso, não existe uma fórmula mágica: é preciso muita dedicação, vontade de aprender e paciência para que as coisas deem certo.

Entretanto, algumas estratégias podem ajudar a dar o pontapé inicial nesse processo e fazer com que você veja essa possibilidade com outros olhos.

Por isso, separamos algumas dicas para escritores iniciantes que darão uma nova visão sobre o assunto. Fique com a gente e confira!

1. Leia muito e de tudo

Não tem como alguém escrever um conteúdo inovador e de qualidade sem repertório e bagagem cultural. E para obter essa carga de conhecimento é preciso ler – e muito!

Escritores iniciantes devem ler de tudo: romances, biografias, ficções, revistas, blogs e até bula de remédio se for preciso!

É interessante que a leitura seja rica e diversificada para que você tenha contato com os mais diferentes gêneros e amplie seu vocabulário. Dessa forma, você não só terá convívio com bons escritores, mas também com os maus. E acredite: você aprenderá muito com os dois.

A leitura também melhora a escrita na medida em que você assimila estilos diferentes, aprende novas formas de relatar um assunto e expande sua gramática e vocabulário.

2. Escreva muito

Além de ler, é imprescindível que você também escreva um pouco todos os dias, pelo menos. Afinal, o exercício de escrita é fundamental para quem está pensando em escrever um livro!

Ao contrário do que muitos pensam, não existe essa história de dom ou inspiração.

A boa escrita é fruto de técnica, muito exercício e dedicação. Ou seja, para que você tenha uma escrita de qualidade, é preciso que treine e escreva da melhor forma que puder, sendo honesto com você mesmo e buscando sempre se aperfeiçoar.

3. Comece aos poucos

Um dos principais erros dos escritores iniciantes é dar passos maiores que as pernas. Não queira escrever uma trilogia logo de cara: dê um passo de cada vez e comece por histórias curtas. Nesse sentido, os contos são uma ótima opção para quem está começando.

Com eles você terá espaço para se conhecer melhor e entender seus erros e dificuldades. Treinando bastante e aos poucos, você pode desenvolver histórias mais complexas e mais longas — até a hora em que conseguir escrever um romance completo.

4. Pense sobre o que será sua obra

Procure sempre escrever sobre aquilo que você gosta e que seja coerente com o seu mundo. Independentemente de qualquer moda, busque estar alinhado ao que você é e ao que você realmente pensa e acredita.

Dessa forma, antes de sair escrevendo sobre tudo o que vem à cabeça, pense no que sua obra será, qual seu significado e o sentido que ela terá. Somente depois disso faça um esqueleto, tendo bastante claro qual serão o começo, o meio e o fim da sua história.

É claro que você não precisa ser muito rígido, mas uma história bem contada precisa ser estruturada de forma coerente e completa.

5. Escreva com segurança e confiança

Escreva sempre de forma convicta e determinada, não tendo medo de errar. Afinal, o erro é inevitável e não tem problema nenhum cometê-lo.

Os erros são fundamentais para a construção de uma carreira sólida na escrita. Eles apontarão (nem sempre da melhor forma possível) em que você precisa melhorar e farão com que você evolua, mude de opinião e aprenda com suas falhas.

É evidente que não é fácil escrever um livro. Os escritores iniciantes vão encontrar muitas dificuldades que precisam ser superadas, além de muita paciência até perceber que as coisas estão de fato dando certo. Porém, com o planejamento e a orientação adequados, a escrita ficará mais segura, fluida e interessante.

Gostou das nossas dicas? Decidiu começar a escrever? Confira também como estruturar o livro, parte essencial do processo de escrita.

3 escritores famosos e seus rituais de sucesso

“Continuo batendo com dois dedos e errando muito.” A frase foi dita por Jorge Amado, em 1988, quando questionado por que não trocava por uma eletrônica a sua máquina de escrever – a mesma velha máquina com a qual o escritor baiano, na base da lenta digitação a “dois dedos”, criou preciosidades como Gabriela e Tieta, traduzidas em cerca de 30 idiomas e adaptadas até hoje para cinema e teatro. O método arcaico de um dos maiores escritores da literatura contemporânea é apenas um exemplo das excentricidades que permeiam o processo de criação de muitas obras-primas por aí. Preview the files to ensure they are intact and then select the files you recover files flahdrive want to recover.

