6 livros para te inspirar a escrever melhor

Escrever bem é um talento, mas também depende de muito esforço e repetição. Tentar, experimentar, errar e acertar são rotinas comuns na trajetória de quem quer se tornar escritor, seja lá em que campo ou nicho for. Mas onde aprender a escrever melhor? Cursos, oficinas, leituras compartilhadas e escolas podem ajudar muito, mas é sempre bom ter à mão um material de consulta ou de inspiração.

Vamos dar algumas dicas de livros aqui que podem ajudar a escrever melhor, especialmente porque foram produzidos por quem realmente entende do riscado. É claro que há inúmeras obras de escrita criativa no mercado ou oficinas de textos de escritores que ganham a vida tentando ensinar o que aprenderam. Mas que tal começar pelos aspectos linguísticos?

Nossas dicas não apenas inspiram, mas também informam e fazem refletir sobre a linguagem e a escrita. Confira!

“Comunicação em prosa moderna”

Este é um livro clássico dos cursos ligados à escrita, de autoria de Othon Moacyr Garcia. Foi publicado em primeira edição no final dos anos 1960 e nunca saiu de moda. Com ele, é possível refletir sobre problemas de gramática, mas também de semântica e de lógica na linguagem, questões que atazanam todos aqueles que lidam com a produção textual.

“É possível facilitar a leitura”

Duas linguistas, Lúcia Fulgêncio e Yara Liberato, escreveram este livro publicado em 2007 e já reeditado. Com uma profusão de exemplos, as autoras mostram como é possível escrever e reescrever, sempre em busca de um texto mais fácil, mais legível, mais limpo. Não se trata apenas de um manual de regras ou de um livro de receitas milagrosas, mas de um estudo linguístico sobre modos de escrever.

“Prática de texto para estudantes universitários”

A obra, outro clássico dos estudos de produção textual, é de autoria de Carlos Alberto Faraco e Cristóvão Tezza. Embora se dirija a “estudantes universitários”, o livro serve bem para todos aqueles que querem pensar e praticar a escrita. Vale mencionar que Tezza é um dos mais reconhecidos escritores – romancistas – da literatura brasileira contemporânea.

“Desvendando os segredos do texto”

Este é um dos livros que poderiam ser citados de autoria da linguista Ingedore Koch. Autora de vários manuais e livros sobre produção textual, coesão e coerência, ela é um dos nomes incontornáveis do Brasil quando o assunto é o texto e seus mistérios. Não é lá nenhuma obra que explicite questões propriamente literárias, mas certamente ajuda qualquer aspirante a escritor a repensar suas práticas e os mecanismos da produção textual.

“Da fala para a escrita”

Luiz Antônio Marcuschi é outro dos linguistas mais importantes do país. O livro em foco é cheio de exemplos e reflexões sobre a fala, a escrita e os processos de retextualização que podem levar de uma à outra. Sem contar que Marcuschi escreve de forma fácil, direta e leve – aspectos a que muitos querem chegar.

“Para escrever bem”

Este é um manual escrito por Otilia Bocchini e adotado em diversos cursos de escrita, revisão e edição de textos. Com exemplos, a autora mostra como é possível optar por construções menos ou mais fáceis, sem cair no erro ou no clichê.

Muito embora esses livros e manuais ajudem muito no trabalho com a produção de textos, é sempre inspirador ler diretamente os autores e escritores criativos e hábeis. Qualquer clássico ajudará a pensar na escrita e a obter inspiração.

Com leveza e humor, é sempre inspirador ler Luis Fernando Verissimo, por exemplo. Para uma escrita densa e altamente poética, João Guimarães Rosa é um banho de literatura.

Poetas, romancistas, cronistas podem ajudar o leitor na experimentação da linguagem, soltando parafusos que não podem ficar muito emperrados, na hora de criar. Que tal provar de tudo isso?

Gostou de nossas dicas? Tem outras? Que tal comentar nosso post e colaborar conosco?

 

4 filmes sobre escritores que vão inspirar sua obra literária!

Para Diego Schutt, especialista em storytelling, “o cotidiano está repleto de boas histórias esperando por um escritor com a competência para contá-las”. O escritor com talento natural e conhecimentos técnicos possui a habilidade de coordenar o uso das palavras e, assim, o mais cotidiano dos acontecimentos torna-se uma verdadeira jornada ao universo lúdico.

Para um escritor, tanto os momentos bons quanto os ruins podem servir de inspiração para ótimas histórias. Entretanto, os verdadeiros vilões são os seus próprios demônios internos que, muitas vezes, ofuscam a criatividade.

É por isso que, no post de hoje, separamos uma lista com ótimos filmes sobre escritores para você assistir e desenvolver sua inspiração e determinação. Afinal, o processo de criação de uma obra literária pode ser desafiador até para as mentes mais brilhantes. Vamos lá?

