Ricardo Giovenardi lança volume final da trilogia da obra Gerenciamento de Crises Corporativas

O autor Ricardo Giovenardi tem mais de 20 anos de carreira profissional, administrando crises nos mais diversos tipos de segmentos corporativos no Brasil e exterior e agora lança o volume final da trilogia da obra “Gerenciamento de Crises Corporativas”. No livro,  Ricardo aborda sobre encontrar formas de conduzir uma aula, demonstrando a importância que um profissional precisa para aliar a teoria com a prática, para assim, conseguir atingir os seus objetivos e suas metas. Na obra, o autor reforça que a sua maior preocupação é juntar toda a teoria em material factível para uma organização.

Em entrevista ao Blog Autografia, Ricardo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Ao longo de mais de 20 anos de carreira profissional administrando crises nos mais diversos tipos de segmentos corporativos no Brasil e exterior, a minha maior preocupação é juntar toda a teoria em material factível para uma organização e encontrar formas de conduzir uma aula, demostrando a importância que um profissional precisa para aliar a teoria com a prática, para assim, conseguir atingir os seus objetivos e suas metas. Tenho a oportunidade de atuar e aprender com pessoas maravilhosas e conhecer países incríveis”.

“O livro está divido com a parte conceitual e depois muita sugestão de tratamento de alguns cenários, como, por exemplo, cruzar informações de criminalidade x área com risco de alagamento, estudo importante para direcionar o trabalho das equipes de segurança e resposta de forma estratégica”, relata.

“E como não poderia deixar de incluir, anexos com muito material de apoio, com o objetivo de inspirar o profissional a criar e/ou melhorar seus processos. Muita imagem e sugestão para o apoio dos seus trabalhos”, completa o autor.

As inspiração para Ricardo escrever o livro veio da pouca oferta de material referente ao uso da doutrina de inteligência focada na Gestão de Crises e também sempre pautada pela sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Existem excelentes materiais falando sobre o conceito de um serviço de inteligência estratégico em uma organização ou estado e existem excelentes materiais falando sobre Gerenciamento de Crises”.

“No entanto, ainda existe pouca oferta de material referente ao uso da doutrina de inteligência focada na Gestão de Crises – não somente para desastres, mas qualquer tipo de crise corporativa, e, com um agravante, pouco material apresentando um roteiro básico de como implantar essa metodologia na iniciativa privada, utilizando fontes abertas de informação, métodos e processos de administração aliados com as melhores práticas internacionais. Pensei: “Por que não criar um Manual de implantação dessa disciplina na gerência de crises?” E, assim, nasceu a inspiração de criação desta obra.”, afirma.

 O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Assim como os dois últimos volumes, (Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume 1 e 2), este livro foi produzindo com base em muita pesquisa nos conceitos e nas melhores práticas, depois alinhado com toda minha experiencia profissional nacional e internacional”, diz.

“Depois de um mapa mental criado, e disponibilizado nos anexos para o leitor, iniciei o processo de criação das propostas, utilizando muita imagem, fluxos e diagramas, pensando em deixar o livro uma verdadeira fonte de pesquisa rápida ao leitor durante algum trabalho. Nada aqui é uma verdade absoluta…, mas sim, algumas inspirações para você produzir algo fantástico no seu trabalho!”, relata.

“O processo de escrita é sempre feito em um momento de inspiração – por exemplo, quando eu sentia falta de algum método para auxiliar na construção de algum trabalho. Eu não queria que outros profissionais também sofressem com isso”, diz.

“A primeira fase da criação da obra foi ‘solo’, depois com o apoio da Editora Autografia, o processo foi finalizado. Sem essa ajuda, não teríamos alcançado esse objetivo”, conta.

Para Ricardo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “Uma sensação de estar contribuindo um pouco com meus colegas de trabalho. Com uma obra simples, de fácil acesso e principalmente realística, com possibilidade de ser aplicada em qualquer empresa de qualquer segmento de negócio” .

“Chegamos ao final da série de livros referente a Gerenciamento de Crises Corporativas. Uma nova série de livros já está em desenvolvimento. Vem novidade por aí! Aguardem… sigam as minhas redes sociais para acompanhar as surpresas… de vez em quando, dou algumas dicas do que está por vir… Espero que essa nova obra contribua ainda mais com a segurança da sua empresa e da sua família. #staysafealways”, finaliza.

O livro “Gerenciamento de Crises Corporativas – Volume Final” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

 

Em autobiografia, autora relata dificuldades das mulheres imigrantes

Mesmo após anos de luta e avanços em direitos, o machismo ainda é um comportamento presente na sociedade. Em seu novo livro, O preço da minha jornada, uma autobiografia, a autora Q. B. Costello relata sua história enquanto imigrante e mulher. Quando jovem, decidiu sair do Brasil para estudar Medicina na Bolívia e, após alguns obstáculos, precisou deixar para trás seu sonho por um ano. Ao se mudar para os Estados Unidos, passou por uma série de dificuldades, entre elas abusos sexuais e psicológicos, os quais superou com o poder da fé em Deus, e agora são compartilhados em um emocionante relato que virou livro.

Em entrevista à Revista Autografia, Costello conta um pouco mais sobre sua trajetória e sobre a obra: “Minha trajetória até aqui foi muito marcante, aprendendo com as lições da vida, tentando moldar-me dia a dia, passando meu aprendizado e experiências adiante. Hoje posso dizer que me sinto totalmente realizada e completa. Em cada capítulo do livro, podemos aprender a conhecer a nós mesmos, podemos questionar, entender que está tudo bem se errarmos, pois é assim que aprendemos a nos tratar com amor e, acima de tudo, ter certeza de que há um Deus que está conosco em todos os momentos, só temos que clamar. Here is how you can use the Windows Recycle Bin to recover recovering deleted file with ccleaner deleted files:

– Open the Recycle Bin by double-clicking on its desktop icon. Seja o que for que tivermos que passar, Ele nunca nos abandonará.”

Costello conta, ainda, que o livro foi dividido em capítulos de acordo com a sua própria jornada, como as mudanças radicais que transformaram sua vida, abordando sua saída do Brasil à Bolívia, sua vida como estudante, a volta ao Brasil e acontecimentos que resultaram na ida aos Estados Unidos: “Trato da sobrevivência em uma país distante sem falar a língua, da trajetória de vinte e três anos em três diferentes países, sozinha, contando somente com Deus, que sempre veio ao meu socorro e colocou pessoas maravilhosas em meu caminho para ajudar-me. Os temas tratados são fortes, como abuso sexual e psicológico, como venci meus traumas, a vida de imigrante ilegal, preconceitos e discriminação, e a confiança em Deus. Também falo de como decidi mudar minha história com passos que tomei deixando de sobreviver para começar a viver”, completa.

