Leila Salles lança obra sobre mulheres da baixada fluminense

A autora Leila Salles atualmente trabalha na Fundação Fundo Brasil de Direitos Humanos. É pesquisadora do Observatório dos Conflitos Urbanos do Extremo sul e Leste do Uruguai pela Universidade Federal de Rio Grande-FURG (RS), integra a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e o Fórum dos Atingidos do Petróleo na Baía de Guanabara – (FAPP-BG), no Rio de Janeiro e agora lança sua obra “Mulheres da Baixada Fluminense (RJ) – Caminhos de uma Educação para a justiça ambiental”.

No livro, Leila aborda realidade da sociedade brasileira, pautada nas práticas exploratórias, racistas, patriarcais, classistas, machistas, homofóbicas, misóginas entre outras que tem como pacto a exclusão da maioria da população trabalhadora, o genocídio da juventude negra, o feminicídio, o apagamento das religiões de matrizes africanas, o Asè. 

Na obra, a autora reforça que caso é relacionado ao conflito socioambiental com a Petrobrás-REDUC e o estudo parte da perspectiva da Educação Popular e Solidária e da problematização do uso da educação pela empresa para eludir de sua responsabilidade de contaminar as águas e outros impactos causados. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Leila conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou brasileira, nascida no chão da Baixada Fluminense em Duque de Caxias-RJ, no outono de 1967. Filha de família interracial: pai – Valdemiro Costa, brasileiro, branco, filho de pai e mãe portugueses, nascido em Muqui-ES, já falecidos e, mãe – Neuza Salles, brasileira, afro-indígena, filha de pai afro-brasileiro e mãe indígena-nativa, nascida em Cachoeiro de Itapemirim – região sul do Espírito Santo, já falecidos”.

“Militante-ativista, raiz dos Direitos Humanos por direito à terra e moradia e em defesa de mulheres negras em situação de violações e violências desde a formação das CEBES em 1978. Divorciada. Mãe-solo de uma filha. Avó de um neto.  Me autodeclaro uma mulher preta, de pele não retinta e cabeleira crespa, professora-ativista”.

“Estudei o Ensino Fundamental e Médio (formação de professores) em escola particular no período da Ditadura Militar: 1974-1985, única escola do bairro, o Educandário Maria Tenório. Trabalhei na mesma escola sem direitos trabalhistas antes mesmo da conclusão do curso, passando a receber metade do salário-mínimo vigente”.

“Fui obrigada a deixar a profissão de professora do Ensino Fundamental para buscar um melhor salário maior e contribuir na renda de das irmãs menores para estudar e alimentar, uma vez que o pai infartou, ficando impossibilitado de exercer a profissão de garçom”.

“Trabalhei em diversas funções administrativas-financeiras em uma transportadora, trabalhei no Jornal do Brasil, e, também em instituições financeiras. Em 2005, aos quase 38 anos decidi voltar a estudar, fiz o vestibular e passei em 9º lugar para o curso de Licenciatura em Ciências Sociais em uma faculdade particular, no período noturno”.

“Graduei em 2007 e com isso pude retornar para a área da educação e voltar a dar aulas. Coordenadora do Curso Mulheres e Economia, no Instituto PACS 2007-2011 trabalhando na perspectiva de uma Educação Popular e Solidária. Especialista em Ciências Sociais e Religiões. Mestrado em Educação Ambiental na FURG, através da Política de Cotas, 2015-2017”.

“Atualmente trabalho na Fundação Fundo Brasil de Direitos Humanos. Sou pesquisadora do Observatório dos Conflitos Urbanos do Extremo Sul e Leste do Uruguai pela Universidade Federal de Rio Grande-FURG (RS), integro a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e o Fórum dos Atingidos do Petróleo na Baía de Guanabara – (FAPP-BG), no Rio de Janeiro”.

“A obra retrata a realidade da sociedade brasileira, pautada nas práticas exploratórias, racistas, patriarcais, classistas, machistas, homofóbicas, misóginas entre outras que tem como pacto a exclusão da maioria da população trabalhadora, o genocídio da juventude negra, o feminicídio, o apagamento das religiões de Matrizes Africanas, o Asè”.

“Estas afirmativas não são só minhas! São as diversas pesquisas, as estatísticas, os números que declaram que é esta população, a quem de uma parte delas e com elas realizamos a pesquisa em referência, a saber as mulheres das periferias urbanas do município de Duque de Caxias (RJ), são seres humanas que contribuem sobremaneira na construção do desenvolvimento global, não apenas do Brasil e, desta mesma população lhe são retirados os direitos básicos à educação, saúde, saneamento básico, lazer”.

“O caso é relacionado ao conflito socioambiental com a Petrobrás-REDUC e o estudo parte da perspectiva da Educação Popular e Solidária e da problematização do uso da educação pela empresa para eludir de sua responsabilidade de contaminar as águas e outros impactos causados”.

“Deste fato, emergiram as contradições do dito pela REDUC/Petrobras com o vivido pela população da Baixada Fluminense conforme observações, falas e injustiças confirmadas pelo Grupo de Trabalho das Mulheres do FAPP-BG”.

“Neste contexto acredito que a  dissertação relatada neste livro, contribui para visibilizar as mulheres atingidas que realizam uma educação ambiental através de práticas que consideram mais justas às realidades cotidianas de todas e todes as mulheres que residem em regiões consideradas “ Zonas de Sacrifício” – conceituado no livro – , instituídas através do racismo ambiental que se estrutura no seio da sociedade capitalista, garantindo a lógica da exploração dos recursos naturais, como a ‘água” – um direito humano -, e alija a população dos direitos fundamentais instituídos na Constituição Brasileira de 1988”.

“Apresenta as práticas da educação para a justiça ambiental realizada pelas Mulheres da Baixada Fluminense (RJ) que atuam no Fórum dos Atingidos pela indústria do petróleo nas cercanias da Baía de Guanabara (FAPP-BG)”.

“Coloca em confronto os discursos da Petrobras-REDUC e as falas antagônicas das mulheres do GT-Mulheres do FAPP-BG com relaçãoa educação ambiental descrita no sítio eletrônico da Petrobras Socioambiental, dita como reparação aos danos socioambientais causados pelo refino de petróleo e seus derivados e as práticas de educação ambiental realizadas pelas mulheres do GT-Mulheres do FAPP-BG no cotidiano dos bairros onde residem que lutam por justiça ambiental”.  