Meia-Noite em Paris

Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald e Gertrude Stein são alguns dos escritores que Gil (Owen Wilson) mais admira e nos quais se inspira. Assim como eles, Gil quer viver da escrita de obras literárias. Na realidade, porém, os caminhos da vida o levaram a ser um roteirista de Hollywood. Apesar da ótima remuneração, este é um trabalho muito diferente do que ele sempre sonhou para si.

Escrito e dirigido por Woody Allen, o filme de 2011 acompanha Gil em um momento particularmente sem esperança e perspectivas. Constantemente criticado por seu futuro sogro e por sua noiva, ele resolve andar pelas ruas de Paris durante uma viagem e, exatamente à meia-noite, encontra-se literalmente transportado para a década de 20 da cidade, período que serviu de lar e inspiração para alguns dos maiores autores da história.

Barton Fink: Delírios de Hollywood

Barton Fink (John Turturro), renomado escritor de Nova York nos anos 40, é o protagonista deste filme de 1991, escrito e dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen.

O notável talento de Fink o leva a ser chamado para produzir um filme hollywoodiano sobre luta livre. Para se integrar ao universo de sua nova empreitada artística, Fink decide se hospedar em um hotel de segunda categoria em Los Angeles, isolando-se de tudo e de todos para que possa se dedicar inteiramente ao seu roteiro.

Eis que o grande mal dos escritores toma conta de Fink: um bloqueio criativo que o impede de escrever um parágrafo sequer. Para tornar o enredo ainda mais envolvente, Fink se vê no meio de uma série de estranhos acontecimentos, incluindo um assassinato que o deixa completamente perdido.

A Janela Secreta

Neste filme dirigido por David Koep e lançado em 2004, acompanhamos Mort (Johnny Depp), um homem que, após dez anos de casamento, descobre que sua esposa o está traindo. A situação fica ainda mais complicada quando um homem misterioso surge e passa a acusar o protagonista, que é escritor, de plágio.

Isso tudo é apenas o início de uma jornada bizarra que, ultimamente, leva Mort a questionar sua própria realidade. Baseado em uma obra de Stephen King, o mestre do terror, A Janela Secreta te levará aos mais obscuros e perturbadores recantos da mente humana.

Sociedade dos Poetas Mortos

Lançado em 1989, o clássico de Peter Weird acompanha John Keating (Robin Williams). Em 1959, ele se torna o mais novo professor de inglês no aristocrático e rígido internato Welton Academy, onde estudou.

Visando inspirar e libertar o lado criativo e literário de seus alunos, os inovadores métodos de ensino de Keating chamam a atenção da diretoria do colégio e dos pais, fazendo com que o professor se envolva com toda a tensão e repreensão do internato. Mas seus esforços começam a gerar frutos quando os alunos decidem dar nova vida à extinta Sociedade dos Poetas Mortos, fundada por Keating em seu tempo de estudante em Welton.

Repleta de poesia, amizade e conflitos psicológicos, esta trama inspiradora conta com um final surpreendente e, sem dúvidas, é um daqueles filmes obrigatórios para todo escritor ou aspirante a escritor.

E então, o que achou das nossas dicas imperdíveis de filmes sobre escritores? Para mais conteúdo para te inspirar e motivar, curta nossa página do Facebook e acompanhe todas as postagens!

Foto: Cena de Meia Noite em Paris (www.adorocinema.com/1611.ref/)

5 mitos e verdades sobre o hábito de leitura no Brasil

A leitura é uma atividade importante e deve estar presente em nossa rotina. Entre os inúmeros benefícios que ela traz, há o aprimoramento do vocabulário e a dinamização do raciocínio e da interpretação, além de ser uma porta de entrada para a aquisição de conhecimento e informação.

No entanto, não é difícil vermos nos noticiários como esse hábito tem sido comprometido nos últimos anos, e como as pessoas estão trocando os livros por outras formas de entretenimento e obtenção de saberes.

E como será que o Brasil se encaixa nesse cenário? Como anda o hábito de leitura do brasileiro? No post de hoje, iremos discutir mitos e verdades sobre o costume de leitura no Brasil. Fique com a gente e confira!

O brasileiro não possui hábito de leitura

Verdade. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Pró-Livro (IPL), a leitura é um hábito de 56% dos brasileiros. Em média, os entrevistados disseram ler 2,54 livros nos três meses anteriores à realização da pesquisa.

Quando comparado ao restante do mundo, segundo dados da agência Nop World, o Brasil está na 28ª colocação dos países em que mais se lê. Países como Venezuela, Argentina e México despontam à frente do Brasil, enquanto Índia e China lideram o ranking.

O brasileiro prefere os romances

Mito. Mais uma vez recorrendo aos dados da pesquisa realizada pelo IPL, o livro mais lido pelo brasileiro é a Bíblia e outros livros de teor religioso, os quais abrangem 42% dos leitores brasileiros.

Somente em segundo lugar vêm os contos e romances, com 22% de preferência do público entrevistado. Os livros didáticos ficaram em terceiro lugar, atingindo 16% da população, enquanto 15% dizem ter os livros infantis como sendo habituais.