Neste post, você vai conhecer manias e rituais de outros escritores famosos antes, durante e após a escrita de um livro e perceber como o estilo de vida de alguns deles acaba dando um toque todo especial ao trabalho. Confira:

1. Nelson Rodrigues — A vida como ela é

O escritor pernambucano com alma carioca tinha prazer em ouvir “causos” e, principalmente, observar. Das histórias de vizinhos, amigos, colegas de trabalho e até desconhecidos que ouvia conversando na rua ou no ônibus, extraiu boa parte dos enredos que compõem o conjunto de contos de A vida como ela é, originalmente uma coluna de jornal que foi transposta para livro. Pode-se dizer que Nelson foi um dos poucos que soube como transformar a fofoca em estilo literário.

2. Graciliano Ramos — Memórias do cárcere

O método de trabalho de Graciliano Ramos acabou contribuindo para que as controvérsias cercassem o lançamento do seu livro póstumo Memórias do cárcere, em 1953. Nele, o escritor alagoano relata o período de 12 meses em que passou atrás das grades em função da ditadura Vargas. O problema é que Graciliano só sabia escrever à mão e fez o grande desfavor de deixar quatro versões diferentes para o livro. Como se não bastasse a suspeita de a versão original ter sido entregue misteriosamente datilografada, há também indícios de que o Partido Comunista teria editado os capítulos.

3. Hunter S. Thompson — Medo e delírio em Las Vegas

Thompson foi um ícone da contracultura norte-americana e um dos expoentes do chamado “jornalismo gonzo”, no qual a imaginação dispensa o compromisso com a veracidade dos fatos. Sua grande obra foi escrita na base de muito LSD e mescalina, causando alucinações que contribuíram para transformar Medo e delírio em Las Vegas — a princípio, uma trivial cobertura de evento esportivo — numa experiência lisérgica que chegou a ser adaptada para o cinema, com Johnny Depp no papel do escritor. Thompson se suicidou com um tiro de espingarda, em 2005, deixando um bilhete em que confessava estar deprimido.

Outro escritor do quilate de Thompson que se suicidou com uma arma (e não abria mão do álcool na hora de criar) foi Ernest Hemingway, autor do clássico O velho e o mar. É dele a célebre frase “Escreva bêbado e edite sóbrio”, que contribui ainda mais para mitificar o trabalho solitário de quem lida com a escrita no dia a dia.

Todos esses nomes, sem exceção, referem-se ao ofício como algo doloroso, que exige preparo mental e espiritual diário. No entanto, não há um deles que deixe de reclamar do vazio que os acomete assim que o livro é lançado no mundo. Fato é que a literatura, por mais que se trate de ficção, é indistinta da vida dos seus autores e tão brilhante quanto os seus pensamentos.

E então, gostaria de compartilhar com a gente algum ritual curioso do autor que mais admira? Deixe o seu comentário!

Você sabe quais são as formas de publicar um livro?

Você estruturou seu livro, dedicou meses escrevendo, reescrevendo e revisando os seus capítulos e está realmente satisfeito com os resultados obtidos. Agora, tudo o que você mais quer é que o mundo finalmente conheça seu trabalho. Nada mais justo, afinal, qual escritor coloca tanta energia em um projeto para mantê-lo na gaveta? 

Mas você sabe quanto custa publicar um livro? Não? Então, este post foi escrito pra você! Aqui, vamos falar sobre as diferentes formas de publicação que existem por aí e as etapas necessárias para que o seu livro encontre os seus leitores. Continue lendo!

Quanto custa publicar um livro por uma grande editora?

Entre aquele ponto da história em que você clica no botão “salvar” do seu editor de texto e aquele outro momento em você se orgulha de ver seu livro em destaque nas livrarias, muita coisa acontece. Seu livro precisa ser revisado, diagramado, uma capa precisa ser escolhida, um lançamento é marcado, o kit de divulgação é preparado etc.

As editoras de grande porte não cobram nada de seus autores por isso e cuidam de todo o processo, da revisão até a divulgação (e, além de tudo, vão se esforçar para vender seu livro e ter o retorno financeiro do investimento feito).