“O livro é dividido em quatro capítulos. No primeiro capítulo disserto sobre os caminhos  trilhados no processo da pesquisa; no segundo capítulo, apresento um  abordagem sócio-histórica demonstrando a constituição da população e a caracterização das bases sociais da região, indicando as percepções do racismo e desigualdades ambientais – a passagem da Família Real no município de Duque de Caxias até a década de 2010  e as injustiças ambientais; no terceiro capítulo apresento um cenário de enfrentamentos e resistências nas cercanias da Baía de Guanabara – a justiça ambiental e a indústria do petróleo – vivências e resistências que levam a construção do FAPP-BG, apresentando as ações e posicionamentos políticos de enfrentamento ao modelo de desenvolvimento econômico atual, as causas e as consequências com a instalação da Refinaria Duque de Caxias – REDUC na década de 1960, no município de Duque de Caxias e, ainda os efeitos e os riscos os quais estão expostas a população e, disserto também, o contexto da criação e da constituição do GT-Mulheres do FAPP-BG no cenário dos impactos negativos gerados pela indústria do petróleo; no quarto capítulo apresento  a pesquisa-ação no campo, as oficinas formativas e a educação ambiental em conflito a partir das falas das mulheres do GT-Mulheres do FAPP-BG, os dados empíricos relatados e coletados através de oficinas de formação com as agentes da pesquisa e convidados sugeridos pelas mulheres participantes da pesquisa, Edilene Estevam e Tia Angélica, nos bairros de Parque Paulista e Parque Colonial, os dados documentais sobre impactos ambientais, o sítio eletrônico da REDUC/Petrobras, o relatório de sustentabilidade da PETROBRAS (2015), o Termo de Ajuste de Conduta (TAC-REDUC, 2011, e também os dados bibliográficos utilizados no decorrer do capítulo, necessários para sustentar as falas relatadas pelas mulheres entrevistadas e as falas coletadas nas oficinas formativas, no período de junho a novembro de 2016”.

A inspiração para Leila escrever o livro veio da luta cotidiana de sua mãe: “A grande inspiração do livro se inicia na luta cotidiana de minha mãe, Neuza Salles, que chega à Baixada Fluminense, Duque de Caxias no ano de 1965, que cultivava plantas medicinais, árvores frutíferas, criava galinhas para contribuir com alimentação saudável para a família, conservava a água potável e que a partir da década de 1980/1990 teve os lençóis freáticos da região contaminada levando a perda total da água para consumo, a perda das árvores frutíferas, como também as ervas medicinais”.

“A inspiração continua com o nascimento de minha filha Desirée Salles, nascida no ano de 1999 em Duque de Caxias, ao refletir: Qual o futuro posso oferecer para minha filha, diante da crise ambiental que estávamos vivenciando?”

“E, finalmente brota com força, a decisão de publicar o livro, com o nascimento do meu neto Baakir Salles no ano de 2020, com a confirmação da pandemia por COVID 19 – o ápice da crise ambiental, potencializando a minha decisão de publicar e lançar do livro na 26ª Bienal Internacional do livro em São Paulo”.

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção da obra: “Produzir este livro foi tão comprometedor e responsável quanto engravidar de minha filha. Toda a minha ancestralidade me levava a descrever, relatar, visibilizar os fatos e as ações vividas, vivenciadas pelas mulheres e por toda a população Caxiense.

“O compromisso com meus ancestrais que cuidaram e zelaram com todo o respeito e afeto da Pátria-Mãe, a Terra estava sendo destruída pelos grandes capitalistas, a responsabilidade com as futuras gerações em ter água e ar para também sobreviverem”.

“A produção deste livro é a escrevivência de uma carta para a humanidade, contada por uma menina-mulher que tem um pensamento-gerador de vidas, que acredita que o conhecimento sobre o passado contribuir sobremaneira para um futuro com menos injustiças ambientais para o mundo”.

“As tecituras do processo de escrita foi uma explosão de sentimentos como medo, dor, prazer, alegria, esperança. Provocou enfrentamentos, resistências, denúncias, audiências públicas, seminários, intercâmbios entre localidades contaminadas… Enfim muitas emoções. Não. Sou uma mulher preta que acredita, bota fé no processo coletivo e, neste sentido a pesquisa foi realizada com/para as mulheres do GT-Mulheres do FAPP-BG”.

Para Leila, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação da meta alcançada com muita fé e persistência: “É a sensação de compromisso realizado. É a de enfrentamento junto à perspectiva de uma educação ambiental que diante a todas as condições não permitidas ambientalmente não desistiram”.

“É a sensação de que temos que exigir intransigentemente nossos direitos concomitante às forças políticas para continuar as batalhas por justiça ambiental com toda a população desprovida de bens materiais, jurídicos, políticos, financeiros para que consigam ter mais acesso aos direitos constitucionais brasileiros garantidos de modo efetivo”.

“Que a obra seja lida e refletida como uma carta a humanidade, por estudantes, pesquisadores, educadores, a juventude, os idosos que seja um instrumento, uma ferramenta educacional acessada pelo público”.

“Que a obra seja referendada como fonte de despertamento para avanços em políticas públicas de saúde, educação, saneamento básico, transporte, lazer, entre outras.  Que a obra também seja um convite aos debates públicos no campo da justiça ambiental”.

“Que este livro seja fonte de inspiração às pesquisas e ações que reverberem as lutas das mulheres por justiça ambiental. Reflitam sobre a crise ambiental que estamos vivenciando e nas práticas superexploratórias que geram um potencial falecimento do nosso planeta Terra. Que comprem o livro, leiam, pesquisem, divulguem e questionem este tema que é prioridade global às emergências climáticas”.

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Rose Pinheiro lança sua segunda obra de ficcção sobre relações

A autora Rose Pinheiro é pedagoga e musicista. Trabalhou 30 anos no magistério, escreveu seu primeiro livro em 2019 e agora lança sua segunda obra de uma trilogia “Em primeiro plano”. No livro, Rose aborda uma obra de ficção, cujo tema principal são as relações, não só entre um casal, como também com filhos, parentes e amigos. 