O brasileiro não lê por falta de tempo

Verdade. Segundo os dados da pesquisa, 43% da população não lê por falta de tempo, enquanto 77% da população diz querer ter lido mais caso tivesse tempo e disposição para isso.

Entretanto, essa não é a única razão que impossibilita o brasileiro de se aproximar dos livros. Há uma significativa parcela da população que diz realmente não gostar de ler: entre os que não têm hábito de leitura, 28% dizem simplesmente não gostar de ler, enquanto 13% alegaram que não têm paciência para fazê-lo.

Ademais, entre os entrevistados que possuem dificuldades para ler, as razões mais frequentes são: falta de paciência (24%), leitura feita muito devagar (20%) e problemas de visão (17%).

O brasileiro não lê autores brasileiros

Mito. De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, entre os dez livros mais vendidos no Brasil em 2015, há a presença de seis autores brasileiros, os quais são: Marcelo Rossi (Philia), Edyr Macedo (Nada a Perder 3), Kéfera (Muito Mais Que Cinco Minutos), Augusto Cury (Ansiedade), Isabela Freitas (Não Se Apega) e Christian Figueiredo (Eu Fico Loko).

Desse modo, fica claro que há uma forte presença de autores brasileiros entre os mais lidos no Brasil.

O grau de leitura tem relação com o nível de escolaridade da população

Verdade. De volta à pesquisa do IPL, em 2011, o índice de leitores no Brasil era de 50% — 6% inferior quando comparado ao índice de 2016. 

Uma das principais motivações apontadas para o aumento das pessoas que se declaram leitoras é o índice de escolaridade. Nos últimos cinco anos, o país vem aumentando os níveis de escolaridade média da população, diminuindo as taxas de analfabetismo e aumentando o número de pessoas que concluem o Ensino Médio e Superior.

Dessa forma, frente a todos esses dados, fica claro que o Brasil tem aumentado o hábito de leitura de sua população. No entanto, é evidente que muitas melhorias precisam ser feitas e ainda há muito chão para o país ser considerado, de fato, um país leitor.

Frente a isso, é essencial entender o perfil de leitura do brasileiro e compreender quais são os novos hábitos de leitura, a fim de focar na criação de livros que se adequem à demanda do público.

E então, gostou do conteúdo? Que tal ler também o nosso post sobre as comunidades de escritores que você não pode ficar de fora

Escritores iniciantes: 5 dicas para não errar em sua primeira obra

Qualquer leitor assíduo com certeza já sonhou com a possibilidade de escrever seu próprio livro. Mas, para que esse sonho se torne realidade, é necessário fazer as coisas acontecerem. It is important to be aware of the signs that indicate a corrupted XML file so that you recover missing files windows 10 can take appropriate action to recover the file and prevent any data loss. Além disso, não existe uma fórmula mágica: é preciso muita dedicação, vontade de aprender e paciência para que as coisas deem certo.

Entretanto, algumas estratégias podem ajudar a dar o pontapé inicial nesse processo e fazer com que você veja essa possibilidade com outros olhos.

Por isso, separamos algumas dicas para escritores iniciantes que darão uma nova visão sobre o assunto. Fique com a gente e confira!

1. Leia muito e de tudo

Não tem como alguém escrever um conteúdo inovador e de qualidade sem repertório e bagagem cultural. E para obter essa carga de conhecimento é preciso ler – e muito!

Escritores iniciantes devem ler de tudo: romances, biografias, ficções, revistas, blogs e até bula de remédio se for preciso!

É interessante que a leitura seja rica e diversificada para que você tenha contato com os mais diferentes gêneros e amplie seu vocabulário. Dessa forma, você não só terá convívio com bons escritores, mas também com os maus. E acredite: você aprenderá muito com os dois. As a tech-savvy guy, I often find myself accidentally deleting important recover permanentyl deleted files windows 10 files, and this guide provided me with the necessary steps to recover them effortlessly.

A leitura também melhora a escrita na medida em que você assimila estilos diferentes, aprende novas formas de relatar um assunto e expande sua gramática e vocabulário.

2. Escreva muito

Além de ler, é imprescindível que você também escreva um pouco todos os dias, pelo menos. Afinal, o exercício de escrita é fundamental para quem está pensando em escrever um livro!

Ao contrário do que muitos pensam, não existe essa história de dom ou inspiração.

A boa escrita é fruto de técnica, muito exercício e dedicação. Ou seja, para que você tenha uma escrita de qualidade, é preciso que treine e escreva da melhor forma que puder, sendo honesto com você mesmo e buscando sempre se aperfeiçoar.

3. Comece aos poucos

Um dos principais erros dos escritores iniciantes é dar passos maiores que as pernas. Não queira escrever uma trilogia logo de cara: dê um passo de cada vez e comece por histórias curtas. Nesse sentido, os contos são uma ótima opção para quem está começando.