A inspiração para a autora produzir O preço da minha jornada veio de si mesma e das pessoas ao seu redor que, quando escutavam sua história, a incentivavam a transformá-la em livro: “Mas a maior inspiração foi que meu sonho era ser médica, poder ajudar as pessoas como no Médicos Sem Fronteiras e, analisando todos esses ‘sinais’, juntamente com meu sonho, entendi que poderia ajudar a muitos com minhas experiências”, relata ela.

“A sensação de publicar o livro é maravilhosa, me sinto completa, um sonho realizado! É como jogar a semente e, onde na terra cair, onde necessita, vai produzir frutos. This can happen how to recover unsaved python file when the file is partially overwritten or modified. Deixo um recado aos leitores: nunca deixem de sorrir, pois mudarão sua trajetória e a dos que estão ao seu lado”, finaliza.

Celia Ferrari  lança obra sobre intimidade com Deus

A autora Celia Ferrari sempre gostou muito de livros e agora lança a obra “Aquele que venceu”. No livro, Celia aborda uma emocionante história sobre obter oportunidades de mudar escolhas que não proporcionaram bons resultados na sua vida, e se voltar para a espiritualidade para obter tal êxito. Na obra, a autora reforça que podemos trazer reflexões para a nossa vida, mesmo se tratando de situações diferentes, buscando mudanças que nos tornem pessoas melhores.  

Em entrevista ao Blog Autografia, Celia conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Esta obra foi escrita após eu conquistar uma intimidade com Deus.
 O conteúdo do livro foi construído no ano de 2021, a partir desse estado de conexão, e com palavras eu não saberia explicar como era possível eu estar escrevendo um livro.”

“Mas a verdade é que todos os dias, quando eu me sentava para escrever, vinha a inspiração; palavras e frases pareciam sussurrar em minha mente e eram transcritas, se transformando nessa obra. Por se tratar da minha primeira obra, procurei por editoras que pudessem compartilhar os serviços de seus especialistas, para que eu pudesse dividir a minha experiencia com outras pessoas”, conta. 

“É uma obra que aborda um homem estuprador, obtendo oportunidades de mudar escolhas que não proporcionaram bons resultados na sua vida, e se voltando para a espiritualidade obteve tal êxito”, diz.

“Quando terminei de escrever, precisei ler o livro todo porque eu não sabia do que
se tratava exatamente. Lembrava da parte mais genérica e corriqueira humana do livro, mas, quando o li, principalmente a parte sobre a espiritualidade, soube que era para eu rever muitas das minhas escolhas de vida”, afirma.  

“A partir das experiências de Pablo, podemos trazer reflexões para a nossa vida, mesmo se tratando de situações diferentes, buscando mudanças que nos tornem pessoas melhores”, relata.  

“O livro está dividido contando, inicialmente, como foi a adolescência do estuprador Pablo Montêz, no capítulo 1. No capítulo 2, acontece todo o desfecho da fase adulta de Pablo em todas as situações em que ele se engajou e o que isso lhe proporcionou. No capítulo 3, trata do cumprimento do tempo de prisão por Pablo, conquistando a sua liberdade e o convívio junto a sociedade”, conta.

“No capítulo 4, mostra as escolhas diferentes feitas por Pablo ao receber de volta a sua liberdade, repensando nos resultados da sua vida anterior e se abrindo para um processo de conversão a partir da mudança de atitudes”, completa a autora.

As inspiração para Celia escrever o livro veio de sempre gostar muito de livros e também sempre pautada pela sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Eu sempre gostei muito de livros e, na minha infância, me imaginava escrevendo um, mas via esse sonho como algo impossível, que isso não era para mim.”  

“Percebo que, quando tive tempo para Deus, foi no momento em que pela primeira vez tive tempo para mim, para me ouvir, para me olhar, para me perceber. Foi esse movimento de silenciar com Deus que me colocou em conexão com as minhas verdades, habilidades e possíveis dons que ficaram escondidos por todos esses anos, me deixando insatisfeita comigo e com a vida que tinha escolhido viver”, conta.

“Me levou a ter sede de autoconhecimento, deixar a minha mulher velha e abraçar as novas oportunidades de fazer a diferença no mundo, me tornando terapeuta Energy Healing e escritora”, afirma.

A autora ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O conteúdo do livro foi construído no ano de 2021, quando tomei a decisão de pedir demissão do cargo de gerente, para viver um ano sabático, a procura de algo que fizesse a minha vida ter mais sentido.” 

“Adquiri cursos de autoconhecimento e escolhi realizar rotinas muito diferentes de tudo que eu já havia vivido, aprendendo a meditar, silenciar, me conectar com Deus e passei a fazer terapias semanais desejando me conhecer mais e compartilhar com outras pessoas tudo aquilo que me tornava cada vez melhor”, conta. 

“Escrevi o livro em dupla com esta conexão espiritual, que me preenchia de alegria sentar todos os dias para escrever. Eu apenas obedecia aos comandos que me vinham para executar, sem saber no início que este seria o resultado, a construção de um livro”, diz.

“Foi tomando corpo, forma e me sentia feliz com a minha disciplina, dedicação e sacrifícios com que eu me permiti trocar momentos de lazer por este projeto. Quando finalizei a escrita, fiz a leitura novamente, promovendo ajustes gramaticais deixando o mais adequado possível, para enviá-lo a editoras que pudessem fazer uma parceria de publicação desta obra”, afirma.

“Comecei a pesquisar e estudar sobre publicação e obtive algumas propostas de editoras que me encantaram ainda mais, para realmente eu publicar. Apesar do medo, não tinha mais dúvidas que eu precisava publicar e segui fechando uma parceria com a editora Autografia que me apoia de forma amorosa para que esse projeto chegue até as mãos de todos os leitores”, relata. 

“Com certeza, alguém em algum lugar, esteja precisando ler esta obra, caso contrário eu não teria recebido essa experiência única em minha vida. Enquanto eu escrevia esse livro, me veio algumas clarezas de que poderia ser uma coleção e não apenas um livro, mas que os demais não serão sequenciais, não abordará o mesmo assunto, mas com um conteúdo espiritual em que, a qualquer momento da vida, é possível mudar”, conta.

Para Celia, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação de eu aceitar ser eu mesma, mesmo que, ainda exista muitos medos e estejam sendo trabalhados para que este novo ‘Eu’ aconteça.”

“As minhas vulnerabilidades gritam dentro de mim, com muitos medos como: o da crítica, da vergonha de me expor, de falar em público, dentre outros que preciso vencê-los, para que eu viva esse momento único de compartilhar que a mudança é possível”, conta. 

“A minha expectativa é não criar expectativa, não importando aquilo que o leitor vai achar do livro, mas se ele realizar uma única mudança na sua vida para melhor, esse livro já cumpriu com o seu papel. O intuito é trazer uma reflexão individual a cada leitor sobre esta minha experiencia espiritual”, diz.