Na obra, a autora reforça que nesse segundo livro eram tantas histórias que queria contar, temas para abordar, que resolveu, durante o processo, transformá-lo numa trilogia.

Em entrevista ao Blog Autografia, Rose conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Minha formação acadêmica foi pedagoga e musicista. Trabalhei 30 anos no magistério e escrevi meu primeiro livro, em 2019, que foi sobre um período da minha vida”.

“Nesse segundo livro, eram tantas histórias que queria contar, temas para abordar, que resolvi, durante o processo, transformá-lo numa trilogia. Uma obra de ficção cujo tema principal são as relações, não só entre um casal, como também com filhos, parentes e amigos”.

A inspiração para Rose escrever o livro veio de sua própria vida e as pessoas que cruzaram seu caminho e continuam deixando sua marca: “Minha inspiração foi minha própria vida e as pessoas que cruzaram meu caminho e continuam deixando sua marca”.

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção da obra: “Assim que acabei o primeiro livro e desfrutei de todo sucesso, principalmente, o interno, comecei a escrever o próximo. Tive ajuda de uma preparadora de original que me acompanhou, durante todo o processo, e principalmente, na revisão, além de algumas sugestões durante a escrita, sem nunca mudar a forma, minha maneira de escrever”.

Para Rose, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação da meta alcançada com muita fé e persistência: “Minha estreia numa Bienal. Uma emoção a cada detalhe, desde o primeiro contato com a editora e todos os ajustes, como as novidades que foram surgindo. A vida é feita de relacionamentos. Às vezes precisamos lê-los para poder entendê-los”.

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Fátima Kroger lança obra sobre câncer de mama

A autora Fátima Kroger é graduada em Teologia, pós-graduada em Enfermagem Oncológica, palestrante na área do câncer de mama, co-autora do livro ‘Mulheres Virtuosas’, pastora na Igreja do Nazareno há 16 anos, apaixonada por sua família e agora lança sua obra “Novos Caminhos”.

No livro Fátima aborda o poder magnífico de Deus, os milagres que Ele operou e opera na sua vida, na sua casa. Na obra, a autora reforça que o seu desejo é levar informações a todas as mulheres.

Em entrevista ao Blog Autografia, Fátima conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou graduada em Teologia, pós-graduada em Enfermagem Oncológica, palestrante na área do câncer de mama, co-autora do livro ‘Mulheres Virtuosas’, pastora na Igreja do Nazareno há 16 anos”.

“Sou apaixonada por minha família. Me considero uma mulher guerreira, me casei muito cedo, casamento esse, que durou muito pouco, sempre muito doente, desde o meu nascimento. We also provide helpful tips to prevent future data loss and ensure the security of your how to recover lost pro tools files files.   Tive uma infância muito complicada. Na verdade, a minha história de vida é muito triste, muitos conflitos, muitas ameaças”.

“Passei muita necessidade, até mesmo de alimentos. Me divorciei do meu primeiro marido, fiquei com dois filhos pequenos para criar. Eu não tinha nenhuma profissão, e aí? Trabalhar em que? Então, a igreja onde eu congregava, vendo a minha dificuldade, pagou para mim um curso de Atendente de Enfermagem”.
 
“Era assim que era chamado naquela época. Assim que terminei o curso, já consegui trabalho em um hospital aqui da minha cidade. Attributes provide additional information about elements, while data represents recover discarded gimp files the actual content being stored. Trabalhei naquele hospital, muitas vezes com fome, porque se eu tirasse um dinheiro para comprar comida, o que eu receberia não dava para as despesas da casa”.
 
“Muitas vezes, comi as sobras que sobravam nas bandejas dos pacientes. Com muita luta consegui criar meus filhos. Casei-me novamente. Os meus filhos se casaram, os netos chegaram, quando tudo parecia estar melhorando na minha vida fui surpreendida com um câncer de mama. Eu costumo dizer que a minha vida se dividiu aqui: o antes e o depois do câncer”. 
 
“O objetivo dessa obra: Primeiro: falar do poder magnífico de Deus, os milagres que Ele operou e opera na minha vida, na minha casa. Segundo: o meu desejo é levar informações a todas as mulheres, que através da leitura desse livro, muitas possam passar a se amar, cada dia mais, e a se tocar e cuidar. O câncer de mama quando descoberto precoce, tem cura”.
 
A inspiração para Fátima escrever o livro veio do momento em que se encontrava muito fragilizada, nos seus momentos de solidão, logo após o diagnóstico do câncer: “Sempre quis escrever um livro contando toda a minha história de vida, mas, foi no momento em que eu me encontrava muito fragilizada, nos meus momentos de solidão, logo após o diagnóstico do câncer que comecei a anotar em um caderninho tudo o que tinha acontecido naquele dia, mas, só agora, depois de dez anos, resolvi escrever essa pequena obra”.
 
A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção da obra: “ Sim, fiz tudo sozinha, sempre glorificando e exaltando o nome do Senhor Jesus”. 
 

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Sarah Quena lança obra sobre sofrimento e como podemos nos beneficiar dele ao invés de sermos destruídos

A autora Sarah Quena atua em muitas frentes simultaneamente, é voluntária como secretária na ONG Projeto Maná, diretora e roteirista na CIA de Teatro Levando Vida, discipuladora de jovens e adolescentes, ama cantar, tocar violão e compor suas próprias músicas e agora lança sua obra “Os Dez Sofrimentos de Maria”.

No livro Sarah aborda um diálogo leve e descontraído, apesar do peso e seriedade do assunto abordado. Na obra, a autora reforça que todos nós vamos passar pelo sofrimento e mostra como podemos nos beneficiar dele ao invés de sermos destruídos por ele.

Em entrevista ao Blog Autografia, Sarah conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Quando criança, uma vez por mês, meu pai chegava em casa com o mesmo presente: um livro ilustrado, acompanhado de uma fita K7, onde a história era narrada de forma dramatúrgica”.

“E, assim, ele o fez por anos, até que se completasse aquela coleção de contos infantis. A partir daí, nunca mais abandonei as bibliotecas (meu espaço preferido na escola e, posteriormente, na faculdade), o mundo das artes me encantava! A possibilidade de criar, da minha cabeça, histórias, poemas, cenas e canções!” 