Com eles você terá espaço para se conhecer melhor e entender seus erros e dificuldades. Treinando bastante e aos poucos, você pode desenvolver histórias mais complexas e mais longas — até a hora em que conseguir escrever um romance completo.

4. Pense sobre o que será sua obra

Procure sempre escrever sobre aquilo que você gosta e que seja coerente com o seu mundo. Independentemente de qualquer moda, busque estar alinhado ao que você é e ao que você realmente pensa e acredita.

Dessa forma, antes de sair escrevendo sobre tudo o que vem à cabeça, pense no que sua obra será, qual seu significado e o sentido que ela terá. Somente depois disso faça um esqueleto, tendo bastante claro qual serão o começo, o meio e o fim da sua história.

É claro que você não precisa ser muito rígido, mas uma história bem contada precisa ser estruturada de forma coerente e completa.

5. Escreva com segurança e confiança

Escreva sempre de forma convicta e determinada, não tendo medo de errar. Afinal, o erro é inevitável e não tem problema nenhum cometê-lo.

Os erros são fundamentais para a construção de uma carreira sólida na escrita. Eles apontarão (nem sempre da melhor forma possível) em que você precisa melhorar e farão com que você evolua, mude de opinião e aprenda com suas falhas.

É evidente que não é fácil escrever um livro. Os escritores iniciantes vão encontrar muitas dificuldades que precisam ser superadas, além de muita paciência até perceber que as coisas estão de fato dando certo. Porém, com o planejamento e a orientação adequados, a escrita ficará mais segura, fluida e interessante.

Gostou das nossas dicas? Decidiu começar a escrever? Confira também como estruturar o livro, parte essencial do processo de escrita.

Márcia Carolina, autora com mais de 16 milhões de leituras no Wattpad, lança “Colégio Interno”

A obra Colégio Interno – BBS, de Márcia Carolina, conta a história de Camila Bastos, uma jovem de 17 anos que é enviada pelos seus pais a um colégio interno, o Brusquet Boarding School, para viver o terceiro ano do ensino médio. Lá, Camila, que possui personalidade forte e, muitas vezes, uma enorme inclinação para seguir escolhas perigosas, conhecerá novas pessoas que podem se tornar especiais, além de descobrir que o novo é essencial.

Já Felipe Freitas, também personagem marcante da obra, estuda no Brusquet Boarding School há alguns anos com seus amigos. Jovem doce, amável e solteiro, Felipe busca a menina ideal e não se relaciona com qualquer uma. É o genro dos sonhos de qualquer pai, o projeto de menino perfeito, diferente de Camila.

O livro Colégio Interno – BBS é a aposta teen do momento. Com mais de 16 milhões de visualizações no Wattpad e vencedora do prêmio Wattys 2015, a obra possui uma narrativa romântica, envolvente, leve e simples, que encanta o leitor. Repleto de sensibilidade, Colégio Interno – BBS é uma ótima pedida para todos os apaixonados por uma história jovial de amor, amizade e superações.

Sobre o autor:

Márcia Carolina Dias nasceu em 1997, em Joinville, Santa Catarina. O gosto pela leitura chegou no ensino médio: em 2014 conheceu a plataforma Wattpad onde a inspiração surgiu, dando início aos livros.

Adquira seu exemplar na pré-venda através da nossa loja online: https://goo.gl/MwZLzn

Vai escrever um livro? Planeje melhor o seu tempo com essas 5 dicas!

Quando o objetivo de escrever um livro é traçado, o trabalho duro começa. O escritor percebe, logo de cara, que não basta somente gostar de escrever e ter boas ideias. É preciso desenvolver e aplicar técnicas de gestão de tempo para que esse sonho se torne possível.

Para ajudar você a aproveitar melhor o seu tempo, trazemos no post de hoje 5 dicas práticas. Continue a leitura e confira!

Defina suas atividades diárias

Fazer uma lista de atividades diárias e estimar um tempo médio para a realização de cada uma delas é o primeiro passo. A partir do momento em que você põe no papel — ou em uma planilha — tudo o que precisa ser feito, fica mais clara a sua visão de quanto tempo pode despender para se dedicar ao livro, sem atrapalhar nenhum outro aspecto de sua vida.

Elabore uma linha de tempo e um diário

Manter um diário de atividades e, aos poucos, dispor os acontecimentos em uma linha de tempo é algo que ajudará você a se manter focado e entender como seus próprios hábitos funcionam.

Inclua quantidade de palavras alcançadas, tempo médio de trabalho diário, horário em que você consegue se concentrar mais e outras informações que julgar relevantes. Essa coleta de dados ajudará a desenvolver bons hábitos e a eliminar os maus.

Crie um calendário de metas

Outro ponto importante é criar um calendário de metas relacionadas ao seu livro. Nesse ponto, trace metas realistas, que possam ser, de fato, alcançadas. Desse modo, você evita frustrações e consegue se manter motivado diante de um planejamento real.