Mas como nem tudo é perfeito, essas grandes editoras também são muito disputadas e recebem um grande fluxo de originais, o que faz com que o arco de tempo entre finalizar o projeto e ver seu livro finalmente publicado possa demorar uma eternidade.

Quanto custa publicar um livro de forma autônoma?

Você também pode preparar seu livro sozinho. Para isso, você vai precisar de muita pesquisa, de profissionais e fornecedores, planejamento e bastante vontade.

É imprescindível contratar bons profissionais para que o resultado final de seu livro fique com qualidade. Do contrário, você pode perder dinheiro e não ficar satisfeito com o resultado.
Entre as tarefas exigidas para a publicação autônoma estão:

  • contratar um revisor;
  • contratar um diagramador;
  • contratar um capista;
  • encontrar um gráfica que imprima sob demanda;
  • arcar com os custos de ficha catalográfica e ISBN;
  • cuidar do lançamento, da venda e da divulgação do livro.

Os custos de publicar um livro de forma autônoma são financeiros, mas sobretudo de energia. Afinal, todas as etapas do processo serão planejadas por você.  

E se eu não tiver tempo pra cuidar de tudo isso sozinho?

Não é só você! Muita gente não tem tempo nem disposição para cuidar de todo o processo que envolve a publicação de um livro. É por isso que hoje muitos autores recorrem aos editores menores buscando o suporte necessário para começar sua carreira literária.

Uma das vantagens de publicar seu livro em uma editora de pequeno porte é fazer parte de uma comunidade. Ela é o ambiente ideal para que você entre em contato com outros autores, iniciantes como você, além de ter o custo da sua publicação reduzido por conta da experiência do profissional na área e seu conhecimento dos fornecedores e profissionais certos. 

Procurar o auxílio editorial é a garantia de que seu livro vai ser impresso e divulgado por alguém que sabe o que está fazendo. Não é mesmo? E então, quer saber quanto custa publicar um livro para chamar de seu? Entre em contato conosco, pois estamos ansiosos para ter você entre nossos autores!

Conheça 5 dicas infalíveis para escrever uma sinopse

Escrever uma sinopse é uma das tarefas que alguns autores tendem a evitar ou protelar. Embora tenham muita intimidade com a escrita, a concisão de toda uma história relatada em um livro se apresenta como uma grande trava para muitos escritores.

O fato é que na sinopse reside o maior poder de impactar e gerar interesse no leitor. Dessa forma, é imprescindível ter cuidados ao criá-la, escolhendo as palavras adequadas, considerando o público-alvo e o tamanho final do texto.

Para um melhor entendimento sobre o assunto, elaboramos este artigo no qual abordamos os principais aspectos que devem ser observados, com dicas de como elaborar uma sinopse para seduzir os leitores. Confira!

A importância de escrever uma sinopse

A sinopse é a ferramenta mais importante para estimular o interesse do leitor por um livro. É nesse texto que as informações-chave da história são apresentadas e como a ação se desenvolverá.

Outro aspecto de suma importância diz respeito ao tamanho do texto. Muitas editoras avaliam apenas a sinopse para decidir se publicam ou não um livro — nesse momento, os textos muito longos podem ser descartados.

Dessa forma, podemos entender que a sinopse é a primeira publicidade do livro, devendo ser escrita da melhor maneira possível. Para tanto, é fundamental considerar alguns critérios que podem fazer grande diferença para a aceitação da obra.

Veja a seguir dicas sobre os principais aspectos que devem ser observados para a elaboração do texto.

1. Faça uma boa abertura

Assim como o primeiro capítulo deve motivar a leitura, uma boa abertura de sinopse deve instigar o leitor para saber mais sobre os personagens, eventos e possíveis conflitos.

Nesse sentido, o primeiro parágrafo deve dar a mesma informação básica transmitida no primeiro capítulo do livro, ou seja, onde e quando a história ocorre, quem é o protagonista e quais os problemas que enfrenta.

2. Escreva a sinopse sempre na terceira pessoa

Mesmo que uma obra tenha sido escrita na primeira pessoa, é importante ter em mente que a sinopse deve ser elaborada na terceira pessoa. Ainda que o foco seja em uma única personagem, ela deverá ser tratada como uma entidade separada. As ações da personagem devem ser comentadas como alguém de fora.