“Como fruto deste trabalho, foi gerado o meu primeiro livro da coleção: ‘Aquele que venceu’, com o nome: ‘O estuprador’. Estou muito animada para realizar todas as demais etapas de publicação e ver o meu livro ajudando milhares de pessoas. Com certeza novas inspirações virão para os próximos livros desta coleção”, afirma. 

“Aprendi que, todos os nossos “impossíveis” são possíveis para Deus, e quando nos conectamos com Ele, nos conhecemos profundamente, entendendo como funcionamos e o que precisamos. Apenas deixe que Ele se faça presente em você”, finaliza.

O livro “Aquele que venceu” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Leandro Luiz  lança romance sobre maior acidente do mundo com fonte radiológica

O autor Leandro Luiz é doutor em Física e agora lança a obra “CAESIUM: Goiânia, 1987”. No livro, Leandro aborda uma emocionante história de amor entre uma profissional da área de saúde e um jovem físico, no ambiente do maior acidente do mundo com fonte radiológica, que ocorreu aqui no Brasil, em Goiânia, com o césio-137. Na obra, o autor reforça que teve o cuidado de usar o relatório da própria Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) como referência. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Leandro conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “ Nasci em Campo Grande, no subúrbio do RJ. Sou o segundo filho de uma família humilde. Minha mãe, também carioca, Georgina (In Memoriam), do lar e diarista me deu os primeiros ensinamentos, me incentivando a desenhar, ler livros e revistas que ganhava das casas em que fazia faxina.”

“Meu pai, nordestino, operário da construção civil, mesmo sem nenhum estudo incentivava os seus filhos a estudarem. Lembro-me até hoje, do ‘dinheiro suado’ que ele me deu para comprar meu primeiro livro na faculdade. Segundo minha mãe, eu aprendi a ler sozinho, entrando com seis anos, já sabendo ler na primeira série”, conta.

“Sempre estudei em escolas e universidades públicas, no segundo grau, tive um professor de literatura, José Geraldo, que nos incentivava constantemente a leitura de clássicos da literatura. Acredito que ali começou minha paixão pela escrita”, relata.

“Neste colégio, Raja Gabaglia, fui apresentado à Física, de maneira mais completa e me apaixonei pela área. Cursei a graduação em bacharelado e licenciatura plena em Física na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, aonde me interessei pela Física Nuclear”, afirma.

“Então, fui fazer o mestrado em Engenharia Nuclear na COPPE/UFRJ. Lá pude conhecer e trabalhar com diversos profissional que inclusive estiveram em Goiânia, na época do acidente com o césio-137. Foi um aprendizado entanto. Terminei o mestrado e prestei concurso para professor substituto de uma universidade federal no RJ, fui aprovado e fiquei por lá dois anos, ensinando e orientando alunos”, diz.

“Nesta mesma época, fui selecionado para trabalhar em uma faculdade privada no RJ, Faculdade Bezerra de Araújo, aonde leciono até hoje, para os cursos de Farmácia e Enfermagem e oriento alunos em seus TCC e Iniciação Científica. Buscando me inspirar mais, fui respirar os ares das Minas Gerais, então ingressei no doutorado em Física na Universidade Federal de Juiz de Fora, após o término fui convidado a fazer um pós-doutorado pela mesma”, conta.

“Neste período acadêmico publiquei dezenas de artigos com centenas de citações, mas sempre quis que o meu conhecimento fosse mais acessível, então resolvi escrever livros didáticos na área de radiação, e após o sucesso dos mesmos, pensei: Por que não escrever um livro de ficção, romance que envolva radiação. Assim, nasceu CAESIUM”, relata.

“Em relação aos conceitos que envolvem radiação, uma obra de fácil leitura, rápida e objetiva. Já o romance, uma obra que vai te prender, você vai terminar um capítulo, já querendo ler o outro, e quando terminar o livro irá ficar com gostinho de quero mais rsrsrsrs”, brinca.

“O livro é dividido em oito capítulos, aonde um destes é dedicado à explicar sobre o acidente com o césio-137, embora seja um livro de ficção, neste capítulo tive o cuidado de usar o relatório da própria Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) como referência”, afirma.

“Então, o leitor estará lendo um livro de ficção/romance e também agregando conhecimento, deste fato histórico que ocorreu no Brasil, em 1987. O livro aborda uma emocionante história de amor entre uma profissional da área de saúde e um jovem físico, no ambiente do maior acidente do mundo com fonte radiológica, que ocorreu aqui no Brasil, em Goiânia, com o césio-137”, completa o autor.

As inspiração para Leandro escrever o livro veio de doramas e também sempre pautada pela sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “ Me inspirei em doramas (séries produzidas em países asiáticos).”

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Foi muito interessante, pois eu havia terminado de escrever um livro didático de Física, com quase 400 páginas. Isto foi em meados de dezembro. Para me distrair um pouco, pensei em continuar o meu primeiro livro de romance, um livro que estava por terminar”.

“Mas após assistir um dorama, ‘Pousando no Amor’, que mostra uma linda história de amor, em meio ao caos, pode-se dizer, pensei em escrever algo novo, envolvendo um fato histórico e a minha área. Então, surgiu a ideia de falar sobre o acidente com o césio-137. Fiquei super empolgado, e no recesso do final do ano, escrevi em 5 dias este livro, do dia 26 a 31 de dezembro”, conta.

Para Leandro, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “Muito boa, pois ela está sendo apresentada também para um público novo, dos livros de ficção. Tenho ficado muito feliz com o feedback obtido, você acredita que uma leitora de MG sugeriu que o livro poderia virar filme ou série?”, nos conta o autor.

“Outro leitor, agora do CE, pediu continuação. Teve um leitor do RN, que sugeriu que eu escrevesse uma coletânea, e que me aprofundasse na vida acadêmica dos personagens. Isso é muito legal. Isso é muito legal, o pessoal tem se emocionado já no primeiro capítulo. Já estou com as ideias formadas na cabeça para atender o pedido dos leitores e produzir algo novo relacionado ao CAESIUM”, conta.

“Sim! Muito obrigado por terem lido esta matéria, se puderem me sigam em minhas redes sociais, FACEBOOK: livroleandroluiz, INSTAGRAM: livroleandro, YOUTUBE: livroleandro para vocês terem acesso à conteúdos e também aos próximos livros que irei lançar”, diz.

“Ah, os meus livros estão todos disponíveis em e-books, nas mais diversas plataformas, e vocês podem ler gratuitamente pelo Kindle Unlimited. Tenho a certeza de que vocês irão se emocionar e apaixonar por esta história. Me respondam uma pergunta? O maior acidente com fonte radioativa do mundo pode unir duas pessoas? Para saberem a resposta, leia CAESIUM: Goiânia, 1987. Abraços e Paz!”, finaliza.