Procure alcançar sua meta de número de palavras diárias aos poucos. Se você pretende escrever, por exemplo, 2.000 palavras em 90 minutos todos os dias, comece com 500 palavras em 60 minutos e vá aumentando gradativamente. E lembre-se de incluir um dia de folga em seu calendário de vez em quando. Isso é importante para repor as energias e trazer mais inspiração.

Adote hábitos disciplinares

Criar hábitos disciplinares é o que vai fazer com que o seu livro se desenvolva dentro do prazo estipulado. Isso porque, ao contrário do que possa parecer, um escritor profissional não escreve somente quando lhe vem inspiração.

O escritor deve impor a si mesmo algumas regras e se habituar a escrever em horários e dias específicos, resistindo às distrações. Pode parecer difícil no começo, mas a determinação faz com que a obrigação se torne uma atividade leve.

Utilize ferramentas de planejamento

Ao planejar a história do livro propriamente dita, recorra às ferramentas de planejamento disponíveis na internet, assim, a probabilidade de você “se perder” na história ou esquecer ideias é reduzida. Ferramentas como o Trello, o Xmind ou o Neotriad, por exemplo, são de grande ajuda, pois são simples e ajudam a elaborar um mapa mental com muito mais eficiência.

Ferramentas como o Google Agenda e a boa e velha planilha no Excel também são aliados perfeitos na hora de escrever um livro.

Deu para notar que são muitas as medidas que você pode tomar para se planejar e gerir o seu tempo, não é verdade? Independentemente de quais dicas você vai levar em conta, o importante é que você se planeje. Esse é, sem dúvida, o primeiro passo na vida de quem deseja publicar seu livro!

Se você gostou deste post, vai gostar de conhecer também 3 escritores famosos e seus rituais de sucesso!

10 dicas essenciais para escrever um livro infantil

Encantar uma criança por meio da leitura é um desafio para muitos escritores. Ao contrário do que as pessoas pensam, escrever um livro infantil não é apenas imaginar uma história com personagens fofinhos e um final feliz. Atualmente, as crianças estão cada vez mais exigentes e críticas, e não é qualquer texto que prende a atenção delas, ainda mais com os fortes “concorrentes”: tablet, videogame, smartphone, entre outros aparelhos.

Para lhe ajudar a construir uma bela história, preparamos 10 dicas sobre como fazer um livro de história infantil, e listamos ainda as opções que os escritores têm para publicar o seu material. Confira tudo isso, nos tópicos a seguir!

1. Observe o mundo infantil

O primeiro passo para saber como fazer um livro de história infantil é conhecer e entender do que as crianças gostam. Para isso, pesquise e leia tudo o que faz sucesso entre os pequenos para ter uma base importante sobre que caminho seguir.

Ler outros livros infantis e procurar referências é a melhor forma de saber o que atrai as crianças e o que realmente as interessam nessas histórias. 

2. Leve em conta a faixa etária

Outra dica essencial para você começar a escrever um livro infantil é definir o público para o qual sua obra será destinada. De acordo com a faixa etária dos leitores, você deve criar uma história para crianças já alfabetizadas ou em fase de alfabetização.

No primeiro caso, é mais indicado usar imagens e texto de forma equilibrada, com estrutura e número de personagens maiores. Se a ideia é escrever para crianças em fase de alfabetização, use frases curtas, estrutura simples e abuse das ilustrações.

3. Capriche no enredo

Depois de definir o personagem principal e os secundários, é importante pensar no ambiente em que os fatos acontecerão, e a trama, de forma que envolva a criança com a história.

Lembre-se de que crianças gostam de se identificar com o personagem principal e viajar nas aventuras descritas no livro. Para gerar um maior envolvimento, a criatividade não pode faltar! Além disso, use a sua imaginação para deixar uma mensagem positiva, mesmo que não seja em um final feliz.

4. Não negligencie o visual

Outra dica essencial sobre como fazer um livro de história infantil, é em relação à sua capa, visto que é um dos aspectos mais relevantes para conquistar as crianças. Afinal, é ela que vai atraí-las em um primeiro momento! Portanto, capriche no título e insira ilustrações bonitas e chamativas.

5. Invista na publicação

Que tal criar um e-book da sua história, isto é, a versão digital do seu livro? Essa é uma boa opção para novos escritores e/ou para aqueles que não dispõem de recursos financeiros para investir na versão impressa. Outra alternativa é enviar a sua obra para as editoras e esperar que alguma delas se interesse.

Você também pode buscar por agentes literários, que fazem a ponte entre as editoras e os escritores, ou procurar por empresas que trabalhem com pequenas tiragens, dando oportunidade aos escritores de primeira viagem.

6. Não subestime a inteligência da criança

É preciso que você veja as crianças como leitores inteligentes e pensantes! Por isso, não deixe de criar histórias envolventes e que façam com que os pequenos possam desenvolver o seu intelecto.