3. Seja objetivo

É comum observar pessoas que passam apressadas pelas livrarias e selecionam alguns livros de forma aleatória. Quando a sinopse é objetiva e atrativa, o leitor pode se identificar e adquirir a obra, porém, quando o texto é longo, pode gerar falta de interesse.

4. Deixe claro quem são os personagens principais

Rascunhe uma lista dos personagens principais para garantir que nenhum seja esquecido. Comente sobre o protagonista, os vilões, os mocinhos, o par romântico e todos os que forem considerados importantes.

Utilize o primeiro parágrafo para citar os protagonistas e oferecer uma noção geral do enredo. O objetivo é tentar capturar a atenção do leitor, porém, sem incorrer em detalhes.

5. Trate sobre o desdobramento da trama

A trama é uma sequência de eventos que avança em fases. É importante conhecer bem as demarcações antes de escrever a sinopse, como:

  • um evento inicial que movimenta a história;
  • incidentes no meio da trama;
  • clímax;
  • consequência ou resolução do clímax.

Como foi possível verificar neste artigo, escrever uma sinopse é uma etapa muito importante para que um livro seja bem recebido pelo editor e leitores. Para tanto, ela deve ser elaborada com base em critérios, de maneira clara, objetiva, concisa e instigante.

Gostou das dicas para escrever uma sinopse? Então, compartilhe nas redes para que mais pessoas saibam como elaborar um texto atrativo a fim de despertar o interesse do leitor!

Esclarecemos 4 questões sobre press release para seu livro!

O sonho de todo escritor, além de publicar, é que sua obra seja lida por muitas pessoas (que a partir dela podem ter múltiplas interpretações e se desenvolver intelectualmente).

Para isso, no entanto, é preciso que a comunidade leitora tenha conhecimento dos títulos em lançamento. O desenvolvimento de um press release para seu livro é uma das melhores maneiras para auxiliar na divulgação.

Neste post, vamos esclarecer as principais dúvidas que os escritores geralmente têm sobre o press release para livros. Portanto, se deseja ficar bem informado sobre o assunto, siga conosco!

1. O que é um press release?

O press release é uma ferramenta utilizada por assessores de imprensa para emplacar notícias sobre as empresas ou profissionais que eles divulgam, nos meios de comunicação. No caso de um release de um livro, pode ser feito um resumo sobre do que a obra se trata, informações sobre o autor, apresentar a data e o local do evento de lançamento etc.

2. Qual é o objetivo do press release?

O objetivo de fazer um press release para seu livro é divulgá-lo para a maior quantidade de pessoas possíveis, por meio dos veículos de comunicação, como jornais, portais de notícias, emissoras de rádio e televisão.

Assim, você poderá enviar as informações acerca do lançamento da sua obra como sugestão de pauta para os jornalistas. Eles poderão desenvolver matérias e fazer uma cobertura do lançamento do livro, alcançando muitas pessoas.

3. Como escrever um bom press release?

Um press release deve chamar a atenção dos jornalistas e é por isso que deve-se deixar claro do que o texto se trata logo no título. Pense que os produtores de conteúdo dos grandes canais recebem muitos releases por dia e o seu deve ser chamativo para não se tornar apenas mais um. 

 Além disso, deve ser escrito em forma de notícia e trazer todas as informações que se espera do chamado lead jornalístico. Trata-se de um conjunto de perguntas que devem ser respondidas em qualquer texto do tipo. São elas:

  • quem?
  • o quê?
  • onde?
  • quando?
  • como? 
  • por quê?

4. Como garantir que um press release seja divulgado na imprensa?

Não existe uma garantia de que um press release emplacará na imprensa, porém algumas boas práticas podem fazer com que ele tenha mais chances de ser divulgado.

Uma delas, conforme explicamos, é ter um título persuasivo e que chame a atenção dos produtores dos veículos de comunicação. Além disso, contar com uma assessoria de imprensa de qualidade é essencial.

Isso se justifica porque, geralmente, os assessores já tem uma relação profissional e até mesmo de amizade com os jornalistas, conseguindo uma certa prioridade em relação a desconhecidos que enviam material.

Como você pode perceber, para desenvolver um press release para seu livro é preciso ter entendimento sobre a prática jornalística. Além disso, o bom relacionamento com os veículos midiáticos é fundamental para emplacá-lo.