“Hoje, atuo em muitas frentes, simultaneamente. Há mais de seis anos, me voluntariei como secretária na ONG Projeto Maná, que alcança as famílias mais carentes de uma região localizada no Vale do Jequitinhonha; também exerço a função de diretora e roteirista na CIA de Teatro Levando Vida”.

“Acompanho, através do discipulado, adolescentes e jovens da comunidade de fé, à qual faço parte, e além de tudo isso, o que mais amo fazer é: cantar, tocar violão e compor as minhas próprias músicas”. 

“É um diálogo. Leve e descontraído, apesar do peso e seriedade do assunto abordado. Resistindo à tentação de oferecer respostas simplistas ao sofrimento humano, me ative à seguinte premissa: se no fim das contas, em algum momento da vida, todos nós vamos passar pelo sofrimento, como podemos nos beneficiar dele, ao invés de,sermos destruídos por ele?”
 
“Ponderando nisso, me lembrei dos fragmentos biográficos de Maria, mãe de Jesus, inseridos nos Evangelhos. E concluí que, diferente de nós, ela não fugiu do sofrimento, nem foi acometida por ele de forma inesperada, não. Ela teve a oportunidade de rejeitá-lo, antes mesmo, que ele se apresentasse, porém, decidiu abraçá-lo. O livro é dividido em dez capítulos; cada um, contendo um sofrimento de Maria e uma reflexão sobre a forma extraordinária com a qual ela o superou”.
 
A inspiração para Sarah escrever o livro veio do consolo que encontrou em Deus, mais especificamente, na Bíblia Sagrada: “Minha inspiração está no consolo que encontrei em Deus, mais especificamente, na Bíblia Sagrada. Deus é a única companhia de tempo integral nesta jornada individual”.
 
“Ele é o único capaz de compreender-nos, totalmente, sem pré-julgamentos ou reservas. Meu desejo é que estas páginas possam servir de consolo e mais do que isso, de convite, para uma nova intimidade com Deus”.
 
A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção da obra: “Foi desafiador, e ao mesmo tempo, extremamente prazeroso. Eu amo escrever. Tenho pilhas e pilhas de agendas e cadernos, completamente preenchidos à mão, com pensamentos, estudos, frases e resumos de livros que já li.”
 
“Mas o desafio estava em saber que, dessa vez, outros olhos veriam meus escritos. O que demandou três vezes mais de tempo, com revisões, enriquecimento de vocabulário, e principalmente, pesquisa. Em especial, os dados geográficos e históricos. Afinal, mesmo fazendo uso da licença poética, estou recontando uma história real, com mais de dois milênios de distância.”
 
“Iniciei o primeiro manuscrito no dia 29/11/19 e encerrei a obra no dia 08/02/22. Escrevia à mão para depois passar para o computador e trabalhar na edição do texto. Minhas ‘cobaias’ foram meus primeiros leitores: minha mãe, meu irmão, meu esposo, alguns amigos e minha cunhada, que fez o prefácio.”
 
Para Sarah, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação da meta alcançada com muita fé e persistência: “Esta publicação me incentiva a avançar. Muito já foi dito, cantado, escrito, mas não com a minha voz. Se tenho tanto a dizer, talvez, não seja apenas às paredes… talvez, estes pensamentos, mereçam leitores, e estas canções, ouvidos.”
 
“Tenho a sensação de que este é apenas o primeiro. Que alguém há de se identificar. E que as demais lições que tenho aprendido com Deus (ou ao menos algumas delas) também serão compartilhadas em novas publicações. Minha expectativa é gravar um audiobook dos “Dez Sofrimentos de Maria” para que ele se torne ainda mais acessível.”
 
“Quando aceitamos o desafio e respondemos “sim” para Deus, Ele se compromete a caminhar conosco. Ainda que, o trajeto seja arenoso ou espinhoso… a certeza de Sua companhia muda tudo, podendo até mesmo transformar as piores dores em futuras vitórias. Confie em Deus. Diga “sim” pra Ele, e você será mais do que vencedor, neste tempo e ao findar a corrida chamada vida”.
 

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Autora aborda sobre comunicação verbal e não verbal em seu segundo livro

A autora Patrícia Ribeiro Teixeira Passos é bióloga e pedagoga com MBA em Gestão de Pessoas e Escolar pela USP ESALQ e Liderança de equipes pela FGV. É, também, Master Coach, Analista Comportamental e Consteladora Sistêmica pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching e sócia do Instituto Educato, foi professora de Biologia, diretora, atualmente trabalha com consultorias e treinamentos nas áreas corporativas, educacionais e terceiro setor e agora lança sua segunda obra “ComunicAÇÃO”.

No livro, Patrícia aborda de maneira leve, clara e ilustrativa os mais variados tipos de comunicação (interpessoal, interna, externa, inclusiva, organizacional, empresarial, marketing, comunicação na prática médica, na educação, serviço de atendimento ao cliente) e todos os “ruídos” existentes, com as principais consequências e cuidados a serem tomados.

Na obra, a autora reforça que todos os detalhes do livro exploram a comunicação verbal e a não verbal, ao classificar, cada item, subitem, além de fornecer experiências vividas e compartilhadas, por diversos anos, trabalhando com pessoas.

Em entrevista ao Blog Autografia, Patrícia conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Sou bióloga e pedagoga, com MBA em Gestão de Pessoas e Escolar pela USP ESALQ e Liderança de Equipes pela FGV. Master Coach, Analista Comportamental e Consteladora Sistêmica pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching e sócia do Instituto Educato”.

“Trabalhei 34 anos na área da Educação. Fui professora de Biologia durante 23 anos, ministrando aulas para Ensino Médio e curso pré-vestibular, especialmente para o curso de Medicina. Posteriormente, trabalhei como diretora do Ensino Fundamental II e Médio, sem perder o contato e cuidado com os alunos, professores e pais. Saí da sala de aula, mas não perdi minha essência de professora”.

“E, enquanto estive nessa função, uma das principais metas, foi a de exercer uma liderança mais próxima, mais acolhedora, sem claro, perder a efetividade de minhas ações, mas mantendo a afetividade nos processos, afinal, continuamos a falar em educação”.