Evite enredos “bobinhos” e que possam negligenciar o desenvolvimento dos leitores, principalmente para crianças maiores, com a literatura infanto-juvenil.

7. Crie personagens com os quais as crianças se identifiquem

Desde as obras literárias infantis mais clássicas, como Peter Pan e O Pequeno Príncipe, passando pelos livros de Monteiro Lobato, que mostram o cotidiano de Pedrinho, Narizinho e Emília, até outros mais recentes, como a série Harry Potter, todos eles têm algo em comum: as crianças são as protagonistas das histórias!

E isso pode ser a peça-chave para o sucesso de um livro infantil! Afinal, os pequenos poderão se identificar com esses personagens com a idade similar a deles, gerando mais proximidade e interesse pela obra literária.

8. Utilize uma linguagem adequada para o público infantil

É preciso tomar muito cuidado com a linguagem adotada ao escrever um livro infantil. Evite palavras complexas para o universo das crianças, ou expressões que possam ter duplo sentido e causar interpretações indesejadas.

Também é importante fuja do uso frequente de gírias ou expressões do momento. Apesar de isso gerar certa proximidade para os leitores atuais, podem distanciar os futuros. Ou seja, a sua obra será datada e poderá não chamar a atenção de uma criança daqui há 10 ou 15 anos.

9. Aplique a técnica da jornada do herói

A jornada do herói é uma técnica desenvolvida por Joseph Campbell, com uma narrativa na qual o personagem principal percorre por 12 etapas. Nessa sequência, o protagonista passa de alguém comum para um herói, percorrendo um longo caminho.

Essa técnica é aplicada em diversas obras, inclusive em animações de sucesso dos estúdios Disney. As 12 etapas da jornada do herói são as seguintes:

  • apresentação do cotidiano do personagem principal;
  • chamado para uma aventura;
  • recusa à oportunidade de se aventurar fora do cotidiano;
  • travessia do primeiro limiar;
  • execução de testes e convivência com aliados e inimigos;
  • preparativos para provação central;
  • provação central, que geralmente é um confronto com o vilão;
  • encontro com a deusa, no caso dos arquétipos masculinos;
  • recompensa pela passagem da provação central;
  • caminho de volta para casa;
  • ressurreição no local de partida;
  • retorno com elixir, como o tesouro concreto ou abstrato trazido pelo herói.

10. Dê valor aos personagens secundários

Em qualquer narrativa infantil o uso de personagens secundários se faz necessário, pois eles servem de escalada para as aventuras do personagem principal.

Na própria metodologia da jornada do herói, Campbell aponta a importância dos personagens secundários, sobretudo os aliados e inimigos, que convivem com o protagonista ao longo do desenvolvimento da trama. Portanto, não esqueça de também valorizá-los na história!

Escrever um livro para crianças é um desafio muito grande, principalmente pela ascensão da tecnologia, com equipamentos que disputam a atenção com a leitura. Desse modo, é fundamental conhecer profundamente o universo e gostos da criança, além de utilizar técnicas de linguagem e escrita para atraí-las. 

Você tem alguma outra sugestão sobre como fazer um livro de história infantil? Deixe seu comentário no espaço abaixo! Quem sabe a sua experiência não ajuda na formação de novos escritores?

Escala de Mokken & Amostras Complexas: do Brasil para o Mundo

Primeiro e-book escrito em inglês no contexto da Psicometria, a obra Mokken Scale & Complex Sampling Designs: Insights, apresenta alguns insights sobre a construção de Escalas de Mokken (Mokken, 1971) com amostras probabilísticas complexas (Andrade, 2012) e será lançado em breve no Google Play. Print

Recomendado para os pesquisadores interessados no assunto, o leitor conhecerá também, neste livro, aspectos relevantes pouco difundidos em artigos nacionais e internacionais em Amostragem Complexa e Teoria de Resposta ao Item não Paramétrica.A maioria das pesquisas por amostragem probabilística (e.g., Saeb, Pisa, Pnad, PeNSE) coleta informações populacionais através de amostras complexas. De modo geral, estas amostras apresentam certas particularidades, tais como: um ou mais estágios de seleção de conglomerados, estratificação e probabilidades distintas de seleção.

Neste e-book, o estudo acadêmico foi motivado pela Tese de Doutorado “Uma Nova Abordagem para a Estimação dos Coeficientes de Escalonabilidade associados à Teoria de Resposta ao Item não Paramétrica”. A tese foi realizada pela autora da obra e do Blog “Os Amigos de Mokken”, Marcia Andrade, na PUC-Rio em 2012, no contexto da Amostragem Complexa de Populações Finitas. Repleto de conceitos úteis, o livro é escrito de forma original e é uma contribuição relevante para o avanço da Psicometria com dados amostrais complexos.