O livro “CAESIUM: Goiânia, 1987” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Lu Barbosa lança obra sobre experiências pessoais com Deus

A autora Lu Barbosa é agente de viagens e estudante de Teologia e lança a obra “Quando você coloca Deus no centro da sua vida”. No livro, Lu traz relatos profundos sobre seus momentos com Deus, além de outros momentos dificultosos da sua vida. Na obra, a autora reforça que a fé e a esperança intensas foram decisivas para a sua recuperação plena.

Em entrevista ao Blog Autografia, Lu conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Está sendo tudo novo, um recomeço, estou fazendo tudo zero, estou abrindo minha própria agência de viagem, estou atualmente trabalhando como afiliada, estou fazendo curso de agente de viagem e estudando Teologia ”.

“Através da leitura as pessoas possam se identificar e que se Deus fez na minha vida vai fazer na delas também. Minha história, felicidade e dor, mudança, aqui começa meu chamado, o processo de libertação, o dia em que Deus recolheu minha filha”, completa a autora.

A inspiração para Lu escrever o livro veio de uma intuição espiritual, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem de fé e esperança aos leitores: “Primeiramente Deus, depois tia Edina e minha mãe sempre me falavam para escrever tudo que Deus me fala e todas as experiências que eu passei”, relata a autora.

A autora ainda conta um pouco mais sobre o processo de produção do livro: “Foi um processo complicado na minha vida, tudo começou, eu gravei um vídeo do meu testemunho e minha filha estava no meu colo e naquele momento senti um desejo em colocar tudo no computador, na realidade, nunca pensei que chegaria a ser publicado. O processo da escrita foi no momento mais doloroso, porque quando eu comecei a escrever a minha filha estava no CTI, sim, fiz tudo sozinha.”

Para Lu, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Até agora não estou acreditando, porque como eu mencionei que nunca passou pela minha cabeça em publicar o livro, para mim só iria ficar guardado”.

“Minhas expectativas são que as pessoas ao lerem o livro, vejam o agir de Deus e que sejam tocadas pelo Espírito Santo de Deus. Eu sei que às vezes é difícil estar de pé, sei como é difícil prosseguir tamanha é a dor. Mas, em tudo olhem para Deus por mais que esteja ao seu redor, ouça a voz de Deus, se agarre com todas as suas forças no Senhor porque ELE vai te ajudar! Elements are the basic building blocks of an recover files emptied from recycle bin mac XML file and can be nested within each other to form a hierarchical structure. ”, finaliza.

O livro “Quando você coloca Deus no centro da sua vida” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui!

Laércio Majadas lança obra literária de poesia que visita a metafísica

O autor Laércio Majadas é médico e apaixonado pela natureza e pescaria e agora lança a obra “Retratos Imprecisos”. No livro, Laércio visita a metafísica, a natureza brasileira e a cruel realidade de uma sociedade dividida, presa fácil para o discurso falso dos profetas. Na obra, o autor reforça que flertou com o caos. Após dois anos de afastamento, medo e dor…muita dor.

Em entrevista ao Blog Autografia, Laércio conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Tenho 57 anos, natural de Goiânia, capital do estado de Goiás, casado e pai de dois filhos. Médico e apaixonado pela natureza e a pescaria. Ensaiei meus primeiros versos aos 14 anos, incentivado pela minha mãe, Wânia Majadas, doutora em Literatura, vítima da Covid-19 a uma semana da chegada da vacina. Publiquei meu primeiro livro, ‘Pescador de Mim’, em 2010, pela editora Kelps da capital goiana”.

“Obra literária de poesia que visita a metafísica, a natureza brasileira e a cruel realidade de uma sociedade dividida, presa fácil para o discurso falso dos profetas. Sendo meu segundo livro, Retratos Imprecisos nasceu, há dez anos, no cotidiano e flertou com o caos. Dois anos de afastamento, medo e dor…muita dor”, conta.

“Não bastasse a atmosfera estranha e negra, éramos um país à deriva, em um processo desenfreado de desconstrução. A poesia mostrou sua força para resistir aos momentos mais críticos. A obra está dividida em duas partes: Aquarelas do Dia e Esboços à sombra. As partes se completam e se misturam”, diz.

As inspirações para Laércio escrever o livro foram diversas e também sempre pautadas pela sua forma de enxergar a vida, engatilhadas pela inquietação existencial: “Inspirações diversas, sempre pautadas pela minha forma de enxergar a vida, engatilhadas pela inquietação existencial. O cotidiano ferve em meus versos”. 

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O livro foi construído no ritmo das inspirações, sem alarde. Tive a valorosa contribuição de minha mãe, Wânia Majadas e do poeta e amigo Edmar Guimarães. O designer José Carlos, responsável pela diagramação, capa e ilustrações, minha filha, a jornalista Bárbara Majadas e Zuleika Santos Andrade na revisão ortográfica.” 

Para Laércio, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “ A sensação principal é de sobrevivência. Depois dos acontecimentos trágicos desses últimos anos em nosso país e no mundo, sair vivo e publicando um livro de poesias do outro lado do túnel, é alentador. A expectativa é que o livro alcance o maior número de pessoas, de todas as idades, raças e escolhas pessoais. Em momentos sombrios, apenas as artes nos proporcionam coerência e equilíbrio. Não se abdiquem de apreciá-las”.

O livro “Retratos Imprecisos” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

 

Gonzalo Bolliger lança obra em que aborda conflito do eu com o mundo

O autor Gonzalo Bolliger é formado em Letras na USP, trabalha como professor de Espanhol e com traduções, é apaixonado por literatura e música, principalmente rock e agora lança a obra “Rumo ao âmago da própria voz”. No livro, Gonzalo aborda muitos temas. O principal talvez seja o conflito do eu com o mundo e como o eu percebe o mundo. Na obra, o autor reforça que é um livro, na sua perspectiva, ao mesmo tempo colorido e sombrio.

Em entrevista ao Blog Autografia, Gonzalo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Comecei a escrever cedo, desde meus 14 anos, e terminei meu primeiro livro ‘Poemas Esparsos’ aos 18. Depois escrevi este livro: o poema extenso ‘Rumo ao Âmago da Própria Voz’ (o qual comecei em 2008 e terminei em 2018; e estou publicando agora pela Autografia)”.

“E o volume conceitual de contos, novelas e romances; ‘As Realidades Invisíveis’ (escrito de 2015 a 2018; publicado agora também pela Autografia). Nunca pensei na arte como uma evolução de uma voz pessoal e sim mais como um leque quase infinito de possibilidades, em que cada livro pode ter uma voz própria”, conta.