“Tudo isso, acabou resultando na publicação de meu primeiro livro que, não por acaso, chama ‘Liderança pelo coração – a difícil arte de gerir pessoas, não números’ (também lançado pela Autografia), onde conto um pouquinho dessa fascinante jornada que é educar. Atualmente, trabalho com consultorias e treinamentos nas áreas corporativas, educacionais e terceiro setor”.

“O livro aborda de maneira leve, clara e ilustrativa os mais variados tipos de comunicação (interpessoal, interna, externa, inclusiva, organizacional, empresarial, marketing, comunicação na prática médica, na educação, serviço de atendimento ao cliente) e todos os “ruídos” existentes, com as principais consequências e cuidados a serem tomados”.

“Todos os detalhes do livro exploram a comunicação verbal e a não verbal, ao classificar cada item, subitem, além de fornecer experiências vividas e compartilhadas por diversos anos trabalhando com pessoas”.

As inspirações para Patrícia escrever o livro vieram da observação durante anos de trabalho com pessoas, das diferentes interpretações para comandos, dados, conflitos decorrentes de informações passadas erradas e da constatação de que, nem sempre, o que é óbvio para você, é para o outro e muito pautada, também, na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “A observação durante anos de trabalho com pessoas, das diferentes interpretações para comandos, dados, conflitos decorrentes de informações passadas erradas e mais ainda, a constatação de que, nem sempre, o que é óbvio para você, é para o outro”.

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção da obra: “A produção do livro ocorreu, especialmente, ao pensar nos problemas, muitas vezes enfrentados, por comunicações compartilhadas ou entendidas de forma errada que, em muitos momentos, dificultaram o trabalho ou causaram desconfortos em alguns de meus liderados e colaboradores”.

“Mais ainda, quando constatei, ao comentar com colegas de outras empresas ou setores que a falha de comunicação, é sim frequente, nos mais variados ambientes e uma das maiores responsáveis por comprometer resultados e até a permanência de pessoas em seus empregos”.

Para Patrícia, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação da meta alcançada com muita persistência: “Realizada, especialmente, por se tratar de um livro que pode ser utilizado por todas as profissões, áreas, níveis hierárquicos. As expectativas são sempre relacionadas ao impacto que minhas palavras podem trazer aos leitores e a importância e seriedade que dou ao meu trabalho, compartilhando aprendizados e trocas”.

“Que este livro, auxilie o maior número de pessoas a trabalhar com a comunicação assertiva, não violenta e inclusiva, cercada de feedbacks construtivos e priorizando o bem maior – relações mais humanas e desprovidas de preconceitos”.

O lançamento da obra “ComunicAção” ocorrerá neste sábado, dia 26/11, em Santo André, juntamente com a editora Autografia. O lançamento ocorrerá às 17h, na Rua Padre Manuel da Nóbrega, 382, na The Cool Lab Store e será aberto ao público.

Serviço:

Local: THE COOL LAB STORE

Endereço: Rua Padre Manuel da Nóbrega, número: 382 – Cidade: Santo André.

Dia: 26 de novembro

Horário: 17h

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Em livro da Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia, a ASSIPEC, leitor vai conhecer o conceito de Assistência Energética Planetária

O conceito de Assistência Energética Planetária, APROCIM, chega ao público através de livro que busca explicitar os fundamentos e efeitos práticos desta técnica grupal. A APROCIM é fruto do esforço e comprometimento de voluntários da Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia, a ASSIPEC, desde 2003. Na obra Assistência Energética Planetária, o leitor vai entender a teoria da reurbanização planetária e o atual momento de transição evolutiva que a Terra passa. O livro traz também um passo a passo detalhado sobre a prática da técnica, de maneira didática e fácil de ser aplicada.

Em entrevista à Revista Autografia, os membros da ASSIPEC contam mais sobre a publicação e sobre a Associação: “A história se inicia em 1992, com um grupo de pessoas que tem como características básicas a união amistosa, o acolhimento fraterno, a postura universalista de abertura para novas ideias, novos conceitos e, principalmente, novas maneiras ou técnicas de assistir a si próprio, ao outro, à sociedade em geral e ao planeta. Com o passar dos anos, o grupo cresceu e focou seus estudos e pesquisas no conceito de Cidadania Multidimensional, desenvolvendo cursos, palestras e a técnica energética grupal de assistência planetária, a APROCIM, que é o tema desta obra”.

O livro aborda um assunto inédito no âmbito da assistência energética planetária, por possuir caráter científico, que não se relaciona com qualquer dogma, religião ou linha mística: “É composto de nove capítulos num crescendo conceitual, que se inicia com a Globalização e suas repercussões no desenvolvimento da sociedade e da assistência planetária. Na sequência, apresenta os Pilares do Paradigma Consciencial que baseiam a conceituação da obra. Também esclarece o processo de transição evolutiva da Terra, a partir das reurbanizações extrafísicas e fala sobre a evolução da assistência energética, mostrando a APROCIM como uma técnica inovadora na assistência ao planeta”, explica a associação.

Os autores destacam, ainda, que a produção da obra Assistência Energética Planetária possibilitou um crescimento na produtividade, qualidade e interação do grupo, sendo um processo rápido e agradável, com reuniões on-line em que cada autor apresentava contribuições e dúvidas: “A sensação de publicar é de bem-estar e realização, por participarmos de uma obra pioneira a nível planetário, e de dever cumprido, por conseguirmos levar a público a teoria e prática da APROCIM. Esperamos que possa alcançar o maior número de pessoas, despertando a responsabilidade planetária, para que conheçam sobre as energias e aprendam a doá-las em prol dessa grande reurbanização ou transição da Terra, através da participação na APROCIM”.

“A Terra está passando por um momento importante de transição evolutiva, onde todos seremos afetados e todos podemos ajudar nessa mudança para que ela ocorra para o melhor. Convidamos você a participar dessa proposta de assistência energética ao planeta, através da APROCIM. Com isso, poderá fazer mais por você mesmo, pela sua família, pela sociedade em que vive e para o planeta”, finalizam.

Leonardo Condurú lança obra sobre a conjuntura brasileira em cenário de crise econômica global

O autor Leonardo Condurú é economista e consultor econômico independente e agora lança a sua segunda obra “A CONJUNTURA BRASILEIRA EM CENÁRIO DE CRISE ECONÔMICA GLOBAL: PERÍODO DE 2018 A 2021. TEXTOS ESCOLHIDOS”.