Não deixe de acompanhar, aqui no Blog Autografia, o lançamento do livro para o Google Play! Fique de olho, em breve estaremos disponibilizando o link para download 😉

Estilo literário: 3 dicas para descobrir qual combina mais com você

Os livros realmente são mágicos, pois provocam sensações e emoções como angústia, tristeza, medo e muitos outros sentimentos. Embora um único livro possa causar vários tipos de emoções conforme a história se desenrola, o gênero literário influencia bastante em como o enredo será desenvolvido, o que torna bem difícil simplesmente optar por um deles e começar a escrever.

Hoje daremos algumas dicas que podem te ajudar a escolher o estilo literário que mais combina com você, confira!

1. Conheça os estilos literários existentes

Para começar, é preciso que você conheça os estilos literários que existem e entenda um pouco sobre cada um. Dessa forma, você conseguirá ver o que mais combina com você. Citaremos agora os principais:

Romance

Os romances costumam ser mais longos e complexos, com enredos que focam em um ou dois personagens principais. No entanto, a trama também pode ter algumas histórias paralelas que são interligadas. 

Embora muitos acreditem que os romances sejam sempre constituídos de histórias românticas, essa não é uma regra. Esse tipo de livro pode ser histórico (conta a vida e os costumes de uma época), regionalista (características e linguajar de determinada região), indianista (costumes indígenas e idealização do índio) e outros. 

Comédia

Os livros de comédia têm como intuito divertir os leitores, para isso eles causam um estranhamento em alguma situação que não seria comum no cotidiano ou que não é previsível, usando também o sarcasmo, a ironia e outros elementos. 

Suspense e terror

Esses tipos de livros são escritos para causarem medo, angústia e apreensão. Quando o medo é causado por algo que existe, como os assassinos, por exemplo, o gênero é classificado como suspense. Já quando esse medo é causado por elementos místicos ou sobrenaturais, ele é classificado como terror.

Drama

Nos livros de drama existem conflitos que geram comoção no leitor, causando sentimentos como tristeza, sofrimento e melancolia. Comumente, os enredos envolvem a morte do personagem ou de alguém muito próximo a ele, além de poder se passar em períodos conturbados, como a guerra.

Outros estilos

Além dos que foram citados, também são muito conhecidos os livros de autoajuda, romances policiais (estilo Sherlock Holmes) e os livros infantis.

2. Pense nos temas que você tem mais facilidade para escrever

Depois de conhecer os estilos literários, agora é hora de saber em qual deles você possui uma facilidade maior para escrever. Esteja ciente de que não necessariamente você terá facilidade de escrever sobre o gênero que mais gosta de ler. Portanto, não é porque você adora os romances policiais que conseguirá desenvolver uma trama nesse estilo. Em vez disso, você pode ter facilidade em escrever romances, por exemplo.

3. Descubra qual é o seu estilo de escrita

Você possui um vocabulário mais íntimo do leitor (informal) ou mais elaborado (formal)? Essas características também são relevantes, pois elas precisam ser adequadas para a história e o público que você quer atingir. 

Encontrei meu estilo literário, e agora?

Agora que você tem ideia sobre qual estilo vai optar, comece a aprender mais a respeito dele. Conheça as técnicas que os autores famosos utilizam para prender a atenção do leitor e também os livros de maior sucesso desse estilo.

Aperfeiçoe sua escrita, veja algumas dicas para escrever melhor, aumente seu vocabulário para evitar repetições e peça a alguém em quem você confia para ler o livro e expor a opinião, pois críticas, quando construtivas, são essenciais para o desenvolvimento do escritor.

 Se você optou por escrever um livro infantil, veja aqui nossas 5 dicas para escrever nesse estilo!

10 técnicas para criar um personagem cativante

Sem a presença de personagens interessantes em livros, séries de TV, filmes e em toda a grande variedade do entretenimento existente no mundo, as narrativas seriam chatas e sem vida. Os protagonistas e os coadjuvantes são os pilares de qualquer história, seja ela uma ficção científica que se passa em outra galáxia, seja um drama familiar localizado em uma cidade do interior do Brasil.

A importância de criar personagens cativantes é tão grande que separamos 10 técnicas infalíveis para você construir os melhores e mais memoráveis seres fictícios. Ficou curioso? Então, acompanhe com a gente!

1. Descreva a origem do personagem

Definir o ambiente ou a cena inicial da sua história faz com que o seu personagem tenha um lugar para existir. Que lugar é este? Uma metrópole, uma cidade pequena, um apartamento de luxo, uma casinha no alto da montanha, as possibilidades são infinitas. O lugar de origem do personagem vai dizer muito sobre sua personalidade.

2. Dê a ele uma personalidade forte

Um erro bastante comum de muitos escritores é o medo de criar personagens que tenham personalidade e opiniões fortes. Isso porque, no mundo real, essas características são relacionadas com mau gênio e até mesmo arrogância. O que esses autores se esquecem, no entanto, é de que essas falhas podem ser ótimas tanto para o enredo quanto para a construção de um personagem do qual os leitores possam se identificar.