“Assim, o ‘Rumo ao Âmago da Própria Voz’; tem uma alma; ‘A Melancolia’ (que é outro livro de poemas vou lançar este ano) tem outra; e ;’As Realidades Invisíveis’, uma completamente diferente. Para mim o mais importante sempre foi adaptar a forma ao espírito da obra e, dessa forma, expressar com mais acuidade o que se quis expressar”, diz.

“E o que me levou a escrever? A necessidade de expressar tanto o meu mundo interior, como aquele que chega do mundo de fora e as fantasias da mente. Como curiosidades bibliográficas: nasci no Peru mas moro desde os 4 anos no Brasil; passei a maior parte em Campinas, mas nos meus 20 morei muitos anos em São Paulo”, relata.

“Estudei Letras na USP, onde por inércia demorei vários anos para me formar e esse, para bem e para mal, foi o tempo em que vivi mais intensamente; além de escritor, trabalho como professor de espanhol e com traduções; ao contrário de muitos artistas contemporâneos, não tenho interesse por seguir carreira acadêmica; quase nunca participo de concursos literários”, afirma.

“Sou apaixonado por literatura e música, principalmente rock; gosto de saber sobre diversos assuntos como psicologia, biologia, história, antropologia etc; não sigo em meus escritos o politicamente correto; mas que fique claro que sou de esquerda; sou introvertido com aspectos extrovertidos; meu sonho de vida era conhecer todos os tempos e lugares e seres e tudo o que existe e não existe neste mundo”, conta.

“Tenho complexos em relação à minha infância, à passagem do tempo e à morte; em vários aspectos odeio a sociedade em que estamos; sou uma máquina de ter crises, fantasiar e elaborar poemas e histórias”, diz.

“Imagino que seja um livro forte para muitos leitores, difícil de compreender para alguns, e ambos para outros. A minha recomendação é que leiam o livro de começo ao fim, em sequência, se possível em uma única leitura, como se estivessem escutando um disco de rock num aparelho de vinil e em volume bem alto”, relata.

“Tudo isso nessa primeira leitura sem se preocupar se estão entendendo ou não, só sentindo as imagens, a sonoridade, o seu fluxo e o que tudo isso provoca e remete para você. O livro é dividido em: um extenso poema um prosa que funciona como abertura e que fala que o personagem adormeceu aos quatro anos, só acordando por volta dos 24”, conta.

“Isso está um pouco implícito demais nesta primeira edição, na segunda vou deixar mais evidente); e cinco painéis do espírito humano, os quais constituem a jornada do eu-lírico enquanto estava adormecido. Cada painel, por sua vez, varia em relação ao outro; principalmente no que diz respeito à relação do eu com o mundo, talvez o tema central do livro”, afirma.

“O primeiro painel ‘Arte e Loucura’ é mais intimista e aborda temas como o passado, a infância, como em ‘Peregrinação’, a melancolia, a ambição e a solidão dela inerente, como em ‘Os Delírios de Narciso’, o tempo e a sensação de desagregação do ser e distância em relação à realidade, como em ‘O Arco-íris Negro’ além dos temas citados no título, a arte e a loucura”, diz.

“No segundo painel ‘Feitiços’ o eu entra em contato com a sociedade. Mas, a sociedade é sentida de forma distorcida/fantasiosa e é vista como um castelo onde há vários personagens. Nessa parte, há várias metáforas/imagens de teor antigo que expressam elementos do mundo que vivemos hoje em dia, como a futilidade, o materialismo e a sensação e vazio, como em ‘O grande teatro das ilusões perdidas’ ”, relata.

“No terceiro painel ‘Cátedra’ o ser se isola em seu mundo novamente. Essa parte é a mais depressiva e escura. Mas, ao contrário do que acontece na maioria do primeiro painel, não em todo o primeiro painel, pois o poema ‘O Arco-íris negro’ também funciona parecido aos poemas do ‘Cátedra’, os poemas são em si menos ligados diretamente ao Eu, ou seja, a maioria não está na primeira pessoa. O que aumenta a sensação de desagregação e escuro, como no poema ‘Cátedra’ e no Os Mosaicos Eternos’ ”, afirma.

“No quarto painel ‘As Cidades Desertas da Alma’, o Eu vai de novo para a sociedade e dessa vez ela aparece de forma um pouco menos fantasiosa/distorcida, já que aparece como cidades; como o eu acordando em uma cidade. Nessa parte o personagem vai sentindo a realidade de forma aflitiva, junto tanto a elementos mitológicos como Pandora ou mais modernos como a estação ferroviária ou uma televisão gigante”, conta.

“Essa parte começa na manhã no primeiro poema, avança até a noite ‘Noite de Insônia 1104’, vai para a manhã de novo e assim segue. Aparecem temas como: a sensação de exilio em relação à sociedade ‘Exílio’ e ‘In The Wonderland’; a ambição ‘O epitáfio da estátua’; a história da humanidade, seus mitos e a morte ‘A Caixa de Pandora’; a alienação das pessoas, como em ‘O epitáfio das cobaias’ “, diz.

“Além do drama existencial/psicológico/social de muitos dos seres que habitam a cidade e sua noite (‘Noite de insônia 1104’). A quinta parte ‘Rumo ao Âmago da Própria Voz’ e a descida final ao inconsciente, ao que seria seu ‘âmago’ e à desagregação do ser. É a parte mais onírica e surrealista do livro”, relata.

“O primeiro poema ‘Jenny segurou a minha mão…’ é uma verdadeira viagem por um pesadelo, o poema que começa por ‘É um corredor que jamais cessa …’ é o poema mais surrealista que já fiz; ‘Nos Pavilhões Vermelhos’ é ao mesmo tempo uma incursão oriental e uma viagem pelas fantasias e crises existenciais da infância”, afirma.

“E ‘O Âmago’ é meu poema preferido, não só deste livro como de todos que fiz, nele está a busca pela essência de si mesmo, uma busca que em geral traz mais fragmentos de lembranças da infância, sonhos, pesadelos, inconsciente, dando a impressão de que o âmago, em verdade não existe”, diz.

“Para os leitores atentos, logo após esse poema há umas partes em letra bem clara, os quais funcionam como fragmentos de sonhos/pesadelos. Esta obra aborda muitos temas. O principal talvez seja o conflito do eu com o mundo e como o eu percebe o mundo. Aí temos a busca pela essência de nós mesmos, a morte ou as várias formas de pensar o que há ou não há depois da vida, a infância, a melancolia, o vazio, a futilidade e o materialismo da sociedade, o vazio, os sonhos, os pesadelos, as visões fantasiosas da infância e da imaginação etc. É um livro, na minha perspectiva, ao mesmo tempo colorido e sombrio”, conta.