No livro, Leonardo aborda textos versando sobre economia, finanças, política e legislação. Alguns deles politicamente mais apimentados que, por razões óbvias, refletem a sua posição pessoal sobre os temas apresentados, postos à crítica e ao debate de ideias.

Na obra, o autor reforça a ideia de que, a maioria dos artigos, nos remete a diferentes abordagens sobre a conjuntura brasileira no período citado, enfatizando-se o tira-teima político do um contra todos e todos contra um, em que o presidente Bolsonaro — e de como vem sendo, na visão do autor, martirizado pela grande imprensa, STF e partidos de esquerda — juntamente com a pandemia da Covid são os principais protagonistas. Porém, num jogo de soma não zero, onde ninguém ganha e quem mais perde é a democracia.

Em entrevista ao Blog Autografia, Leonardo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Iniciei minha vida profissional na FEEMA (atual INEA), em 1976. Por lá fiquei 20 anos, onde tive muitas conquistas e realizações, como economista e analista ambiental”. 

“Pode-se dizer, que foi uma grande escola, de visão holística, onde aprendi muito. Saí em 1996, em razão de escolha pessoal, ao me transferir por concurso público para a BR Distribuidora, onde fiquei por mais 20 anos, quando me desliguei da Companhia em 2016, através de PIDV”, conta.

“Como é sabido, este meu segundo livro A CONJUNTURA BRASILEIRA EM CENÁRIO DE CRISE ECONÔMICA GLOBAL: PERÍODO DE 2018 A 2021. TEXTOS ESCOLHIDOS’, foi lançado, em 2022, na Bienal do livro de São Paulo, também pela Autografia.(https://www.autografia.com.br/produto/a-conjuntura-brasileira-em-cenario-de-crise-economica-global-periodo-de-2018-a-2021-textos-escolhidos/)”, lembra.

“Nesta segunda publicação foram incluídos 15 novos títulos, produzidos por mim, nos últimos quatro anos, contemplando textos politicamente mais apimentados que, por razões óbvias, refletem a minha posição pessoal sobre os temas apresentados, postos à crítica e ao debate de ideias”, afirma.

“Dentre os tópicos abordados, alguns permanecem na ordem do dia da atual conjuntura, como a judicialização eleitoral; o Brexit e seus efeitos sobre a economia europeia e mundial; a dolarização dos preços dos combustíveis e seus impactos sobre a economia brasileira; a farra do dinheiro público com as ONGs e a construção de estádios de futebol; a questão dos fundos de pensão públicos — em destaque a cisão do plano PPSP da Petros, que desmascara a relação incestuosa mantida com a patrocinadora PB, em detrimento de seus beneficiários. Este, aliás, um dos textos top ten em visualizações no meu blog pessoal — blog do leocond —, dentre outros assuntos”, relata.

“Numa deferência especial aos leitores, foi incluído um texto referente à história da II Guerra Mundial, da qual sou aficcionado, que discute a possibilidade real do ex-ditador alemão Adolf Hitler ter sobrevivido ao conflito, homiziando-se na América do Sul, onde teria vivido por um bom tempo”, conta.

“Por último, é apresentado um artigo que identifica alguns sinais e aponta prognósticos acerca da retomada do crescimento econômico brasileiro para 2022, num ano eleitoral como sabido”, completa o autor.

A inspiração para Leonardo escrever o livro veio de vários outros textos que não puderam ser incluídos em seu primeiro livro ‘TRINTA ANOS DE CONJUNTURA: ECONOMIA, FINANÇAS, POLÍTICA, LEGISLAÇÃO. TEXTOS ESCOLHIDOS’ (https://www.autografia.com.br/produto/trinta-anos-de-conjuntura-economia-financas-politica-legislacao/), porque já em bom tamanho, com mais de 350 páginas: “Embora, merecedores de constar em minha primeira obra, permaneceram, contudo, no prelo, aguardando-se uma melhor oportunidade para a impressão de novo livro, em complemento a este, mas sob novo contexto. A oportunidade aconteceu em 2022”, afirma.

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Alguns tópicos demandaram muita pesquisa mas, por incrível que pareça, fluíram com naturalidade e culminaram em novos textos em período propício para isso, com a Covid grassando e as cidades esvaziadas, por conta de lockdowns irresponsáveis”.

Para Leonardo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação da meta alcançada com muita persistência: “É sempre muito boa. Mas as minhas expectativas poderiam ser muito melhores se pudéssemos ter, eventualmente, num Vlog da Autografia narrativas acerca das obras dos autores, de modo a que pudessem ser mostradas minimamente em áudio e vídeo aos leitores em potencial”, finaliza.

O livro “A CONJUNTURA BRASILEIRA EM CENÁRIO DE CRISE ECONÔMICA GLOBAL: PERÍODO DE 2018 A 2021. TEXTOS ESCOLHIDOS.” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Ricardo Giovenardi lança volume final da trilogia da obra Gerenciamento de Crises Corporativas

O autor Ricardo Giovenardi tem mais de 20 anos de carreira profissional, administrando crises nos mais diversos tipos de segmentos corporativos no Brasil e exterior e agora lança o volume final da trilogia da obra “Gerenciamento de Crises Corporativas”. No livro,  Ricardo aborda sobre encontrar formas de conduzir uma aula, demonstrando a importância que um profissional precisa para aliar a teoria com a prática, para assim, conseguir atingir os seus objetivos e suas metas. Na obra, o autor reforça que a sua maior preocupação é juntar toda a teoria em material factível para uma organização.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ricardo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Ao longo de mais de 20 anos de carreira profissional administrando crises nos mais diversos tipos de segmentos corporativos no Brasil e exterior, a minha maior preocupação é juntar toda a teoria em material factível para uma organização e encontrar formas de conduzir uma aula, demostrando a importância que um profissional precisa para aliar a teoria com a prática, para assim, conseguir atingir os seus objetivos e suas metas. Tenho a oportunidade de atuar e aprender com pessoas maravilhosas e conhecer países incríveis”.