É por isso que contar com uma assessoria é tão importante e isso já é oferecido pelas próprias editoras. Nós da Autografia oferecemos esse serviço aos nossos autores parceiros. Entre em contato conosco e saiba mais!

Livro digital ou livro físico: qual escolher para começar?

Você é do tipo que não dispensa o cheiro de livro novo ou é vidrado em tecnologia e prefere ter uma leitura agradável por um livro digital? Mudando a perspectiva para a escrita, qual dos dois será melhor?

Existem várias situações relevantes na produção de um livro, tais como a escolha de um bom título, a diagramação das páginas e o formato em si. O livro físico é o lado tradicional, já o digital costuma ter uma roupagem mais jovem e atual.

Por isso, para que você tenha uma noção melhor de quem vence essa disputa, trouxemos algumas informações básicas a respeito dos dois. Confira!

Escrita do conteúdo

Antes mesmo de despertar as ideias para escrever um livro, você precisa levar em consideração alguns fatores preponderantes, tais como o tempo, a dedicação e o volume de pesquisa necessários. É evidente que produzir um livro escrito dá um orgulho incrível, principalmente ao ver o seu nome em uma livraria.

No entanto, se houver quaisquer erros de escrita que você ou a pessoa que revisou esqueceu, fica mais difícil voltar atrás depois de publicado. O que não ocorre com o livro digital, pois é mais prático de desenvolver o conteúdo e dá margem para alterações quantas vezes precisar ao longo do processo.

Processo de publicação

Ao publicar um livro, atente aos vários aspectos que podem influenciar o sucesso ou não da sua obra, seja ela física, seja digital. No caso do livro físico, a busca por uma editora acaba tirando o sono de muitos escritores. Afinal, é preciso vender a ideia de que seu livro é bom para várias pessoas antes de publicá-lo de fato.

Além disso, o envio das informações para a Biblioteca Nacional costuma levar meses até que receba a resposta de registro do conteúdo. Agora, pensando na versão digital, a publicação do livro se torna mais simples e ainda pode gerar um enorme potencial de vendas na internet.

Divulgação do livro

A versão digital pode aproveitar as redes sociais, sites, blogs e demais oportunidades no mundo virtual. Possivelmente você já deve ter visto diversas histórias de empreendedores que fizeram fama vendendo suas obras pela internet, mas nem sempre quer dizer que seja a melhor solução.

O livro físico, em contrapartida, dá a possibilidade de participar de feiras, eventos e a emblemática noite de autógrafos, que faz brilhar os olhos de qualquer escritor. Embora o investimento inicial seja um pouco puxado, se for um livro acadêmico, por exemplo, você ainda pode cadastrá-lo em seu currículo Lattes.

Venda do material

A menos que você queira publicar algo apenas por hobby, provavelmente surgirá o interesse de saber quanto pode render a escrita de um livro, não é verdade? A princípio, antes de escrever qualquer capítulo, lembre-se de identificar o público-alvo, pois isso faz uma enorme diferença na hora da venda.

Se o livro físico não tiver uma história interessante, o risco de acumular inúmeras caixas em sua sala é grande. Já o livro digital, por ter um custo relativamente mais baixo, não dá margem para prejuízos astronômicos e pode servir de chamariz para algum outro produto que tenha a pretensão de vender, tal como um curso.

Durabilidade do livro

Por fim, mas não menos importante que os demais pontos abordados, a durabilidade do livro físico ou do livro digital conta muito na escolha do público. Independentemente do gênero literário que pretende aplicar em sua obra, lembre-se de que ambos os lados têm suas vantagens e desvantagens nesse tópico.

Se o conteúdo tiver muitas páginas, na versão impressa, elas podem deteriorar com o tempo, o que não ocorre na versão digital. Entretanto, os aparelhos de leitura digital precisam ser carregados ao decorrer do dia e o livro físico não necessita de tomadas, o que facilita em uma viagem longa, por exemplo.

Portanto, pense bem antes de fazer uma publicação e avalie os cenários possíveis, visto que isso pode colaborar com a propagação do seu nome no meio literário e tornar o seu conteúdo conhecido entre as pessoas.

Se você gostou deste artigo a respeito de livro físico e livro digital, não deixe de compartilhar o post nas redes sociais para que os seus amigos fiquem por dentro do assunto também!