A inspiração para Gonzalo escrever o título do livro veio de um show de rock cover e também muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Antes do livro em si, ou seja, antes de 2008, eu tinha alguns poemas feitos que tinham outro espírito e estrutura dos poemas do meu livro ‘Poemas esparsos’ “.

“Esses poemas, mais outros que criei, vieram a compor a primeira parte do livro, que é o ‘Arte e Loucura’, o qual tem toda uma sequência dentro de si e que terminei em 2008. A partir disso, em 2008, já na universidade, tive a ideia de fazer mais quatro partes e fazer uma sequência unindo eles, cinco partes no total”, relata.

“E inclusive parte dos versos finais do livro remetem ao começo do livro, como se fosse um círculo. Depois, o último que adicionei ao livro foi o prefácio, que dá o sentido da obra. O título teve a ideia em um show de rock cover do Cream. Estava, ao ouvir música, imaginando versos e pensei no verso “rumo ao âmago da própria voz”, repetido de forma obsessiva três vezes. Isso usei no último poema do livro e depois escolhi também como título da obra’ afirma.

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “O processo de escrita foi árduo. Foi difícil conectar as partes, manter o nível de qualidade ao longo de mais de 3000 versos e, ao mesmo tempo, deixar o livro com bastante diversidade. Absorvi elementos de várias culturas”.

“Por exemplo: mitologia grega; oriental como budismo e hinduísmo; animismo; elementos da idade média etc… E a influência de vários artistas e movimentos artísticos. Por exemplo: letras de rock, principalmente dos anos 1960 e 1970 como King Crimson, álbuns como’ In the Court of The Crimson King’, ‘Lizard’, ‘Red’, ‘Larks Tongue in Aspic’, Pink Floyd com o álbum ‘The Piper at the gates of Dawn’ ”, diz.

“Músicas como ‘Echoes’, ‘Set the Controls of the Heart of the Sun’ e ‘Eclipse’ etc, Yes e Cream, junto com recursos dessas músicas como a sua junção de imagens e cores; e poetas como T.S Elliot, Vicente Huidobro, o poema ‘Altazor’, Edgar Allan Poe, Lord Byron, o poema ‘Darkness’, Coleridge, o poema ‘Kubla Khan’, Blake, Roberto Piva, o livro ‘Paranoia’, Meng Chiao, o livro ‘Poemas Tardios’, Cesar Vallejo, Lautremond, Mallarmé, Baudelaire, Neruda etc”, relata.

“Alguns poemas fiz em uma vez por inspiração, outros fiz ao longo de um bom tempo e outros foi uma mistura desses dois processos. Outros inclusive fiz propositalmente para servir de sequência entre os poemas/ partes. Por exemplo, uma boa parte da segunda metade do poema ‘A Caixa de Pandora’ eu fiz aos meus 18 anos numa noite em que caminhava sozinho, e rascunhei tudo em um caderno”, conta.

“Ao longo dos anos seguintes fui completando o poema (incluindo a primeira metade e o que faltava da segunda) em parte por inspiração, mas uma boa parte também por tentativa e erro e por raciocínio; em geral diretamente no computador. Às vezes um dia completava um verso, em outro dois, outras completava um trecho mais por inspiração, e assim foi indo até terminá-lo por totalmente uns dois ou três anos depois”, diz.

Para Gonzalo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita persistência: “A sensação de estar publicando este livro é de muita alegria e ansiedade, pois afinal foram dez anos (de 2008 a 2018) escrevendo-o; estruturando a sequência entre os poemas para que desse uma impressão de unidade narrativa, imagética e sonora; elaborando as imagens e poemas gráficos do livro; completando os versos que faltavam; revisando todas as partes etc”.

“Espero de tempos em tempos tirar novas tiragens e edições do livro, mesmo sendo algo muito caro, e poder difundi-lo pelo mundo porque é a obra minha que mais gosto. Também pretendo traduzi-lo a outras línguas como o espanhol e o inglês e difundir o livro nesses países”, conta.

“Espero que este livro algum dia seja considerado minha melhor obra. Considero meu livro mais ambicioso, completo e bem-acabado que fiz. Não é uma obra tão fácil, porque além de ser poesia (o que muitas pessoas já hoje em dia não leem), é um tipo de poema não muito comum para os leitores de poesia atual”, diz.

“Funciona como um poema longo e é muito simbólico, metafórico e imagético, o que faz que muitas pessoas tenham medo de não entender. Além disso, pega recursos da música dos 1960 e 1970, o que as pessoas que leem poesia em sua maioria estão pouco habituadas. Sem contar o fato do falar de temas algo pesados como morte, infância, melancolia, desagregação, o conflito do eu com a sociedade etc”, finaliza.

O livro “Rumo ao âmago da própria voz” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Gustavo Bastos lança obra sobre tema que está na contemporaneidade

O autor Gustavo Bastos é formado em bacharelado e licenciatura plena em Filosofia, trabalhou como professor, é coordenador pedagógico e agora lança a obra “Tantra, náusea e flor”. No livro, Gustavo aborda questões que buscam aliar ecos de tradições, de riqueza de imagens e sonoridade, e temas que estão na contemporaneidade. Na obra, o autor reforça que a divisão em trilogia dialoga com o título do livro, com Tantra evocando um lado mais espiritual, Náusea evocando poemas mais densos e de temáticas mais duras, e um relaxamento no final na parte intitulada Flor, em que o leitor pode descansar do trajeto mais duro feito na parte Náusea e apreciar poemas mais leves e com a pretensão de serem mais bonitos, se assim podemos dizer.

Em entrevista ao Blog Autografia, Gustavo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Me formei no bacharelado de Filosofia na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo) em 2007 e em seguida fiz licenciatura plena na UCAM (Universidade Cândido Mendes)”.

“Mudei de Vitória – ES para o Rio de Janeiro-RJ em 2006. Nasci no Rio de Janeiro-RJ, mas em 1987, quando tinha cinco anos, fui morar em Vitória – ES, até que fiz a minha mudança, acho que definitiva, para o Rio de Janeiro-RJ, onde já estou há 16 anos. Passei no concurso público para docente do Estado do Rio de Janeiro em 2008, atuei como professor, até que em 2018 passei ao cargo de coordenador pedagógico, onde estou até o momento”, conta.

“Em 2012 comecei a escrever resenhas literárias na Século Diário, um site de notícias do Espírito Santo, e isto evoluiu para textos literários e sobre poesia no caderno de cultura deste mesmo site e uma coluna sobre temas diversos também na Século Diário. Sou autodidata como escritor, ou seja, nunca fiz oficina literária, então comecei a escrever por conta própria aos 19 anos em 2001”, diz.

“Como um livro de poesia, a sua concepção busca aliar ecos de tradições, de riqueza de imagens e sonoridade, e temas que estão na contemporaneidade. Por vezes pode aparecer algo mais espiritual, com ares beatnik, muito da fonte do simbolismo que foi meio que a minha iniciação ao escrever poesia, coisa que evoluiu para outros lados nas minhas leituras de poetas do século XX e dos poetas contemporâneos”, afirma.