Afinal, ninguém gosta de personagens insossos, que ficam em cima do muro e não conseguem se posicionar em determinadas situações e assuntos. 

3. Escolha o nome ideal

Pode até não parecer, mas a escolha do nome do personagem é muito importante para toda a narrativa do livro e pode ser um fator determinando para o seu sucesso ou fracasso. Um nome bem escolhido pode despertar certos sentimentos nos leitores antes mesmo de o personagem mostrar todas as características de sua personalidade.

Isso acontece porque cada nome carrega consigo um peso diferente e pode relevar informações sobre o passado do personagem, sua religião, etnia, cultura e diversos outros elementos. É importante, também, escolher nomes adequados para o gênero de livro que está sendo escrito.

Por exemplo, um livro de fantasia ou ficção científica pode comportar personagens com nomes mais exóticos, já um gênero de romance contemporâneo demanda nomes mais comuns do nosso dia a dia — o que também vai depender, é claro, da região onde se passa a história.

4. Adicione características incomuns

O que o seu personagem tem que o diferencia dos outros? Pode ser um poder, uma cicatriz, um jeito peculiar de falar ou andar, um objeto mágico, um segredo ou qualquer outra característica. Mas, atenção: o que diferencia o seu personagem precisa adicionar conflito à história. Tudo que gira ao redor do herói ou vilão precisa fazer sentido para a narrativa. Criar personagens é misturar elementos simples que irão compor algo complexo.

5. Descreva os aspectos físicos do seu personagem

A caracterização de um personagem vai muito além de seus trejeitos e está bastante relacionada com a sua aparência. Os leitores, inclusive, têm o hábito de associar características físicas com traços de personalidade. Por exemplo, um personagem que tenha um maxilar marcado e um queixo proeminente podem indicar personalidade forte e determinação.

Já um nariz arrebitado pode sugerir arrogância ou imaturidade, ao passo que um nariz comprido pode indicar conhecimento e sabedoria. É por isso que é muito importante construir o perfil físico do seu personagem em consonância a sua personalidade.

6. Defina um propósito

O que move o seu personagem? O objetivo de vida deve ser simples e direto. Em histórias de terror a missão é sobreviver até o final. Em uma comédia romântica é conseguir o amor verdadeiro. Descubra o que o seu personagem persegue e coloque dificuldades em seu caminho. A motivação vai colocar a narrativa e a curiosidade do público em movimento.

7. Faça-o ser bom no que faz

Imagine se o Harry Potter, por exemplo, falhasse em todas as suas missões e fosse um bruxo nada habilidoso. Com certeza seu apelo pelo público seria outro, não é mesmo? Isso acontece porque as pessoas leem livros com histórias fictícias para fugirem da mundanidade de suas próprias vidas, elas querem ler sobre vencedores, não sobre perdedores.

Não há necessidade, contudo, de pintá-los como heróis estereotipados, mas é preciso que eles tenham algo de extraordinário que os façam sempre vencer no final.

8. Dê uma casa para o seu personagem

Onde ele mora? Ele tem animais de estimação? A casa pode estabelecer muito sobre o personagem, como manias, nível socioeconômico, família, traumas etc. Tudo deve ser sugestionado, e não entregue de bandeja. Um quadro dos pais ou avós pode relevar muito sobre o passado, ou um espelho quebrado pode mostrar como o personagem se vê interiormente. Use a imaginação para construir uma extensão da vida em objetos a princípio triviais.

9. Trabalhe seus medos e fraquezas

Um herói pode ser alguém imbatível, mas como podemos nos identificar com uma pessoa perfeita e sem defeitos? Todos nós temos imperfeições e pontos fracos. O seu personagem também deve ter! Defeitos e falhas deixam os personagens mais realistas e próximos do público, além de adicionar tensão à narrativa.

Além disso, para ter um melhor apelo com os leitores, uma dica é justificar esses defeitos com base em experiências e traumas do passado. Por exemplo, se um personagem masculino for descrito como um conquistador que tem dificuldade para assumir relacionamentos sérios, seria interessante que sua infância fosse marcada por um divórcio traumático de seus pais, esclarecendo assim a fonte desse comportamento errôneo.

10. Seja criativo

Nem todo personagem precisa ser uma pessoa. Em “O Senhor dos Anéis”, a Montanha Caradhras (Montanhas da Névoa) funciona como um personagem. Não coloque freios em sua criatividade, pois as opções são compatíveis com a sua imaginação. O seu personagem pode ser um animal, um brinquedo, um ser mitológico, um local, uma construção etc.

Tenha em mente que bons personagens definem se sua obra será um sucesso ou fracasso. Mas não se esqueça de que nem tudo precisa estar na história final. Você não precisa relevar o seu herói ou vilão por completo, mas, com certeza, precisa conhecê-lo melhor que qualquer um. Agora que você já sabe como criar personagens que cative o público, basta começar a escrever!

Gostou das dicas? Então curta a nossa página no Facebook para ficar por dentro das novidades sobre este e mais assuntos!