“O livro está divido com a parte conceitual e depois muita sugestão de tratamento de alguns cenários, como, por exemplo, cruzar informações de criminalidade x área com risco de alagamento, estudo importante para direcionar o trabalho das equipes de segurança e resposta de forma estratégica”, relata.

“E como não poderia deixar de incluir, anexos com muito material de apoio, com o objetivo de inspirar o profissional a criar e/ou melhorar seus processos. Muita imagem e sugestão para o apoio dos seus trabalhos”, completa o autor.

As inspiração para Ricardo escrever o livro veio da pouca oferta de material referente ao uso da doutrina de inteligência focada na Gestão de Crises e também sempre pautada pela sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Existem excelentes materiais falando sobre o conceito de um serviço de inteligência estratégico em uma organização ou estado e existem excelentes materiais falando sobre Gerenciamento de Crises”.

“No entanto, ainda existe pouca oferta de material referente ao uso da doutrina de inteligência focada na Gestão de Crises – não somente para desastres, mas qualquer tipo de crise corporativa, e, com um agravante, pouco material apresentando um roteiro básico de como implantar essa metodologia na iniciativa privada, utilizando fontes abertas de informação, métodos e processos de administração aliados com as melhores práticas internacionais. Pensei: “Por que não criar um Manual de implantação dessa disciplina na gerência de crises?” E, assim, nasceu a inspiração de criação desta obra.”, afirma.

 O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Assim como os dois últimos volumes, (Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume 1 e 2), este livro foi produzindo com base em muita pesquisa nos conceitos e nas melhores práticas, depois alinhado com toda minha experiencia profissional nacional e internacional”, diz.

“Depois de um mapa mental criado, e disponibilizado nos anexos para o leitor, iniciei o processo de criação das propostas, utilizando muita imagem, fluxos e diagramas, pensando em deixar o livro uma verdadeira fonte de pesquisa rápida ao leitor durante algum trabalho. Nada aqui é uma verdade absoluta…, mas sim, algumas inspirações para você produzir algo fantástico no seu trabalho!”, relata.

“O processo de escrita é sempre feito em um momento de inspiração – por exemplo, quando eu sentia falta de algum método para auxiliar na construção de algum trabalho. Eu não queria que outros profissionais também sofressem com isso”, diz.

“A primeira fase da criação da obra foi ‘solo’, depois com o apoio da Editora Autografia, o processo foi finalizado. Sem essa ajuda, não teríamos alcançado esse objetivo”, conta.

Para Ricardo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “Uma sensação de estar contribuindo um pouco com meus colegas de trabalho. Com uma obra simples, de fácil acesso e principalmente realística, com possibilidade de ser aplicada em qualquer empresa de qualquer segmento de negócio” .

“Chegamos ao final da série de livros referente a Gerenciamento de Crises Corporativas. Uma nova série de livros já está em desenvolvimento. Vem novidade por aí! Aguardem… sigam as minhas redes sociais para acompanhar as surpresas… de vez em quando, dou algumas dicas do que está por vir… Espero que essa nova obra contribua ainda mais com a segurança da sua empresa e da sua família. #staysafealways”, finaliza.

O livro “Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume Final” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

 

Em autobiografia, autora relata dificuldades das mulheres imigrantes

Mesmo após anos de luta e avanços em direitos, o machismo ainda é um comportamento presente na sociedade. Em seu novo livro, O preço da minha jornada, uma autobiografia, a autora Q. B. Costello relata sua história enquanto imigrante e mulher. Quando jovem, decidiu sair do Brasil para estudar Medicina na Bolívia e, após alguns obstáculos, precisou deixar para trás seu sonho por um ano. Ao se mudar para os Estados Unidos, passou por uma série de dificuldades, entre elas abusos sexuais e psicológicos, os quais superou com o poder da fé em Deus, e agora são compartilhados em um emocionante relato que virou livro.

Em entrevista à Revista Autografia, Costello conta um pouco mais sobre sua trajetória e sobre a obra: “Minha trajetória até aqui foi muito marcante, aprendendo com as lições da vida, tentando moldar-me dia a dia, passando meu aprendizado e experiências adiante. Hoje posso dizer que me sinto totalmente realizada e completa. Em cada capítulo do livro, podemos aprender a conhecer a nós mesmos, podemos questionar, entender que está tudo bem se errarmos, pois é assim que aprendemos a nos tratar com amor e, acima de tudo, ter certeza de que há um Deus que está conosco em todos os momentos, só temos que clamar. Here is how you can use the Windows Recycle Bin to recover recovering deleted file with ccleaner deleted files:

– Open the Recycle Bin by double-clicking on its desktop icon. Seja o que for que tivermos que passar, Ele nunca nos abandonará.”

Costello conta, ainda, que o livro foi dividido em capítulos de acordo com a sua própria jornada, como as mudanças radicais que transformaram sua vida, abordando sua saída do Brasil à Bolívia, sua vida como estudante, a volta ao Brasil e acontecimentos que resultaram na ida aos Estados Unidos: “Trato da sobrevivência em uma país distante sem falar a língua, da trajetória de vinte e três anos em três diferentes países, sozinha, contando somente com Deus, que sempre veio ao meu socorro e colocou pessoas maravilhosas em meu caminho para ajudar-me. Os temas tratados são fortes, como abuso sexual e psicológico, como venci meus traumas, a vida de imigrante ilegal, preconceitos e discriminação, e a confiança em Deus. Também falo de como decidi mudar minha história com passos que tomei deixando de sobreviver para começar a viver”, completa.

A inspiração para a autora produzir O preço da minha jornada veio de si mesma e das pessoas ao seu redor que, quando escutavam sua história, a incentivavam a transformá-la em livro: “Mas a maior inspiração foi que meu sonho era ser médica, poder ajudar as pessoas como no Médicos Sem Fronteiras e, analisando todos esses ‘sinais’, juntamente com meu sonho, entendi que poderia ajudar a muitos com minhas experiências”, relata ela.

“A sensação de publicar o livro é maravilhosa, me sinto completa, um sonho realizado! É como jogar a semente e, onde na terra cair, onde necessita, vai produzir frutos. This can happen how to recover unsaved python file when the file is partially overwritten or modified. Deixo um recado aos leitores: nunca deixem de sorrir, pois mudarão sua trajetória e a dos que estão ao seu lado”, finaliza.