“Para o leitor, acho que posso dizer que este livro é o resultado acabado das minhas influências literárias, que habitam sobretudo os séculos XIX e XX.  A divisão em trilogia dialoga com o título do livro, com Tantra evocando um lado mais espiritual, Náusea evocando poemas mais densos e de temáticas mais duras, e um relaxamento no final na parte intitulada Flor, em que o leitor pode descansar do trajeto mais duro feito na parte Náusea e apreciar poemas mais leves e com a pretensão de serem mais bonitos, se assim podemos dizer”, relata.

A inspiração para Gustavo escrever o livro veio de ideias que o guiaram, de suas leituras de outros poetas e de temáticas que lhe interessam, como a música, a arte, a literatura, a espiritualidade, experimentações com a palavra, e um constante exercício, até obsessivo, que mistura prazer de escrever e a vontade de fazer uma boa obra, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “A inspiração, entendida como as ideias que me guiaram para erguer esta obra, para mim, vem de um trabalho longo e gradual de burilamento para que a minha dicção poética saísse da imitação de outros poetas, coisa que alguém autodidata, que não fez oficina literária, numa ingenuidade, no bom sentido, começa a fazer, e isto vai dando frutos, e o fruto principal é quando você percebe que quando está escrevendo já não está imitando mais ninguém, que é o que eu chamo de conquista de uma dicção poética própria.”

“Diretamente, sem falar do ofício, para não ficar muito abstrato, a inspiração veio de minhas leituras de outros poetas e de temáticas que me interessam, como a música, a arte, a literatura, a espiritualidade, experimentações com a palavra, e um constante exercício, até obsessivo, que mistura prazer de escrever e a vontade de fazer uma boa obra”, conta.

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Fiz tudo sozinho. Não fiz oficina literária. A produção, na verdade, veio de uma seleção de poemas que achei bons o suficiente para compor um bom livro, uma boa obra. Tem mais material para publicações futuras, e a seleção foi meio que bem rigorosa, pois tinha uma boa quantidade de material. Acho que procurei fazer uma síntese da mais interessante do que produzi nos últimos anos, e acho que consegui.”

Para Gustavo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação é de estar confrontando um cenário que insiste em impor dificuldades para a literatura no Brasil, algumas gratuitas e desnecessárias. Gasta-se um tempo enorme com pessoas que não entendem nada de literatura e do que fazemos quando estamos produzindo material escrito.”

“Ainda paira uma nuvem negra de ignorância por aí e também bem perto da gente. Portanto, a minha sensação ao publicar esta obra é estar contrariando um estado de coisas desnecessário e cada vez mais gratuito, que é uma forma de preconceito disfarçada, pois parte de pressupostos de descrença sobre escritores no Brasil”, conta.

“As minhas expectativas daqui pra frente são de  estar livre destas amarras da ignorância e poder fluir melhor com a minha obra e também de olhar um cenário mais positivo num futuro próximo em relação à nossa atividade de escritores no Brasil”, diz.

“Nesta última pergunta, vou ser bem breve. Apreciem a boa literatura, tanto a brasileira como a internacional. Busquem ficar por dentro do que está sendo produzido de novo e ganhando relevância. Leitores, sejam bem-vindos, precisamos de vocês”, finaliza.

O livro “Tantra, náusea e flor” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

 

Grieco Greg Soares lança obra que nos faz pensar sobre questões de nossas vidas

O autor Grieco Greg Soares é músico, trabalha numa plataforma marítma e agora lança a obra “O fardo da honra”. No livro, Grieco Greg Soares aborda questões que temos em nossas vidas, como religião, política, relacionamentos, sentimentos, preconceitos e esperança. Na obra, o autor reforça que é uma obra para entreter. Tudo isso com um toque musical.

Em entrevista ao Blog Autografia, Grieco Greg Soares conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “Minha trajetória foi desafiadora. Eu, músico, achei que escreveria um livro como escrevo uma música. Ledo engano! O processo de escrita de um livro é diferente.”

“Como o livro ‘O Fardo da Honra’ é minha obra debutante, o processo de escrita foi longo, quatro anos. No início da escrita o processo foi empolgante e avassalador, estipulei uma rotina, e cheguei rapidamente ao capítulo 11. O fato de trabalhar em uma plataforma marítima me ajudou muito, todo meu tempo livre no trabalho eu dedicava ao livro”, conta.

“Nesse período também me capacitei com cursos para novos autores e mergulhei na leitura. Houve um tempo também de marasmo no processo de escrita, tempo em que me voltei para um projeto musical. A ansiedade por não terminar o livro prejudicou a escrita e até a minha saúde”, diz.

“Com apoio de um grande amigo e da minha esposa eu retomei a escrita da obra. Fatiei o livro em três , tornando-o numa trilogia. O entusiasmo com a escrita retornou e finalizei a obra”, relata.

“É uma obra para entreter, porém nos faz pensar em questões que temos em nossas vidas, como religião, política, relacionamentos, sentimentos, preconceitos e esperança. Tudo isso com um toque musical”, afirma.

“O livro é divido em ser ou não um ser humano abençoado, virtuoso. É a cor da sua pele que diz isso? É da casta que você vem? É o seu caráter? É divino ou é humano? O livro aborda tudo isso. Com seus personagens procurando, cada um, sua evolução como ser humano”, conta.

A inspiração para Grieco Greg Soares escrever o livro veio de um sonho, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Um sonho. Muitos cantores sonham com músicas, acordam e escrevem a letra. Isso também acontece comigo. Tenho algumas músicas gravadas que as cantei pela primeira vez enquanto dormia, no mundo do sonhar. Em 2018 eu sonhei com O Fardo da Honra.”

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Árdua e prazerosa. Me capacitei com cursos, li bastante, ouvi bastante autores que passaram por esse mesmo processo, separei um tempo todos os dias para escrever o livro, enfim… me entreguei de corpo e alma. Escrevi, escrevi, reescrevi e consegui. Sim, a escrita foi feita somente por mim. Porém sempre mostrei o resultado para duas pessoas para saber se estava no rumo certo.”

Para Grieco Greg Soares, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “A sensação é de um segundo filho, já que tenho a Flora. As melhores. Meu desejo é que o livro O Fardo da Honra chegue e encante o maior número de leitores possíveis.”

“Caro leitor, me dê sua mão e embarque comigo nessa incrível jornada que é o livro ‘O Fardo da Honra’. Serei seu guia nessa caminhada, mas você enxergará tudo com seus olhos. Passaremos momentos, felizes e tristes, fáceis e difíceis, na pele de personagens extraordinários”, diz.

“Eles terão seus conflitos, suas questões. Alguns encontrarão a luz, a paz, e outros não. A cada capítulo lido, seu apego pela história será amplificado. Por vezes será preciso suspirar e renovar o fôlego para continuar a caminhar. E no final do livro você ficará com aquele vazio de fim de seriados e se questionará: Poxa… e agora?”, finaliza.

O livro “O fardo da honra” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui

Ângelo Hentz Cappellari lança obra sobre instigações filosóficas 

O autor  Ângelo Hentz Cappellari é acadêmico de Letras e agora lança a obra “Contos sinistrosos de uma mente escatológica”. No livro, Ângelo aborda um conglomerado de instigações filosóficas que se coaduna com a ficção e, talvez, suspense e terror. Na obra, o autor reforça que esses contos são profundos estudos ao seu próprio objeto de apreciação e análise como discente e como docente. 

Em entrevista ao Blog Autografia, Ângelo conta mais sobre sua trajetória e sobre o tema do livro: “A essa pergunta dediquei muita energia e reflexão. Acredito que o instrumento principal de trabalho do artista é, antes de nenhum outro, sua criatividade.”

“Por isso, não tenho medo de afirmar que o artista trabalha e se aprimora 24h por dia. Todo sonho, todo delírio, todo desvario, devaneio, silêncio e barulho é informação empírica a ser usada de inspiração para alguma arte. E nós sabemos fazer isso”, conta.

“De diferentes modos, com diferentes materiais físicos – e [por que não?] metafísicos -, pensamos muito sobre muita coisa e muitos de nós enlouquecem de vez. É muito difícil criar uma cisão entre quem sou eu e quem é minha arte. Creio que um não existiria sem o outro – quem sou eu hoje deriva, também, mas não apenas, da minha arte”, diz.

“Comecei a escrever consciente de um objetivo contístico por causa de um pesadelo que tive, em 2015. Depois desse causo, foi-se uma história atrás da outra e assim sucessivamente, até esse livro. Eu escrevo muito! Seja conto, poema, seja… Escrevo muito!”, relata.

“Mas, como é de se esperar de nossa sociedade, preciso ceder mais tempo à atividades como a graduação que à arte. Infelizmente, precisamos sacrificar algumas coisas para conciliar tudo dentro da rotina. Então, em suma, pessoal, profissional e artisticamente, sou uma pessoa sem tempo que usa o pouco tempo vago para tentar manter o equilíbrio (sonora gargalhada)”, conta.

“Eis uma pergunta difícil de se responder. Esse livro pode ser considerado o produto-resumo de um grande aprendizado, de um longo caminho percorrido como pessoa e como escritor. Nesse caminho, o mínimo que fiz foi questionar e esses contos são parte questionamento, parte tentativas de buscar respostas a algumas dessas indagações”, diz.

Esse livro é formado por 27 histórias, entre contos e minicontos, que me ajudaram a aperfeiçoar minha estética como contista, bem como impulsos a estudar Teoria Do Conto. E, sendo acadêmico das Letras, tendo como Alma Mater a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), esses contos são profundos estudos ao meu próprio objeto de apreciação e análise como discente e como docente”, afirma.

“Em suma, esse livro significa muito para mim, todas as perspectivas supramencionadas e mais! Em termos de conteúdo, pode-se dizer que é um conglomerado de instigações filosóficas que se coaduna com a ficção e, talvez, suspense e terror”, relata.

A inspiração para Ângelo escrever o livro veio de tudo, muito pautada na sua vontade de deixar uma mensagem aos leitores: “Como artista, creio que tudo pode ser inspiração. Nesses anos morando na cidade de Rio Grande, conheci diversas pessoas, de diferentes partes do Brasil e do mundo”.

“Cada uma delas alimentou uma parte da minha criatividade: diferentes pessoas, perspectivas, culturas… Para mim, se eu estiver dentro do ônibus, indo para a faculdade, um passageiro que jamais vi pode ser inspiração; um transeunte que existe ou não, uma ilusão de ótica…”, conta.

“Tudo pode ser um ponto de partida. Contudo, o que mais acredito que tenha me influenciado é a situação deplorável que o Brasil vive e que a pandemia tem escancarado. Isso, é claro, sem contar que sou um louco desvairado! Minha insanidade merece seus créditos (risos)”, brinca.

O autor ainda conta um pouquinho mais para nós sobre o processo de produção do livro: “Francamente, foi uma obra árdua de se escrever. Não pela densidade ou extensão dos contos, mas pelo escasso tempo que tinha para escrevê-lo. Infelizmente, minha rotina não me disponibiliza tempo o suficiente para toda a dedicação que gostaria à arte literária”.

“Para se ter uma ideia, o conto mais antigo desse livro é de 2017! Além disso, envolve muita ansiedade. Escrevi o livro sozinho, mas a obra, como um todo, é produto também de intenso trabalho da editora. E isso significa, portanto, esperá-los para revisar e vice-versa. É uma obra em conjunto e, por isso, o trabalho é mútuo e teve colaboração dos dois lados”, conta.

Para Ângelo, publicar o livro traz imensa alegria e a satisfação de meta alcançada com muita fé e persistência: “Ansiedade pura e aplicada. Minha, mas não apenas – família e amigos também estão esperando a publicação, o lançamento”.

“E acho que grande parte dessa ansiedade vem de um certo mistério que fiz: quase ninguém conhece o conteúdo do livro senão a capa. E, de alguma forma, sinto que eu também não conheço: a obra, como um todo, o livro diagramado, físico e palpável, até não chegar a mim e eu lê-lo, parece muito distante”, diz.

“Quanto ao futuro, creio ser esse meu estopim público como artista da literatura. Não pretendo parar nesse, pretendo seguir escrevendo e publicando enquanto minha (in)sanidade permitir”, afirma.

“Acredito ser pertinente uma orientação aos leitores: nesses tempos em que fui lido apenas por alguns amigos, deles, a maioria me confundia com o narrador, com algum personagem ou, de alguma forma, me inseria pessoalmente/intimamente nos textos”, conta.

“Não façam isso. Eu sou nada mais, nada menos que o autor. Não sou Verônica nem Regina nem Raphael nem Camélia. Aliás, algumas considerações trazidas por Verônica eu não sei se concordo. Eu teria de estudar esse assunto muito mais a fundo para opinar”, diz.

“Ela, no entanto, crê nesses argumentos. Nesse sentido, peço que entendam que eu não “sofri demais” ou “vivi demais”, ou, mesmo, “de menos” para escrever esse livro. Essa obra é, na verdade, apenas um uso específico da minha criatividade”, finaliza.

O livro “Contos sinistrosos de uma mente escatológica” está à venda em nossa loja online, fique de olho em nossas redes sociais e adquira o seu exemplar clicando aqui