Leandro Luiz  lança romance sobre maior acidente do mundo com fonte radiológica

O autor Leandro Luiz é doutor em Física e agora lança a obra “CAESIUM: Goiânia, 1987”. No livro, Leandro aborda uma emocionante história de amor entre uma profissional da área de saúde e um jovem físico, no ambiente do maior acidente do mundo com fonte radiológica, que ocorreu aqui no Brasil, em Goiânia, com o césio-137. Na obra, o autor reforça que teve o cuidado de usar o relatório da própria Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) como referência. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Leandro conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “ Nasci em Campo Grande, no subúrbio do RJ. Sou o segundo filho de uma família humilde. Minha mãe, também carioca, Georgina (In Memoriam), do lar e diarista me deu os primeiros ensinamentos, me incentivando a desenhar, ler livros e revistas que ganhava das casas em que fazia faxina.”

“Meu pai, nordestino, operário da construção civil, mesmo sem nenhum estudo incentivava os seus filhos a estudarem. Lembro-me até hoje, do ‘dinheiro suado’ que ele me deu para comprar meu primeiro livro na faculdade. Segundo minha mãe, eu aprendi a ler sozinho, entrando com seis anos, já sabendo ler na primeira série”, conta.

“Sempre estudei em escolas e universidades públicas, no segundo grau, tive um professor de literatura, José Geraldo, que nos incentivava constantemente a leitura de clássicos da literatura. Acredito que ali começou minha paixão pela escrita”, relata.

“Neste colégio, Raja Gabaglia, fui apresentado à Física, de maneira mais completa e me apaixonei pela área. Cursei a graduação em bacharelado e licenciatura plena em Física na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, aonde me interessei pela Física Nuclear”, afirma.

“Então, fui fazer o mestrado em Engenharia Nuclear na COPPE/UFRJ. Lá pude conhecer e trabalhar com diversos profissional que inclusive estiveram em Goiânia, na época do acidente com o césio-137. Foi um aprendizado entanto. Terminei o mestrado e prestei concurso para professor substituto de uma universidade federal no RJ, fui aprovado e fiquei por lá dois anos, ensinando e orientando alunos”, diz.

“Nesta mesma época, fui selecionado para trabalhar em uma faculdade privada no RJ, Faculdade Bezerra de Araújo, aonde leciono até hoje, para os cursos de Farmácia e Enfermagem e oriento alunos em seus TCC e Iniciação Científica. Buscando me inspirar mais, fui respirar os ares das Minas Gerais, então ingressei no doutorado em Física na Universidade Federal de Juiz de Fora, após o término fui convidado a fazer um pós-doutorado pela mesma”, conta.

“Neste período acadêmico publiquei dezenas de artigos com centenas de citações, mas sempre quis que o meu conhecimento fosse mais acessível, então resolvi escrever livros didáticos na área de radiação, e após o sucesso dos mesmos, pensei: Por que não escrever um livro de ficção, romance que envolva radiação. Assim, nasceu CAESIUM”, relata.

“Em relação aos conceitos que envolvem radiação, uma obra de fácil leitura, rápida e objetiva. Já o romance, uma obra que vai te prender, você vai terminar um capítulo, já querendo ler o outro, e quando terminar o livro irá ficar com gostinho de quero mais rsrsrsrs”, brinca.

“O livro é dividido em oito capítulos, aonde um destes é dedicado à explicar sobre o acidente com o césio-137, embora seja um livro de ficção, neste capítulo tive o cuidado de usar o relatório da própria Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) como referência”, afirma.

“Então, o leitor estará lendo um livro de ficção/romance e também agregando conhecimento, deste fato histórico que ocorreu no Brasil, em 1987. O livro aborda uma emocionante história de amor entre uma profissional da área de saúde e um jovem físico, no ambiente do maior acidente do mundo com fonte radiológica, que ocorreu aqui no Brasil, em Goiânia, com o césio-137”, completa o autor.

As inspiração para Leandro escrever o livro veio de doramas e também sempre pautada pela sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “ Me inspirei em doramas (séries produzidas em países asiáticos).”

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Foi muito interessante, pois eu havia terminado de escrever um livro didático de Física, com quase 400 páginas. Isto foi em meados de dezembro. Para me distrair um pouco, pensei em continuar o meu primeiro livro de romance, um livro que estava por terminar”.

“Mas após assistir um dorama, ‘Pousando no Amor’, que mostra uma linda história de amor, em meio ao caos, pode-se dizer, pensei em escrever algo novo, envolvendo um fato histórico e a minha área. Então, surgiu a ideia de falar sobre o acidente com o césio-137. Fiquei super empolgado, e no recesso do final do ano, escrevi em 5 dias este livro, do dia 26 a 31 de dezembro”, conta.

Para Leandro, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “Muito boa, pois ela está sendo apresentada também para um público novo, dos livros de ficção. Tenho ficado muito feliz com o feedback obtido, você acredita que uma leitora de MG sugeriu que o livro poderia virar filme ou série?”, nos conta o autor.

“Outro leitor, agora do CE, pediu continuação. Teve um leitor do RN, que sugeriu que eu escrevesse uma coletânea, e que me aprofundasse na vida acadêmica dos personagens. Isso é muito legal. Isso é muito legal, o pessoal tem se emocionado já no primeiro capítulo. Já estou com as ideias formadas na cabeça para atender o pedido dos leitores e produzir algo novo relacionado ao CAESIUM”, conta.

“Sim! Muito obrigado por terem lido esta matéria, se puderem me sigam em minhas redes sociais, FACEBOOK: livroleandroluiz, INSTAGRAM: livroleandro, YOUTUBE: livroleandro para vocês terem acesso à conteúdos e também aos próximos livros que irei lançar”, diz.

“Ah, os meus livros estão todos disponíveis em e-books, nas mais diversas plataformas, e vocês podem ler gratuitamente pelo Kindle Unlimited. Tenho a certeza de que vocês irão se emocionar e apaixonar por esta história. Me respondam uma pergunta? O maior acidente com fonte radioativa do mundo pode unir duas pessoas? Para saberem a resposta, leia CAESIUM: Goiânia, 1987. Abraços e Paz!”, finaliza.

O livro “CAESIUM: Goiânia, 1987” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui